Missa das 19h de Sábado, na Igreja Paroquial da Nossa Senhora da Ajuda em Lisboa

"Com música, com o nosso sentir cristão, com notas que deixamos hoje, aqui, para vós!"

www.vespertino.org

2014/06/13

“A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco”


Santíssima Trindade

LEITURA I - Ex 34, 4b-6.8-9

Deus manifesta-Se a Moisés como um Deus cheio de amor e de ternura para com o Seu povo. Sem deixar de ser justo, antes de tudo e acima de tudo, Ele é o Deus que ama e perdoa. Compenetrado desta verdade, Moisés não tem receio de interceder pelo Povo, que fora infiel à Aliança, voltando as costa, ao Deus vivo, para se entregar aos ídolos. E Moisés não vê frustrada a sua esperança. Deus continuará no meio do Seu povo, porque Ele é, na verdade, Aquele que salva.

SALMO RESPONSORIAL Dan 3, 52.53.54.55.56 (R. 52b)
Refrão: Digno é o Senhor de louvor e de glória para sempre. Repete-se
Ou: Louvor e glória ao Senhor para sempre. Repete-se

LEITURA II - 2 Cor 13, 11-13
Ao iniciarmos as nossas assembleias litúrgicas com o voto de S. Paulo, no final da carta aos Coríntios nós professamos a nossa fé no mistério de um Deus em três Pessoas distintas. Nós reconhecemos que a presença da Trindade é o que constitui a comunidade cristã. Na verdade, é pelo dom gratuito de Jesus Cristo, pelo amor universal do Pai e pela força unitiva do Espírito de caridade que somos congregados em assembleia, para celebrarmos a glória de Deus. Reunida pela acção da Santíssima Trindade, a comunidade cristã deve empenhar-se em se assemelhar à comunidade trinitária vivendo na busca da perfeição, na alegria e no amor mútuo que se exprime pelo ósculo da paz.

EVANGELHO - Jo 3, 16-18
O mistério da Santíssima Trindade é um mistério de amor: amor de um Deus que se revela aos homens e, num gesto de infinita bondade, lhes dá o Seu Filho, o Qual, encarnando e entregando-Se, totalmente, aos homens até à morte de Cruz (Filip. 2, 8), veio não para julgá-los, mas para salvá-los. Perante este amor de Deus, o homem só pode ter uma atitude: aceitar Jesus Cristo como seu Salvador deixar-se penetrar pelo Seu amor e iluminar pela Sua verdade, que é o Seu Evangelho de amor. Recusar Jesus Cristo é recusar a salvação. Deus não condena ninguém. Cada um de nós, com a sua aceitação ou recusa de Cristo, é que decide acerca do seu juízo final.

Cânticos

[Estes foram os cânticos que o Pedro escolheu e na sua maior amabilidade (=D) apenas colocou os números das páginas. Espero não me ter enganado e que sejam estes os cânticos que ele tinha em mente].

Entrada- 17 (Falar de Ti)
Kyrie- 10 (Somos o Teu Povo)
Aclamação do Evangelho- 3 (Israel)
Ofertório- 7 (Entrega)
Santo- 4 (rising sun)
Pai Nosso- 3 (Dó Maior)
Cordeiro de Deus- 2 (Alegro)
Comunhão- 1 (Comei do Pão)
Ação de Graças – 7 (Estrela Polar)
Cântico Final- 10 (E a vida não vai parar)

 

2014/06/05

Pentecostes


LEITURA I - Actos 2, 1-11

De harmonia com a promessa de Jesus, o Espírito Santo, manifestando a Sua presença sob os sinais sensíveis do vento e do fogo, desce sobre os Apóstolos, transforma-os totalmente e consagra-os para a missão, que Jesus lhes confiara.
Com este Baptismo no Espírito Santo, nascia assim, oficialmente, a Igreja. Nesse dia, homens separados por línguas, culturas, raças e nações, começavam a reunir-se no grande Povo de Deus num movimento que só terminará com a Vinda final de Jesus.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 103 (104), 1ab e 24ac.29bc-30.31.34 (R. 30)

Refrão: Enviai, Senhor, o vosso Espírito e renovai a face da terra. Repete-se
Ou: Mandai, Senhor o vosso Espírito,e renovai a terra. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

