Missa das 19h de Sábado, na Igreja Paroquial da Nossa Senhora da Ajuda em Lisboa

"Com música, com o nosso sentir cristão, com notas que deixamos hoje, aqui, para vós!"

www.vespertino.org

2012/02/21

"(...) Arrependei-vos e acreditai no Evangelho"


Quaresma I

LEITURA I - Gen 9, 8-15

A primeira leitura dos domingos da Quaresma não está em ligação com a do Evangelho, como nos domingos do Tempo Comum. Refere-se à história da salvação, mostrando como Deus encaminhou os passos da humanidade, desde os tempos mais antigos até à realização da promessa da nova Aliança em Jesus Cristo. Este ano, começamos com Noé. O dilúvio termina com uma aliança, que anuncia desde logo a aliança estabelecida entre Deus e os homens na Morte e Ressurreição de Cristo. Por outro lado, no próprio dilúvio Deus quis significar a regeneração espiritual do baptismo, pois nele, como no dilúvio, a água se tornou, simbolicamente, “fim de vícios e origem de virtudes” (liturgia baptismal).

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 24 (25), 4bc-5ab. 6-7bc. 8-9 (R. cf. 10)

Refrão: Todos os vossos caminhos, Senhor, são amor e verdade para os que são fiéis à vossa aliança. Repete-se

LEITURA II - 1 Pedro 3, 18-22

S. Pedro faz nesta leitura o comentário ao dilúvio, estabelecendo a comparação entre este e o baptismo. O baptismo é hoje o verdadeiro dilúvio, que destrói o pecado e faz nascer uma nova humanidade em Cristo. Assim, a história da salvação chega a todas as gerações e todas elas são arrastadas na sua corrente de graça.

EVANGELHO - Mc 1, 12-15

“O Senhor Jesus Cristo era tentado pelo demónio no deserto. Mas em Cristo também tu eras tentado, porque Ele tomou sobre Si a tua condição humana, para te dar a salvação; para Si tomou as tuas tentações, para te dar a sua vitória” (S. Agostinho). A vitória de Jesus sobre Satanás proclamada neste primeiro Domingo da Quaresma anuncia desde já o triunfo pascal da sua Morte e Ressurreição, e oferece-nos, ao mesmo tempo, a participação nessa sua vitória sobre o pecado e a morte.



Cânticos
Entrada – Venham todos
Kyrie - Somos o teu povo
Aclamação da palavra – Eu vim para escutar
Ofertório – A paz vai correndo
Santo - Alcantara
Pai Nosso - Dó maior
Cordeiro - Vespertino
Comunhão - Peregrino
Acção de Graças – Nada Temo
Final – Sonhar acordado


Carros, barulho, pessoas, horários cheios, problemas corriqueiros: tudo isto faz com que cada dia se resuma a apenas ao cumprimento de objectivos concretos, de tarefas urgentes, de uma realidade que se impõe. No entanto, se em 24 horas não há espaço para mais do que isso, estamos perante uma vida imposta, heterónoma, e destinada ao fracasso. Precisamos do silêncio, da solidão e do descanso. Só calados, sozinhos e parados percebemos que somos mais do que o que dizemos e do que fazemos. Só no deserto compreendemos que a nossa vida tem de ser de Amor. Não é por isso de espantar que o primeiro paradeiro de Jesus Cristo na sua vida pública, logo depois do Baptismo, segundo os relatos de S. Mateus, S. Marcos e S. Lucas, seja o deserto.

Ao contrário do que pode parecer a uma primeira vista, Jesus não vai ao deserto em busca de “paz interior”, de uma palmadinha nas costas do Pai que o confirme no caminho que tem pela frente. Ele vai “a fim de ser tentado pelo diabo” (Mt 4, 1). Os 40 dias do deserto são antes de mais nada um confronto. E o que nos poderá surpreender é que este não se trata de um confronto que nos é distante, reservado a heróis, a ascetas e a habitantes de desertos. Assim, também o nosso silêncio e a nossa solidão não são apenas um forma de encontro romântico com Deus. São também o terreno da antiga batalha entre o Bem e o Mal. A vitória de Jesus tem de ser a nossa vitória. Para que a nossa vida possa ser entregue, o mesmo é dizer para que tenha verdadeiro valor, para que seja uma verdadeira vida de amor, ela tem de se vencer a ela-própria. E o que é que isso significa?

