Missa das 19h de Sábado, na Igreja Paroquial da Nossa Senhora da Ajuda em Lisboa

"Com música, com o nosso sentir cristão, com notas que deixamos hoje, aqui, para vós!"

www.vespertino.org

2015/05/29

VISITAÇÃO DE NOSSA SENHORA



Santíssima Trindade

  
LEITURA I - Deut 4, 32-34.39-40

Manifestando-Se a Moisés, Deus dá-Se a conhecer como criador, como Aquele que é o Santíssimo. Mas, ao mesmo tempo, este Deus, criador e transcendente, revela-Se como muito próximo do homem, a quem dirige a Sua palavra e por quem se interessa. Sem renunciar à Sua infinita grandeza, Ele procura, incessantemente, estabelecer relações de amizade com o homem, de tal modo que a história das relações entre Deus e a humanidade é um contínuo convite ao diálogo.Tomar consciência deste amor de Deus, viver segundo as suas exigências é encontrar a verdadeira felicidade e aquela vida que não morre.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 32 (33), 4-5.6.9.18.19.20.22 (R. 12b)

Refrão: Feliz o povo que o Senhor escolheu para sua herança. Repete-se

LEITURA II - Rom 8, 14-17

O homem nunca teria a ousadia de chamar a Deus seu Pai se Jesus o Filho de Deus feito Homem, nos não tivesse ensinado a tratá-l’O assim tão familiarmente. Foi, na verdade, Jesus que, depois de nos ter revelado a bondade de Deus, nos tornou Seus filhos, ao dar-nos o Seu Espírito, pelo Qual nos unimos, vitalmente, a Deus. Filhos de Deus, em Jesus Cristo, herdeiros, com Ele, do mundo novo, em que Deus será tudo em todos, somos, realmente, homens livres! O temor, que caracterizava as relações entre Deus e o homem, foi substituído em nós pelo amor filial.

EVANGELHO - Mt 28, 16-20

Antes de voltar para o Pai, Cristo Ressuscitado transmite à Sua Igreja, representada pelos Apóstolos, os Seus mesmos poderes tornando-a assim continuadora da Sua missão.
Enviados para todos os povos do mundo, os Apóstolos anunciarão, por toda a parte, que Jesus continua vivo e deseja que todos os homens participem da vida do Pai, do Filho e do Espírito Santo, mediante a fé e o Baptismo. Assistidos por Jesus, presente na Sua Igreja, ao longo da história, ensinarão os homens a amar a Deus e os irmãos, mostrando-se, desse modo, discípulos de Jesus.

Cânticos

Entrada - É impossível
Kyrie - Pai de Infinita bondade
Aclamação da Palavra - Canto Aleluia ao Senhor
Ofertório - Consagração a Nossa Senhora II
Santo - Santo de Alcântara
Pai Nosso - Pai nosso, Tu que estás
Cordeiro - Cordeiro de Deus Alegro
Comunhão - Se o grão de trigo
Acção de Graças - Tu és a água viva ou Chamarás
Final - Busco Maria

«Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos»

2015/05/21

«(…) Em cada um se manifestam os dons do Espírito para o bem comum»


Pentecostes

LEITURA I - Actos 2, 1-11

De harmonia com a promessa de Jesus, o Espírito Santo, manifestando a Sua presença sob os sinais sensíveis do vento e do fogo, desce sobre os Apóstolos, transforma-os totalmente e consagra-os para a missão, que Jesus lhes confiara.
Com este Baptismo no Espírito Santo, nascia assim, oficialmente, a Igreja. Nesse dia, homens separados por línguas, culturas, raças e nações, começavam a reunir-se no grande Povo de Deus num movimento que só terminará com a Vinda final de Jesus.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 103 (104), 1ab e 24ac.29bc-30.31.34 (R. 30)

Refrão: Enviai, Senhor, o vosso Espírito e renovai a face da terra. Repete-se
Ou: Mandai, Senhor o vosso Espírito, e renovai a terra. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

LEITURA II - 1 Cor 12, 3b-7.12-13

O Espírito Santo é «a alma da Igreja». É Ele que dá aos Apóstolos a perfeita compreensão do Mistério Pascal e os leva a anunciar a Ressurreição a todos os homens, sem excepção. É por Ele que nós acreditamos que Jesus é Deus e essa nossa fé se mantém. É Ele que enriquece o Corpo Místico com dons e carismas, numa grande variedade de vocações, ministérios e actividades. É Ele que, ao mesmo tempo que nos distingue, dando-nos uma personalidade própria dentro da Igreja, nos põe em comunhão uns com os outros, de tal modo que a diversidade não destrói a unidade.