LEITURA II - 1 Cor 12, 3b-7.12-13

O Espírito Santo é «a alma da Igreja». É Ele que dá aos Apóstolos a perfeita compreensão do Mistério Pascal e os leva a anunciar a Ressurreição a todos os homens, sem excepção. É por Ele que nós acreditamos que Jesus é Deus e essa nossa fé se mantém. É Ele que enriquece o Corpo Místico com dons e carismas, numa grande variedade de vocações, ministérios e actividades. É Ele que, ao mesmo tempo que nos distingue, dando-nos uma personalidade própria dentro da Igreja, nos põe em comunhão uns com os outros, de tal modo que a diversidade não destrói a unidade.

EVANGELHO - Jo 20, 19-23

Com a Páscoa, inicia-se a nova Criação. E, como na primeira, também agora o Espírito Santo está presente, a insuflar aos homens, mortos pelo pecado, a vida nova do Ressuscitado. Jorrando do Corpo glorificado de Cristo, em que se mantêm as cicatrizes da Paixão, o Sopro purificador e recriador do mesmo Deus, comunica-se aos Apóstolos. Apodera-se deles, a fim de que possam prolongar a obra da nova Criação, e assim a humanidade, reconciliada com Deus, conserve sempre a paz alcançada em Jesus Cristo.

Cânticos

Entrada - Somos testemunhas da Ressureição;
Kyrie - Eleison;
Aclamação da Palavra - Israel;
Ofertório - Vasos de Barro;
Santo - Senhor, Tu És Santo
Pai Nosso - Pai Nosso
Cordeiro - Cordeiro de Deus I
Comunhão - Somos escolhidos
Acção de Graças - Como a corça
Final - Espirito de Amor

2014/05/28

« (…) mas recebereis a força do Espírito Santo, que descerá sobre vós, e sereis minhas testemunhas»


Ascensão

LEITURA I - Actos 1, 1-11
A Ascensão de Jesus é a última aparição do Ressuscitado que não só dá testemunho da verdade da Ressurreição, como faz compreender que Jesus vive agora na glória do Pai. A Ascensão manifesta assim o sentido pleno da Páscoa: depois de destruir o pecado e a morte com a sua Morte e Ressurreição, Jesus Cristo introduz o homem, que tinha assumido na Encarnação, na glória de seu Pai. O livro dos Actos dos Apóstolos, que apresenta a vida dos primeiros dias da Igreja, começa pela Ascensão do Senhor; assim nos é dado a compreender que a Igreja continua agora a presença de Jesus entre os homens, até que Ele venha, de novo, no fim dos tempos, para pôr o termo à história e nos sentar consigo à direita do Pai.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 46 (47), 2-3.6-7.8-9 (R. 6)
Refrão: Por entre aclamações e ao som da trombeta, ergue-Se Deus, o Senhor. Repete-se
Ou: Ergue-Se Deus, o Senhor,em júbilo e ao som da trombeta. Repete-se

LEITURA II - Ef 1, 17-23
Sentando-se à direita do Pai, Jesus introduz a humanidade na comunhão definitiva com Deus. É este o fruto do seu sacrifício na Cruz, a comunhão com o Pai, e é a esperança de todos os que n’Ele crêem.

EVANGELHO - Mt 28, 16-20
A Ascensão não é uma ausência, mas uma plenitude. O Senhor não abandona os seus na terra. Ele é, pela Ressurreição, o “Senhor” que domina o Céu e a terra. E continua presente e activo no meio de nós pelo seu Espírito que está na Igreja: na palavra de Deus, na acção dos Sacramentos, no amor da comunidade dos crentes vindos de todas as nações e em cada baptizado. E para que a sua presença possa chegar a todos os homens, a todos o Senhor envia agora os seus Apóstolos.

