Missa das 19h de Sábado, na Igreja Paroquial da Nossa Senhora da Ajuda em Lisboa

"Com música, com o nosso sentir cristão, com notas que deixamos hoje, aqui, para vós!"

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2013/08/10

Tempo Comum XIX


LEITURA I Sab 18, 6-9

A leitura do Evangelho vai dizer-nos que devemos estar sempre de vigia, como quem guarda a casa de noite. Daí que esta primeira leitura nos recorde que foi também numa noite que o Senhor passou pelo meio do seu povo para fazer a libertação pascal, aquando da saída do Egipto. A Vigília pascal, que mantém, todos os anos, o povo de Deus em atitude de quem vigia, é o modelo da atitude que este povo e cada um de nós há-de manter até que o Senhor volte.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 32 (33), 1.12.18-19.20.22 (R. 12b)

Refrão: Feliz o povo que o Senhor escolheu para sua herança. Repete-se

LEITURA II – Forma longa Hebr 11, 1-2.8-19

Começamos hoje a ler uma parte da Epístola aos Hebreus, em que se faz o elogio dos nossos antepassados na fé que, seguindo os passos de Abraão, caminharam fielmente para a Terra Prometida. A fé, que é resposta do homem à palavra de Deus, é sempre a luz que ilumina toda a caminhada pascal do homem deste mundo para o Pai.

EVANGELHO – Forma longa Lc 12, 32-48

Na continuação do espírito da primeira leitura, também esta leitura evangélica nos coloca como que em atitude de vigília pascal: sobre esta Terra, esperamos e aguardamos o Senhor, que virá. Celebrando o mistério pascal em cada Eucaristia, não recordamos apenas os acontecimentos pascais do passado, mas nós próprios nos colocamos em atitude espiritual de vigília, como, de maneira mais significativa, o fazemos, uma vez por ano, na noite santa da Páscoa. A atitude contínua da Igreja é a de vigília.

Entrada: Guardião
Kyrie: P'ra fazer do mundo um lugar melhor
Aleluia: Aleluia (Gospell)
Ofertório: Senhor aqui nos tendes
Santo: Santo, Santo
Pai Nosso: Pai Nosso Tu que estás
Cordeiro: Proclama o teu Senhor
Comunhão: Razão de viver
Acção de Graças: Nada temo
Final: Fica junto a nós

Beijos e abraços

 

2013/08/03

Tempo Comum XVIII - "vós que vos despojastes do homem velho com as suas acções e vos revestistes do homem novo..."

Entrada - É impossível
Kyrie - Senhor Piedade
Aclamação da Palavra - Aleluia Simples
Ofertório - A paz vai correndo
Santo - Santo I
Pai Nosso- Dó Maior
Cordeiro - Vespertino
Comunhão - Tomo este pão
Acção de Graças.- Vasos de barro
Final - Faz a paz

2013/07/25

Tempo Comum XVII

Cânticos para este sábado
 
"Entrada - BArcarola do Amor
Kyrie - JCS
Aleluia – Homens da Terra
Ofertorio - Quem as mãos estende
Santo - Bonito
Pai nosso – gregoriano (PN2)
Cordeiro - Alegro
Comunhão – So Tu és meu redentor
Acção de graças -  Gestos de Amor
Final – Dar mais

Vou estar presente no sabado!

Beijinhos,
Andréa"

2013/07/18

"Cristo no meio de vós, esperança da glória"


Tempo Comum XVI
LEITURA I - Gen 18, 1-10a

A hospitalidade de Abraão mereceu-lhe acolher em sua casa o próprio Senhor Deus, e d’Ele ouvir a promessa de um filho, que viria a ser o transmissor das promessas e da aliança de Deus ao seu povo. A hospitalidade de Abraão é, ao mesmo tempo, sinal de caridade, de confiança, de paz. E o Deus da paz respondeu-lhe generosamente.
SALMO RESPONSORIAL - Salmo 14 (15), 2-3a.3cd-4ab.5 (R. 1a)

Refrão: Quem habitará, Senhor, no vosso santuário? Repete-se
Ou: Ensinai-nos, Senhor: quem habitará em vossa casa? Repete-se

LEITURA II - Col 1, 24-28

Apesar de escrever da prisão, o apóstolo exulta de alegria ao ver como Cristo Se torna conhecido entre os pagãos e os leva a penetrarem no mistério divino do qual Cristo é a revelação aos homens. Todos os tempos anteriores a Cristo se encaminhavam para Ele, e agora, depois d’Ele, é à luz de Cristo que tudo pode ser compreendido. Ele próprio é o mistério de Deus revelado aos homens, que assim, de pagãos, se tornam cristãos, discípulos e membros de Cristo.

