Missa das 19h de Sábado, na Igreja Paroquial da Nossa Senhora da Ajuda em Lisboa

"Com música, com o nosso sentir cristão, com notas que deixamos hoje, aqui, para vós!"

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2014/01/11

Baptismo do Senhor


 
 
 
 
 
Deus eterno e omnipotente,
que proclamastes solenemente a Cristo como vosso amado Filho
quando era baptizado nas águas do rio Jordão
e o Espírito Santo descia sobre Ele,
concedei aos vossos filhos adoptivos,
renascidos pela água e pelo Espírito Santo,
a graça de permanecerem sempre no vosso amor.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


LEITURA I - Is 42, 1-4.6-7

A figura misteriosa do Servo do Senhor, que, através dos séculos, alimentou a fé de Israel, alcançará o seu pleno cumprimento em Jesus Cristo. Ele é o Servo, não só porque entra na linha dos grandes servos, como Moisés e os Profetas, mas sobretudo porque Ele foi o único que pôde propor a todos os homens um SIM filial e absoluto ao Pai. E o Baptismo no Jordão significa a Sua unção como Servo, como «Filho muito amado», e Salvador dos homens.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 28 (29), 1a.2.3ac-4.3b.9b-10 (R. 11b)

Refrão: O Senhor abençoará o seu povo na paz. Repete-se

LEITURA II Actos 10, 34-38


S. Pedro proclama, em casa do centurião Cornélio, a Boa Notícia da Salvação e o primeiro grupo de pagãos, aceita pela Fé a mensagem que lhes é dirigida, quebrados os laços do passado pelo arrependimento e recebido o Baptismo, entra na Igreja, que começa assim a expandir-se para além das fronteiras do Judaísmo.
A manifestação do Espírito Santo, que acompanha o Baptismo, é sinal de que junto de Deus não há discriminação de qualquer género, por todos são chamados a incorporar-se em Cristo pelo Baptismo, integrando-se na grande família de Deus.

EVANGELHO - Mt 3, 13-17

Confundindo-se com os pecadores do Seu tempo, Jesus submete-se ao baptismo de penitência de João, num gesto de humildade, que enche de admiração o Precursor. O Pai, porém, glorifica o Seu Servo, proclamando que ele é o Seu Filho.
A Boa Notícia da salvação, começa pois, com este anúncio solene: Jesus Cristo, é, verdadeiramente, o Filho de Deus.

“Bem vamos focar-nos no tema da água e do baptismo por João!

Cânticos

Entrada - Venham todos
Kyrie - Pai de Infinita bondade
Aleluia - Aleluia Godspell
Ofertório - Paz cá na Terra
Santo - Santo (Rising Sun)
Pai Nosso - Pai Nosso 2
Cordeiro - Proclama o Teu Senhor
Comunhão -  Somos escolhidos
Acção de Graças - Tu és a água viva
Final - Água"

 

2014/01/02

"Olha ao redor e vê: todos se reúnem e vêm ao teu encontro"

DOMINGO DA EPIFANIA DO SENHOR

 
LEITURA I - Is 60, 1-6

Como uma cidade, construída sobre um monte, atrai o olhar de todos, ao ser iluminada pelo sol nascente, assim Jerusalém, iluminada pelo Nascimento de Jesus, atrai a si todos os povos, mergulhados na noite do pecado.
Será, porém, na Igreja, nova Jerusalém, que Deus reunirá todos os homens, para lhes dar a salvação. Será n’Ela que se constituirá, definitivamente, a comunidade dos povos. «A luz dos povos é Cristo – Mas a Sua luz resplandece no rosto da Sua Igreja» (LG. n.° 1). Ela é, na verdade, o sinal e o instrumento de união com Deus e de unidade de todo o género humano.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 71 (72), 2.7-8.10-11.12-13 (R. cf. 11)

