Missa das 19h de Sábado, na Igreja Paroquial da Nossa Senhora da Ajuda em Lisboa

"Com música, com o nosso sentir cristão, com notas que deixamos hoje, aqui, para vós!"

www.vespertino.org

2011/12/02

“ (…) enquanto esperais tudo isto, empenhai-vos, sem pecado nem motivo algum de censura, para que o Senhor vos encontre na paz”

Advento II


LEITURA I - Is 40, 1-5.9-11

O Senhor anuncia ao Seu Povo, através do profeta, a sua libertação do exílio da Babilónia e o seu regresso ao país dos seus antepassados. Por iniciativa amorosa de Deus, a salvação aproxima-se e torna-se, por isso, necessário que a alegre notícia seja proclamada e todos colaborem, seguindo as instruções divinas e abrindo o caminho, através do qual o povo poderá encontrar a salvação e a paz.
Iguais disposições devem animar todos aqueles que, no Advento, aguardam a vinda de Deus, em Cristo, para nos libertar do pecado e nos reunir na Igreja, a verdadeira Jerusalém, onde Ele habita.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 84 (85), 9ab-10.11-12.13-14 (R. 8)

Refrão: Mostrai-nos o vosso amor  e dai-nos a vossa salvação. Repete-se
Ou: Mostrai-nos, Senhor, a vossa misericórdia. Repete-se
 
Escutemos o que diz o Senhor:
Deus fala de paz ao seu povo e aos seus fiéis.
A sua salvação está perto dos que O temem
e a sua glória habitará na nossa terra. Refrão

Encontraram-se a misericórdia e a fidelidade,
abraçaram-se a paz e a justiça.
A fidelidade vai germinar da terra
e a justiça descerá do Céu. Refrão

O Senhor dará ainda o que é bom
e a nossa terra produzirá os seus frutos.
A justiça caminhará à sua frente
e a paz seguirá os seus passos. Refrão


LEITURA II - 2 Pedro 3, 8-14

Deus executa pela Incarnação, os Seus desígnios de salvação. No entanto, Deus não pode salvar o homem sem a sua colaboração. Para lhe conceder a filiação divina, espera que o homem lhe dê uma resposta, pela fé e se volte para Ele, pela conversão.
O tempo entre a primeira e a segunda vinda é o tempo da paciência de Deus, em que concede ao homem a possibilidade de compartilhar a vida de Deus.
Vivendo neste mundo destinado à transfiguração da Parusia, o cristão procura viver em comunhão com Deus, pela oração, pela Eucaristia e na santidade de vida, preparando-se, na serena confiança para o Dia do Senhor.

EVANGELHO -  Mc 1, 1-8

O cristão não pode fugir para o deserto, alheando-se dos graves problemas do nosso tempo, como a fome, a falta de cultura ou a injustiça, pois Deus deseja que todo o homem seja Seu colaborador na Sua obra da criação, contribuindo, com todas as suas forças para a construção dum mundo melhor. No entanto, o cristão se não quiser atraiçoar a sua missão, tem de manter sempre a espiritualidade do deserto, ensinada pelo Precursor.
«Se os cristãos perdessem o sentido da conversão a Deus, o cristianismo que testemunham, não apresentaria senão o aspecto dum humanismo entre outros e ver-se-ia privado de toda a densidade propriamente religiosa». (Thiery Maertens).


Cânticos para sábado

Entrada: Preparai os Caminhos do Senhor
Kyrie: Eleison
Aclamação da palavra: Como a Ponte
Ofertório: A quem irei
Santo: Ao Senhor Nosso Deus
Pai Nosso: Pai Nosso, Tu que estás
Cordeiro: Proclama o Teu Senhor
Comunhão: Por uma Humanidade Nova
Acção de Graças: Estrela Polar / És o Sol
Final: Guia

Das cartas de São Francisco Xavier, presbítero, a Santo Inácio

(Cartas de 20 de Out. de 1542 e 15 de Janeiro de 1544: Epist. S. Francisci Xaverii aliaque eius scripta, ed. G. Schurhammer — I. Wicki, t. I: «Mon. Hist. Soc. Iesu» 67, Romae, 1944, pp. 147-148; 166-167)

