Missa das 19h de Sábado, na Igreja Paroquial da Nossa Senhora da Ajuda em Lisboa

"Com música, com o nosso sentir cristão, com notas que deixamos hoje, aqui, para vós!"

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2014/12/04

«Preparai no deserto o caminho do Senhor, abri na estepe uma estrada para o nosso Deus. Sejam alteados todos os vales e abatidos os montes e as colinas; endireitem-se os caminhos tortuosos e aplanem-se as veredas escarpadas…»


Advento II

LEITURA I - Is 40, 1-5.9-11
O Senhor anuncia ao Seu Povo, através do profeta, a sua libertação do exílio da Babilónia e o seu regresso ao país dos seus antepassados. Por iniciativa amorosa de Deus, a salvação aproxima-se e torna-se, por isso, necessário que a alegre notícia seja proclamada e todos colaborem, seguindo as instruções divinas e abrindo o caminho, através do qual o povo poderá encontrar a salvação e a paz. Iguais disposições devem animar todos aqueles que, no Advento, aguardam a vinda de Deus, em Cristo, para nos libertar do pecado e nos reunir na Igreja, a verdadeira Jerusalém, onde Ele habita.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 84 (85), 9ab-10.11-12.13-14 (R. 8)
Refrão: Mostrai-nos o vosso amor e dai-nos a vossa salvação. Repete-se
Ou: Mostrai-nos, Senhor, a vossa misericórdia.  Repete-se

LEITURA II - 2 Pedro 3, 8-14
Deus executa pela Incarnação, os Seus desígnios de salvação. No entanto, Deus não pode salvar o homem sem a sua colaboração. Para lhe conceder a filiação divina, espera que o homem lhe dê uma resposta, pela fé e se volte para Ele, pela conversão. O tempo entre a primeira e a segunda vinda é o tempo da paciência de Deus, em que concede ao homem a possibilidade de compartilhar a vida de Deus. Vivendo neste mundo destinado à transfiguração da Parusia, o cristão procura viver em comunhão com Deus, pela oração, pela Eucaristia e na santidade de vida, preparando-se, na serena confiança para o Dia do Senhor.

EVANGELHO - Mc 1, 1-8
O cristão não pode fugir para o deserto, alheando-se dos graves problemas do nosso tempo, como a fome, a falta de cultura ou a injustiça, pois Deus deseja que todo o homem seja Seu colaborador na Sua obra da criação, contribuindo, com todas as suas forças para a construção dum mundo melhor. No entanto, o cristão se não quiser atraiçoar a sua missão, tem de manter sempre a espiritualidade do deserto, ensinada pelo Precursor.

«Se os cristãos perdessem o sentido da conversão a Deus, o cristianismo que testemunham, não apresentaria senão o aspecto dum humanismo entre outros e ver-se-ia privado de toda a densidade propriamente religiosa». (Thiery Maertens).

Cânticos
Entrada - Eu estou à tua porta a bater [16]
Kyrie - Pai de infinita bondade [3]
Aleluia - Aleluia (Gospell) [4]
Ofertório - Eis aqui Pai [6]
Santo - Santo de Alcântara [9]
Pai Nosso - Pai Nosso, Tu que estás [4]
Cordeiro - Cordeiro Vespertino [5]
Comunhão - Somos Escolhidos [17]
Acção de Graças - Dou-te o meu coração [4]
Final - Sentido para amar [29]

 
“Há uma coisa, caríssimos, que não deveis esquecer: um dia diante do Senhor é como mil anos e mil anos como um dia”

2014/11/27

“Nunca os ouvidos escutaram, nem os olhos viram que um Deus, além de Vós, fizesse tanto em favor dos que n’Ele esperam.”