EVANGELHO Lc 10, 38-42

O que Abraão ouviu da boca do estranho peregrino que passava à sua porta, escuta-o agora Marta da boca do próprio Filho de Deus, hóspede na casa das duas irmãs. O Senhor é o mesmo, e as suas repetidas visitas aos homens testemunham que Ele é Aquele que é chamado Fiel, cuja aliança com os homens é eterna, e da qual o testemunho máximo é a Encarnação redentora de seu próprio Filho, Jesus Cristo, nosso Salvador.

Cânticos

Entrada - Senhor quem Entrará
Kyrie - Somos o Teu povo
Aleluia – Quando estamos unidos
Ofertorio - Passa por Mim
Santo - Santo, És Tu Senhor
Pai nosso – Pai Nosso
Cordeiro - Vespertino
Comunhão – Para a frente
Acção de graças -  Cantarei ao Senhor
Final – A tua Rota

Beijos e abraços

2013/07/11

«Quem é o meu próximo?»

Tempo Comum XV

Seguem os Cânticos para este Sábado:
 
Entrada – Segue-me
Kyrie - Senhor Piedade
Aleluia - Alé Alé, Aleluia
Ofertório - A Quem Irei
Santo - Santo I
Pai nosso - Pai Nosso (Dó Maior)
Cordeiro - Cordeiro de Deus (Lento)
Comunhão – Como o Pai Me Amou
Acção de graças – Maravilhas Fez em Mim
Final - E a Vida Não Vai Parar
 
Beijos e abraços
Luisa

2013/07/04

"A mão do Senhor manifestar-se-á aos seus servos"


Tempo Comum XIV

LEITURA I - Is 66, 10-14c
Esta leitura respira paz profunda. É sempre este o ambiente que envolve a vida em comunhão com Deus, quer nos momentos exteriormente tranquilos, quer até naqueles que exigem maior actividade. O reino de Deus é reino de paz. Assim o anunciaram já os profetas, como característica dos tempos messiânicos, os tempos que Jesus nos trouxe, como melhor entenderemos ao escutar a terceira leitura.

SALMO RESPONSORIAL  - Salmo 65 (66), 1-3a.4-5.6-7a.16e.20 (R.1)

Refrão: A terra inteira aclame o Senhor. Repete-se

LEITURA II - Gal 6, 14-18

A paz e a alegria só vêm pela Cruz de Jesus. Foi esta a experiência de S. Paulo, como será a de quem quiser entender como conciliar a limitação e a fraqueza, que anda em nós, com a paz anunciada e vivida pelo Senhor ressuscitado. Para nós, como para Ele, a paz nasce da Cruz, não por a cruz ser suave e pacífica, mas porque, sendo ela uma situação inevitável, o Senhor a tornou instrumento de salvação. Mas só o amor com que Jesus a sofreu seria capaz de operar esta transfiguração.

EVANGELHO – Forma longa Lc 10, 1-12.17-20
A palavra de Deus tem como fruto a alegria e a paz, tanto para quem a semeia, como para quem a recebe. Os discípulos que Jesus enviou em missão deram testemunho de que era assim. O Senhor já os tinha prevenido disso. Mas a Palavra de Deus continua hoje com o mesmo vigor; por isso, ela oferece, hoje como sempre, aos que a escutam a mesma paz e a mesma alegria.

Cânticos
Entrada – Quem as mãos estende
Kyrie - Pai de Infinita bondade
Aleluia - Homens da Terra
Ofertorio - Não levo alforge
Santo - Ao Senhor Nosso Deus
Pai nosso - Pai nosso Tu que estas
Cordeiro - Proclama o Teu Senhor
Comunhão – Senhor a quem iremos
Acção de graças – Reino de Deus (taize)
Final - Cidadão do Infinito

2013/06/16

“todos vós sois um só em Cristo Jesus”


Tempo Comum XII

LEITURA I - Zac 12, 10-11; 13, 1
O profeta anuncia a libertação e renovação de Jerusalém; mas essa salvação custará dores e lamentos. S. João, no seu Evangelho, vê no servo trespassado, de que fala o profeta, a figura de Jesus crucificado e trespassado pela lança do soldado. O seu Coração assim aberto tornou-se fonte de água viva, de salvação e de graça, para os que para Ele olharem com fé e amor. Tanto custaria a salvação da nova Jerusalém, a santa Igreja de Deus!