Refrão: Virão adorar-Vos, Senhor, todos os povos da terra. Repete-se

LEITURA II - Ef 3, 2-3a.5-6

O universalismo de Isaías era um pouco limitado; os estrangeiros não estavam em posição de igualdade com os filhos de Israel. S. Paulo, descrevendo o plano salvífico de Deus, proclama que todos os homens são chamados, igualmente, a ser herdeiros da Promessa.
Como consequência deste chamamento universal para a Fé, toda a separação, toda a discriminação, introduzidas na humanidade por culturas e civilizações, desaparecem. Todos são chamados a formar o verdadeiro Israel e a constituir um só Corpo – o Corpo Místico de Cristo – restabelecendo-se assim o plano primitivo de Deus acerca da humanidade, que era um projecto de unidade e amor.

EVANGELHO - Mt 2, 1-12

Frente ao mistério do Nascimento de Jesus, S. Mateus procura, sobretudo, contemplá-Lo à Luz do primeiro encontro do mundo pagão com o Salvador, de que os magos são as primícias e os representantes. Sublinhando, de modo expressivo, a universalidade da Mensagem cristã, dirigida a todos os homens, mesmo àqueles que, segundo as concepções estreitas do Judaísmo, viviam fora da Geografia e da História da Salvação, o evangelista mostra como na visita dos Magos, se realizam as profecias do A. T.
Não deixa também de o impressionar, em contraste com o orgulho e cegueira de Herodes e dos sábios de Israel, a boa vontade dos Magos, que, atentos aos sinais dos Tempos, se dispõem a correr a aventura da Fé.

Cânticos

Entrada - Adeste Fideles
Kyrie - Sr. Piedade
Aleluia - Aleluia Israel
Ofertório - Eis aqui Pai
Santo - Santo Alcântara
Pai Nosso - Dó maior
Cordeiro - Vespertino
Comunhão - Tomo este pão
Acção de Graças - Dorme com os anjos
Final - Partiram-se os 3 Reis Magos /Alegrem-se os céus e a terra

Beijos e abraços

Feliz 2014






2013/12/27

SAGRADA FAMÍLIA DE JESUS, MARIA E JOSÉ

Natal

SAGRADA FAMÍLIA DE JESUS, MARIA E JOSÉ

Senhor, Pai santo,
que na Sagrada Família nos destes um modelo de vida,
concedei que, imitando as suas virtudes familiares
e o seu espírito de caridade,
possamos um dia reunir-nos na vossa casa
para gozarmos as alegrias eternas.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco, na unidade do Espírito Santo.


LEITURA I - Sir 3, 3-7.14-17a (gr. 2-6.12-14)

A palavra de Deus faz o elogio da vida familiar. O Filho de Deus, ao fazer-Se homem, quis nascer e viver numa família humana. Foi ela a primeira família cristã, modelo, a seu modo, de todas as demais. O amor de Deus em todos os membros de uma família é condição fundamental para o crescimento, em paz, de todos os que nela nascem e vivem, como no quadro que o sábio nos apresenta nesta leitura.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 127 (128), 1-2.3.4-5 (R. cf. 1)
Refrão: Felizes os que esperam no Senhor e seguem os seus caminhos. Repete-se
Ou: Ditosos os que temem o Senhor, ditosos os que seguem os seus caminhos. Repete-se

LEITURA II - Col 3, 12-21

Desde o princípio que os cristãos compreenderam que a sua fé se deve manifestar em toda a sua vida e muito particularmente na vida de família; esta pode ter sempre diante dos olhos a Sagrada Família de Nazaré, que constituiu a melhor experiência do que devem ser as nossas famílias.

EVANGELHO - Mt 2, 13-15.19-23

A vida da Sagrada Família não foi nada cómoda, mesmo nos seus começos. Aquele que viera ao mundo para morrer na Cruz sentiu logo desde a infância a rejeição dos homens. Mas a mão de Deus estava com Ele. O seu regresso do Egipto retoma a caminhada pascal do antigo povo de Deus, e a sua entrada na Terra Prometida antecipa já o sentido de toda a sua vida: conduzir os homens à Casa do Pai.