Ai de mim se não anunciar o Evangelho
Viemos por povoações de cristãos, que se converteram há uns oito anos. Nestes sítios não vivem portugueses, por a terra ser muitíssimo estéril e extremamente pobre. Os cristãos destes lugares, por não terem quem os instrua na nossa fé, somente sabem dizer que são cristãos. Não têm quem lhes diga Missa e, ainda menos, quem lhes ensine o Credo, o Pai-Nosso, a Ave-Maria e os Mandamentos. Quando eu chegava a estas povoações, baptizava todas as crianças por baptizar. Desta forma, baptizei uma grande multidão de meninos que não sabiam distinguir a mão direita da esquerda. Ao entrar nos povoados, as crianças não me deixavam rezar o Ofício divino, nem comer, nem dormir, e só queriam que lhes ensinasse algumas orações. Comecei então a saber por que é deles o reino dos Céus. Como seria ímpio negar-me a pedido tão santo, comecei pela confissão do Pai, do Filho e do Espírito Santo, pelo Credo, Pai-nosso, Ave-Maria, e assim os fui ensinando. Descobri neles grande inteligência. Se houvesse quem os instruísse na fé, tenho por certo que seriam bons cristãos.
Muitos deixam de se fazer cristãos nestas terras, por não haver quem se ocupe de tão santas obras. Muitas vezes me vem ao pensamento ir aos colégios da Europa, levantando a voz como homem que perdeu o juízo e, principalmente, à Universidade de Paris, falando na Sorbona aos que têm mais letras que vontade para se disporem a frutificar com elas. Quantas almas deixam de ir à glória e vão ao inferno por negligência deles! E, se assim como vão estudando as letras, estudassem a conta que Deus Nosso Senhor lhes pedirá delas e do talento que lhes deu, muitos se moveriam a procurar, por meio dos Exercícios Espirituais, conhecer e sentir dentro de suas almas a vontade divina, conformando-se mais com ela do que com suas próprias afeições, dizendo: «Senhor, eis-me aqui; que quereis que eu faça? Mandai-me para onde quiserdes; e se for preciso, até mesmo para a Índia».
Beijos e abraços
Luisa

" (...)Se houvesse quem os instruísse na fé, tenho por certo que seriam bons cristãos"

2011/11/23

“O que vos digo a vós, digo-o a todos: Vigiai!”


Advento I

LEITURA I - Is 63, 16b-17.19b; 64, 2b-7

O Advento começa com um profundo suspiro de fé e de esperança dirigido ao Senhor, “nosso Pai”, “nosso Redentor”, semelhante aos que subiam da boca e do coração dos nossos antepassados na fé, os santos do Antigo Testamento, que viveram antes da vinda do Filho de Deus. Não vamos agora imaginar-nos nos tempos antes de Cristo; mas vamos criar em nós desejos profundos de que Ele, que já veio ao mundo e está no meio de nós, seja por nós reconhecido e acolhido como nosso Salvador, Ele que, de novo, há-de vir e por quem suspiramos.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 79 (80), 2ac e 3b. 15-16.18-19 (R. 4)

Refrão: Senhor nosso Deus, fazei-nos voltar, mostrai-nos o vosso rosto e seremos salvos. Repete-se

Pastor de Israel, escutai,
Vós que estais sentado sobre os Querubins, aparecei.
Despertai o vosso poder
e vinde em nosso auxílio. Refrão

Deus dos Exércitos, vinde de novo,
olhai dos céus e vede, visitai esta vinha.
Protegei a cepa que a vossa mão direita plantou,
o rebento que fortalecestes para Vós. Refrão

Estendei a mão sobre o homem que escolhestes,
sobre o filho do homem que para Vós criastes;
e não mais nos apartaremos de Vós:
fazei-nos viver e invocaremos o vosso nome. Refrão

LEITURA II - 1 Cor 1, 3-9

Esperamos a manifestação de Nosso Senhor Jesus Cristo
O Advento começa por ser o tempo litúrgico especialmente voltado para a última vinda do Senhor. É o tempo da expectativa, vivido na esperança, aguardando a aparição gloriosa do Senhor, que virá coroar o tempo da Igreja com a glória da sua ressurreição. É, portanto, para esta Igreja tempo de vigilância, para que o Dia do Senhor a encontre irrepreensível.