Primeiro, é necessário dar conta de que o nosso coração é um campo de batalha. Para isso, visitemos o deserto.Visitar o deserto é não ter medo da solidão, do silêncio, daquilo que quando paramos nos invade a consciência. Visitar o deserto é contemplar a confusão que é a nossa vida, e encontrar nos dias alegrias redentoras, certezas firmes e ao mesmo tempo sofrimento escondido e dúvidas constantes. Visitar o deserto, por isso, implica renúncia. É necessário afastar de nós uma vida de
correria distraída apenas preocupada em matar a fome dos apetites do dia-a-dia. Só assim pode nascer uma verdadeira atenção a nós próprios, uma atenção reveladora do permanente confronto e diálogo que há no nosso coração entre Jesus e o Mal.

Depois, temos de deixar que a vitória seja a de Jesus. Trata-se de aprender que a vida não é completamente nossa, que é mais do que nossa, que não pertence apenas a este mundo. A partir do momento em que nos sabemos criaturas, na nossa boca deve sempre estar “Seja feita a Vossa vontade”. Há um Caminho que nos afasta do mal, importa segui-Lo. Lutar contra as tentações é o mesmo que perceber que há Alguém a Quem obedecer. Quando caímos nas tentações transformamos as cruzes que levamos ao pescoço em estatuetas de ouro de nós próprios. Cristo tem de vencer, ainda que isso custe. Quem nos disse que o Amor é um mar de rosas era mentiroso. O silêncio e a descoberta do confronto de nada valem se forem estéreis. É preciso que tenham consequências contra a minha preguiça, orgulho, e seus companheiros.
Temos a sorte de ter um tempo de Quaresma para visitar o deserto todos os anos. Que saibamos que mais do que um silêncio reconfortante, a sede é o que encontraremos. Que não sejamos saciados por fontes que secam, mas pela única fonte verdadeira. E que pela oração, pela penitência e pela esmola, encontremos um Deus de Amor de Quem não nos queiramos afastar”.
Vasco Cordovil Cardoso

Beijos e abraços
Luisa

2012/02/18

«Jesus não foi sim e não, mas sempre foi sim»

Tempo Comum VII
LEITURA I - Is 43, 18-19.21-22.24b-25

É extraordinário, e acima de toda a compreensão, o amor e a misericórdia de Deus para com os homens. O Senhor está sempre pronto a perdoar. Constantemente Ele insiste connosco, para que nos voltemos, verdadeiramente, para Ele, e queiramos receber o seu perdão, com o esquecimento de todas as nossas faltas.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 40 (41), 2-3.4-5.13-14 (R. 5)
Refrão: Salvai-me, Senhor, porque pequei contra Vós. Repete-se
Ou: Salvai, Senhor, a minha alma, pois contra Vós eu pequei. Repete-se

Feliz daquele que pensa no pobre:
no dia da desgraça o Senhor o salvará.
O Senhor lhe concederá protecção e vida,
fá-lo-á ditoso na terra
e não o abandonará ao ódio dos seus inimigos. Refrão

No leito do sofrimento o Senhor o assistirá
e na doença o aliviará.
Eu digo: Senhor, tende piedade de mim,
curai-me, pois pequei contra Vós. Refrão

Vós me conservareis são e salvo
e em vossa presença me estabelecereis para sempre.
Bendito seja o Senhor, Deus de Israel,
desde agora e para sempre. Amen. Refrão

LEITURA II - 2 Cor 1, 18-22

Deus é sempre fiel às suas promessas de amor e de perdão. Foi, por isso, que enviou o seu Filho à Terra. Com o seu “sim” à vontade do Pai, Cristo veio trazer aos homens a salvação. A força divina do Espírito Santo que nos é dada é uma garantia que supera a nossa fraqueza.

EVANGELHO - Mc 2, 1-12

Sem a colaboração e a persistência dos quatro homens que o transportavam, nunca o paralítico seria curado e perdoado por Jesus. Quantos dos nossos irmãos ainda manietados pelo pecado não estarão à espera da nossa ajuda e da nossa insistência para se deixarem conduzir até junto do perdão misericordioso de Cristo?
 