Cânticos
Entrada – Venham Todos (34) – Estrofes 1 e 3
Kyrie – Pai de Infinita Bondade (3)
Aclamação do Evangelho – Nada nos Separará (15)
Ofertório – Maria e Mãe (Cânticos Marianos - 10)
Santo – Santo (Roqueiro) (5)
Pai Nosso – Pai Nosso, Tu Que Estás (4)
Cordeiro de Deus – Cordeiro Vespertino
Comunhão – Peregrino (11) – Estrofes 1 e 3
Ação de Graças – Como a Corça (3)
Final – Quem Nos Faz Gritar (28)

Este sábado, 31 de Maio, também se celebra a Visitação de Nossa Senhora. Das homilias de São Beda Venerável, presbítero (L. I, 4: CCL 122, 25-26.30) (Sec VIII)…

A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito exulta em Deus meu Salvador. Com estas palavras Maria reconhece, em primeiro lugar, os dons singulares que Lhe foram concedidos e enumera depois os benefícios universais com que Deus favorece continuamente o género humano.
Glorifica o Senhor a alma daquele que consagra todos os sentimentos da sua vida interior ao louvor e serviço de Deus e, pela observância dos mandamentos, mostra que está a pensar sempre no poder da majestade divina.
Exulta em Deus, seu Salvador, o espírito daquele que se alegra apenas em meditar no seu Criador, de quem espera a salvação eterna.
Embora estas palavras se apliquem a todas as almas santas, adquirem contudo a sua ressonância mais perfeita ao serem proferidas pela bem-aventurada Mãe de Deus, que, por singular privilégio, amava com perfeito amor espiritual Aquele cuja concepção corporal no seu seio era a causa da sua alegria. Com razão pôde Ela exultar, mais que todos os outros santos, em Jesus, seu Salvador, porque sabia que o eterno Autor da salvação havia de nascer da sua carne com nascimento temporal, e, sendo uma só e mesma pessoa, havia de ser ao mesmo tempo seu Filho e seu Senhor.
Porque fez em mim grandes coisas o Todo-poderoso, e santo é o seu nome. Maria nada atribui aos seus méritos, mas reconhece toda a sua grandeza como dom d’Aquele que, sendo por essência poderoso e grande, costuma transformar os seus fiéis, pequenos e fracos, em fortes e grandes.
Logo acrescentou: E santo é o seu nome, para fazer notar aos que a ouviam e mesmo para ensinar a quantos viessem a conhecer as suas palavras, que, pela fé em Deus e pela invocação do seu nome, também eles poderiam participar da santidade divina e da verdadeira salvação, segundo a palavra do Profeta: E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. É precisamente o nome a que Maria se refere ao dizer: E o meu espírito exulta em Deus meu Salvador.
Por isso se introduziu na liturgia da santa Igreja o costume, belo e salutar, de cantarem todos este hino de Maria na salmodia vespertina, para que o espírito dos fiéis, ao recordar assiduamente o mistério da Encarnação do Senhor, se entregue com generosidade ao serviço divino e, lembrando-se constantemente dos exemplos da Mãe de Deus, se confirme na verdadeira santidade. E pareceu muito oportuno que isto se fizesse na hora de Vésperas, para que a nossa mente, fatigada e distraída ao longo do dia com pensamentos diversos, encontre o recolhimento e a paz de espírito ao aproximar-se o tempo de descanso.” (retirado da página do Secretariado Nacional de Liturgia).

2014/05/22

“Nesse dia reconhecereis que Eu estou no Pai e que vós estais em Mim e Eu em vós. Se alguém aceita os meus mandamentos e os cumpre, esse realmente Me ama”


Páscoa VI
LEITURA I - Actos 8, 5-8.14-17

A partir de Jerusalém, a Igreja vai dilatar-se pelo mundo ou, de maneira diferente, os homens começam a entrar na Igreja, à medida que escutam a Palavra de Deus e a ela se convertem. Isto será fruto da pregação dos mensageiros da Palavra e da acção do Espírito Santo, que actua nesta Palavra. Continua a ser o livro dos “Actos dos Apóstolos” que nos dá testemunho desta acção do Espírito de Deus.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 65 (66), 1-3a.4-5.6-7a.16.20 (R. 1 ou Aleluia)
Refrão: A terra inteira aclame o Senhor. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

LEITURA II - 1 Pedro 3, 15-18
Também a palavra de S. Pedro continua a fazer como que uma catequese mistagógica, isto é, a introduzir-nos no mistério da vida cristã, que é o mistério da vida de Cristo na vida dos baptizados. Cristo morreu, depois de ter assumido a nossa situação de mortais; mas ressuscitou, e, vencendo assim a morte, deu-nos a sua vida imortal. Ele é a nossa esperança.

