Missa das 19h de Sábado, na Igreja Paroquial da Nossa Senhora da Ajuda em Lisboa

"Com música, com o nosso sentir cristão, com notas que deixamos hoje, aqui, para vós!"

www.vespertino.org

2013/07/25

Tempo Comum XVII

Cânticos para este sábado
 
"Entrada - BArcarola do Amor
Kyrie - JCS
Aleluia – Homens da Terra
Ofertorio - Quem as mãos estende
Santo - Bonito
Pai nosso – gregoriano (PN2)
Cordeiro - Alegro
Comunhão – So Tu és meu redentor
Acção de graças -  Gestos de Amor
Final – Dar mais

Vou estar presente no sabado!

Beijinhos,
Andréa"

2013/07/18

"Cristo no meio de vós, esperança da glória"


Tempo Comum XVI
LEITURA I - Gen 18, 1-10a

A hospitalidade de Abraão mereceu-lhe acolher em sua casa o próprio Senhor Deus, e d’Ele ouvir a promessa de um filho, que viria a ser o transmissor das promessas e da aliança de Deus ao seu povo. A hospitalidade de Abraão é, ao mesmo tempo, sinal de caridade, de confiança, de paz. E o Deus da paz respondeu-lhe generosamente.
SALMO RESPONSORIAL - Salmo 14 (15), 2-3a.3cd-4ab.5 (R. 1a)

Refrão: Quem habitará, Senhor, no vosso santuário? Repete-se
Ou: Ensinai-nos, Senhor: quem habitará em vossa casa? Repete-se

LEITURA II - Col 1, 24-28

Apesar de escrever da prisão, o apóstolo exulta de alegria ao ver como Cristo Se torna conhecido entre os pagãos e os leva a penetrarem no mistério divino do qual Cristo é a revelação aos homens. Todos os tempos anteriores a Cristo se encaminhavam para Ele, e agora, depois d’Ele, é à luz de Cristo que tudo pode ser compreendido. Ele próprio é o mistério de Deus revelado aos homens, que assim, de pagãos, se tornam cristãos, discípulos e membros de Cristo.

EVANGELHO Lc 10, 38-42

O que Abraão ouviu da boca do estranho peregrino que passava à sua porta, escuta-o agora Marta da boca do próprio Filho de Deus, hóspede na casa das duas irmãs. O Senhor é o mesmo, e as suas repetidas visitas aos homens testemunham que Ele é Aquele que é chamado Fiel, cuja aliança com os homens é eterna, e da qual o testemunho máximo é a Encarnação redentora de seu próprio Filho, Jesus Cristo, nosso Salvador.

Cânticos

Entrada - Senhor quem Entrará
Kyrie - Somos o Teu povo
Aleluia – Quando estamos unidos
Ofertorio - Passa por Mim
Santo - Santo, És Tu Senhor
Pai nosso – Pai Nosso
Cordeiro - Vespertino
Comunhão – Para a frente
Acção de graças -  Cantarei ao Senhor
Final – A tua Rota

Beijos e abraços

2013/07/11

«Quem é o meu próximo?»

Tempo Comum XV

Seguem os Cânticos para este Sábado:
 
Entrada – Segue-me
Kyrie - Senhor Piedade
Aleluia - Alé Alé, Aleluia
Ofertório - A Quem Irei
Santo - Santo I
Pai nosso - Pai Nosso (Dó Maior)
Cordeiro - Cordeiro de Deus (Lento)
Comunhão – Como o Pai Me Amou
Acção de graças – Maravilhas Fez em Mim
Final - E a Vida Não Vai Parar
 
Beijos e abraços
Luisa

2013/07/04

"A mão do Senhor manifestar-se-á aos seus servos"


Tempo Comum XIV

LEITURA I - Is 66, 10-14c
Esta leitura respira paz profunda. É sempre este o ambiente que envolve a vida em comunhão com Deus, quer nos momentos exteriormente tranquilos, quer até naqueles que exigem maior actividade. O reino de Deus é reino de paz. Assim o anunciaram já os profetas, como característica dos tempos messiânicos, os tempos que Jesus nos trouxe, como melhor entenderemos ao escutar a terceira leitura.