Cânticos


Entrada: Cantai que o Salvador nasceu
Kyrie: Kyrie Eleison
Aleluia: Cantai Aleluias
Ofertório: Noite Bela
Santo: Ao Senhor nosso Deus
Pai Nosso: Pai Nosso, Tu que estás
Cordeiro: Proclama o Teu Senhor
Comunhão: Deus de Amor
Acção de Graças: Hino da Caridade
Final: Nazaré Viva/O Menino está dormindo

 

"Jesus, no presépio, é a impossibilidade humana totalmente satisfeita. Aquilo que é o desejo humano mais profundo de Amor e companhia realiza-se naquela Criança, cheia de encanto, Amor feito Carne. Porque o homem não podia "subir", Deus quis "descer": Ele não podia estar sem o homem, em cuja companhia tem as Suas delícias e por isso "habitou entre nós"! Santa Teresa do Menino Jesus, parafraseando S. Bernardo, põe na boca de Jesus uma bela resposta àquela pergunta que brota do encantamento de quem contempla o presépio: - "Jesus, quem Te fez tão pequenino?" - "O Amor!". No mistério do Natal estão presentes já todos os mistérios de Jesus, que são um só e o mesmo, numa unidade belíssima a rebentar de Amor por cada um de nós, de desejo de vir fazer em nós o Seu Presépio, a Sua Morada. É esta a nossa Fé! O que acreditamos e vivemos!"


A família Coro Vespertino deseja um feliz 2014. Que este novo ano traga amor, união, carinho, fraternidade, paciência e justiça a todos! Que o novo ano que se aproxima chegue cheio das promessas que Deus quer que aconteçam em cada um.






2013/12/19

«A Virgem conceberá e dará à luz um Filho, que será chamado ‘Emanuel’, que quer dizer ‘Deus connosco’»

Advento IV

LEITURA Is - 7, 10-14

As leituras deste Quarto Domingo do Advento orientam-se, de maneira directa, para o Nascimento do Senhor. Nele tem lugar central Maria, a Mãe de Jesus. A figura da virgem que há-de dar à luz, anunciada pelo profeta, virá a encontrar a sua realização perfeita na Virgem Maria. A graça que os homens não ousariam sequer imaginar, nem muito menos pedir, como também o rei não quis pedir a Deus um sinal, Deus lha oferece generosamente como porta por onde virá a salvação.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 23 (24), 1-2.3-4ab.5-6 (R. 7c e 10b)
Refrão: Venha o Senhor: é Ele o rei glorioso. Repete-se
Ou: O Senhor virá: Ele é o rei da glória. Repete-se

LEITURA II - Rom 1, 1-7


Jesus Cristo, nascido da descendência de David, segundo a carne
Jesus Cristo é o Messias anunciado desde longas eras, verdadeiro homem, descendente de David, mas igualmente Filho de Deus, como Ele Se manifestou na ressurreição de entre os mortos. Aí Deus Pai O elevou e Lhe deu o poder supremo e O coroou de glória, da qual torna participantes os que n’Ele crêem.

EVANGELHO - Mt 1, 18-24

No Evangelho proclamamos que o anúncio profético da primeira leitura se realizou, à letra, quando a Virgem Santa Maria Se tornou Mãe de Jesus. O desígnio de Deus é um só, e vai-se realizando, através das gerações, apesar da infidelidade dos homens, até atingir o ponto culminante em Jesus Cristo, O qual encarnou pelo poder do Espírito Santo, na Virgem Maria, esposa de José, filho de David.