EVANGELHO - Jo 20, 19-23

Com a Páscoa, inicia-se a nova Criação. E, como na primeira, também agora o Espírito Santo está presente, a insuflar aos homens, mortos pelo pecado, a vida nova do Ressuscitado. Jorrando do Corpo glorificado de Cristo, em que se mantêm as cicatrizes da Paixão, o Sopro purificador e recriador do mesmo Deus, comunica-se aos Apóstolos. Apodera-se deles, a fim de que possam prolongar a obra da nova Criação, e assim a humanidade, reconciliada com Deus, conserve sempre a paz alcançada em Jesus Cristo.

Cânticos

Entrada – Em nome do Pai;
Kyrie – JCS;
Aclamação da Palavra – Nada nos separara;
Ofertório – Dar mais;
Santo – Santo (bonito);
Pai Nosso – Pai Nosso Vespertino;
Cordeiro – Vespertino;
Comunhão – Somos escolhidos;
Acção de Graças – Espirito de Amor;
Final – Sentido para Amar;

2015/05/15

«(…) mas recebereis a força do Espírito Santo, que descerá sobre vós, e sereis minhas testemunhas.»


Ascensão

LEITURA I - Actos 1, 1-11
A Ascensão de Jesus é a última aparição do Ressuscitado que não só dá testemunho da verdade da Ressurreição, como faz compreender que Jesus vive agora na glória do Pai. A Ascensão manifesta assim o sentido pleno da Páscoa: depois de destruir o pecado e a morte com a sua Morte e Ressurreição, Jesus Cristo introduz o homem, que tinha assumido na Encarnação, na glória de seu Pai. O livro dos Actos dos Apóstolos, que apresenta a vida dos primeiros dias da Igreja, começa pela Ascensão do Senhor; assim nos é dado a compreender que a Igreja continua agora a presença de Jesus entre os homens, até que Ele venha, de novo, no fim dos tempos, para pôr o termo à história e nos sentar consigo à direita do Pai.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 46 (47), 2-3.6-7.8-9 (R. 6)
Refrão: Por entre aclamações e ao som da trombeta, ergue-Se Deus, o Senhor. Repete-se
Ou: Ergue-Se Deus, o Senhor, em júbilo e ao som da trombeta. Repete-se

LEITURA II - Ef 1, 17-23
Sentando-se à direita do Pai, Jesus introduz a humanidade na comunhão definitiva com Deus. É este o fruto do seu sacrifício na Cruz, a comunhão com o Pai, e é a esperança de todos os que n’Ele crêem.

EVANGELHO - Mc 16, 15-20
Pela sua Encarnação o Filho de Deus desceu do Céu, fez-se homem, assumindo assim a condição de servo, e humilhou-Se ainda mais, obedecendo até à morte e morte de cruz; mas por isso Deus O exaltou, ressuscitando-O de entre os mortos e fazendo-O participar da sua glória, sentando-O à sua direita e dando-Lhe o nome que está acima de todos os nomes, o nome divino de Senhor: à humilhação na sua vida mortal corresponde agora a exaltação, que na Ascensão claramente se manifesta e nos milagres que se lhe hão-de seguir na vida da Igreja.


Cânticos
Entrada - Falar de Ti
Kyrie - Somos o teu povo
Aleluia – A Palavra é Deus em nós
Ofertório – Não levo alforge
Santo – Santo, Santo
Pai Nosso – Junto ao Mar
Cordeiro - Proclama o Teu Senhor
Comunhão - Somos Escolhidos/Para a frente
Acção de Graças - Maravilhas fez em mim
Final – Passo a Passo

2015/05/07

« (…) porque Deus é amor»