SALMO RESPONSORIAL  - Salmo 65 (66), 1-3a.4-5.6-7a.16e.20 (R.1)

Refrão: A terra inteira aclame o Senhor. Repete-se

LEITURA II - Gal 6, 14-18

A paz e a alegria só vêm pela Cruz de Jesus. Foi esta a experiência de S. Paulo, como será a de quem quiser entender como conciliar a limitação e a fraqueza, que anda em nós, com a paz anunciada e vivida pelo Senhor ressuscitado. Para nós, como para Ele, a paz nasce da Cruz, não por a cruz ser suave e pacífica, mas porque, sendo ela uma situação inevitável, o Senhor a tornou instrumento de salvação. Mas só o amor com que Jesus a sofreu seria capaz de operar esta transfiguração.

EVANGELHO – Forma longa Lc 10, 1-12.17-20
A palavra de Deus tem como fruto a alegria e a paz, tanto para quem a semeia, como para quem a recebe. Os discípulos que Jesus enviou em missão deram testemunho de que era assim. O Senhor já os tinha prevenido disso. Mas a Palavra de Deus continua hoje com o mesmo vigor; por isso, ela oferece, hoje como sempre, aos que a escutam a mesma paz e a mesma alegria.

Cânticos
Entrada – Quem as mãos estende
Kyrie - Pai de Infinita bondade
Aleluia - Homens da Terra
Ofertorio - Não levo alforge
Santo - Ao Senhor Nosso Deus
Pai nosso - Pai nosso Tu que estas
Cordeiro - Proclama o Teu Senhor
Comunhão – Senhor a quem iremos
Acção de graças – Reino de Deus (taize)
Final - Cidadão do Infinito

2013/06/16

“todos vós sois um só em Cristo Jesus”


Tempo Comum XII

LEITURA I - Zac 12, 10-11; 13, 1
O profeta anuncia a libertação e renovação de Jerusalém; mas essa salvação custará dores e lamentos. S. João, no seu Evangelho, vê no servo trespassado, de que fala o profeta, a figura de Jesus crucificado e trespassado pela lança do soldado. O seu Coração assim aberto tornou-se fonte de água viva, de salvação e de graça, para os que para Ele olharem com fé e amor. Tanto custaria a salvação da nova Jerusalém, a santa Igreja de Deus!

SALMO RESPONSORIAL Salmo 62 (63), 2-6.8-9 (R. 2b)
Refrão: A minha alma tem sede de Vós, meu Deus. Repete-se

LEITURA II - Gal 3, 26-29
Continuando a fazer o confronto entre o regime da Lei, no Antigo Testamento, e o do Novo Testamento, o Apóstolo afirma que, pela fé e pelo baptismo, os cristãos estão “revestidos de Cristo”, formam todos, seja qual for a sua origem natural, o povo descendente de Abraão, herdeiro das promessas que Deus tinha feito àquele antigo Patriarca do Povo de Deus. Não é, portanto, a descendência carnal, mas a que vem da fé, que torna os homens “filhos de Abraão” e herdeiros das promessas a ele feitas por Deus.

EVANGELHO - Lc 9, 18-24
S. Pedro, em nome de todos, reconhece e proclama a fé fundamental da Igreja: Jesus de Nazaré, o Filho do homem, é o Messias de Deus, o profeta anunciado desde os tempos antigos, o Ungido pelo Espírito Santo, o Enviado de Deus. É Ele que vem dar a vida pela salvação dos homens. Ele é, como na profecia da primeira leitura, Aquele que os homens trespassaram, mas cujo Coração aberto na Cruz é fonte de graça. Para ser seu discípulo, não há outro caminho senão o que Ele mesmo traçou.

