2013/02/05
Regulamento do Festival Paroquial
Festival
Paroquial da Canção Cristã
“Ide e
fazei discípulos de todas as nações” (Mt 28,19)
Regulamento
1
PREÂMBULO
1.1 O Coro Vespertino, na continuidade dos Festivais anteriores, propõe-se organizar o FESTIVAL PAROQUIAL da CANÇÃO CRISTÃ, que se realizará no dia 16 de Março de 2013, pelas 21h30.
1.2 São
objectivos deste Festival:
a) Incentivar a criação poético-musical, como expressão da fé cristã;
b) Promover a canção cristã como instrumento
de evangelização;
c) Possibilitar um encontro dos jovens da paróquia com Cristo e entre si.
2.1 A organização do Festival é da responsabilidade do Coro Vespertino.
2.2 Todas as canções participantes serão
submetidas à apreciação de um júri, que será designado pela organização e se
regerá pelo presente regulamento, complementado pelo Regulamento do Júri,
elaborado igualmente pela organização.
A
organização decidiu que no presente ano, só se realizará Festival Paroquial na
Igreja Paroquial da Nossa Senhora da Ajuda se houver mais de duas canções
participantes. Se só houver uma canção será essa a ser apresentada no Festival
Vicarial. Na eventualidade de haver apenas duas canções, um pequeno júri irá
decidir qual será a música vencedora e por conseguinte a que vai ser levada ao
Festival Vicarial da Canção Cristã.
3 CONCORRENTES
3.1 AUTORES
Os autores da letra e da música deverão ter idades compreendidas entre os 15 e os 30 anos, completos até 31 de Dezembro de 2012.
3.2
INTÉRPRETES
3.2.1 O número máximo de elementos em palco é sete.
3.2.2 Cinco dos elementos deverão ter idades
compreendidas entre os 15 e os 30 anos, completos até 31 de Dezembro de 2012.
3.2.3 Contudo, são permitidos até dois elementos com idade diversa da estabelecida em 3.2.2, desde que o grupo tenha mais de cinco elementos.
4 CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO
4.1 As canções (música e letra) apresentadas ao Festival terão obrigatoriamente de ser originais e inéditas, ou seja, não publicadas ou editadas anteriormente.
4.2 A apresentação pública das canções só deve acontecer neste Festival.
4.3 As canções, música e letra, apresentadas ao Festival terão de ser de inspiração cristã, subordinadas ao tema “Ide e fazei discípulos de todas as nações.” (Mt 28,19).
4.4 O tempo de execução de cada canção não poderá ultrapassar os 4 minutos.
4.5 No dia da apresentação das canções, não
será permitido qualquer tipo de play-back, nem vocal nem instrumental.
4.6 O material sonoro necessário ao Festival fica a cargo da Organização do Festival.
4.7 Os instrumentos para o acompanhamento
musical são da responsabilidade dos grupos concorrentes, podendo cada grupo
ceder os seus por empréstimo a outro grupo. Em qualquer dos casos, deve ficar
salvaguardado o bom desenrolar do Festival, reservando-se a organização o
direito de impedir a troca de instrumentos que não considere necessária para o
desempenho dos intérpretes.
4.8 A entrega de um original para o Festival representa a automática vinculação dos respectivos autores e intérpretes ao presente regulamento e às condições determinadas pela organização.
4.9 Entende-se que uma canção, uma vez
admitida ao Festival, não poderá ser retirada pelos seus autores, os quais,
pela circunstância de concorrerem, autorizam a livre utilização da sua obra
para a finalidade do Festival Paroquial e ulterior divulgação que a organização
por bem entender.