EVANGELHO - Mc 13, 33-37

A vigilância, já apontada na leitura anterior, é agora inculcada, com todo o rigor, pelo próprio Senhor Jesus. Esta vida é como longa vigília, com os seus tempos sucessivos (as quatro vigílias da noite referidas no texto) aguardando o sol nascente – Cristo – que vem do alto, como todas as manhãs recordamos na Hora de Laudes. A solenidade do Natal, a que o Advento nos conduzirá, vem, em cada ano, antecipar simbolicamente aquela vinda gloriosa do Senhor no último dia, o dia que nos introduz na “vida do mundo que há-de vir”.


E agora a escolha de cânticos da nossa mais piquena estreante – Sofia Teixeira!

Entrada - Acolhe a vida
Kyrie - P'ra fazer o mundo um lugar melhor
Aclamação da Palavra - Aleluia (Gospell)
Ofertório - Eu Aqui Pai (a nova), se achares q é arriscado - Vede Senhor
Santo - Rouqueiro
Pai Nosso - Vespertino
Comunhão - Razao de viver
Acção de Graças - Espirito de Amor
Final - Dá musica à vida
Como ainda não conheço todas as musicas... limitei-me a seleccionar as que conheço. Se achares q está um pouco infantil, altera!!!”
Beijos e abraços
Luisa
“Vós, porém, Senhor, sois nosso Pai e nós o barro de que sois o Oleiro; somos todos obra das vossas mãos”







2011/11/18

"Quantas vezes o fizestes a um dos meus irmãos mais pequeninos, a Mim o fizestes"


Tempo Comum XXXIV

LEITURA I  - Ez 34, 11-12.15-17

A figura do Bom Pastor, que se desenha neste oráculo dirigido contra os reis israelitas, maus pastores, nos tempos que antecederam o Exílio, corresponde a um título real. Cristo aplicou a Si mesmo este título de Bom Pastor. Ele veio ao encontro do seu Povo, para cuidar dele e o conduzir à felicidade. Dizer de Cristo que Ele é Rei é outra maneira de O designar como o Pastor do povo de Deus.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 22 (23), 1-2a.2b-3.5-6 (R. 1)
Refrão: O Senhor é meu pastor: nada me faltará.  Rep.

O Senhor é meu pastor: nada me falta.
Leva-me a descansar em verdes prados,
conduz-me às águas refrescantes
e reconforta a minha alma. Refrão

Ele me guia por sendas direitas,
por amor do seu nome.
Ainda que tenha de andar por vales tenebrosos
não temerei nenhum mal, porque Vós estais comigo. Refrão

Para mim preparais a mesa
à vista dos meus adversários;
com óleo me perfumais a cabeça
e o meu cálice transborda. Refrão

A bondade e a graça hão-de acompanhar-me,
todos os dias da minha vida,
e habitarei na casa do Senhor
para todo o sempre. Refrão


LEITURA II - 1 Cor 15, 20-26.28

Ressuscitado de entre os mortos, o primeiro entre todos, Cristo, no final dos tempos, tendo submetido a Si todas as coisas criadas, entregará o seu reino ao Pai. E nós, que pertencemos a Cristo, ressuscitados com Ele, também tomaremos parte no seu triunfo total e no seu reino de glória.

EVANGELHO - Mt 25, 31-46

Jesus retoma nesta leitura a mesma imagem atribuída a Deus na primeira leitura, a imagem do pastor. O julgamento que se propõe fazer será a libertação final de todos os que foram salvos pelo seu Sangue derramado na Cruz, para com Ele se sentarem no seu trono glorioso, se, neste mundo, tiverem seguido os passos do seu Pastor. Esta leitura é assim um anúncio e um convite.