Cânticos

Entrada – Venham todos
Kyrie – Senhor tem piedade
Aleluia - Israel
Ofertório – Esquecendo-me
Santo - Bonito
Pai Nosso – Senhor aceita
Cordeiro – V
Comunhão – Eu desejei ardentemente (podem não cantar a 1ª estrofe e cantar as outras)
Acção de Graças – Acção de Graças       
Final – Abraça a cruz

«Se alguém quiser vir comigo, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz todos os dias e siga-Me. Pois quem quiser salvar a sua vida, há-de perdê-la; mas quem perder a sua vida por minha causa, salvá-la-á».

2013/06/12

"Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim"


Tempo Comum XI
LEITURA I - 2 Sam 12, 7-10.13

A fraqueza chega a todos os homens. O pecado do rei David é disso uma prova. Mas também chega a todos os homens a misericórdia do Senhor. Ela se manifesta bem clara na palavra que o profeta de Deus dirige ao rei, primeiro chamando-o à consciência do pecado, depois anunciando-lhe o perdão. A leitura põe em relevo o acolhimento dado por David à palavra de Deus e o perdão que logo Deus lhe oferece.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 31 (32), 1-2.5.7.11 (R. cf. 5c)

Refrão: Perdoai, Senhor, minha culpa e meu pecado. Repete-se

LEITURA II - Gal 2, 16.19-21

A grande descoberta que S. Paulo fez, na sua conversão, foi Cristo. A partir daí, Cristo ocupou o lugar central na sua vida. S. Paulo descobriu que a salvação nos foi alcançada por Cristo, morto e ressuscitado; que não somos nós que nos salvamos, mas que é Ele quem nos salva, e que a vida cristã não é outra coisa senão aceitar esse dom e a ele corresponder, na fé e na fidelidade em toda a vida.
EVANGELHO – Forma longa Lc 7, 36 – 8, 3

A pecadora de que nesta leitura se fala (e que não deve ser identificada nem com a irmã de Marta e de Lázaro, nem com Maria Madalena), é mais uma testemunha da misericórdia do Senhor, de que S. Lucas tanto gosta de falar. Toda a narração, que inclui, a certa altura, a pequena parábola do devedor perdoado, estabelece a ligação entre o amor e o perdão: o amor alcança o perdão, mas o perdão é fonte de amor. A resposta de Jesus a Simão deixa antever este duplo movimento.
Cânticos

Entrada - Barcarola de Amor
Kyrie - P'ra fazer do mundo um lugar melhor
Aleluia – Nada nos separará
Ofertório - Na minha praia (obrigatório cantar a ultima estrofe porque tem a ver com a leitura!!!)
Santo - Alcântara
Pai Nosso - Pai, Tu és meu Deus
Cordeiro - Vespertino
Comunhão - Tela da vida
Acção de Graças - Ninguém te ama como eu
Final - O que importa é amar

Beijos e abraços

2013/06/04

«Apareceu no meio de nós um grande profeta; Deus visitou o seu povo»

Tempo Comum X
LEITURA I - 1 Reis 17, 17-24

O Domingo é o dia da Ressurreição, do triunfo da vida sobre a morte, do poder de Deus sobre o pecado que leva à perdição. A narração do Evangelho é preparada com esta da ressurreição do filho de uma viúva, em casa de quem o profeta Elias se costumava hospedar. A ressurreição é sempre testemunho do poder e da acção de Deus. E, de facto, a mulher reconheceu que Elias era um homem de Deus, pela ressurreição do seu filho, que, por meio dele, o Senhor realizou.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 29 (30), 2.4-6.11-12a.13b (R. 2a)
Refrão: Eu Vos louvarei, Senhor, porque me salvastes. Repete-se

LEITURA II - Gal 1, 11-19

Começamos hoje a ler a Epístola aos Gálatas, uma comunidade cristã da Ásia Menor. Toda a epístola vai tratar de um assunto difícil, sobretudo para os que vinham do judaísmo, e S. Paulo vai ter dificuldade em se fazer aceitar por eles. Por isso, logo desde o princípio – e é a leitura de hoje – ele explica que o Evangelho que prega lhe foi revelado directamente por Jesus Cristo, para que ele o levasse depois aos pagãos. É a este propósito que ele conta a sua própria conversão.