EVANGELHO - Jo 14, 15-21
Jesus promete aos Apóstolos enviar-lhes o Espírito Santo, que será neles, ao mesmo tempo, o seu auxiliar e advogado no meio das dificuldades que hão-de suportar para se manterem fiéis, e o consolador e intercessor nas lutas que hão-de sofrer para vencerem os obstáculos que lhes advirão da parte do mundo. Será o Espírito Santo que lhes fará reconhecer o Senhor vivo para além da morte, na glória da ressurreição.

Cânticos

Entrada - Eu estou à tua porta a bater [16]
Kyrie - Senhor Piedade [6]
Aleluia - Ale Ale, Aleluia [1]
Ofertório - Consagração a Nossa Senhora I (Cânticos Marianos) [ 7]
Santo - Santo de Alcântara [9]
Pai Nosso - Todo o mundo [8]
Cordeiro - Proclama o teu Senhor [6]
Comunhão - Somos escolhidos [17]
Acção de Graças - Eu Sou [9]
Final - Espírito de Amor (Acção de Graças) [6]

Beijos e abraços

2014/05/15

«Em verdade, em verdade vos digo: quem acredita em Mim fará também as obras que Eu faço e fará obras ainda maiores, porque Eu vou para o Pai»


Páscoa V
LEITURA I - Actos 6,1-7
Logo desde o princípio, os Apóstolos começaram a sentir a necessidade de chamar outras pessoas para colaborarem em diversos ministérios da comunidade cristã. O grupo dos sete, de que hoje se referem os nomes, foram dos primeiros a serem escolhidos. O seu campo de acção foi a assistência material aos mais necessitados, no caso imediato, a certo grupo de viúvas; deste modo os Apóstolos ficavam mais disponíveis para a oração e a pregação da palavra de Deus. A Igreja começava a organizar-se, conforme as necessidades o pediam.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 32 (33), 1-2.4-5.18-19 (R. 22)
Refrão: Esperamos, Senhor, na vossa misericórdia. Repete-se
Ou: Venha sobre nós a vossa bondade, porque em Vós esperamos, Senhor. Repete-se
LEITURA II - 1 Pedro 2, 4-9
A Igreja foi comparada pelo Senhor a um edifício. Agora, o Apóstolo desenvolve a comparação: Cristo é a Pedra, viva pela sua ressurreição e fonte de vida; os cristãos são, por sua vez, pedras vivas, vivendo da vida do Ressuscitado, que unidos a Cristo, vão formando o edifício, o templo novo, em que habita o Espírito Santo, a Igreja. Ela é a comunidade dos crentes, escolhida na continuação do povo escolhido do Antigo Testamento, comunidade sacerdotal, que há-de levar aos pagãos a Boa Nova do reino de Deus, e fazer que também eles proclamem os louvores d’Aquele que os chamou das trevas para a luz do reino de Deus.
EVANGELHO - Jo 14, 1-12
Jesus vai deixar visivelmente os seus, a quem o mundo há-de perseguir. Procura, por isso, incutir-lhes coragem e esperança. Ele parte, mas vai para o Pai. Os seus discípulos têm todos lá também o seu lugar. A Igreja seguirá o seu Senhor. Ele mesmo é o caminho, não só pelo que ensina, mas pelo que Ele mesmo é. Ele é a verdade e vida. Mas os seus discípulos, agora ainda mais profundamente unidos a Ele, hão-de continuar no mundo a sua presença e a sua acção, agora na Igreja, enviada ao mundo, sob a acção do Espírito Santo.
Cânticos
Entrada: Caminhos para a vida (final 5)
Kyrie: Pois pecámos contra vós (4)
Aleluia: Quando estamos unidos (5)
Ofertório: És a minha vida (8)
Santo: Rising sun (4)
Pai Nosso: Dó Maior (3)
Cordeiro de Deus: Cordeiro Vespertino (5)
Comunhão: Comei do Pão (1)
Ação de Graças: Consagração a Nossa Senhora II (Marianos 8)
Final: Caminhos para a Vida