 
Cânticos para amanha

Entrada - Caminharei (pela Tua estrada)

Kyrie - Kyrie

Aleluia - Como a ponte

Ofertório - Senhor, aqui nos tendes

Santo - Ao Senhor nosso Deus

Pai Nosso - Pai Nosso Vespertino

Cordeiro - Proclama o Teu Senhor

Comunhão - Povo de Deus

A.G. - Permanece

Final - Hoje
 
Beijos e abraços
Luisa

2012/02/10

"Sois o meu refúgio, Senhor; dai-me a alegria da vossa salvação"

Tempo Comum VI

LEITURA I - Lev 13, 1-2.44-46

Esta leitura prepara-nos para melhor compreendermos a do Evangelho. Ali Jesus vai curar um doente de lepra. Nesta leitura, são recordadas as prescrições da Lei do Antigo Testamento a respeito dos leprosos. A situação destes doentes era verdadeiramente infeliz. Tanto mais se poderá ver na cura que o Senhor fez um sinal do seu poder e da sua misericórdia.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 31 (32), 1-2.5.7.11 (R. 7)

Refrão: Sois o meu refúgio, Senhor; dai-me a alegria da vossa salvação. Repete-se

LEITURA II - 1 Cor 10, 31 – 11, 1

Paulo propõe-se a si mesmo como modelo aos cristãos, porque ele tem por modelo o próprio Cristo. O que ele pretende é que ninguém seja ocasião de pecado para os outros, mas antes de edificação e de salvação.

EVANGELHO - Mc 1, 40-45

Uma vez mais, Jesus Se mostra Senhor da vida. Por outro lado, mostra-Se livre em relação à Lei e superior a ela: toca no doente, o que era contrário à Lei, mas manda que o homem curado se vá mostrar aos sacerdotes, o que era exigência da Lei. Jesus é realmente a fonte da vida nova; Ele é hoje o Ressuscitado.


Cânticos para este Sábado

Entrada - Acolhe a vida - 1
Kyrie - Senhor, que vieste - 6
Aleluia - Quero sempre viver - 14
Ofertório - Para além - 14
Santo - Santo és tu senhor - 3
Pai Nosso - Pai, Tu és meu Deus - 6
Cordeiro - Cordeiro de Deus - 1
Comunhão - Razão de viver - 12
Acção de Graças - Eu queria dizer - 7
Final - Dá musica à vida - 7

Relembramos...


Beijos e abraços
Luisa

2012/02/02

«Todos Te procuram»

Tempo Comum V

LEITURA I - Job 7, 1-4.6-7

Job é o tipo de todo o homem que sofre e que não sabe encontrar explicação para o sofrimento. No entanto, ele sabe que o Senhor não é estranho a esse sofrimento; por isso, se abandona nas suas mãos, invocando-O e esperando a sua resposta. Se Job tivesse conhecido a Paixão de Cristo seguida da Ressurreição, teria encontrado resposta mais completa para a sua dor!

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 146 (147), 1-2.3-4.5-6 (R. cf. 3a ou Aleluia)

Refrão: Louvai o Senhor, que salva os corações atribulados. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

Louvai o Senhor, porque é bom cantar,
é agradável e justo celebrar o seu louvor.
O Senhor edificou Jerusalém,
congregou os dispersos de Israel. Refrão

Sarou os corações dilacerados
e ligou as suas feridas.
Fixou o número das estrelas
e deu a cada uma o seu nome. Refrão

Grande é o nosso Deus e todo-poderoso,
é sem limites a sua sabedoria.
O Senhor conforta os humildes
e abate os ímpios até ao chão. Refrão


LEITURA II - 1 Cor 9, 16-19.22-23

O que leva S. Paulo a pregar o Evangelho é exclusivamente a consciência que tem de que o deve pregar para salvação de todos. Até o direito que tem de ser assistido materialmente pelos irmãos ele rejeita, para ficar mais livre na sua pregação. E é na fidelidade à urgência deste serviço na fé e no amor a Cristo que ele experimenta a alegria da liberdade.