Cânticos para sábado
«Entrada - Para cantar ao Rei
Kyrie - Senhor Piedade
Aleluia - Aleluia (das vozes)
Ofertório - És a minha vida
Santo - Santo de Alcântara
Pai Nosso - Junto ao Mar
Cordeiro - Cordeiro (lento)
Comunhão - O Senhor é meu Pastor
Acção de Graças. - Quero louvar-Te
Final - Firmes na Fé (Hino JMJ Madrid 2011)
Vamos ver se é possível cantar o hino pois não sei se muitas pessoas conhecem mas senão pode ser "O que importa é amar"»
Beijos e abraços
Luisa




2011/11/10

«Porque foste fiel em coisas pequenas, confiar-te-ei as grandes. Vem tomar parte na alegria do teu senhor’»


Tempo Comum XXXIII

LEITURA I - Prov 31, 10-13.19-20.30-31

Esta leitura é um poema em louvor da mulher valorosa. Com o exemplo da mulher forte, a "mulher de valor", a liturgia de hoje quer apresentar-nos uma lição de fidelidade ao longo de toda a vida. A Igreja é esta mulher de valor, fiel e laboriosa, à espera do seu Senhor; e, na Igreja, cada um de nós, os seus filhos, o há-de ser também.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 127, 1-2.3.4-5 (R. cf. 1a)


Refrão: Ditoso o que segue o caminho do Senhor. Repete-se

Feliz de ti que temes o Senhor
e andas nos seus caminhos.
Comerás do trabalho das tuas mãos,
serás feliz e tudo te correrá bem. Refrão

Tua esposa será como videira fecunda,
no íntimo do teu lar;
teus filhos serão como ramos de oliveira,
ao redor da tua mesa. Refrão

Assim será abençoado o homem que teme o Senhor.
De Sião te abençoe o Senhor:
vejas a prosperidade de Jerusalém
todos os dias da tua vida.Refrão

LEITURA II - 1 Tes 5, 1-6

A palavra de Deus exige dos cristãos a mesma fidelidade de que já falava a leitura anterior ao querer preparar-nos para o dia da vinda do Senhor, dia que virá como o ladrão, sem se fazer anunciar. Mas a certeza da sua vinda não nos pode deixar adormecidos na escuridão da nossa noite. Somos filhos da luz e do dia; havemos de viver despertos e vigilantes, "enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo nosso Salvador".

EVANGELHO – Forma longa Mt 25, 14-30

A leitura contínua do Evangelho de S. Mateus ao longo de todo o ano vai deixar-nos hoje em frente do Senhor que regressa para coroar os servos que O esperaram na fidelidade, fazendo render os dons que Ele lhes confiou para que os administrassem como fiéis servidores. São dons que, de uma maneira ou outra, vêm sempre de Deus, mas que são dados aos homens para que eles os utilizem para bem dos próprios homens. Assim Deus será glorificado e o seu reino transformará o mundo.

Cânticos para o próximo sábado

« (...) as leituras falam de estarmos atentos porque "Ele" pode aparecer sem esperarmos e nada podemos fazer para evitar... (no fim ao cabo é já uma pre preparacao para o advento - tanto o salmo como o evangelho e uma das leituras fala em nao "sermos preguiçosos" trabalharmos e fazer render aquilo que nos é dado - que me parece que este trabalho subentende-se como passar a palavra de Deus, multiplicá-la e praticar o bem...

assim sendo:

Entrada - Chamamento 7

Kyrie - Somos o teu povo 9

Aleluia - Quero sempre viver 14

Ofertorio - Para Alem 14

Santo - Rising sun 4

Pai Nosso - Todo o Mundo 8

Cordeiro - Proclama o teu Senhor 6

Comonhão - Grão de Trigo 13

Acção de Graças - Ser 26

Final - Dar Mais Of 5

Rute»


Beijos e abraços

Até Sabado

Luisa


2011/11/04

«(...) vigiai, porque não sabeis o dia nem a hora»

Tempo Comum XXXII

LEITURA I - Sab 6, 12-16

Deus encontrar-Se-á finalmente da maneira mais completa e perfeita, quando o Senhor vier no fim dos tempos. O tempo de espera, neste mundo, desse momento pode parecer-nos longo demais, e, por vezes, desanimamos ou até nos esquecemos de estar à espera dele. Por isso, temos necessidade de passar a vida, como numa longa vigília, acolhendo a Sabedoria que nos procura e nos conduzirá a Deus.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 62 (63), 2.3-4.5-6.7-8 (R. 2b)
Refrão: A minha alma tem sede de Vós, meu Deus. Repete-se

LEITURA II – Forma longa 1 Tes 4, 13-18

Viver em união com Jesus é a garantia de viver eternamente unidos a Deus; a morte que Jesus sofreu é a fonte da vida gloriosa, da ressurreição, para Ele e para todos os que vivem unidos a Ele.