Advento I

LITURGIA DA PALAVRA

LEITURA I - Is 63, 16b-17.19b; 64, 2b-7

O Advento começa com um profundo suspiro de fé e de esperança dirigido ao Senhor, “nosso Pai”, “nosso Redentor”, semelhante aos que subiam da boca e do coração dos nossos antepassados na fé, os santos do Antigo Testamento, que viveram antes da vinda do Filho de Deus. Não vamos agora imaginar-nos nos tempos antes de Cristo; mas vamos criar em nós desejos profundos de que Ele, que já veio ao mundo e está no meio de nós, seja por nós reconhecido e acolhido como nosso Salvador, Ele que, de novo, há-de vir e por quem suspiramos.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 79 (80), 2ac e 3b. 15-16.18-19 (R. 4)
Refrão: Senhor nosso Deus, fazei-nos voltar, mostrai-nos o vosso rosto e seremos salvos. Repete-se

LEITURA II - 1 Cor 1, 3-9
Esperamos a manifestação de Nosso Senhor Jesus Cristo.
O Advento começa por ser o tempo litúrgico especialmente voltado para a última vinda do Senhor. É o tempo da expectativa, vivido na esperança, aguardando a aparição gloriosa do Senhor, que virá coroar o tempo da Igreja com a glória da sua ressurreição. É, portanto, para esta Igreja tempo de vigilância, para que o Dia do Senhor a encontre irrepreensível.
EVANGELHO Mc 13, 33-37

A vigilância, já apontada na leitura anterior, é agora inculcada, com todo o rigor, pelo próprio Senhor Jesus. Esta vida é como longa vigília, com os seus tempos sucessivos (as quatro vigílias da noite referidas no texto) aguardando o sol nascente – Cristo – que vem do alto, como todas as manhãs recordamos na Hora de Laudes. A solenidade do Natal, a que o Advento nos conduzirá, vem, em cada ano, antecipar simbolicamente aquela vinda gloriosa do Senhor no último dia, o dia que nos introduz na “vida do mundo que há-de vir”.

Cânticos

Entrada- Guardião (20)
Kyrie- Pois pecámos contra vós (4)
Aleluia- Quando estamos unidos (2a estrofe) (5)
Ofertório- A quem irei (3)
Santo- (Rising sun) (4)
Pai Nosso- Dó maior (3)
Cordeiro- Cordeiro de Deus v (4)
Comunhão- Só tu és meu redentor (18)
Ação de Graças- Quero encontrar-te (26)
Final- Sonhar acordado (32)


«O que vos digo a vós, digo-o a todos: Vigiai!»

2014/11/21

«(…) para que Deus seja tudo em todos.»


Tempo Comum XXXIV

LEITURA I - Ez 34, 11-12.15-17

A figura do Bom Pastor, que se desenha neste oráculo dirigido contra os reis israelitas, maus pastores, nos tempos que antecederam o Exílio, corresponde a um título real. Cristo aplicou a Si mesmo este título de Bom Pastor. Ele veio ao encontro do seu Povo, para cuidar dele e o conduzir à felicidade. Dizer de Cristo que Ele é Rei é outra maneira de O designar como o Pastor do povo de Deus.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 22 (23), 1-2a.2b-3.5-6 (R. 1)

Refrão: O Senhor é meu pastor: nada me faltará. Rep.

LEITURA II - 1 Cor 15, 20-26.28

Ressuscitado de entre os mortos, o primeiro entre todos, Cristo, no final dos tempos, tendo submetido a Si todas as coisas criadas, entregará o seu reino ao Pai. E nós, que pertencemos a Cristo, ressuscitados com Ele, também tomaremos parte no seu triunfo total e no seu reino de glória.

EVANGELHO Mt - 25, 31-46
Jesus retoma nesta leitura a mesma imagem atribuída a Deus na primeira leitura, a imagem do pastor. O julgamento que se propõe fazer será a libertação final de todos os que foram salvos pelo seu Sangue derramado na Cruz, para com Ele se sentarem no seu trono glorioso, se, neste mundo, tiverem seguido os passos do seu Pastor. Esta leitura é assim um anúncio e um convite.