EVANGELHO - Lc 7, 11-17

O poder de Deus, que já se revelava em Elias, manifesta-se, em toda a plenitude, em Jesus Cristo, o Filho de Deus, Ele é a fonte de toda a vida. Ao ressuscitar o filho da viúva de Naim, Jesus manifesta a sua bondade e poder, e anuncia já a sua própria Ressurreição. Ele veio a este mundo precisamente para vencer o poder da Morte e dar aos homens a Vida que não morre mais. Os que presenciaram o milagre reconheceram-n’O e proclamaram-n’O como Profeta.

Cânticos
 
Entrada - Acolhe a Vida (1)
Kyrie - Kyrie (2)
Aleluia - ALELUIA, quando estamos unidos (4)
Ofertório - Para Além (14)
Santo - Santo (of the rising sun) (4)
Pai Nosso - Pai Nosso Vespertino (5)
Cordeiro - Proclama o Teu Senhor (6)
Comunhão - Só Tu És Meu Redentor (15)
Acção de Graças - Eu Queria Dizer (7)
Final - EMANUEL (Entrada - 13)
 
Beijos e abraços
Luisa

2013/05/27

«(…) todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, anunciareis a morte do Senhor, até que Ele venha»


Corpo de Deus
 
 
LEITURA I - Gen 14, 18-20

Melquisedec, que sai ao encontro de Abraão de regresso dum combate, dirigindo uma acção de graças a Deus e oferecendo pão e vinho, é, segundo o Salmo 109, a figura do futuro Messias, Sacerdote e Rei. Na sua oferenda, a tradição cristã, a partir de S. Cipriano, vê um verdadeiro sacrifício, tipo do Sacrifício Eucarístico. Ao mencionar, no Cânon romano «a oblação de Melquisedec, sumo sacerdote», a Liturgia faz sua esta interpretação.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 109 (110), 1-4 (R. 4bc)

Refrão: O Senhor é sacerdote para sempre. Repete-se
Ou: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedec. Repete-se

LEITURA II - 1 Cor 11, 23-26

A Eucaristia, hoje como no ano 57, em que Paulo nos fala da sua instituição, é um convívio festivo, mas é muito mais do que uma confraternização. Na verdade, celebrar a Eucaristia, segundo a vontade de Cristo, é participar no Seu Sacerdócio eterno e é celebrar a Sua Morte e celebrá-la unidos a Ele, em Sua «memória», isto é, para que Deus, hoje, nos salve; é participar da Sua vida de Ressuscitado, comendo o Seu Corpo e bebendo o Seu Sangue; é unir-nos a Ele, que quer prosseguir em nós a obra da Redenção, e unir-nos ao Seu Corpo, que é a Igreja; é anunciar, através do tempo, a Sua Morte, na expectativa amorosa da libertação definitiva, no mundo novo do Reino de Deus.

EVANGELHO - Lc 9, 11b-17

Acolhendo todos quantos a Ele acorrem, Jesus liberta os homens pela Sua palavra e alimenta-os, abundantemente, no deserto.
O milagre da multiplicação dos pães não é apenas um sinal do Seu amor. Ele tem uma relação tão estreita com a Eucaristia que é logo a seguir à sua descrição que João nos dá o discurso sobre o Pão da Vida (Jo. 6, 1-13). O milagre da multiplicação dos pães é o anúncio e a preparação do Milagre Eucarístico, pelo qual o Senhor, através do sacerdócio ministerial, prefigurado no serviço dos discípulos encarregados de distribuir o pão, alimentará sobrenaturalmente, a humanidade.