Páscoa VI

LEITURA I - Actos 10, 25-26.34-35.44-48
Nesta leitura contam-se os primeiros frutos da pregação do Evangelho entre os pagãos. A conversão e o baptismo do oficial do exército romano, de nome Cornélio, fez compreender aos primeiros cristãos, e particularmente ao próprio S. Pedro, que a graça de Jesus Cristo, anunciada no Evangelho, se destina a todos os homens, porque Deus a todos quer chamar à fé e à conversão.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 97 (98), 1.2-3ab.3cd-4 (R. cf. 2b)
Refrão: O Senhor manifestou a salvação a todos os povos. Repete-se
Ou: Diante dos povos manifestou Deus a salvação. Repete-se

LEITURA II - 1 Jo 4, 7-10
A revelação última de Deus ao homem é a de que Ele é amor. E o testemunho de que é assim é o facto de Ele nos ter enviado o seu Filho, para que, por Ele, nos tornássemos filhos de Deus. Nesta fraternidade divina só o amor pode ser o móbil de toda a actividade entre os irmãos.

EVANGELHO - Jo 15, 9-17
Deus é amor. Ele revelou-Se como tal, principalmente ao dar-nos o seu Filho, Jesus, como nosso Salvador. A Igreja, que é o corpo de Jesus e a sua presença sobre a terra, tem como lei fundamental a lei do amor; tendo amor uns aos outros, os cristãos manifestam em si a própria vida de Deus, ao mesmo tempo que a comunicam.

Cânticos
Entrada - Deus é Amor (T. 5)
Kyrie - Senhor Piedade (6)
Aclamação da Palavra - Aleluia Gospell (4)
Ofertório - Chamarás (4)
Santo - Rising Sun (4)
Pai Nosso - Todo o Mundo (8)
Cordeiro - Cordeiro de Deus lento (3)
Comunhão - Como o Pai me amou (2)
Acção de Graças - Graças Senhor (12)
Final - Chamamento (E. 7)

2015/05/02

«Caríssimos, se o coração não nos acusa, tenhamos confiança diante de Deus…»


Páscoa V

LEITURA I - Actos 9, 26-31
A conversão de Saulo, que depois adoptou o nome de Paulo, é momento decisivo na história da expansão do Evangelho. Uma vez tornado discípulo de Jesus, junta-se aos que já o eram há mais tempo, não sem que estes, a princípio, mostrassem reservas a seu respeito, tal era a fama que corria acerca do perseguidor da nova religião. Mas, apesar da perseguição de certos, a Igreja ia-se edificando, pois que o Senhor Jesus era a sua pedra fundamental e o Espírito Santo a alma que a animava.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 21 (22), 26b-27.28.30.31-32 (R. 26a)
Refrão: Eu Vos louvo, Senhor, na assembleia dos justos. Repete-se
Ou: Eu Vos louvo, Senhor, no meio da multidão. Repete-se

LEITURA II - 1 Jo 3, 18-24
A verdade de que fala a leitura engloba a fé e o amor, que tornam o homem amigo de Deus e dão paz ao coração. E estas virtudes não são apenas atitudes que residam na intenção e boa vontade, mas princípio activo que leva a realizar as próprias obras de quem crê e ama. Assim se entra em comunhão com Deus e se vive n’Ele e Ele vive em nós.

EVANGELHO - Jo 15, 1-8
A comparação entre o povo de Deus e a vinha é tradicional na Sagrada Escritura. Mas aqui é o próprio Jesus que Se apresenta como a videira, e aos seus discípulos como as varas da mesma. Tal comparação sublinha a identidade de vida, que, procedendo de Jesus, vivifica os membros da sua Igreja. Não se trata apenas de união exterior mas de comunhão de vida que d’Ele nos vem.

Cânticos

Entrada - Falar De Ti - 17
Kyrie - Kyrie Eleison - 2
Aleluia - Alé Alé, Aleluia - 1
Ofertório - Eis Aqui Pai - 6
Santo - Ao Senhor Nosso Deus - 1
Pai Nosso - Ao Senhor Nosso Deus - 4
Cordeiro - Cordeiro Vespertino - 5
Comunhão - Como O Pai Me Amou - 2
Acção De Graças - Busco Maria - 6
Final - Boa Noite Maria - 5

2015/04/24

«Eu sou o Bom Pastor. O bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas»