Cânticos
Entrada – O Reino de Deus (Taizé)
Kyrie – Senhor Piedade
Aclamação da Palavra - Israel
Ofertório- Para além
Santo – Santo, Santo
Pai Nosso – Pai, Tu és meu Deus
Cordeiro - Alegro
Comunhão – O Senhor é Meu Pastor
Acção de Graças – Acção de Graças
Final – Passo a Passo

2014/11/15

«(…) permaneçamos vigilantes.»


Tempo Comum XXXIII

LEITURA I - Prov 31, 10-13.19-20.30-31

Esta leitura é um poema em louvor da mulher valorosa. Com o exemplo da mulher forte, a “mulher de valor”, a liturgia de hoje quer apresentar-nos uma lição de fidelidade ao longo de toda a vida. A Igreja é esta mulher de valor, fiel e laboriosa, à espera do seu Senhor; e, na Igreja, cada um de nós, os seus filhos, o há-de ser também.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 127, 1-2.3.4-5 (R. cf. 1a)

Refrão: Ditoso o que segue o caminho do Senhor. Repete-se

LEITURA II - 1 Tes 5, 1-6

A palavra de Deus exige dos cristãos a mesma fidelidade de que já falava a leitura anterior ao querer preparar-nos para o dia da vinda do Senhor, dia que virá como o ladrão, sem se fazer anunciar. Mas a certeza da sua vinda não nos pode deixar adormecidos na escuridão da nossa noite. Somos filhos da luz e do dia; havemos de viver despertos e vigilantes, “enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo nosso Salvador”.

EVANGELHO – Forma longa Mt 25, 14-30

A leitura contínua do Evangelho de S. Mateus ao longo de todo o ano vai deixar-nos hoje em frente do Senhor que regressa para coroar os servos que O esperaram na fidelidade, fazendo render os dons que Ele lhes confiou para que os administrassem como fiéis servidores. São dons que, de uma maneira ou outra, vêm sempre de Deus, mas que são dados aos homens para que eles os utilizem para bem dos próprios homens. Assim Deus será glorificado e o seu reino transformará o mundo.

Cânticos

Entrada - Chamamento  
Kyrie - Somos o teu povo
Aleluia - Quero sempre viver
Ofertório - Vocação
Santo - Rising sun
Pai Nosso - Todo o Mundo
Cordeiro - Proclama o teu Senhor
Comunhão - Grão de Trigo
Acção de Graças – Maravilhas fez em mim
Final - Dar Mais (Ofertório)
 

 

 

2014/11/06

Para a próxima missa vespertina...


... os cânticos

Entrada - Como são belos os pés
Kyrie – P´ra fazer do mundo um lugar melhor
Aclamação da Palavra – Homens da terra
Ofertório – Vasos de Barro
Santo – Senhor, Tu És santo
Pai Nosso – Dó Maior
Cordeiro – Lento
Comunhão –  Tomo este Pão
Acção de Graças – Eu sou
Final – Água

2014/10/31

COMEMORAÇÃO DE TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS

 