EVANGELHO - Mc 1, 29-39
 
Ao contrário de Job, sofredor e incapaz de superar o mal, Jesus cura as doenças e expulsa os demónios. Assim Se afirma Senhor da vida e da morte, e anuncia desde já a ressurreição. E quer levar esta Boa Nova a toda a parte; por isso, não se deixa ficar preso pelos interesses, sempre limitativos, dos seus beneficiários, mas alarga a sua acção a todos os lados. Todavia esta actividade tão intensa não O impede de procurar um lugar ermo para aí orar ao Pai.

Cânticos

Entrada - Falar de Ti (17)  
Kyrie - Senhor Tem Piedade II (8)
Aleluia – Quando estamos Unidos
Ofertorio - A quem Irei (3)
Santo - Santo Roqueiro (5)
Pai-Nosso - Senhor Aceita (7)
Cordeiro - Alegro (2)
Comunhão - Na Areia Daquela Praia (6)
Acção de Graças - Abraça a Cruz (f2)
Final - Sentido Para Amar (28)


ORAÇÃO VICARIAL - 6ª FEIRA - 21H30
Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Ajuda, Lisboa

 

2012/01/27

Se hoje ouvirdes a voz do Senhor, não fecheis os vossos corações

Tempo Comum IV


LEITURA I - Deut 18, 15-20

A leitura evangélica vai apresentar Jesus como Mestre a ensinar. É o que também significa a palavra do profeta, aquele que fala em nome de Deus. Profeta foi no Antigo Testamento Moisés. Mas é o próprio Moisés quem, nesta leitura, anuncia o aparecimento de outro profeta, que surgirá depois dele. Todo o povo do Antigo Testamento o esperou, embora não o tivesse sabido reconhecer na pessoa de Jesus de Nazaré. Admirável é que Deus fale aos homens por meio de outros homens; mas as palavras que eles hão-de dizer são as palavras de Deus. Como Deus tudo faz para que a sua palavra esteja perto de nós!

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 94 (95), 1-2.6-7.8-9 (R. cf. 8)

Refrão: Se hoje ouvirdes a voz do Senhor, não fecheis os vossos corações. Repete-se

LEITURA II - 1 Cor 7, 32-35

O Apóstolo deseja que os cristãos vivam sem estarem prisioneiros de preocupações que os impeçam de servirem ao Senhor em liberdade de espírito. Por isso, vê no celibato consagrado ao Senhor, portanto por motivos de fé e de amor, uma forma superior de consagração de toda a pessoa, em corpo e espírito, ao serviço de Deus, mas que é sempre um dom seu.

EVANGELHO - Mc 1, 21-28

O ensino de Jesus reveste-se de autoridade única, porque Ele é o Filho, Enviado de Deus, e, por isso, as suas palavras são a própria Palavra de Deus. Ele é realmente o Profeta por excelência. Para os escribas, que ensinavam as Escrituras, a autoridade vinha-lhes das mesmas Escrituras e da tradição; para Jesus a autoridade vem-lhe de Ele ser o Filho de Deus e seu Messias. Para o manifestar, Jesus expulsa o demónio, mostrando assim que o poder demoníaco cessa diante do seu poder. Ele é “o mais forte”, como noutra passagem se diz.

Cânticos para Sábado

Entrada - Vocação
Kyrie - P'ra fazer do mundo um lugar melhor
Aleluia - Quero sempre viver
Ofertório - Eis aqui Pai
Santo - Santo (Alcântara)
Pai-Nosso - Pai-Nosso tu que estás
Cordeiro - Cordeiro de Deus (lento)
Comunhão - Para a frente
Acção de Graças - Graças Senhor (Chama Senhor)
Final - O Amor que nos torna um


Beijos e abraços

Luisa

2012/01/26

Festival Paroquial da Canção Cristã


Festival Paroquial da Canção Cristã

“Alegrai-vos sempre no Senhor!” (Fl 4, 4)

Regulamento

1       PREÂMBULO

1.1          O Coro Vespertino, na continuidade dos Festivais anteriores, propõe-se organizar o FESTIVAL PAROQUIAL da CANÇÃO CRISTÃ, que se realizará no dia 03 de Março de 2012, pelas 21h30.