Páscoa IV

LEITURA I - Actos 4, 8-12
As primeiras pregações dos Apóstolos foram o anúncio global de Jesus Cristo e da salvação que Ele traz aos homens. Assim, hoje S. Pedro, aproveitando o ensejo que se lhe oferece quando se vê diante do tribunal judaico, declara, alto e bom som, que Jesus, a quem os homens rejeitaram, é a pedra fundamental da nova humanidade, é o Salvador esperado, a fonte da vida eterna, como o fora já da saúde temporal para o paralítico que Ele tinha acabado de curar.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 117 (118),1 e 8-9.21-23.26.28cd.29 (R. 22)
Refrão: A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se pedra angular. Repete-se
Ou: Aleluia Repete-se

LEITURA II - 1 Jo 3, 1-2
Nós somos filhos de Deus por termos acreditado em Jesus Cristo, seu Filho; mas esta situação só será, para nós, plenamente consciente depois desta vida, como, para Jesus, a glória da divindade só se manifestou plenamente na sua humanidade depois da sua Morte e Ressurreição.

EVANGELHO - Jo 10, 11-18
O tema do Bom Pastor é especialmente próprio do tempo da Páscoa. A afirmação de Jesus de que “o Bom Pastor dá a vida pelas suas ovelhas” tornou-se realmente palpável na sua Morte na cruz. Aí Ele dá a vida, oferece-Se em oblação de amor ao Pai pelos homens. É na cruz que Ele Se revela o Bom Pastor, como é na ressurreição que reconhecemos o fruto desse sacrifício redentor. Por isso, a Páscoa é o tempo particularmente consagrado ao louvor e acção de graças.

Cânticos
Entrada - Quem as mãos estende 28
Kyrie - Pra fazer do mundo um lugar melhor 5
Aleluia - Como a ponte 11
Ofertório - Vasos de barro
Santo - Santo És Tu Senhor 3
Pai Nosso - Do Maior 3
Cordeiro - Cordeiro de Deus 1
Comunhão - O senhor é meu pastor 9
Acção de Graças - Maravilhas fez em mim 15
Final - E a vida não vai parar

2015/04/18

«Vós sois as testemunhas de todas estas coisas»


Páscoa III

LEITURA I - Actos 3, 13-15.17-19
O plano da salvação, traçado por Deus, cumpriu-se em Jesus Cristo, que realizou todas as profecias do Antigo Testamento. Contudo perante o desígnio de Deus, a atitude dos judeus é de incompreensão: do verdadeiro Servo de Deus fizeram o «Servo sofredor». Mas Deus ressuscitou Jesus! Como o prova o milagre, realizado por Pedro antes deste discurso, Ele está vivo e continua a Sua obra de restauração da humanidade. Aqueles que não reconheceram o Messias, quando estava entre eles, têm agora a possibilidade de se converter, pois a Sua acção renovadora continua através dos Sacramentos.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 4, 2.4.7.9 (R. 7a)
Refrão: Fazei brilhar sobre nós, Senhor, a luz do vosso rosto. Repete-se

LEITURA II - 1 Jo 2, 1-5a
Vencer o mal e responder, de modo perfeito, a Deus, é um ideal que ultrapassa as nossas forças. Não devemos, porém, desanimar. Com efeito, Jesus Cristo, para nos livrar do mal, aceitou ser vítima de expiação por todos nós, tornando-se assim o nosso advogado, o nosso intercessor junto do Pai. Só Ele pode fortificar a nossa fé e sustentar a nossa fidelidade. Exige-se-nos apenas que amemos a Cristo, esforçando-nos por traduzir a nossa fidelidade pela observância dos Seus mandamentos.

EVANGELHO - Lc 24, 35-48
Jesus aparece, visivelmente, aos Apóstolos e convida-os a tocarem o Seu corpo glorificado, a fim de que não subsistam dúvidas acerca da realidade corporal da Sua Ressurreição. Ele não é apenas um espírito imortalizado. Ele ressuscitou também no Seu corpo, como o provam as cicatrizes da Paixão e a refeição tomada diante deles. A salvação alcançada por Jesus é, na verdade, total. Não abrange apenas a alma. Também o nosso corpo será glorificado. O que é necessário é que o cristão saiba sempre respeitar o seu corpo. Só assim a renovação iniciada com os Sacramentos se tornará, no futuro, «glória incorruptível».