5
APRESENTAÇÃO
5.1 Os originais referidos em 4.4 e 4.5 deverão ser entregues até dia 02 de Março, para o endereço de email - corovespertino@gmail.com;
5.2 Cada original concorrente incluirá
obrigatoriamente:5.1 Os originais referidos em 4.4 e 4.5 deverão ser entregues até dia 02 de Março, para o endereço de email - corovespertino@gmail.com;
a) Um
exemplar da letra, em ficheiro .pdf, com a referência explícita e individual de
cada um do(s) seu(s) autor(es), mesmo que constituam um “autor colectivo”;
b) Um ficheiro .pdf com os nomes, data de nascimento, endereço electrónico, moradas completas, telefones dos autores e intérpretes; e indicação da pessoa de contacto do grupo com os mesmos elementos;
c) Uma gravação com a canção, em ficheiro
informático (MP3), que deverá ser claramente identificado;
d) Um ficheiro .pdf com a pauta da canção; ou a letra da canção com os respectivos acordes;
e) Uma apresentação do grupo em formato .avi
(vídeo), com o tempo máximo de 3 minutos.
5.3 A ordem de apresentação das canções no Festival será determinada por sorteio.
6 JÚRI
6.1 O júri será composto por x de elementos a nomear pela organização;
6.2 A equipa organizadora deverá garantir a imparcialidade dos elementos propostos para o júri, assim como das suas capacidades musicais, teológicas e/ou literárias.
6.3 A Equipa Organizadora nomeará um dos elementos
do Júri como presidente do mesmo. Este será responsável por garantir o
cumprimento das presentes normas junto dos restantes elementos e por promover a
resolução de todos os casos omissos.
6.4 O júri avaliará todas as canções participantes segundo critérios de pontuação próprios (que terão em conta o número de canções participantes), sendo analisados os seguintes parâmetros:
a) música
b) letrac) interpretação
A classificação final será definida pela
apreciação conjunta destes 3 parâmetros.
6.5 O júri entregará à organização a classificação final. No Festival serão divulgados os resultados para as canções classificadas em 1º, 2º e 3º lugar.
Todas as dúvidas de interpretação ou casos omissos serão resolvidos pela organização, que é soberana em todas as decisões.
2013/02/02
Cânticos para hoje
Entrada:
Falar de Ti
Kyrie: Senhor Piedade
Aleluia: Aleluia, Israel
Ofertório: Quem as mãos estende
Santo: Santo I
Pai Nosso: Pai, Tu És Meu Deus
Cordeiro de Deus: Proclama o Teu Senhor
Comunhão: Somos Escolhidos
Acção de Graças: Hino da Caridade/Quero Louvar-te
Final: Descoberta
Desculpem o atraso
Kyrie: Senhor Piedade
Aleluia: Aleluia, Israel
Ofertório: Quem as mãos estende
Santo: Santo I
Pai Nosso: Pai, Tu És Meu Deus
Cordeiro de Deus: Proclama o Teu Senhor
Comunhão: Somos Escolhidos
Acção de Graças: Hino da Caridade/Quero Louvar-te
Final: Descoberta
2013/01/24
“Deus organizou o corpo, dispensando maior consideração ao que dela precisa, para que não haja divisão no corpo e os membros tenham a mesma solicitude uns com os outros”
| Tempo
Comum III |
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| LEITURA I - Ne 8, 2-4a.5-6.8-10 A proclamação da palavra de Deus, que Jesus faz na sinagoga de Nazaré, como se irá ouvir na leitura do Evangelho de hoje, aparece já no Antigo Testamento, cinco séculos antes de Cristo, como se vê por esta leitura. Podemos observar o cuidado na proclamação, a atenção na assembleia e como já então o povo aclamava a palavra escutada, tal como a celebração litúrgica actual continua a prever. É com esta leitura e o salmo que se lhe segue que se inaugura a “mesa da palavra”, o ambão, no dia da Dedicação de uma nova igreja. SALMO RESPONSORIAL Salmo 