Cânticos
 
Entrada - Como são Belos os Pés [8]
Kyrie - Senhor Piedade [5]
Aleluia - Alé Alé, Aleluia [15]
Ofertório - Eis Aqui Pai [24]
Santo - Santo de Alcântara [9]
Pai Nosso - Pai Nosso, Tu que Estás [4]
Cordeiro - Cordeiro de Deus (Alegro) [2]
Comunhão - Tomo este Pão [17]
Acção de Graças - Só por Ti Jesus [27]
Final - Sentido para Amar [28]

Beijos e abraços
Luisa

2013/05/21

"Quando vier o Espírito da verdade, Ele vos guiará para a verdade plena..."


Santíssima Trindade
 
Bendito seja Deus Pai,
bendito o Filho Unigénito,
bendito o Espírito Santo,
pela sua infinita misericórdia.


LEITURA I - Prov 8, 22-31

A Sabedoria não é só um bem muito desejável. É mais do que isso.
É uma pessoa viva, cuja origem é anterior à criação de todas as coisas. Intimamente unida a Deus, mas, ao mesmo tempo, distinta d’Ele, assiste-O na obra da criação, manifestando-se activamente criadora. Proveniente de Deus, pertence ao âmbito divino. Contudo, ela vem ao encontro dos homens, no desejo profundo de com eles estabelecer relações de amizade.
Nesta Sabedoria de Deus, assim descrita no Antigo Testamento (o qual, sem nos dar uma revelação precisa do mistério trinitário, nos vai introduzindo, pouco a pouco, nos segredos da vida íntima de Deus), vê a tradição patrística, a partir de S. Justino, o Verbo de Deus, Jesus Cristo, Sabedoria e Palavra criadora de Deus, pelo Qual «tudo foi criado» (Jo. 1, 3).

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 8, 4-9 (R. 2a)

Refrão: Como sois grande em toda a terra, Senhor, nosso Deus! Repete-se

Quando contemplo os céus, obra das vossas mãos,
a lua e as estrelas que lá colocastes,
que é o homem para que Vos lembreis dele,
o filho do homem para dele Vos ocupardes? Refrão

Fizestes dele quase um ser divino,
de honra e glória o coroastes;
destes-lhe poder sobre a obra das vossas mãos,
tudo submetestes a seus pés: Refrão

Ovelhas e bois, todos os rebanhos,
e até os animais selvagens,
as aves do céu e os peixes do mar,
tudo o que se move nos oceanos. Refrão

LEITURA II Rom 5, 1-5

A vida cristã mergulha as suas raízes no mistério de um Deus uno, Sua essência e trino em Pessoas, tal como se revelou em Jesus Cristo. Pelo Sacrifício de Jesus, nós fomos, na verdade, introduzidos nessa comunhão de vida e amor, que é a Trindade Santíssima.
Reconciliados com o Pai, justificados mediante a fé, passámos de um estado de inimizade com Deus à posse de uma amizade, que nos transforma em imagens e filhos de Deus. Começámos a viver da própria vida de Deus. E embora entre a justificação e a salvação medeie o espaço da nossa vida terrena, tão fértil em tribulações, estamos seguros de que viremos a gozar, de modo perfeito, das riquezas de Deus, pois o Espírito Santo nos foi dado como penhor do amor do Pai por nós.
Em paz com Deus e os irmãos, o cristão vai-se divinizando e divinizando a sua vida quotidiana. Vai impregnando de amor as suas relações humanas, procurando reproduzir na vida de cada dia o amor que se revelou no mistério da Trindade.