EVANGELHO - Mt 25, 1-13

Com a parábola das dez virgens, Jesus quer incutir-nos a coragem para esperarmos, sem desfalecimento, o dia da sua vinda, ao mesmo tempo que nos ensina a estar de vigia, preparados para ir ao seu encontro. A lâmpada acesa é, para nós, sinal da fé e da vigilância.

Cânticos para sábado
Entrada - O Reino de Deus (taizé-4)
Kyrie- P'ra fazer do mundo um lugar melhor (K4)
Aleluia- Nada nos separará (Al. 13)
Ofertório - Entrega (Of 6)
Santo - Santo de alcantara ou Santo (of the risng sun) (st 4)
Pai Nosso - Tu que estás (PN 4)
Cordeiro - Cordeiro de Deus - lento (cord.3)
Comunhão - O Sr. é meu Pastor (Com. 7)
Acção de Graças - Nada te turbe (AG 16)

Final - Estrela Polar

 


Beijos e abraços
Luisa

2011/10/28

"Quem se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado"


Tempo Comum XXXI


LEITURA I - Mal 1, 14b – 2, 2b.8-10

Foi sempre exigente a Palavra de Deus para com aqueles que mais de perto se consagram a Ele e se entregam ao seu serviço. Ela exige sobretudo que eles sejam leais uns para com os outros, porque somos todos membros da mesma Aliança com Deus. Assim o Senhor o dizia pela palavra do Profeta, já no Antigo Testamento.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 130 (131), 1.2.3

Refrão: Guardai-me junto de Vós, na vossa paz, Senhor. Repete-se
Ou: Guardai-me na vossa paz, Senhor. Repete-se

LEITURA II - 1 Tes 2, 7b-9.13

À pregação, generosa e cheia de afeição, de Paulo na Igreja de Tessalónica correspondeu o acolhimento dos cristãos. E desta atenção mútua nasce a acção de graças, que o Apóstolo faz subir até Deus.

EVANGELHO - Mt 23, 1-12

À ostentação e orgulho dos mestres de Israel Jesus contrapõe a atitude daquele que é seu discípulo, a quem aponta o caminho da simplicidade e da humildade. Os "títulos", se os há, são nomes de serviços, não motivos de vã glória; e sempre exigem e supõem a correspondência leal e fiel entre o que se diz e o que se faz.


Cânticos para amanha

Entrada - Deixa Deus Entrar (10)
Kyrie - Senhor Piedade (5)
Aleluia - Das vozes (1)
Ofertório - Vede Senhor (21)
Santo - Santo Rouqueiro (5)
Pai Nosso - Pai, Tu És Meu Deus (6)
Cordeiro - Cordeiro Vespertino (5)
Comunhão – Só Tu És Meu Redentor (15)
Acção de Graças - Quero Louvar-Te (24)
Final - Sentido para Amar (28)

Beijos e abraços
Luisa

2011/10/19

"Não tenhais medo! Abri antes, ou melhor, escancarai as portas a Cristo!"


Tempo Comum XXX  

LEITURA I - Ex 22, 20-26

O amor de Deus concretiza-se logo no amor do próximo. Esta leitura assinala algumas situações particularmente exigentes, onde se há-de tornar concreto este amor do próximo. A primeira expressão do amor ao próximo é a justiça, sem a qual não há caridade. E não se perca de vista que este texto é do Antigo Testamento, ainda anterior ao próprio Evangelho.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 17 (18), 2-3.7.47.51ab (R. 2)

Refrão: Eu Vos amo, Senhor: sois a minha força. Repete-se

LEITURA II - 1 Tes 1, 5c-10

Esta leitura é como que um certificado de vida cristã, passado pelo Apóstolo à sua querida comunidade de Tessalónica, e que poderá servir de modelo e estímulo a outras Igrejas. Assim ela sirva ainda hoje para a nossa comunidade.