SALMO RESPONSORIAL Salmo 62 (63), 2-6.8-9 (R. 2b)
Refrão: A minha alma tem sede de Vós, meu Deus. Repete-se

LEITURA II - Gal 3, 26-29
Continuando a fazer o confronto entre o regime da Lei, no Antigo Testamento, e o do Novo Testamento, o Apóstolo afirma que, pela fé e pelo baptismo, os cristãos estão “revestidos de Cristo”, formam todos, seja qual for a sua origem natural, o povo descendente de Abraão, herdeiro das promessas que Deus tinha feito àquele antigo Patriarca do Povo de Deus. Não é, portanto, a descendência carnal, mas a que vem da fé, que torna os homens “filhos de Abraão” e herdeiros das promessas a ele feitas por Deus.

EVANGELHO - Lc 9, 18-24
S. Pedro, em nome de todos, reconhece e proclama a fé fundamental da Igreja: Jesus de Nazaré, o Filho do homem, é o Messias de Deus, o profeta anunciado desde os tempos antigos, o Ungido pelo Espírito Santo, o Enviado de Deus. É Ele que vem dar a vida pela salvação dos homens. Ele é, como na profecia da primeira leitura, Aquele que os homens trespassaram, mas cujo Coração aberto na Cruz é fonte de graça. Para ser seu discípulo, não há outro caminho senão o que Ele mesmo traçou.

Cânticos

Entrada – Venham todos
Kyrie – Senhor tem piedade
Aleluia - Israel
Ofertório – Esquecendo-me
Santo - Bonito
Pai Nosso – Senhor aceita
Cordeiro – V
Comunhão – Eu desejei ardentemente (podem não cantar a 1ª estrofe e cantar as outras)
Acção de Graças – Acção de Graças       
Final – Abraça a cruz

«Se alguém quiser vir comigo, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz todos os dias e siga-Me. Pois quem quiser salvar a sua vida, há-de perdê-la; mas quem perder a sua vida por minha causa, salvá-la-á».

2013/06/12

"Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim"


Tempo Comum XI
LEITURA I - 2 Sam 12, 7-10.13

A fraqueza chega a todos os homens. O pecado do rei David é disso uma prova. Mas também chega a todos os homens a misericórdia do Senhor. Ela se manifesta bem clara na palavra que o profeta de Deus dirige ao rei, primeiro chamando-o à consciência do pecado, depois anunciando-lhe o perdão. A leitura põe em relevo o acolhimento dado por David à palavra de Deus e o perdão que logo Deus lhe oferece.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 31 (32), 1-2.5.7.11 (R. cf. 5c)

Refrão: Perdoai, Senhor, minha culpa e meu pecado. Repete-se

LEITURA II - Gal 2, 16.19-21

A grande descoberta que S. Paulo fez, na sua conversão, foi Cristo. A partir daí, Cristo ocupou o lugar central na sua vida. S. Paulo descobriu que a salvação nos foi alcançada por Cristo, morto e ressuscitado; que não somos nós que nos salvamos, mas que é Ele quem nos salva, e que a vida cristã não é outra coisa senão aceitar esse dom e a ele corresponder, na fé e na fidelidade em toda a vida.
EVANGELHO – Forma longa Lc 7, 36 – 8, 3

A pecadora de que nesta leitura se fala (e que não deve ser identificada nem com a irmã de Marta e de Lázaro, nem com Maria Madalena), é mais uma testemunha da misericórdia do Senhor, de que S. Lucas tanto gosta de falar. Toda a narração, que inclui, a certa altura, a pequena parábola do devedor perdoado, estabelece a ligação entre o amor e o perdão: o amor alcança o perdão, mas o perdão é fonte de amor. A resposta de Jesus a Simão deixa antever este duplo movimento.
Cânticos

Entrada - Barcarola de Amor
Kyrie - P'ra fazer do mundo um lugar melhor
Aleluia – Nada nos separará
Ofertório - Na minha praia (obrigatório cantar a ultima estrofe porque tem a ver com a leitura!!!)
Santo - Alcântara
Pai Nosso - Pai, Tu és meu Deus
Cordeiro - Vespertino
Comunhão - Tela da vida
Acção de Graças - Ninguém te ama como eu
Final - O que importa é amar

Beijos e abraços

2013/06/04

«Apareceu no meio de nós um grande profeta; Deus visitou o seu povo»

Tempo Comum X
LEITURA I - 1 Reis 17, 17-24

O Domingo é o dia da Ressurreição, do triunfo da vida sobre a morte, do poder de Deus sobre o pecado que leva à perdição. A narração do Evangelho é preparada com esta da ressurreição do filho de uma viúva, em casa de quem o profeta Elias se costumava hospedar. A ressurreição é sempre testemunho do poder e da acção de Deus. E, de facto, a mulher reconheceu que Elias era um homem de Deus, pela ressurreição do seu filho, que, por meio dele, o Senhor realizou.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 29 (30), 2.4-6.11-12a.13b (R. 2a)
Refrão: Eu Vos louvarei, Senhor, porque me salvastes. Repete-se

LEITURA II - Gal 1, 11-19

Começamos hoje a ler a Epístola aos Gálatas, uma comunidade cristã da Ásia Menor. Toda a epístola vai tratar de um assunto difícil, sobretudo para os que vinham do judaísmo, e S. Paulo vai ter dificuldade em se fazer aceitar por eles. Por isso, logo desde o princípio – e é a leitura de hoje – ele explica que o Evangelho que prega lhe foi revelado directamente por Jesus Cristo, para que ele o levasse depois aos pagãos. É a este propósito que ele conta a sua própria conversão.