18 B (19), 8.9.10.15 (R. Jo 6, 63c) Refrão: As vossas palavras, Senhor, são espírito e vida. Repete-se LEITURA II – Forma longa 1 Cor 12, 12-30 Com esta comparação do corpo, S. Paulo quer fazer-nos compreender que, na Igreja, há muitos campos de acção, diferentes uns dos outros, mas que isso não deve ser causa de divisão, mas, ao contrário, de unidade, porque todos esses serviços são fruto do mesmo e único Espírito. EVANGELHO - Lc 1, 1-4; 4, 14-21 Esta leitura começa com a introdução em que o evangelista expõe o método que seguiu para se informar sobre o Evangelho que vai escrever, e faz a dedicatória do mesmo a um tal Teófilo, nome que significa “Amigo de Deus”. Depois, começa a sua narração, referindo o princípio do ministério público de Jesus. A cena passa-se na sinagoga de Nazaré, numa celebração de Sábado. É digno de nota este facto: Jesus inicia o seu ministério numa celebração, e nela Se apresenta como sendo Aquele a quem a leitura se refere. De facto, o Senhor é Aquele a quem toda a Sagrada Escritura se refere e Aquele que, em cada celebração litúrgica, é significado e tornado presente pela própria celebração, pois que “é Ele quem fala quando na Igreja se lêem as Sagradas escrituras” (Concílio SC 7). |
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Cânticos
Entrada - Emanuel(13)
Kyrie - Senhor tem Piedade (7)
Aclamação da Palavra - Aleluia, Quando estamos unidos (4)
Ofertório - Dar Mais (5)
Santo - Santo de Alcântara (9)
Pai Nosso - Pai Nosso Vespertino (5)
Cordeiro - Cordeiro Vespertino (5)
Comunhão - Se o Grão de Trigo (13)
Acção de Graças - Tu sei Sorgente viva (Taizé-5)
Final – Navegar
2013/01/18
“Em cada um se manifestam os dons do Espírito para o bem comum”
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Tempo Comum II
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LEITURA I - Is. 62, 1-5 O amor entre Deus e o seu povo é frequentemente comparado, na Sagrada Escritura, ao amor dos esposos. Jerusalém é a imagem de todo o povo de Deus, é a imagem antecipada da própria Igreja. Pelo amor que lhe tem, o Senhor fará dela sua esposa; será essa a glória de Jerusalém, da Igreja, a Esposa de Cristo. Com esta leitura prepara-se a compreensão da leitura do Evangelho deste dia, onde se lê o “sinal” das Bodas de Caná. SALMO RESPONSORIAL Salmo 95 (96), 1-3.7-8a.9-10a.c (R. 3) Refrão: Anunciai em todos os povos as maravilhas do Senhor. Repete-se LEITURA II - 1 Cor 12, 4-11 Começamos hoje a leitura da terceira parte desta epístola, de que se leu o ano passado a segunda parte. Por ser bastante longa, é assim distribuída por mais de um ano. Ao dirigir-se a uma comunidade onde eram frequentes as divisões, o Apóstolo apela para a unidade, fruto da acção do Espírito de Deus, que é a fonte comum de todos os dons que existem na Igreja. Assim, a unidade na Igreja não provém de qualquer motivo humano, mas do facto de todos os dons que nela existem procederem do mesmo e único Espírito. EVANGELHO - Jo 2, 1-11 O milagre que Jesus fez nas Bodas de Caná pertence ainda ao ciclo da Epifania. De facto, por meio dele o Senhor Se manifestou. A transformação da água em vinho e o facto de tal ter acontecido num banquete de núpcias e ainda o chamar-lhe o Evangelho um “sinal” leva-nos a perscrutar o mistério desta epifania ou manifestação do Senhor. Aquela não era ainda a hora de Jesus, que havia de chegar na hora da Cruz; mas aquele “sinal” apontava já para lá, para a hora das núpcias do Cordeiro, a hora do sacrifício que sela a Aliança, nova e definitiva, entre Deus e os homens, pelo Sangue de Jesus.