Nota Histórica  
Depois de ter cantado a glória e a felicidade dos Santos que «gozam em Deus a serenidade da vida imortal», a Liturgia, desde o início do século XI, consagra este dia à memória dos fiéis defuntos.
É uma continuação lógica da festa de Todos os Santos. Se nos limitássemos a lembrar os nossos irmãos Santos, a Comunhão de todos os crentes em Cristo não seria perfeita. Quer os fiéis que vivem na glória, quer os que vivem na purificação, preparando-se para a visão de Deus, são todos membros de Cristo pelo Baptismo. Continuam todos unidos a nós. A Igreja peregrina não podia, por isso, ao celebrar a Igreja da glória, esquecer a Igreja que se purifica no Purgatório.
É certo que a Igreja, todos os dias, na Missa, ao tornar sacramentalmente presente o Mistério Pascal, lembra «aqueles que nos precederam com o sinal da fé e dormem agora o sono da paz» (Prece Eucarística 1). Mas, neste dia, essa recordação é mais profunda e viva.
O Dia de Fiéis Defuntos não é dia de luto e tristeza. É dia de mais íntima comunhão com aqueles que «não perdemos, porque simplesmente os mandámos à frente» (S. Cipriano). É dia de esperança, porque sabemos que os nossos irmãos ressurgirão em Cristo para uma vida nova. É, sobretudo, dia de oração, que se revestirá da maior eficácia, se a unirmos ao Sacrifício de reconciliação, a Missa.
No Sacrifício da Missa, com efeito, o Sangue de Cristo lavará as culpas e alcançará a misericórdia de Deus para os nossos irmãos que adormeceram na paz com Ele, de modo que, acabada a Sua purificação, sejam admitidos no Seu Reino. (retirado da página do Secretariado Nacional de Liturgia)
 
Cânticos
 
"Entrada - Nem a morte nem a vida, estrofe 3 (AG 21)
Kyrie - Senhor Piedade (6)
Aclamação do Evangelho - Aleluia Israel (3)
Ofertório - Pai Santo (AG 23)
Santo - Santo (4)
Pai Nosso - Pai Nosso (2)
Cordeiro - Proclama o Teu Senhor (6)
Comunhão - Vem oh Senhor (21)
Acção de Graças - Eu Sou (9) 
Final - Caminhos para a vida (5)
 
Para o cântico de Acção de Graças escolham as palavras que mais façam sentido, por exemplo:caminho, vida, ressurreição, Eu e o Pai somos um, porta.... (Andrea)"
 
Beijos e abraços
 

2014/10/23

«‘Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todo o teu espírito’»


Tempo Comum XXX

LEITURA I - Ex 22, 20-26
O amor de Deus concretiza-se logo no amor do próximo. Esta leitura assinala algumas situações particularmente exigentes, onde se há-de tornar concreto este amor do próximo. A primeira expressão do amor ao próximo é a justiça, sem a qual não há caridade. E não se perca de vista que este texto é do Antigo Testamento, ainda anterior ao próprio Evangelho.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 17 (18), 2-3.7.47.51ab (R. 2)
Refrão: Eu Vos amo, Senhor: sois a minha força. Repet.

LEITURA II - 1 Tes 1, 5c-10
Esta leitura é como que um certificado de vida cristã, passado pelo Apóstolo à sua querida comunidade de Tessalónica, e que poderá servir de modelo e estímulo a outras Igrejas. Assim ela sirva ainda hoje para a nossa comunidade.

EVANGELHO - Mt 22, 34-40
Uma pergunta frontal posta a Jesus, embora com má intenção, foi ocasião para o Senhor afirmar, de maneira solene e inequívoca, a verdadeira hierarquia dos valores à luz de Deus: o mandamento fundamental é o do amor a Deus e ao próximo. Ao ser interrogado sobre qual era o maior mandamento, Jesus acrescenta também qual é o segundo, não fosse julgar-se que, ao pretender amar-se a Deus, se poderia humilhar o próximo, como parece ter sido intenção daquele que O interrogou.

Cânticos para um dia especial

Entrada - Caminho II (5)
Kyrie - JCS (1)
Aclamação do Evangelho - Cantai Aleluias (9)
Ofertório - Gestos de Amor (11)
Santo - Roqueiro (5)
Pai Nosso - Vespertino (5)
Cordeiro - Cordeiro de Deus I (1)
Comunhão - Deus de Amor
Acção de Graças - Graças Senhor (12)
Final - Navegar (22)

Uma data especial...
No dia 25 de Outubro, o Coro Vespertino celebra o seu 16 aniversário na missa vespertina - sábado às 19h00.
16 anos a fazer companhia, a animar, a louvar, a rezar... A praticar o nosso dom e carisma em todas as eucaristias, conscientes de que somos parte do templo de Deus Vivo.
Parabéns Coro Vespertino!
 