Cânticos


Entrada - Deixa Deus entrar
Kyrie - Senho que vieste
Aclamação do Evangelho - Aleluia (Gospell)
Ofertório - Noite Bela
Santo - Santo I
Pai Nosso - Junto ao Mar
Cordeiro - Cordeiro de Deus Lento
Comunhão - Razão de Viver
Acção de Graças - Dorme com os Anjos
Final - Se nasce um menino

 

2013/12/13

«Tende coragem, não temais: Aí está o vosso Deus, vem para fazer justiça e dar a recompensa. Ele próprio vem salvar-vos»


Advento III

LEITURA I - Is 35, 1-6a.10

O texto desta leitura refere-se, em primeiro lugar, ao regresso do exílio do povo de Deus e descreve a atitude espiritual desses momentos numa explosão de alegria. As imagens que aparecem ao longo do texto são comparações; mas Jesus realizou algumas delas à letra e, a terceira leitura de hoje refere-as expressamente, mostrando assim que o verdadeiro regresso do exílio à pátria é Ele quem o realiza, em nosso favor, ao levar-nos consigo e em Si ao Pai.

SALMO RESPONSORIAL - 145 (146), 7.8-9a.9bc-10 (R. cf. Is 35, 4)

Refrão: Vinde, Senhor, e salvai-nos. Repete-se
Ou: Vinde salvar-nos, Senhor. Repete-se

LEITURA II - Tg 5, 7-10

Dentro de toda a história da salvação, a vida de cada um de nós é uma gota de água no oceano ou um instante no meio de todo esse tempo. A hora da última vinda do Senhor, a pôr o ponto final nessa história e a consumá-la para todos os homens e para cada um deles, há-de ser aguardada na paciência e na fidelidade de cada momento, porque o Senhor virá.

EVANGELHO - Mt 11, 2-11

O sonho de Isaías, descrito na primeira leitura, aparece nesta leitura realizado por Jesus. É Ele que, finalmente, vem anunciar a Boa Nova do seu mistério pascal, em que todos somos chamados a participar. Assim, o fim dos tempos e a sua última vinda já está, em certo modo, a realizar-se. Mas é preciso aguardar, na fidelidade e na vigilância, que ela se realize completamente.

 
Cânticos

Entrada - Quem as mãos estende
Kyrie - JCS
Aleluia - Ale Ale Aleluia
Ofertório - Entrega
Santo - Santo és tu Senhor
Pai Nosso - Do Maior
Cordeiro - Vespertino
Comunhão - Deus de Amor
Acção de Graças - Maravilhas fez em mim
Final - E a vida não vai parar

Abraços

2013/12/07

...

No Domingo festeja-se a solenidade da Imaculada Conceição da Virgem Santa Maria e como tal vamos celebrar essa data na nossa missa vespertina, não esquecendo que nos encontramos no II Domingo do Advento.
"Mais do que qualquer outro tempo do Ano Litúrgico, o Advento é tempo de Maria, pois é nele que A vemos em mais íntima relação com o Seu filho, ao Qual está unida «por vínculo estreito e indissolúvel»"
 
Cânticos para a missa vespertina
Entrada: Gratia Plena
Kyrie: Somos o teu Povo
Aleluia: Como a Ponte
Ofertório: Consagração
Santo: Santo, Santo
Pai Nosso: Senhor Aceita
Cordeiro: Proclama o Teu Senhor
Comunhão: Para a frente
Acção de Graças: Consagração a Nossa Senhora (Belém)
Final: Maria e Mãe

2013/11/29

"Abandonemos as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz"

Advento I
    
    
LEITURA I - Is 2, 1-5

Isaías é o profeta do Advento. Desde este primeiro dia, ele aponta para o monte elevado, no cimo do qual aparece o Templo do Senhor, lugar simbólico do encontro de Deus com o seu povo no reino de Deus, onde reina a paz perpétua. Anunciam-se, assim, desde já, a última vinda do Senhor e as próximas solenidades da manifestação do Filho de Deus no meio dos homens, para onde nos encaminhamos. Qualquer dessas vindas do Senhor há-de congregar os homens na paz.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 121 (122), 1-2.4-5.6-7.8-9 (R. cf. 1)
Refrão: Vamos com alegria para a casa do Senhor. Repete-se

LEITURA II - Rom 13, 11-14

É preciso conservar sempre a consciência de que o Senhor vem, de que a sua vinda está agora mais perto ainda do que no momento em que, pelo baptismo, entramos na comunidade do povo de Deus. Cada ano nos leva mais ao encontro do Senhor que vem. Foram as palavras da segunda parte desta leitura que decidiram S. Agostinho a dar o passo decisivo da sua conversão (Confiss. 8,12).