Cânticos

Entrada - Ressuscitou o Senhor
Kyrie – Somos o teu povo
Aleluia - Cantai aleluias
Ofertório – Não levo alforge
Santo – Senhor, tu És santo
Pai Nosso – Pai Nosso Vespertino
Cordeiro – Proclama o Teu Senhor
Comunhão – Tomo este pão
Acção de graças – Só por ti Jesus
Final – O que importa é amar / Evangelizar

2015/04/10

«Esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé (…) É o Espírito que dá testemunho, porque o Espírito é a verdade»


Páscoa II

LEITURA I - Actos 4, 32-35

Os primeiros cristãos viviam, intensamente, o mandamento do amor, que Jesus lhes tinha deixado. Este amor, porém, não era um simples sentimento a uni-los na comunhão dos mesmos ideais. Era uma força, que os impelia a porem em comum os seus bens, por sua livre iniciativa, sem qualquer imposição externa de tal modo que, na comunidade cristã, não existia miséria material ou espiritual, que não fosse socorrida pelos irmãos. A comunidade dos crentes era assim um sinal muito claro de Jesus Ressuscitado.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 117 (118), 2-4.16ab-18.22-24 (R. 1)

Refrão: Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom, porque é eterna a sua misericórdia. Repete-se

Ou: Aclamai o Senhor, porque Ele é bom: o seu amor é para sempre. Repete-se

Ou: Aleluia. Repete-se

LEITURA II - 1 Jo 5, 1-6

Ser cristão não é apenas aceitar a mensagem de Jesus como a mais bela de todas. A fé cristã é, antes de tudo, uma adesão pessoal a Jesus Cristo. É crer que Ele é um Homem em carne e osso, ligado à nossa história, mas é também o Messias, isto é Aquele em quem se cumprem as promessas de Deus à Humanidade, como é igualmente o Filho de Deus. Por esta fé, baseada em Jesus Cristo, Messias e Filho de Deus que, pela Sua Morte e Ressurreição, nos introduziu numa relação pessoal com Deus e nos estabeleceu em comunhão com os homens, nós participamos da Sua vitória sobre o mal.

EVANGELHO - Jo 20, 19-31

Com a Ressurreição, começou um novo modo de existência para Jesus Cristo. A partir desse momento, já não será mais possível conhecê-l’O através dos meios humanos. Tem que se passar da visão à fé. Será ela que nos permitirá «ver» Cristo Ressuscitado nos Seus sacramentos e na vida da Sua Igreja. Aqueles, porém, que crêem no Filho de Deus, sem O ver, sem O tocar, sem discutir, serão tão felizes como aqueles que foram testemunhas oculares da Sua glória de Ressuscitado.

Cânticos

Entrada - É Impossível  
Kyrie - P'ra fazer do mundo um lugar melhor
Aclamação da Palavra - Aleluia, quando estamos unidos
Ofertório – Vasos de Barro
Santo – Santo, Santo
Pai Nosso – Senhor Aceita
Cordeiro - Allegro
Comunhão – Ele está vivo
Acção de Graças – Espirito de Amor
Final – Somos testemunhas (Ele está aqui)

 

 
Festival Vicarial da Canção Cristã - Externato S. José - pelas 21h do dia 11 de Abril.

2015/03/27

«Todas as manhãs Ele desperta os meus ouvidos, para eu escutar, como escutam os discípulos»


Semana Santa

Leitura I - Is. 50, 4-7

Esta leitura é um dos chamados “Cânticos do Servo do Senhor”. Este Servo revela-se plenamente em Jesus, na sua Paixão: Ele escuta a palavra do Pai e responde-lhe cheio de confiança, oferecendo-Se, em obediência total, pela salvação dos homens.

SALMO RESPONSORIAL Sal. 21 (22), 8-9.17-18a.19-20.23-24 (R. 2a)

Refrão: Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes? Repete-se

LEITURA II - Filip 2, 6-11

Esta leitura é também um cântico, mas agora do Novo Testamento, muito provavelmente em uso nas primitivas comunidades cristãs. Nele é celebrado o Mistério Pascal: Cristo fez-Se um de nós, obedeceu aos desígnios do Pai e humilhou-Se até à morte, e foi, por isso, exaltado até à glória de “Senhor”, que é a própria glória de Deus.