EVANGELHO - Mt 22, 34-40

Uma pergunta frontal posta a Jesus, embora com má intenção, foi ocasião para o Senhor afirmar, de maneira solene e inequívoca, a verdadeira hierarquia dos valores à luz de Deus: o mandamento fundamental é o do amor a Deus e ao próximo. Ao ser interrogado sobre qual era o maior mandamento, Jesus acrescenta também qual é o segundo, não fosse julgar-se que, ao pretender amar-se a Deus, se poderia humilhar o próximo, como parece ter sido intenção daquele que O interrogou.

Cânticos
 


Entrada - Em nome do Pai
Kyrie - Senhor, que vieste
Aleluia - Aleluia Israel
Ofertório - Eu te amo
Santo - Santo I
Pai Nosso - Pai Nosso, Tu que estás
Cordeiro - Cordeiro de Deus [lento]
Comunhão – Como o Pai me Amou
Acção de Graças - Nada Temo
Final - Emanuel

João Paulo II - 22 Outubro
Nota Histórica
Carlos José Wojtyła nasceu em 1920 no lugar de Wadowice na Polónia. Ordenado sacerdote, continuou os seus estudos teológicos em Roma, depois dos quais regressou ao seu país onde exerceu diversos cargos pastorais e universitários. Foi nomeado bispo auxiliar de Cracóvia, e em 1964 Arcebispo do mesmo lugar. Tomou parte no Concílio Ecuménico Vaticano II. Eleito Papa a 16 de Outubro de 1978, com o nome de João Paulo II, distinguiu-se pela extraordinária solicitude apostólica, em particular para com as famílias, os jovens e os doentes, o que o levou a realizar numerosas visitas pastorais a todo o mundo. Entre os muitos frutos mais significativos deixados em herança à Igreja, destaca-se o seu riquíssimo Magistério e a promulgação do Catecismo da Igreja Católica e do Código de Direito Canónico para a Igreja latina e oriental. Morreu piedosamente, em Roma, a 2 de Abril de 2005, na Vigília do II Domingo de Páscoa ou da Divina Misericórdia.
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Da homilia do beato João Paulo II, papa, no início do seu pontificado

(22 de Outubro de 1978: A.A.S. 70 [1978], pp. 945-947)
Não tenhais medo! Abri as portas a Cristo!

Pedro veio para Roma! E o que foi que o guiou e o conduziu para esta Urbe, o coração do Império Romano, senão a obediência à inspiração recebida do Senhor? Talvez aquele pescador da Galileia nuca tivesse tido vontade de vir até aqui. Talvez tivesse preferido permanecer, lá onde estava, nas margens do lago da Galileia, com a sua barca e com as suas redes. Mas, guiado pelo Senhor e obediente à sua inspiração, chegou até aqui!

Segundo uma antiga tradição, durante a perseguição de Nero, Pedro teria tido vontade de deixar Roma. Mas o Senhor interveio: veio ao seu encontro. Pedro, dirigindo-se ao Senhor perguntou: "Quo vadis, Domine?” (Aonde vais, Senhor?). E o Senhor imediatamente lhe respondeu: "Vou para Roma, para ser crucificado pela segunda vez". Pedro voltou então para Roma e aí permaneceu até à sua crucifixão.

O nosso tempo convida-nos, impele-nos e obriga-nos a olhar para o Senhor e a imergir-nos numa humilde e devota meditação do mistério do supremo poder do mesmo Cristo.
Aquele que nasceu da Virgem Maria, o filho do carpinteiro – como se considerava –, o Filho de Deus vivo, como confessou Pedro, veio para fazer de todos nós “um reino de sacerdotes” .

O Concílio do Vaticano II recordou-nos o mistério deste poder e o facto de que a missão de Cristo – Sacerdote, Profeta, Mestre e Rei – continua na Igreja. Todos, todo o Povo de Deus participa desta tríplice missão. E talvez que no passado se pusesse sobre a cabeça do Papa o trirregno, aquela tríplice coroa, para exprimir, mediante tal símbolo, que toda a ordem hierárquica da Igreja de Cristo, todo o seu "sagrado poder" que nela é exercido não é mais do que serviço; serviço que tem uma única finalidade: que todo o Povo de Deus participe desta tríplice missão de Cristo e que permaneça sempre sob a soberania do Senhor, a qual não tem as suas origens nos poderes deste mundo, mas sim no Pai celeste e no mistério da Cruz e da Ressurreição.