EVANGELHO - Mt 24, 37-44

Com o Advento, começa a organização do ciclo anual das leituras e, de maneira geral, de toda a liturgia. O evangelista donde são tiradas, ao domingo, as leituras, ao longo deste ano, não havendo razões especiais em contrário, é S. Mateus. Sublinha ele de modo muito especial, que Jesus é o Messias, Aquele que realiza em Si tudo o que estava predito a seu respeito no Antigo Testamento. Assim, ele nos aponta hoje aquela atitude fundamental do cristão, sobretudo no Advento, que tanto faltou a muitos dos homens de antes de Cristo: a vigilância, própria de quem está à espera para dar acolhimento.
Cânticos
 
Entrada – Vinde Senhor Jesus
Kyrie – P’ra fazer do mundo um lugar melhor
Aleluia – Alé, Alé, Aleluia
Ofertório – Saber que virás
Santo – Santo de Alcântara
Pai Nosso – Pai Nosso (2)
Cordeiro – Cordeiro de Deus (lento)
Comunhão – Quero encontrar-te (AG)
Acção de graças – O auxilio virá do Senhor (taizé)
Final – Passo a passo
 
Abraços

2013/11/18

"Cristo é a imagem de Deus invisível, o Primogénito de toda a criatura; Porque n’Ele foram criadas todas as coisas no céu e na terra, visíveis e invisíveis, Tronos e Dominações, Principados e Potestades:por Ele e para Ele tudo foi criado"

Tempo Comum XXXIV
    
   

LEITURA I 2 Sam 5, 1-3

O rei David, antepassado de Jesus, é uma figura de Cristo, Pastor e Rei. A leitura refere-se à unção de David como rei de Israel. David fez a união de todas as tribos do povo do Antigo Testamento, e recebeu a promessa de que da sua descendência nasceria o Messias, o enviado de Deus. De facto, Jesus, descendente de David, é o verdadeiro Ungido de Deus, como indica o nome de “Cristo”, e é Ele o verdadeiro unificador e pastor, não só das tribos de Israel, mas de todos os homens, por quem Ele deu o Sangue na Cruz, “para trazer à unidade os filhos de Deus que andavam dispersos”. (Jo 11, 5-2).

SALMO RESPONSORIAL Salmo 121 (122), 1-2.4-5 (R. cf. 1)
Refrão: Vamos com alegria para a casa do Senhor. Repete-se
LEITURA II Col 1, 12-20

Esta leitura é um verdadeiro hino, possivelmente um cântico da Igreja primitiva, incluído por S. Paulo nesta carta, em honra de Jesus Cristo, conforme a fé com que o povo de Deus sempre O soube contemplar: o “Primogénito de toda a criatura” e o “Primogénito de entre os mortos”, “Cabeça da Igreja, que é o seu Corpo”, vértice e plenitude de todo o Universo.

EVANGELHO Lc 23, 35-43

A fé na realeza de Jesus é a que nós confessamos quando chamamos a Jesus Cristo, nosso “Senhor”. Esta “Senhoria” ou realeza de Jesus, reconheceu-a o bom ladrão no meio dos sofrimentos da Cruz, revelou-se claramente na glória da Ressurreição, e esperamo-la nós quando ela se manifestar a todos os homens na última vinda do Senhor, que este Domingo simbolicamente antecipa para alimento da nossa fé e da nossa esperança.