Cânticos
Entrada - Deixa Deus Entrar
Kyrie - Senhor que vieste Aclamação da Palavra - Nada nos separara Ofertório - Eis aqui Pai Santo - Roqueiro Pai Nosso - Do Maior Cordeiro - Cordeiro de Deus 1 Comunhão - Para a frente Acção de Graças - Maravilhas fez em mim Final – Guia
Oração
vicarial, dia 1 de Fevereiro, pelas 21h30, na paróquia de São Domingos de
Benfica.
Beijos e abraços
Luisa |
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2013/01/11
Baptismo do Senhor
LEITURA I - Is 42, 1-4.6-7
No Baptismo que recebeu das mãos de João, Jesus manifesta-Se como sendo Aquele que o profeta anunciara: o Servo de Deus, que desce à água no meio dos pecadores para inaugurar a obra da redenção que o Pai Lhe confiara, e, ao mesmo tempo, o Filho bem amado, sobre quem repousa o Espírito de Deus, para que Ele seja portador da Boa Nova da salvação a toda a Terra.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 28 (29), 1a.2.3ac-4.3b.9b-10 (R. 11b)
No Baptismo que recebeu das mãos de João, Jesus manifesta-Se como sendo Aquele que o profeta anunciara: o Servo de Deus, que desce à água no meio dos pecadores para inaugurar a obra da redenção que o Pai Lhe confiara, e, ao mesmo tempo, o Filho bem amado, sobre quem repousa o Espírito de Deus, para que Ele seja portador da Boa Nova da salvação a toda a Terra.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 28 (29), 1a.2.3ac-4.3b.9b-10 (R. 11b)
Refrão: O Senhor abençoará o seu povo na paz. Repete-se
LEITURA II Actos 10, 34-38
O Espírito Santo desceu sobre Jesus na hora do Baptismo e ungiu-O para que Ele pudesse começar o seu ministério e, por Ele, os homens fossem também baptizados não só na água, mas na água e no Espírito. A unção que o Espírito Santo confere a Jesus na hora do seu baptismo marca-O como “Messias”, isto é, “Ungido”, ou seja “Cristo”, e, faz d’Ele a fonte da unção com que o mesmo Espírito marcará os “cristãos”, os “ungidos”, membros de Cristo, sua Cabeça.
EVANGELHO - Lc 3, 15-16.21-22
No livro do Génesis (Gn 3 23-24) diz-se que depois do pecado dos nossos primeiros pais, Adão e Eva, eles foram expulsos do paraíso terrestre, que se fechou atrás deles. Agora, na hora do baptismo de Jesus, o Céu abriu-se para franquear a entrada ao homem novo, que é Jesus, que a voz do Pai declara ser o seu Filho. N’Ele e por Ele a todos os que n’Ele crêem, santificados pela graça do Espírito Santo, está agora patente a porta do paraíso.
Cânticos
LEITURA II Actos 10, 34-38
O Espírito Santo desceu sobre Jesus na hora do Baptismo e ungiu-O para que Ele pudesse começar o seu ministério e, por Ele, os homens fossem também baptizados não só na água, mas na água e no Espírito. A unção que o Espírito Santo confere a Jesus na hora do seu baptismo marca-O como “Messias”, isto é, “Ungido”, ou seja “Cristo”, e, faz d’Ele a fonte da unção com que o mesmo Espírito marcará os “cristãos”, os “ungidos”, membros de Cristo, sua Cabeça.
EVANGELHO - Lc 3, 15-16.21-22
No livro do Génesis (Gn 3 23-24) diz-se que depois do pecado dos nossos primeiros pais, Adão e Eva, eles foram expulsos do paraíso terrestre, que se fechou atrás deles. Agora, na hora do baptismo de Jesus, o Céu abriu-se para franquear a entrada ao homem novo, que é Jesus, que a voz do Pai declara ser o seu Filho. N’Ele e por Ele a todos os que n’Ele crêem, santificados pela graça do Espírito Santo, está agora patente a porta do paraíso.