1.2 São objectivos deste Festival:

a) Incentivar a criação poético-musical, como expressão da fé cristã;

b) Promover a canção cristã como instrumento de evangelização;

c) Possibilitar um encontro dos jovens da paróquia com Cristo e entre si.


2       ORGANIZAÇÃO

2.1 A organização do Festival é da responsabilidade do Coro Vespertino.

2.2 Todas as canções participantes serão submetidas à apreciação de um júri, que será designado pela organização e se regerá pelo presente regulamento, complementado pelo Regulamento do Júri, elaborado igualmente pela organização.

A organização decidiu que no presente ano, só se realizará Festival Paroquial na Igreja Paroquial da Nossa Senhora da Ajuda se houver mais de duas canções participantes. Se só houver uma canção será essa a ser apresentada no Festival Vicarial. Na eventualidade de haver apenas duas canções, um pequeno júri irá decidir qual será a música vencedora e, por conseguinte, a que irá representar a Paróquia no Festival Vicarial da Canção Cristã a 15 de Abril de 2012.


3       CONCORRENTES

3.1 AUTORES

Os autores da letra e da música deverão ter idades compreendidas entre os 15 e os 30 anos,

completos até 31 de Dezembro de 2012.


3.2 INTÉRPRETES

3.2.1 O número máximo de elementos em palco é sete.

3.2.2 Cinco dos elementos deverão ter idades compreendidas entre os 15 e os 30 anos, completos até 31 de Dezembro de 2012.

3.2.3 Contudo, são permitidos até dois elementos com idade diversa da estabelecida em 3.2.2, desde que o grupo tenha mais de cinco elementos.


4   CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO

4.1 As canções (música e letra) apresentadas ao Festival terão obrigatoriamente de ser originais e inéditas, ou seja, não publicadas ou editadas anteriormente.

4.2 A apresentação pública das canções só deve acontecer neste Festival.

4.3 As canções, música e letra, apresentadas ao Festival terão de ser de inspiração cristã, subordinadas ao tema “Alegrai-vos sempre no Senhor” (Fl 4, 4).

4.4 O tempo de execução de cada canção não poderá ultrapassar os 4 minutos.

4.5 No dia da apresentação das canções, não será permitido qualquer tipo de play-back, nem vocal nem instrumental.

4.6 O material sonoro necessário ao Festival fica a cargo da Organização do Festival.

4.7 Os instrumentos para o acompanhamento musical são da responsabilidade dos grupos concorrentes, podendo cada grupo ceder os seus por empréstimo a outro grupo. Em qualquer dos casos, deve ficar salvaguardado o bom desenrolar do Festival, reservando-se a organização o direito de impedir a troca de instrumentos que não considere necessária para o desempenho dos intérpretes.

4.8 A entrega de um original para o Festival representa a automática vinculação dos respectivos autores e intérpretes ao presente regulamento e às condições determinadas pela organização.

4.9 Entende-se que uma canção, uma vez admitida ao Festival, não poderá ser retirada pelos seus autores, os quais, pela circunstância de concorrerem, autorizam a livre utilização da sua obra para a finalidade do Festival Paroquial e ulterior divulgação que a organização por bem entender.


5    APRESENTAÇÃO

5.1 Os originais referidos em 4.4 e 4.5 deverão ser entregues no dia 26 de Fevereiro, para o endereço de email - corovespertino@gmail.com;

5.2 Cada original concorrente incluirá obrigatoriamente:

a) Um exemplar da letra, em ficheiro .pdf, com a referência explícita e individual de cada um

do(s) seu(s) autor(es), mesmo que constituam um “autor colectivo”;

b) Um ficheiro .pdf com os nomes, data de nascimento, endereço electrónico, moradas completas, telefones dos autores e intérpretes; e indicação da pessoa de contacto do grupo com os mesmos elementos;

c) Uma gravação com a canção, em ficheiro informático (MP3), que deverá ser claramente identificado;

d) Um ficheiro .pdf com a pauta da canção; ou a letra da canção com os respectivos acordes;

e) Uma apresentação do grupo em formato .avi (vídeo), com o tempo máximo de 3 minutos.