Cânticos

Entrada - Acolhe a Vida (1)
Kyrie - Senhor tem Piedade (7)
Aleluia - ALELUIA, quando estamos unidos (4)
Ofertório - Entrega (6)
Santo - Santo I (7)
Pai Nosso - Pai Nosso (Dó Maior) (3)
Cordeiro - Cordeiro de Deus (1)
Comunhão - Para a Frente (8)
Acção de Graças - Nada te Turbe (16)
Final - Guia (14)

2013/11/14

«Quando ouvirdes falar de guerras e revoltas, não vos alarmeis: é preciso que estas coisas aconteçam primeiro, mas não será logo o fim»


Tempo Comum XXXIII 

LEITURA I - Mal 3, 19-20a

O profeta anuncia o “Dia do Senhor”, expressão que na Bíblia significa uma intervenção especial de Deus, por vezes de castigo, mas sempre em ordem à salvação. Nesta leitura, o Dia do Senhor apresenta-se como dia de castigo, “ardente como uma fornalha”, para os ímpios; mas para os justos, para os que temem o nome do Senhor, esse dia verá brilhar o “Sol da Justiça”, que traz “a salvação nos seus raios”. O “Sol da Justiça” é finalmente Jesus Cristo.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 97 (98), 5-9 (R. cf. 9)

Refrão: O Senhor virá governar com justiça. Repete-se
Ou: O Senhor julgará o mundo com justiça. Repete-se.


LEITURA II - 2 Tes 3, 7-12

A consciência que os cristãos têm do fim dos tempos e da vida futura em nada os deve afastar de olharem para esta vida com interesse, entregando-se ao trabalho de cada dia, porque continua a ser verdade que cada um há-de comer o pão com o suor do seu rosto. Os Tessalonicenses, julgando próxima a vinda do Senhor, não estavam a entender isto muito bem.

EVANGELHO Lc 21, 5-19

Jesus anuncia a ruína de Jerusalém, e previne os seus discípulos contra os falsos profetas, os falsos rebates com que muitos os pretendiam arrastar. Anuncia-lhes que eles terão certamente muito a sofrer, mas promete-lhes a sua assistência até ao fim e será no fim que se encontrará a plenitude da salvação.

"Aqui vão os cânticos:

Entrada - Vinde Senhor Jesus [31]
Kyrie - P'ra Fazer do Mundo um Lugar Melhor [4]
Aleluia - Homens da Terra [12]
Ofertório - Saber que Virás [18]
Santo - Santo (Bonito) [2]
Pai Nosso - Pai Nosso, Tu que Estás [4]
Cordeiro - Cordeiro (Vespertino) [5]
Comunhão - Senhor a Quem Iremos [19]
Acção de Graças - Nada Temo [15]
Final - Sonhar Acordado [31]"

2013/11/07

«O Senhor vos torne firmes em toda a espécie de boas obras e palavras»

Tempo Comum XXXII
       

LEITURA I - 2 Mac 7, 1-2.9-14

A fé na ressurreição é o tema central da terceira e da primeira leitura. Se a consciência da ressurreição levou tempo a nascer no povo do Antigo Testamento, ela é claramente professada, e não só por palavras, mas no testemunho do martírio, pelos sete jovens irmãos e sua mãe, martirizados cerca do ano 68 antes de Cristo pelo rei pagão.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 16 (17), 1.5-6.8b.15 (R. cf. 15b)

Refrão: Senhor, ficarei saciado,quando surgir a vossa glória. Repete-se

LEITURA II - 2 Tes 2, 16 – 3, 5

S. Paulo fez também a experiência do que é sentir-se acabrunhado pelos seus inimigos; mas foi então que ele mais soube apelar para a confiança em Cristo, tanto para si como para os outros.

EVANGELHO – Forma longa Lc 20, 27-38

Jesus afirma claramente o mistério da ressurreição dos mortos, contra certa maneira de pensar em contrário de alguns daqueles com quem falava. A “ressurreição da carne” é, por isso, um dos pontos do Símbolo da fé cristã, o "Credo".

Cânticos para a missa vespertina

Entrada – Cantarei
Kyrie – Senhor Piedade
Aleluia – Aleluia (das vozes)
Ofertório – Eis aqui Pai
Santo – Santo (of the rising sun)
Pai Nosso – Tu És meu Deus
Cordeiro - Cordeiro (V)
Comunhão – Tomo este pão
Acção de Graças – Acção de Graças
Final – Fica junto a nós


Beijos e abraços