EVANGELHO - Jo 16, 12-15

No decorrer de toda a Sua vida, Jesus foi dando a conhecer aos Apóstolos, de maneira progressiva, mas muito concreta, as Suas relações com o Pai e o Espírito Santo, introduzindo-os assim no mistério de Deus uno e trino. Ao terminar a Sua missão, promete-lhes o Espírito Santo, como guia seguro, no tempo da Sua ausência. Espírito de verdade, Ele manterá vivo o ensinamento de Jesus, através dos séculos; Ele ajudará os discípulos a aprofundar a Revelação de Jesus, Palavra definitiva do Pai (Jo. 1, 12; 18).
Aceitando este dom de Deus, o Espírito enviado por Cristo, para nos iluminar, vivificar e divinizar, nós recebemos a salvação, que não é simples libertação do pecado, mas sim inserção na vida trinitária - inserção que só será perfeita na eternidade.


Cânticos
 
Entrada - Em nome do Pai;
Kyrie - Somos o Teu Povo;
Aleluia - das Vozes;
Ofertório - Pai Santo;
Santo - Ao Senhor, Nosso Deus;
Pai Nosso - Pai, Tu És meu Deus;
Cordeiro - Lento;
Comunhão - Somos Escolhidos;
Acção de Graças - Balada Maria Mãe;
Final – Caminhos para a Vida;

Beijos e abraços
Luisa

 

2013/05/18

“(…) ouvimo-los proclamar nas nossas línguas as maravilhas de Deus.”


Pentecostes
 
LEITURA I - Actos 2, 1-11

De harmonia com a promessa de Jesus, o Espírito Santo, manifestando a Sua presença sob os sinais sensíveis do vento e do fogo, desce sobre os Apóstolos, transforma-os totalmente e consagra-os para a missão, que Jesus lhes confiara.
Com este Baptismo no Espírito Santo, nascia assim, oficialmente, a Igreja. Nesse dia, homens separados por línguas, culturas, raças e nações, começavam a reunir-se no grande Povo de Deus num movimento que só terminará com a Vinda final de Jesus.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 103 (104), 1ab e 24ac.29bc-30.31.34 (R. 30)
 

Refrão: Enviai, Senhor, o vosso Espírito e renovai a face da terra. Repete-se
Ou: Mandai, Senhor o vosso Espírito, e renovai a terra. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

LEITURA II - 1 Cor 12, 3b-7.12-13

O Espírito Santo é «a alma da Igreja». É Ele que dá aos Apóstolos a perfeita compreensão do Mistério Pascal e os leva a anunciar a Ressurreição a todos os homens, sem excepção. É por Ele que nós acreditamos que Jesus é Deus e essa nossa fé se mantém. É Ele que enriquece o Corpo Místico com dons e carismas, numa grande variedade de vocações, ministérios e actividades. É Ele que, ao mesmo tempo que nos distingue, dando-nos uma personalidade própria dentro da Igreja, nos põe em comunhão uns com os outros, de tal modo que a diversidade não destrói a unidade.

EVANGELHO - Jo 20, 19-23

Com a Páscoa, inicia-se a nova Criação. E, como na primeira, também agora o Espírito Santo está presente, a insuflar aos homens, mortos pelo pecado, a vida nova do Ressuscitado. Jorrando do Corpo glorificado de Cristo, em que se mantêm as cicatrizes da Paixão, o Sopro purificador e recriador do mesmo Deus, comunica-se aos Apóstolos. Apodera-se deles, a fim de que possam prolongar a obra da nova Criação, e assim a humanidade, reconciliada com Deus, conserve sempre a paz alcançada em Jesus Cristo.

Cânticos

Entrada - Chamamento
Kyrie - Pai de infinita Bondade
Aleluia - Israel
Ofertório - Entrega
Santo - Roqueiro
Pai Nosso - Do maior
Cordeiro - Vespertino
Comunhão - Deus de Amor
Acção de Graças - Maravilhas fez em mim
Final – Somos escolhidos