EVANGELHO - Lc 7, 11-17

O poder de Deus, que já se revelava em Elias, manifesta-se, em toda a plenitude, em Jesus Cristo, o Filho de Deus, Ele é a fonte de toda a vida. Ao ressuscitar o filho da viúva de Naim, Jesus manifesta a sua bondade e poder, e anuncia já a sua própria Ressurreição. Ele veio a este mundo precisamente para vencer o poder da Morte e dar aos homens a Vida que não morre mais. Os que presenciaram o milagre reconheceram-n’O e proclamaram-n’O como Profeta.

Cânticos
 
Entrada - Acolhe a Vida (1)
Kyrie - Kyrie (2)
Aleluia - ALELUIA, quando estamos unidos (4)
Ofertório - Para Além (14)
Santo - Santo (of the rising sun) (4)
Pai Nosso - Pai Nosso Vespertino (5)
Cordeiro - Proclama o Teu Senhor (6)
Comunhão - Só Tu És Meu Redentor (15)
Acção de Graças - Eu Queria Dizer (7)
Final - EMANUEL (Entrada - 13)
 
Beijos e abraços
Luisa

2013/05/27

«(…) todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, anunciareis a morte do Senhor, até que Ele venha»


Corpo de Deus
 
 
LEITURA I - Gen 14, 18-20

Melquisedec, que sai ao encontro de Abraão de regresso dum combate, dirigindo uma acção de graças a Deus e oferecendo pão e vinho, é, segundo o Salmo 109, a figura do futuro Messias, Sacerdote e Rei. Na sua oferenda, a tradição cristã, a partir de S. Cipriano, vê um verdadeiro sacrifício, tipo do Sacrifício Eucarístico. Ao mencionar, no Cânon romano «a oblação de Melquisedec, sumo sacerdote», a Liturgia faz sua esta interpretação.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 109 (110), 1-4 (R. 4bc)

Refrão: O Senhor é sacerdote para sempre. Repete-se
Ou: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedec. Repete-se

LEITURA II - 1 Cor 11, 23-26

A Eucaristia, hoje como no ano 57, em que Paulo nos fala da sua instituição, é um convívio festivo, mas é muito mais do que uma confraternização. Na verdade, celebrar a Eucaristia, segundo a vontade de Cristo, é participar no Seu Sacerdócio eterno e é celebrar a Sua Morte e celebrá-la unidos a Ele, em Sua «memória», isto é, para que Deus, hoje, nos salve; é participar da Sua vida de Ressuscitado, comendo o Seu Corpo e bebendo o Seu Sangue; é unir-nos a Ele, que quer prosseguir em nós a obra da Redenção, e unir-nos ao Seu Corpo, que é a Igreja; é anunciar, através do tempo, a Sua Morte, na expectativa amorosa da libertação definitiva, no mundo novo do Reino de Deus.

EVANGELHO - Lc 9, 11b-17

Acolhendo todos quantos a Ele acorrem, Jesus liberta os homens pela Sua palavra e alimenta-os, abundantemente, no deserto.
O milagre da multiplicação dos pães não é apenas um sinal do Seu amor. Ele tem uma relação tão estreita com a Eucaristia que é logo a seguir à sua descrição que João nos dá o discurso sobre o Pão da Vida (Jo. 6, 1-13). O milagre da multiplicação dos pães é o anúncio e a preparação do Milagre Eucarístico, pelo qual o Senhor, através do sacerdócio ministerial, prefigurado no serviço dos discípulos encarregados de distribuir o pão, alimentará sobrenaturalmente, a humanidade.

Cânticos
 
Entrada - Como são Belos os Pés [8]
Kyrie - Senhor Piedade [5]
Aleluia - Alé Alé, Aleluia [15]
Ofertório - Eis Aqui Pai [24]
Santo - Santo de Alcântara [9]
Pai Nosso - Pai Nosso, Tu que Estás [4]
Cordeiro - Cordeiro de Deus (Alegro) [2]
Comunhão - Tomo este Pão [17]
Acção de Graças - Só por Ti Jesus [27]
Final - Sentido para Amar [28]

Beijos e abraços
Luisa