2014/05/08

“Recebereis então o dom do Espírito Santo, porque a promessa desse dom é para vós, para os vossos filhos e para quantos, de longe, ouvirem o apelo do Senhor nosso Deus”


Páscoa IV
LEITURA I - Actos 2, 14a.36-41

A grande afirmação da fé cristã não é apenas a de que Jesus, o homem que veio de Nazaré e foi crucificado, é mais do que um simples homem, mas antes a de que o Crucificado foi por Deus exaltado e Se tornou, na sua Ressurreição, Senhor e Cristo, isto é, o Ungido de Deus, o Messias, participando, como homem, na glória divina do Senhor. Esta fé em Jesus, Senhor e Cristo, é que há-de levar os que n’Ele crêem à conversão e, pelo Baptismo, à Igreja.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 22 (23), 1-3a.3b-4.5.6 (R. 1 ou Aleluia)
Refrão: O Senhor é meu pastor: nada me faltará. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

LEITURA II - 1 Pedro 2, 20b-25
A contemplação do mistério da Cruz há-de levar os homens que sabem olhar para ele a deixarem-se dominar pelo amor de Jesus Cristo, que deu a vida para trazer à unidade os filhos de Deus que andavam, e andam, dispersos. Jesus, pela sua Cruz, congrega os homens como o pastor congrega as ovelhas do seu rebanho. A Ele nos convertemos, porque nos deixámos conduzir pelo seu cajado de Bom Pastor.

EVANGELHO - Jo 10, 1-10
A imagem do pastor é frequente na Sagrada Escritura: ela manifesta o amor e o desvelo de Deus pelos homens, ela ajuda-os a penetrar nos sentimentos do coração de Cristo, que Se entregou à morte por eles, ela faz sentir a alegria da união de uns com os outros em volta do Senhor, que não só cuida das ovelhas fiéis, mas vai à procura da ovelha perdida.

Cânticos

Entrada – Emanuel
Kyrie – Senhor, que vieste
Aclamação do Evangelho – Canto Aleluia ao Senhor
Ofertório – Vasos de Barro
Santo – Senhor tu és Santo
Pai Nosso – Junto ao Mar
Cordeiro – Lento
Comunhão – O Senhor é meu Pastor
Acção de Graças – Acção de Graças
Final – Gratia Plena (cânticos marianos)

 A não esquecer! 

 
 

Beijos e abraços

2014/04/30

‘O Senhor está sempre na minha presença, com Ele a meu lado não vacilarei. Por isso o meu coração se alegra e a minha alma exulta e até o meu corpo descansa tranquilo (…) Destes-me a conhecer os caminhos da vida, a alegria plena em vossa presença’


Páscoa III

LEITURA I - Actos 2, 14.22-33
Esta leitura é uma passagem da primeira pregação de S. Pedro. Na longa citação do salmo 15 o Apóstolo entrevê o anúncio da Ressurreição do Senhor. De facto, é à luz da Ressurreição que toda a palavra da Sagrada Escritura encontra a sua completa significação, particularmente a do Antigo Testamento. A palavra dos Salmos foi directamente referida pelo Senhor, no próprio dia da Ressurreição, ao aparecer aos discípulos no Cenáculo, como estando escrita a seu respeito (Lc 24, 44).

SALMO RESPONSORIAL Salmo 15 (16), 1-2a.5.7-8.9-10.11 (R. 11a ou Aleluia)
Refrão: Mostrai-me, Senhor, o caminho da vida. Repet.
Ou: Aleluia. Repete-se

LEITURA II - 1 Pedro 1, 17-21
O que S. Pedro pregou logo no dia de Pentecostes foi o mesmo que ele escreveu depois às Igrejas. Nós somos hoje essas Igrejas de Cristo, espalhadas por todo o mundo, mas todas radicadas na mesma fé em Cristo Jesus, o nosso Cordeiro pascal. A nós, pois, se dirige hoje a pregação do Apóstolo.

EVANGELHO - Lc 24, 13-35
Tal como na aparição aos discípulos de Emaús, em cada celebração eucarística Jesus está connosco, explica-nos as Escrituras e faz-nos ver o que nelas se refere a Ele, preside à fracção do pão, que é a Eucaristia, e nela Se nos dá a conhecer e nos enche de alegria pascal. Na verdade, a viagem de Jesus com os dois discípulos, estrada abaixo a caminho de Emaús, é como uma verdadeira Missa ambulante, modelo de todas as celebrações eucarísticas.