O poder absoluto e ao mesmo tempo doce e suave do Senhor corresponde a quanto é o mais profundo do homem, às suas mais elevadas aspirações da inteligência, da vontade e do coração. Esse poder não fala com a linguagem da força, mas exprime-se na caridade e na verdade.

O novo Sucessor de Pedro na Sé de Roma eleva, neste dia, uma prece ardente, humilde e confiante: “Ó Cristo! Fazei com que eu possa tornar-me e ser sempre servidor do teu único poder! Servidor do teu suave poder! Servidor do teu poder que não conhece ocaso!
Fazei com que eu possa ser um servo! Mais ainda: servo de todos os teus servos.”
Irmãos e Irmãs! Não tenhais medo de acolher Cristo e de aceitar o Seu poder!

Ajudai o Papa e todos aqueles que querem servir Cristo e, com o poder de Cristo, servir o homem e a humanidade inteira!

Não tenhais medo! Abri antes, ou melhor, escancarai as portas a Cristo! Ao Seu poder salvador abri os confins dos Estados, os sistemas económicos assim como os políticos, os vastos campos de cultura, de civilização e de progresso! Não tenhais medo! Cristo sabe bem "o que está dentro do homem". Somente Ele o sabe!

Hoje em dia é frequente o homem não saber o que traz no interior de si mesmo, no mais íntimo da sua alma e do seu coração, Frequentemente não encontra o sentido da sua vida sobre a terra. Deixa-se invadir pela dúvida que se transforma em desespero. Permiti, pois – peço-vos e vo-lo imploro com humildade e com confiança – permiti a Cristo falar ao homem. Somente Ele tem palavras de vida; sim, de vida eterna.

Informação retirada do Secretariado Nacional de Liturgia

Muito Importante!!

Neste Domingo – 23 de Outubro – pelas 21h00 vai realizar-se um convívio no salão da Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Ajuda. O convívio tem como objectivo agradecer a presença do Padre Abel na nossa comunidade e sobretudo ouvirmos o seu testemunho em relação ao trabalho que tem desenvolvido pelas crianças e escolas de Huambo, Angola. De certeza que sairemos mais ricos depois de escutarmos a sua experiência.
"Ainda no Domingo, o Padre Abel presidirá à Eucaristia das 11h, o que será a sua última cerimónia dominical na Paróquia da Ajuda. Como seria bom termos uma assembleia numerosa...
Em ambos os momentos estarão presentes o Sr. Prior e o novo vigário paroquial. Será a forma ideal de acolher o novo presbítero na comunidade".



Nem acredito que já se passaram dois anos! É verdade o que dizem... quando nos sentimos bem com alguêm o tempo passa a voar!
Em nome do Coro Vespertino, deixo neste espaço, um sincero agradecimento pelas palavras carinhosas, pelo incentivo, pelo amor, pela partilha, pelo sorriso humilde e verdadeiro. Obrigada Padre Abel!

Beijos e abraços
Luisa

2011/10/14

"... dai-nos a graça de consagrarmos sempre ao vosso serviço,a dedicação da nossa vontade, e a sinceridade do nosso coração..."


Tempo Comum XXIX  

LEITURA I - Is 45, 1.4-6

O Evangelho de hoje vai afirmar a relação entre o poder temporal e o poder espiritual. Mas Deus é Senhor de todos os homens, e nada nem ninguém é autónomo em relação a Ele. Deus realiza os seus desígnios, que são sempre de salvação, através dos homens e das instituições humanas, por vezes até de maneira muito clara, como se mostra nesta leitura: o rei da Pérsia, Ciro, um pagão, é instrumento de Deus para a libertação do seu povo.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 95 (96), 1.3.4-5.7-8.9-10a.c (R. 7b)


Refrão: Aclamai a glória e o poder do Senhor. Repete-se

LEITURA II - 1 Tes 1, 1-5b

Começamos hoje a leitura da primeira epístola aos Tessalonicenses, a comunidade cristã existente na cidade de Tessalónica (ou Salónica), no norte da Grécia. Como de costume, S. Paulo começa com uma acção de graças, hoje, por verificar o progresso espiritual desses cristãos. Como podemos observar, os Apóstolos pregavam e escreviam como verdadeiros mestres e pastores, e não apenas como moralistas ou legisladores. E sempre será esta a verdadeira finalidade da pregação na Igreja: levar os seus filhos a crescerem nos caminhos do reino de Deus, o que é para ela fonte de alegria e de acção de graças.