Cânticos
Entrada - Deixa Deus entrar
Kyrie - Senhor tende piedadeAleluia - Jesus Cristo está entre nós
Ofertório - Espirito de amor
Santo - Bonito
Pai nosso - Todo o mundo
Cordeiro - Vespertino
Comunhão - Comei do Pão
Acção de Graças - Tu És fonte de vida (taizé)
Final - Estrela Polar
Beijos e abraços
Luisa
2013/01/02
« (...) chegou a tua luz e brilha sobre ti a glória do Senhor»
EPIFANIA DO SENHOR
LEITURA I - Is 60, 1-6
Como uma cidade, construída sobre um monte, atrai o olhar de todos, ao ser iluminada pelo sol nascente, assim Jerusalém, iluminada pelo Nascimento de Jesus, atrai a si todos os povos, mergulhados na noite do pecado.
Será, porém, na Igreja, nova Jerusalém, que Deus reunirá todos os homens, para lhes dar a salvação. Será n’Ela que se constituirá, definitivamente, a comunidade dos povos. «A luz dos povos é Cristo – Mas a Sua luz resplandece no rosto da Sua Igreja» (LG. n.° 1). Ela é, na verdade, o sinal e o instrumento de união com Deus e de unidade de todo o género humano.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 71 (72), 2.7-8.10-11.12-13 (R. cf. 11)
LEITURA II - Ef 3, 2-3a.5-6
O universalismo de Isaías era um pouco limitado; os estrangeiros não estavam em posição de igualdade com os filhos de Israel. S. Paulo, descrevendo o plano salvífico de Deus, proclama que todos os homens são chamados, igualmente, a ser herdeiros da Promessa.
Como consequência deste chamamento universal para a Fé, toda a separação, toda a discriminação, introduzidas na humanidade por culturas e civilizações, desaparecem. Todos são chamados a formar o verdadeiro Israel e a constituir um só Corpo – o Corpo Místico de Cristo – restabelecendo-se assim o plano primitivo de Deus acerca da humanidade, que era um projecto de unidade e amor.
EVANGELHO Mt 2, 1-12
Frente ao mistério do Nascimento de Jesus, S. Mateus procura, sobretudo, contemplá-Lo à Luz do primeiro encontro do mundo pagão com o Salvador, de que os magos são as primícias e os representantes. Sublinhando, de modo expressivo, a universalidade da Mensagem cristã, dirigida a todos os homens, mesmo àqueles que, segundo as concepções estreitas do Judaísmo, viviam fora da Geografia e da História da Salvação, o evangelista mostra como na visita dos Magos, se realizam as profecias do A. T.
Não deixa também de o impressionar, em contraste com o orgulho e cegueira de Herodes e dos sábios de Israel, a boa vontade dos Magos, que, atentos aos sinais dos Tempos, se dispõem a correr a aventura da Fé.
Cânticos para o primeiro sábado deste ano
Beijos e abraços
Um feliz 2013 para todos vós!
LEITURA I - Is 60, 1-6
Como uma cidade, construída sobre um monte, atrai o olhar de todos, ao ser iluminada pelo sol nascente, assim Jerusalém, iluminada pelo Nascimento de Jesus, atrai a si todos os povos, mergulhados na noite do pecado.
Será, porém, na Igreja, nova Jerusalém, que Deus reunirá todos os homens, para lhes dar a salvação. Será n’Ela que se constituirá, definitivamente, a comunidade dos povos. «A luz dos povos é Cristo – Mas a Sua luz resplandece no rosto da Sua Igreja» (LG. n.° 1). Ela é, na verdade, o sinal e o instrumento de união com Deus e de unidade de todo o género humano.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 71 (72), 2.7-8.10-11.12-13 (R. cf. 11)
Refrão: Virão adorar-Vos, Senhor, todos os povos da terra. Repete-se
LEITURA II - Ef 3, 2-3a.5-6
O universalismo de Isaías era um pouco limitado; os estrangeiros não estavam em posição de igualdade com os filhos de Israel. S. Paulo, descrevendo o plano salvífico de Deus, proclama que todos os homens são chamados, igualmente, a ser herdeiros da Promessa.