Cânticos

Entrada: Somos testemunhas da ressurreição (32)
Kyrie: Senhor tem piedade II (9)
Aclamação do Evangelho: Alé alé aleluia (1)
Ofertório: Tomai e recebei (22)
Santo: Santo (roqueiro) (5)
Pai Nosso: Pai nosso vespertino (5)
Cordeiro: Cordeiro vespertino (5)
Comunhão: Ele está vivo (4)
Ação de graças: Balada Maria mãe (separador cânticos marianos 4)
Final abraça a cruz (2)

 

2014/04/23

«Bendito seja Deus, (…) que, na sua grande misericórdia, nos fez renascer, pela ressurreição de Jesus Cristo de entre os mortos, para uma esperança viva, para uma herança que não se corrompe, nem se mancha, nem desaparece.»


LEITURA I - Actos 2, 42-47

No Tempo Pascal a primeira leitura é sempre tirada dos Actos dos Apóstolos, o livro da história dos primeiros dias da Igreja. A passagem que hoje se lê conta precisamente o ambiente em que vivia a primeira comunidade cristã de Jerusalém. Essa comunidade ficará para sempre o tipo exemplar de todas as comunidades cristãs, mesmo que as circunstâncias venham a ser muito diferentes: eles eram unidos na fé, na vida de caridade até à comunhão de bens e nas celebrações, em que, ao lado da Palavra, tinha lugar a “fracção do pão”, isto é, a Eucaristia.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 117 (118), 2-4.13-15.22-24 (R. 1)

Refrão: Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom, porque é eterna a sua misericórdia. Repete-se
Ou: Aclamai o Senhor, porque Ele é bom: o seu amor é para sempre. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

LEITURA II - 1 Pedro 1, 3-9
A vida que outrora foi vivida pela comunidade de Jerusalém é vivida pelas nossas comunidades de hoje: anima-as a mesma fé e a mesma esperança, e estas fazem-nas viver na mesma alegria e na mesma paz, apesar das provações que sempre as hão-de acompanhar. Como aconteceu com o Senhor, também para nós da morte surgirá a vida.

EVANGELHO - Jo 20, 19-31
É de novo Domingo. Jesus volta a aparecer no meio dos seus. Como na aparição de que hoje fala o Evangelho, em cada Missa de domingo Jesus está no meio dos seus discípulos e leva-os à fé n’Ele, ressuscitado. Para isto, mostra-lhes as mãos, os pés e o lado. São os sinais da sua Paixão, e agora da Ressurreição. E tudo isto se passa “oito dias depois”, como para nós acontece em cada oitavo dia, na assembleia de cada domingo. Por isso, o Domingo é o Dia da Ressurreição, primeiro e oitavo ao mesmo tempo, princípio dos dias e já o dia que está para além do tempo, o dia que nos faz participar na vida da eternidade.

Cânticos para o II Domingo de Páscoa ou da Divina Misericórdia

Entrada - Ressuscitou o Senhor, 28
Kyrie - Somos o teu povo, 10
Aclamação da Palavra - Aleluia Israel, 3
Ofertório - Somos testemunhas da Ressurreição, 32 (separador Entrada)
Santo - Santo I, 7
Pai Nosso - Pai Nosso, 2
Cordeiro - Cordeiro Alegro, 2
Comunhão - Ele está vivo, 4
Acção de Graças - Dou-te o meu coração, 4
Final - Sonhar acordado, 32

 

2014/04/10

DOMINGO DE RAMOS NA PAIXÃO DO SENHOR



Comemoração da entrada do Senhor em Jerusalém

 
“Irmãos caríssimos: Desde o princípio da Quaresma vimos a preparar-nos com obras de penitência e de caridade. (Hoje) estamos aqui reunidos para darmos início, em união com toda a Igreja, à celebração do mistério pascal do Senhor, isto é, da sua paixão e ressurreição. Foi para realizar este mistério da sua morte e ressurreição que Jesus Cristo entrou na sua cidade de Jerusalém. Por isso, recordando com fé e devoção esta entrada triunfal na cidade santa, acompanharemos o Senhor, de modo que, participando agora na sua cruz, mereçamos um dia ter parte na sua ressurreição.”