 
 

 

 

2014/10/17

«O nosso Evangelho não vos foi pregado somente com palavras, mas também com obras poderosas, com a acção do Espírito Santo»


Tempo Comum XXIX

LEITURA I - Is 45, 1.4-6
O Evangelho de hoje vai afirmar a relação entre o poder temporal e o poder espiritual. Mas Deus é Senhor de todos os homens, e nada nem ninguém é autónomo em relação a Ele. Deus realiza os seus desígnios, que são sempre de salvação, através dos homens e das instituições humanas, por vezes até de maneira muito clara, como se mostra nesta leitura: o rei da Pérsia, Ciro, um pagão, é instrumento de Deus para a libertação do seu povo.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 95 (96), 1.3.4-5.7-8.9-10a.c (R. 7b)
Refrão: Aclamai a glória e o poder do Senhor. Repete-se

LEITURA II - 1 Tes 1, 1-5b
Começamos hoje a leitura da primeira epístola aos Tessalonicenses, a comunidade cristã existente na cidade de Tessalónica (ou Salónica), no norte da Grécia. Como de costume, S. Paulo começa com uma acção de graças, hoje, por verificar o progresso espiritual desses cristãos. Como podemos observar, os Apóstolos pregavam e escreviam como verdadeiros mestres e pastores, e não apenas como moralistas ou legisladores. E sempre será esta a verdadeira finalidade da pregação na Igreja: levar os seus filhos a crescerem nos caminhos do reino de Deus, o que é para ela fonte de alegria e de acção de graças.

EVANGELHO Mt 22, 15-21
Perante o poder temporal, aqui representado por César, o imperador de Roma – que ao tempo de Jesus imperava também na Terra Santa – a atitude de Jesus é de respeito pela sua autonomia, mas reivindica, ao mesmo tempo, as exigências primordiais do serviço de Deus, às quais nada se pode antepor. E, ao mesmo tempo, denuncia a falta de sinceridade dos que O interrogavam; sem ela, ninguém se poderá dirigir a Deus.

Cânticos
“Entrada - CANTAREI AO SENHOR (Cânticos de Taizé - 1)
Kyrie - POIS PECÁMOS CONTRA VÓS
Aleluia - AlÉ AlÉ, Aleluia
Ofertório - DAR MAIS
Santo - AO SENHOR NOSSO DEUS
Pai Nosso - PAI NOSSO, TU QUE ESTÁS
Cordeiro - CORDEIRO VESPERTINO
Comunhão - ORAÇÃO SÃO PEDRO
Acção de Graças - QUERO LOUVAR-TE
Final - HINO DIOCESANO 2011 ou SER

Beijos
Ana”

Beijos e abraços

 

2014/10/10

Para amanhã...

"Então a selecção é a seguinte:

Entrada - Deixa Deus entrar
Kyrie - Kyrie Eleison
Aleluia - Nada nos separará
Ofertório - Vocação
Santo - Santo I
Pai Nosso - Pai Tu é meu Deus
Cordeiro - Cordeiro de Deus V
Comunhão - O Senhor é meu Pastor
Acção de Graças - Voa a grande Altitude
Final - E a vida não vai parar
 
Se acharem conveniente podem trocar, sem problema.
Susana."