Como consequência deste chamamento universal para a Fé, toda a separação, toda a discriminação, introduzidas na humanidade por culturas e civilizações, desaparecem. Todos são chamados a formar o verdadeiro Israel e a constituir um só Corpo – o Corpo Místico de Cristo – restabelecendo-se assim o plano primitivo de Deus acerca da humanidade, que era um projecto de unidade e amor.
EVANGELHO Mt 2, 1-12
Frente ao mistério do Nascimento de Jesus, S. Mateus procura, sobretudo, contemplá-Lo à Luz do primeiro encontro do mundo pagão com o Salvador, de que os magos são as primícias e os representantes. Sublinhando, de modo expressivo, a universalidade da Mensagem cristã, dirigida a todos os homens, mesmo àqueles que, segundo as concepções estreitas do Judaísmo, viviam fora da Geografia e da História da Salvação, o evangelista mostra como na visita dos Magos, se realizam as profecias do A. T.
Não deixa também de o impressionar, em contraste com o orgulho e cegueira de Herodes e dos sábios de Israel, a boa vontade dos Magos, que, atentos aos sinais dos Tempos, se dispõem a correr a aventura da Fé.
Cânticos para o primeiro sábado deste ano
Entrada – Alegrem-se os céus e a terra (estrofes I, II, e IV)
Kyrie – Senhor Piedade
Aleluia – Aleluia simples
Ofertório – Oração de Santo Inácio
Santo – Santo Roqueiro
Pai-Nosso – Senhor Aceita
Cordeiro – Proclama o teu Senhor
Comunhão – Razão de Viver
Acção de Graças – Laudate omnes gentes
Final – Partiram-se os 3 Reis Magos Kyrie – Senhor Piedade
Aleluia – Aleluia simples
Ofertório – Oração de Santo Inácio
Santo – Santo Roqueiro
Pai-Nosso – Senhor Aceita
Cordeiro – Proclama o teu Senhor
Comunhão – Razão de Viver
Acção de Graças – Laudate omnes gentes
Beijos e abraços
Um feliz 2013 para todos vós!
2012/12/26
" (...) e com salmos, hinos e cânticos inspirados, cantai de todo o coração a Deus a vossa gratidão."
Oitava Natal
Tempo: Natal
"E agora os cânticos a cheirar a azevinho:
Entrada: Adeste Fidelis (CN 1)
Kyrie: P'ra fazer do mundo um lugar melhor
Aleluia: (2 hipóteses... se não conseguirem a 1ª) Aleluia (espiritual negro) (CN 4)... OU Cantai Aleluias (Al 8)
Ofertório: Natal de Elvas (CN10)
Santo: Santo (Alcântara)... claro!!!!!
Pai-Nosso: Pai-Nosso, Tu que estás
Cordeiro: Cordeiro de Deus (Lento)
Comunhão: Alegrem-se os céus e a terra (CN 3)
Acção de Graças: (2 hipóteses... se não conseguirem a 1ª) Dorme com os anjos (CN 7)...OU Ó Luz de Deus (CN 14)
Final: Escolhi 2 cânticos... por causa do beijo ao menino... e porque gosto dos 2 e queria cantar os 2... Ah vinde todos à porfia (CN2)... E Cantai que o Salvador nasceu (CN6)"
Beijos e abraços
Luisa
Tempo: Natal
SAGRADA FAMÍLIA DE JESUS, MARIA E JOSÉ
Foi no quadro comum duma família humana que se realizou o mistério da Encarnação, pelo qual Deus feito Homem habita entre os homens. É por isso que, neste clima de Natal, a Igreja honra esta família de obscuro artista de aldeia, em cujo seio decorreram os anos íntimos e silenciosos da infância e da juventude de Jesus e que se tornou modelo de toda a família e de toda a sociedade.