5.3 A ordem de apresentação das canções no Festival será determinada por sorteio.


6    JÚRI

6.1 O júri será composto por x de elementos a nomear pela organização;

6.2 A equipa organizadora deverá garantir a imparcialidade dos elementos propostos para o júri, assim como das suas capacidades musicais, teológicas e/ou literárias.

6.3 A Equipa Organizadora nomeará um dos elementos do Júri como presidente do mesmo. Este será responsável por garantir o cumprimento das presentes normas junto dos restantes elementos e por promover a resolução de todos os casos omissos.

6.4 O júri avaliará todas as canções participantes segundo critérios de pontuação próprios (que terão em conta o número de canções participantes), sendo analisados os seguintes parâmetros:

a) música

b) letra

c) interpretação

A classificação final será definida pela apreciação conjunta destes 3 parâmetros.

6.5 O júri entregará à organização a classificação final. No Festival serão divulgados os resultados para as canções classificadas em 1º, 2º e 3º lugar.


7    DISPOSIÇÃO FINAL

Todas as dúvidas de interpretação ou casos omissos serão resolvidos pela organização, que é soberana em todas as decisões.

2012/01/20

“De facto, o cenário deste mundo é passageiro”


Tempo Comum III

LEITURA I - Jonas 3, 1-5.10

O “Tempo Comum” retoma, em cada ano, a leitura de um dos Evangelhos chamados sinópticos: este ano, o de S. Marcos, a partir precisamente deste terceiro Domingo. Como é conhecido, no Tempo Comum a primeira leitura é normalmente escolhida em ligação com a do Evangelho. Ora, S. Marcos começa o seu Evangelho pelo grande convite de Jesus à penitência, isto é, à conversão. Daí que esta primeira leitura nos apresente igualmente a mensagem da penitência, tão claramente anunciada pelo profeta e tão exemplarmente escutada por aqueles a quem ele a dirigiu.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 24 (25), 4bc-5ab.6-7bc.8-9 (R. 4a)

Refrão: Ensinai-me, Senhor, os vossos caminhos. Repete-se

Mostrai-me, Senhor, os vossos caminhos,
ensinai-me as vossas veredas.
Guiai-me na vossa verdade e ensinai-me,
porque Vós sois Deus, meu Salvador. Refrão

Lembrai-Vos, Senhor, das vossas misericórdias
e das vossas graças, que são eternas.
Lembrai-Vos de mim segundo a vossa clemência,
por causa da vossa bondade, Senhor. Refrão

O Senhor é bom e recto,
ensina o caminho aos pecadores.
Orienta os humildes na justiça
e dá-lhes a conhecer os seus caminhos. Refrão


LEITURA II - 1 Cor 7, 29-31

Como já no Domingo anterior, a secção da carta apostólica que lemos como segunda leitura começa por se ocupar de casos concretos da comunidade a quem se dirige. Hoje, a propósito da atitude dos cristãos perante o casamento e o celibato consagrado, de que tratará no próximo Domingo, o Apóstolo começa por nos fazer reflectir sobre o sentido não definitivo da vida neste mundo.

EVANGELHO - Mc 1, 14-20

A Boa Nova do Evangelho de Jesus Cristo traz aos homens um ideal novo e nova luz para os seus caminhos. É por este caminho novo, que a palavra do Filho de Deus lhes aponta, que os homens hão-de sair da prisão escura em que o pecado os mantém e ser conduzidos ao mundo novo a que o Senhor os quer levar. Para isso, é necessário deixar para trás muita coisa e seguir o Senhor que chama, como logo fizeram os primeiros discípulos que Jesus chamou e que logo O seguiram.