Beijos e abraços

2014/10/03

«…tudo o que é verdadeiro e nobre, tudo o que é justo e puro, tudo o que é amável e de boa reputação, tudo o que é virtude e digno de louvor é o que deveis ter no pensamento»


Tempo Comum XXVII

LEITURA I - Is 5, 1-7
Esta primeira leitura ajuda-nos a compreender depois a do Evangelho, que nos vai falar dos vinhateiros homicidas. A vinha de que uma e outra leitura nos fala é a casa de Israel, o povo de Deus. O Senhor cuida deste povo como o bom agricultor cuida das suas vinhas. Mas este povo nem sempre correspondeu ao carinho que o Senhor teve para com ele.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 79 (80), 9.12.13-14.15-16.19-20 (R. Is 5, 7a)
Refrão: A vinha do Senhor é a casa de Israel. Repete-se

LEITURA II - Filip 4, 6-9
No meio de todos os valores deste mundo, que realmente o sejam, os cristãos não devem ter medo de os apreciar e deles se servirem. Tudo são dons do Deus da paz, Criador e Senhor de todos eles. Assim respondia o Apóstolo aos primeiros cristãos que viviam no meio dos pagãos e não sabiam, por vezes, como haviam de proceder em relação aos valores que encontravam na civilização deles.

EVANGELHO - Mt 21, 33-43
Usando a mesma comparação que já encontrámos na primeira leitura, Jesus como que faz o julgamento do seu povo, que, no fim de ter sido, já tantas vezes, infiel a Deus ao longo do Antigo Testamento, agora O rejeita a Ele, o próprio Filho que Deus lhe enviou. O resultado será que outros virão a aproveitar do dom que eles rejeitaram. Foi assim que os pagãos, estranhos até então ao povo de Deus, vieram a entrar no seu povo, a Igreja de Cristo, a que hoje pertencemos.

Cânticos
Entrada – Quem as mãos estende
Kyrie - Senhor tem piedade, 7
Aclamação da Palavra - Quero sempre viver (Primeira e Terceira estrofes)
Ofertório – Passa por mim
Santo - Santo és Tu Senhor
Pai Nosso – Dó maior
Cordeiro - Cordeiro de Deus V
Comunhão - Meu Pão Sagrado
Acção de Graças- Nada te turbe
Final – Shalom para ti
 
É COM MUITO ORGULHO QUE PARTILHAMOS ESTA FELIZ NOTICIA

“A Vigararia Lisboa III, com interpretação da paróquia da Ajuda, ficou em primeiro lugar no Festival Diocesano da Canção Cristã e vai representar a Diocese de Lisboa no festival nacional, no dia 6 de dezembro, em Fátima.
(…)
Foram 12 músicas com coreografias ensaiadas, trajes a rigor. Rap, reggae, um cheirinho a fado. Muita cor, ainda mais alegria. Violino, flauta, violoncelo, cavaquinho. Tudo serviu para dar a entender que “o que importa é a fé que se realiza pela caridade” – tema do XIX Festival Diocesano da Canção Cristã.
Cantou-se que “um sorriso vale mais que mil palavras”, ouviu-se que “é na oração que os problemas são atendidos” e que “mais ainda do que ser ou não ser, eu quero que em mim todos Te possam ver”. Mas o entusiasmo não ficou só pelo palco. O público correspondeu da melhor maneira. As claques de apoio fizeram-se ouvir com gritos e muitos aplausos. O orgulho que se via nos olhos e saía pelas mãos.
(…)
O envelope do primeiro lugar trazia o nome da “Vigararia Lisboa III – paróquia da Ajuda”. Houve saltos, corridas, para aqui e para ali, de festejos. Mãos na cabeça de espanto. Cátia Fernandes, uma das vocalistas vencedoras partilhava, entre sorrisos: “Estivemos a louvar o Senhor enquanto cantávamos, não há nada melhor que isso”.
O refrão da música vencedora escutou-se novamente no palco, antes do fim do festival: “O que importa é a Fé e a Caridade no coração, o teu caminho construirás com Deus e a Oração”. Mais do que no ouvido, será no coração que esta música irá ressoar até ao Festival Nacional da Canção Mensagem que decorre no próximo dia 6 de dezembro, em Fátima.”

O texto na integra e as fotos do festival no site

PARABÉNS!!!
Ana Martins, Cátia Fernandes, Diogo Quintela, João Pinto, Pedro Alves e Ricardo Cerejo.