Nos nossos dias, passa a família por transformações profundas, que lhe alteram o rosto que estávamos habituados a contemplar. Contudo, a comunidade familiar, nascida da instituição divina que é o matrimónio, mantém todo o seu valor. A experiência dos países, onde se levou ao máximo a socialização e os estudos da psicanálise mostram a importância decisiva da família para a vida de todo o homem.
Nesta Família tão santa, quer pelas pessoas que a integram, quer pela sua singular missão, quer ainda pelo seu género de vida, têm todas as famílias cristãs um modelo perfeito de amor, de união e paz. Seguindo-o, os cristãos «superando as dificuldades, proverão às necessidades e vantagens da família, de acordo com os novos tempos» (GS. 52). E a vida familiar, assim iluminada e protegida, continuará a modelar os homens à imagem de Cristo e a encaminhá-los para a família do Céu.
LEITURA I - Sir 3, 3-7.14-17a (gr. 2-6.12-14)
A palavra de Deus faz o elogio da vida familiar. O Filho de Deus, ao fazer-Se homem, quis nascer e viver numa família humana. Foi ela a primeira família cristã, modelo, a seu modo, de todas as demais. O amor de Deus em todos os membros de uma família é condição fundamental para o crescimento, em paz, de todos os que nela nascem e vivem, como no quadro que o sábio nos apresenta nesta leitura.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 127 (128), 1-2.3.4-5 (R. cf. 1)
Foi no quadro comum duma família humana que se realizou o mistério da Encarnação, pelo qual Deus feito Homem habita entre os homens. É por isso que, neste clima de Natal, a Igreja honra esta família de obscuro artista de aldeia, em cujo seio decorreram os anos íntimos e silenciosos da infância e da juventude de Jesus e que se tornou modelo de toda a família e de toda a sociedade.
Nos nossos dias, passa a família por transformações profundas, que lhe alteram o rosto que estávamos habituados a contemplar. Contudo, a comunidade familiar, nascida da instituição divina que é o matrimónio, mantém todo o seu valor. A experiência dos países, onde se levou ao máximo a socialização e os estudos da psicanálise mostram a importância decisiva da família para a vida de todo o homem.
Nesta Família tão santa, quer pelas pessoas que a integram, quer pela sua singular missão, quer ainda pelo seu género de vida, têm todas as famílias cristãs um modelo perfeito de amor, de união e paz. Seguindo-o, os cristãos «superando as dificuldades, proverão às necessidades e vantagens da família, de acordo com os novos tempos» (GS. 52). E a vida familiar, assim iluminada e protegida, continuará a modelar os homens à imagem de Cristo e a encaminhá-los para a família do Céu.
LEITURA I - Sir 3, 3-7.14-17a (gr. 2-6.12-14)
A palavra de Deus faz o elogio da vida familiar. O Filho de Deus, ao fazer-Se homem, quis nascer e viver numa família humana. Foi ela a primeira família cristã, modelo, a seu modo, de todas as demais. O amor de Deus em todos os membros de uma família é condição fundamental para o crescimento, em paz, de todos os que nela nascem e vivem, como no quadro que o sábio nos apresenta nesta leitura.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 127 (128), 1-2.3.4-5 (R. cf. 1)
Refrão: Felizes os que esperam no Senhor e seguem os seus caminhos. Repete-se
Ou: Ditosos os que temem o Senhor, ditosos os que seguem os seus caminhos. Repete-se
Feliz de ti, que temes o Senhor
e andas nos seus caminhos.