Evangelho – forma longa Mc 14, 1 – 15, 47

O Evangelho de São Marcos é o mais antigo, porque escrito antes dos outros, e é também o mais breve, não só na história da Paixão como em todo ele. Este evangelista aponta com bastante realismo alguns episódios fruto de especial observação de situações particulares e até pitorescas, como a que envolve o servo do sumo sacerdote aquando da prisão de Jesus.

Cânticos

Entrada- saudai o senhor (E 21) - para a procissão de entrada... Se for preciso outro para além deste fica o " guardião"
Kyrie - Pois pecamos contra Vós (k 4)
Aclamação da Palavra - Falai (a 13)
Ofertório - Senhor aqui nos tendes (o 21)
Santo - Santo (rising sun) (St 4)
Pai Nosso - Pai, Tu és meu Deus (PN 6)
Cordeiro – Cordeiro de Deus (lento) (cd 3)
Comunhão - Eu desejei ardentemente (c 5)
Acção de Graças - Na chuva (AG 16)
Final - Senhor, Tu que brilhas (AG 28)

2015/03/19

«Se o grão de trigo, lançado à terra, morrer, dará muito fruto»


Quaresma V
 
LEITURA I - Jer 31, 31-34
 
Ao longo de toda a História da Salvação, Deus, para levar os homens a estabelecerem com Ele relações pessoais, foi concluindo alianças com o Povo de Israel, através de homens extraordinários, que servem de mediadores. À humanidade decaída pelo pecado, que «vivia no terror dos deuses e do destino implacável». Deus ia assim revelando o Seu amor e os Seus desígnios de salvação.
Estas alianças, porém, eram provisórias, particulares, acompanhadas de promessas de carácter material e ligadas a um povo. Preparavam e conduziam a uma aliança nova, espiritual, definitiva e universal, que pela primeira vez, o profeta Jeremias anuncia ao Povo de Deus.
 
SALMO RESPONSORIAL Salmo 50 (51), 3-4.12-13.14-15 (R. 12a)
 
Refrão: Dai-me, Senhor, um coração puro. Repete-se
 
LEITURA II - Hebr 5, 7-9
 
A Aliança anunciada por Jeremias, veio a realizar-se pelo mais perfeito dos mediadores – Jesus Cristo, Filho de Deus e irmão dos homens, segundo a natureza humana por Ele assumida.
Porque, foi sancionada com o Seu Sangue, no Sacrifício Pascal, («a nova Aliança no meu Sangue»), Jesus não é apenas o Mediador, mas a própria Aliança: Ele estabeleceu a comunhão perfeita dos homens com Deus.
Realidade definitiva, esta é a Aliança nova. Mas é também eterna. Não há necessidade de se repetir, como as antigas. Pela Eucaristia, feita em Sua Memória (I Cor. 11, 25), como Ele ordenou, a Aliança do Calvário torna-se presente em todos os lugares e tempos. Participando nela, com fé, os fiéis unem-se ao Mistério da nova e eterna Aliança, recebem a salvação preparada no Antigo Testamento e que será consumada pela vinda gloriosa de Cristo.
 
EVANGELHO - Jo 12, 20-33
 
Só morrendo é que a semente dá origem a uma vida nova, revelando assim a sua maravilhosa fecundidade.
Também para Jesus a morte é semente de uma vida maravilhosamente nova e fecunda. Graças à Sua morte redentora, os benefícios da salvação são, com efeito, comunicados a todos os homens, judeus ou pagãos. A Sua morte é a conclusão da Sua missão é, por isso, a hora da Sua glorificação.
Aceitando voluntariamente a morte, em filial e amorosa obediência ao Pai e aos Seus planos de salvação, Jesus «deu-nos a vida imortal».
 
 
Cânticos
 
Entrada - Deixa Deus Entrar (10)
Kyrie - Pai de Infinita Bondade (3)
Aclamação do Evangelho - Canto Aleluia ao Senhor (Louvor e Glória a Vós Senhor) (10)
Ofertório - Para Além (15)
Santo - Santo I (7)
Pai Nosso - Pai Nosso (Dó Maior) (3)
Cordeiro de Deus - Cordeiro de Deus I (1)
Comunhão - Se o Grão de Trigo (15)
Acção de Graças - Acção de Graças (1)
Final - Emanuel (Entrada - 13)