 
LITURGIA DA PALAVRA

Leitura I - Is. 50, 4-7

Esta leitura é um dos chamados “Cânticos do Servo do Senhor”. Este Servo revela-se plenamente em Jesus, na sua Paixão: Ele escuta a palavra do Pai e responde-lhe cheio de confiança, oferecendo-Se, em obediência total, pela salvação dos homens.

"Leitura do Livro de Isaías

O Senhor deu-me a graça de falar como um discípulo, para que eu saiba dizer uma palavra de alento aos que andam abatidos. Todas as manhãs Ele desperta os meus ouvidos, para eu escutar, como escutam os discípulos. O Senhor Deus abriu-me os ouvidos e eu não resisti nem recuei um passo. Apresentei as costas àqueles que me batiam e a face aos que me arrancavam a barba; não desviei o meu rosto dos que me insultavam e cuspiam. Mas o Senhor Deus veio em meu auxílio, e, por isso, não fiquei envergonhado; tornei o meu rosto duro como pedra, e sei que não ficarei desiludido."

SALMO RESPONSORIAL Sal. 21 (22), 8-9.17-18a.19-20.23-24 (R. 2a)

Refrão: Meu Deus, meu Deus,porque me abandonastes? Repete-se

LEITURA II - Filip 2, 6-11

Esta leitura é também um cântico, mas agora do Novo Testamento, muito provavelmente em uso nas primitivas comunidades cristãs. Nele é celebrado o Mistério Pascal: Cristo fez-Se um de nós, obedeceu aos desígnios do Pai e humilhou-Se até à morte, e foi, por isso, exaltado até à glória de “Senhor”, que é a própria glória de Deus.

 
«A leitura da Paixão do Senhor faz-se sem círios nem incenso, sem saudação nem signação do livro. É lida pelo diácono ou, na falta dele, pelo próprio sacerdote. Também pode ser lida por leitores, reservando, quando possível, a parte de Cristo ao sacerdote. Só os diáconos (e não os outros), antes da leitura da Paixão, pedem a bênção ao sacerdote, como de costume antes do Evangelho.»

EVANGELHO – Forma longa - Mt 26, 14 – 27, 66

Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo

Todos os evangelistas apresentam a história da Paixão do Senhor. São Mateus escreve tendo em vista sobretudo os cristãos que vêm do meio dos judeus. Estes conhecem muito bem o Antigo Testamento e, por isso, ele faz referências frequentes a passagens deste Testamento nas quais manifesta que o que nelas estava anunciado se realizou na Paixão de Jesus. O Senhor é, de facto, o ponto de chegada de tudo o que antes tinha sido profetizado.

 
Cânticos

Entrada - Saudai ao Senhor
Kyrie - Senhor Piedade
Aclamação do Evangelho - Falai
Ofertório - Senhor aqui nos tendes
Santo - Santo de Alcântara
Pai Nosso - Pai, Tu és meu Deus
Cordeiro - Cordeiro lento
Comunhão - Tomo este pão
Acção de Graças - Nada te turbe
Final - Deus de Amor

 
FESTIVAL PAROQUIAL DA CANÇÃO CRISTÃ

Já aí está o Festival Paroquial!
Dia 12 de Abril de 2014, pelas 21h30, no Salão Paroquial da Igreja Nossa Senhora da Ajuda.

"O que importa é a fé que se realiza pela caridade" (Gl 5,6)

FALTAM APENAS 2 DIAS!!!

2014/04/04

«Eu sou a ressurreição e a vida»

Quaresma V

Cânticos

Entrada - Barcarola do Amor (3)
Kyrie - Kyrie Eleison (2)
Aclamação Evangelho - Louvor e Glória a Vós Senhor (10)
Ofertório – Guardião (Entrada 20)
Santo - Santo És Tu Senhor (3)
Pai Nosso - Pai Nosso, Tu Que Estás (4)
Cordeiro - Proclama O Teu Senhor (6)
Comunhão - Eu Desejei Ardentemente (5)
Ação de Graças - Nada Temo (18)
Final – Entrega (Ofertório 7)