Cânticos
Entrada - Em nome do Pai (14)
Kyrie - P'ra fazer do mundo um lugar melhor (4)
Aleluia - Homens da Terra (12)
Ofertório - Vem (22)
Santo - Santo I (7)
Pai Nosso - Junto ao mar (1)
Cordeiro - Cordeiro de Deus (1)
Comunhão - Somos Escolhidos (14)
Acção de Graças - Há quem diga (11)
Final - Guia (14)
 Beijos e abraços
Até amanhã
Luisa




2012/01/12

«Encontrámos o Messias»

Tempo Comum II

LEITURA I - 1 Sam 3, 3b-10.19
 
A leitura do Evangelho continua ainda a fazer a “manifestação” ou “epifania” do Senhor. E apresenta-O hoje como Aquele que vem chamar os homens para os reunir em volta de Si. A palavra de Jesus é a voz do Pai chamando os homens à grande assembleia do seu povo. Mas antes de o Filho vir ao mundo, já a palavra de Deus se fizera ouvir e chamava os homens. E os que a ouviram e lhe responderam ficaram sendo o modelo dos verdadeiros discípulos do Senhor, como Samuel.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 39 (40), 2.4ab.7-8a.8b-9.10-11 (R. 8a.9a)

Refrão: Eu venho, Senhor, para fazer a vossa vontade. Repete-se

LEITURA II - 1 Cor 6, 13c-15a.17-20

A Primeira Epístola aos Coríntios, por ser bastante longa, é lida, repartida em três partes, no princípio do Tempo Comum de cada um dos três anos A, B, e C. Continuamos, por isso, este ano, a leitura começada no ano anterior. A passagem que hoje se lê fala-nos do respeito que havemos de ter pela pessoa humana total. A fé cristã não se afirma apenas no espírito, mas também no corpo, templo, como é, do Espírito de Deus, e destinado à glória futura que em nós se há-de manifestar.

EVANGELHO - Jo 1, 35-42

Jesus vem ao mundo. A sua vinda é dom gratuito, que quer ser aceite pelos homens. De facto, se muitos O não reconheceram, outros O procuraram e ficaram junto d’Ele. A alguns, o Senhor chama-os a segui-l’O, de mais perto, para o serviço em favor do seu reino e da salvação dos homens. Este chamamento exige, por vezes, transformação profunda na vida: a Simão até o nome lhe foi mudado.


Cânticos

Entrada - Chamamento (7)
Kyrie - Senhor Piedade (5)
Aleluia – A Palavra é Deus em nós
Ofertório - Eis aqui Pai (24)
Santo - Santo (of the rising sun) (4)
Pai Nosso - Pai Nosso (dó maior) (3)
Cordeiro - Cordeiro de Deus (Alegro) (2)
Comunhão - Senhor a quem iremos (19)
Acção de Graças - Acção de Graças (1)
Final - Navegar (22)

Beijos e abraços
Luisa

2012/01/04

"Olha ao redor e vê: todos se reúnem e vêm ao teu encontro ..."

Alguns dos elementos do Coro Vespertino partem no próximo sábado para Fátima para um momento de oração. Estaremos de volta a tempo de animar a eucaristia das 19h.

Epifania do Senhor

LEITURA I - Is 60, 1-6

Como uma cidade, construída sobre um monte, atrai o olhar de todos, ao ser iluminada pelo sol nascente, assim Jerusalém, iluminada pelo Nascimento de Jesus, atrai a si todos os povos, mergulhados na noite do pecado.
Será, porém, na Igreja, nova Jerusalém, que Deus reunirá todos os homens, para lhes dar a salvação. Será n’Ela que se constituirá, definitivamente, a comunidade dos povos. «A luz dos povos é Cristo – Mas a Sua luz resplandece no rosto da Sua Igreja» (LG. n.° 1). Ela é, na verdade, o sinal e o instrumento de união com Deus e de unidade de todo o género humano.


SALMO RESPONSORIAL - Salmo 71 (72), 2.7-8.10-11.12-13 (R. cf. 11)

Refrão: Virão adorar-Vos, Senhor, todos os povos da terra. Repete-se
LEITURA II - Ef 3, 2-3a.5-6

O universalismo de Isaías era um pouco limitado; os estrangeiros não estavam em posição de igualdade com os filhos de Israel. S. Paulo, descrevendo o plano salvífico de Deus, proclama que todos os homens são chamados, igualmente, a ser herdeiros da Promessa.
Como consequência deste chamamento universal para a Fé, toda a separação, toda a discriminação, introduzidas na humanidade por culturas e civilizações, desaparecem. Todos são chamados a formar o verdadeiro Israel e a constituir um só Corpo – o Corpo Místico de Cristo – restabelecendo-se assim o plano primitivo de Deus acerca da humanidade, que era um projecto de unidade e amor.