EVANGELHO - Mt 22, 15-21

Perante o poder temporal, aqui representado por César, o imperador de Roma – que ao tempo de Jesus imperava também na Terra Santa – a atitude de Jesus é de respeito pela sua autonomia, mas reivindica, ao mesmo tempo, as exigências primordiais do serviço de Deus, às quais nada se pode antepor. E, ao mesmo tempo, denuncia a falta de sinceridade dos que O interrogavam; sem ela, ninguém se poderá dirigir a Deus.

E cantamos dando graças...

Entrada – É impossivel
Kyrie – Somos o Teu Povo

Aclamação do evangelho – Quando estamos Unidos
Ofertório – Passam os dias

Santo – Ao Senhor Nosso Deus
Pai-Nosso – Dó Maior
Cordeiro– Cordeiro de Deus V
Comunhão – Deus de Amor
Acção de graças – Só por Ti Jesus
Final – Louvado sejas
Beijos e abraços
Luisa



2011/10/06

"Na ver­dade, muitos são os chamados, mas poucos os esco­lhidos"


Tempo Comum XXVIII
LEITURA I - Is 25, 6-10a

O banquete é, com frequência, na Sagrada Escritura, figura da reunião dos homens no reino de Deus. Assim como também hoje se lê em Isaías, aí o banquete é o lugar de encontro de todos os povos, todos eles chamados à comunhão na montanha onde o Senhor habita, o Monte Sião, figura da Igreja de Cristo.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 22 (23), 1-3a.3b-4.5.6 (R. 6cd)
Refrão: Habitarei para sempre na casa do Senhor. Repete-se

O Senhor é meu pastor: nada me falta.
Leva-me a descansar em verdes prados,
conduz-me às águas refrescantes
e reconforta a minha alma. Refrão

Ele me guia por sendas direitas
por amor do seu nome.
Ainda que tenha de andar por vales tenebrosos,
não temerei nenhum mal, porque Vós estais comigo:
o vosso cajado e o vosso báculo
 me enchem de confiança. Refrão

Para mim preparais a mesa
à vista dos meus adversários;
com óleo me perfumais a cabeça
e o meu cálice transborda. Refrão

A bondade e a graça hão-de acompanhar-me
todos os dias da minha vida,
e habitarei na casa do Senhor
para todo o sempre. Refrão

LEITURA II - Filip 4, 12-14.19-20

A experiência da prisão serviu a São Paulo para ele sentir mais profundamente que Cristo era tudo na vida; e por isso, ao mesmo tempo que agradece aos destinatários da sua carta o que eles lhe tinham enviado, afirma que em Cristo encontra toda a sua força e confiança.

EVANGELHO – Forma longa Mt 22, 1-14
Uma vez mais, a parábola do banquete serve para simbolizar o reino de Deus. Jesus anuncia aos seus ouvintes que o Evangelho, por eles rejeitado, vai ser anunciado a outros, e, destes, muitos o hão-de aceitar. Não é já a raça de Abraão segundo a carne que há-de encher a sala do banquete, mas todos aqueles que, pela fé, se hão-de tornar filhos de Abraão. A todos os povos se abrem as portas do reino dos Céus.

Cânticos para a celebração do nosso Aniversário

Entrada - Parabola - 22
Kyrie - Pra Fazer do Mundo um Lugar Melhor - 4
Aleluia - Nada nos Separará - 13
Ofertório - Oração de Santo Inácio - 13
Santo - Roqueiro - 5
Pai Nosso - Vespertino - 5
Cordeiro - Vespertino - 5
Comunhão - Somos Escolhidos - 14
Acção de Graças - Acção de Graças - 1
Final - Guia - 14

Não te esqueças e vem festejar connosco!
Em comunhão na missa vespertina!

Beijos e abraços
Luisa