EVANGELHO - Mt 2, 1-12

Frente ao mistério do Nascimento de Jesus, S. Mateus procura, sobretudo, contemplá-Lo à Luz do primeiro encontro do mundo pagão com o Salvador, de que os magos são as primícias e os representantes. Sublinhando, de modo expressivo, a universalidade da Mensagem cristã, dirigida a todos os homens, mesmo àqueles que, segundo as concepções estreitas do Judaísmo, viviam fora da Geografia e da História da Salvação, o evangelista mostra como na visita dos Magos, se realizam as profecias do A. T.
Não deixa também de o impressionar, em contraste com o orgulho e cegueira de Herodes e dos sábios de Israel, a boa vontade dos Magos, que, atentos aos sinais dos Tempos, se dispõem a correr a aventura da Fé.


Cânticos para celebrar a Epifania do Senhor
“Entrada - Cantai todos os povos / Saudai o Senhor

Kyrie - Pai Infinita bondade

Aleluia - Cantai aleluias

Ofertório - Pai Santo, te ofereço a minha vida

Santo - Ao Senhor nosso Deus

Pai Nosso - Todo o mundo

Cordeiro - Vespertino

Comunhão - Razão de Viver

Acção de Graças - Quero Louvar-te

Final - Nazaré Viva

Como sempre lá vai um cântico de TZ, mas até tinha outra ideia, que era cantar esse refrão (Cantai todos os povos/Saudai nosso Senhor) como refrão do Salmo mas não sei se pode ser....
Nota - de reparar que a maioria dos cânticos dá para tocar cavaquinho, portanto vamos ver se podemos saudar o Senhor com uma “cavacada”!”

Beijos e abraços

Luisa

Em Fátima, rezaremos por vós!

Para o primeiro post de 2012...

... coloco palavras de alguém que utilizo como filosofia para este ano!

Espero que a epoca de Natal tenha corrido pelo melhor, com sorrisos, saude, familia, amigos, com o pensamento no Senhor e no que de melhor ele nos traz!
Que 2012 seja assim:

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"Chegamos ao início deste novo ano com a sensação de que estão para começar tantas coisas importantes, entre sonhos e desejos, entre compromissos já marcados. Um novo ano é sempre um tempo de energia e motivação, uma espécie de “agora é que vai ser” ou “chegou a altura de…”.

Porém, um olhar mais atento ao ano que começa leva-nos a colocar algumas questões que, por muito que queiramos, não podemos evitar. Vivemos um tempo em que a palavra do dia é a crise. E temos a certeza que este ano que começa será um ano em que não deixaremos de sentir os seus efeitos. Percebemos a instabilidade que nos pode trazer e àqueles que conhecemos, para além do sentimento de insegurança, desencanto, sensação de que o país vai de mal a pior, etc. É fácil que a desmotivação e a crítica sejam um dos temas principais das nossas conversas de café.

Se, por um lado, é importante ter consciência de que não estamos a viver tempos fáceis, por outro, somos desafiados a tentar criar, desde nós mesmos, um modo diferente de nos colocarmos perante a vida e os seus desafios: a capacidade de olhar uma crise como oportunidade de desenvolver o que está ao meu alcance, de aprender com a experiência, de ser mais atento às consequências do que fazemos quando não pensamos muito nos seus efeitos. A crise acaba por se instalar devido aos pequenos consentimentos que todos vamos fazendo às injustiças e desequilíbrios já estabelecidos, sem tomar uma opção clara por algo que seja contra-corrente.

Este ano poderia ser uma oportunidade de sermos mais nós mesmos, de vivermos de forma mais simples, despojada, sem grandes preocupações em ter tudo, mas muito mais centrados em ser mais, em estar de forma mais inteira. Sobretudo em agradecer os mínimos detalhes e dons de cada dia, não fazer tantas contas de dinheiro mas muitas mais contas de relações positivas, simples e abertas a quem precisa de atitudes de esperança e compromisso.
Pe. António Valério sj