Comerás do trabalho das tuas mãos,
serás feliz e tudo te correrá bem. Refrão
Tua esposa será como videira fecunda,
no íntimo do teu lar;
teus filhos serão como ramos de oliveira,
ao redor da tua mesa. Refrão
Assim será abençoado o homem que teme o Senhor.
De Sião te abençoe o Senhor:
vejas a prosperidade de Jerusalém,
todos os dias da tua vida. Refrão
LEITURA II - Col 3, 12-21
A vida doméstica no Senhor.
Desde o princípio que os cristãos compreenderam que a sua fé se deve manifestar em toda a sua vida e muito particularmente na vida de família; esta pode ter sempre diante dos olhos a Sagrada Família de Nazaré, que constituiu a melhor experiência do que devem ser as nossas famílias.
EVANGELHO - Lc 2, 41-52
Ou: Ditosos os que temem o Senhor, ditosos os que seguem os seus caminhos. Repete-se
Feliz de ti, que temes o Senhor
e andas nos seus caminhos.
Comerás do trabalho das tuas mãos,
serás feliz e tudo te correrá bem. Refrão
Tua esposa será como videira fecunda,
no íntimo do teu lar;
teus filhos serão como ramos de oliveira,
ao redor da tua mesa. Refrão
Assim será abençoado o homem que teme o Senhor.
De Sião te abençoe o Senhor:
vejas a prosperidade de Jerusalém,
todos os dias da tua vida. Refrão
LEITURA II - Col 3, 12-21
A vida doméstica no Senhor.
Desde o princípio que os cristãos compreenderam que a sua fé se deve manifestar em toda a sua vida e muito particularmente na vida de família; esta pode ter sempre diante dos olhos a Sagrada Família de Nazaré, que constituiu a melhor experiência do que devem ser as nossas famílias.
EVANGELHO - Lc 2, 41-52
Um dos poucos episódios que os Evangelhos nos contam da vida da Sagrada Família de Nazaré mostra-nos a orientação profunda de Jesus para o Pai celeste e a descoberta progressiva que Maria e José iam fazendo da pessoa e do mistério de Jesus. Assim há-de ser o progresso contínuo da vida da família cristã, vivida ela também sempre em relação a Jesus.
Entrada: Adeste Fidelis (CN 1)
Kyrie: P'ra fazer do mundo um lugar melhor
Aleluia: (2 hipóteses... se não conseguirem a 1ª) Aleluia (espiritual negro) (CN 4)... OU Cantai Aleluias (Al 8)
Ofertório: Natal de Elvas (CN10)
Santo: Santo (Alcântara)... claro!!!!!
Pai-Nosso: Pai-Nosso, Tu que estás
Cordeiro: Cordeiro de Deus (Lento)
Comunhão: Alegrem-se os céus e a terra (CN 3)
Acção de Graças: (2 hipóteses... se não conseguirem a 1ª) Dorme com os anjos (CN 7)...OU Ó Luz de Deus (CN 14)
Final: Escolhi 2 cânticos... por causa do beijo ao menino... e porque gosto dos 2 e queria cantar os 2... Ah vinde todos à porfia (CN2)... E Cantai que o Salvador nasceu (CN6)"
Beijos e abraços
Luisa
2012/12/21
«Eis-Me aqui: Eu venho para fazer a tua vontade»
| Advento IV | |||
LEITURA I - Miq 5, 1-4a
Completando a profecia de Isaías sobre o «Emanuel» (Deus connosco), o profeta Miqueias, seu contemporâneo, anuncia o lugar do nascimento do Messias Salvador e descreve a Sua missão. Será na cidade davídica de Belém, cujo sobrenome Efrata exprime a fecundidade messiânica, que dará à luz Aquela que será a Mãe do Salvador. Aí nascerá o Rei futuro, que será Pastor do Seu Povo. Com o Seu nascimento, não só trará a Paz, reunindo os filhos de Deus dispersos, como Ele mesmo será a Paz. O Seu nascimento, com efeito, significa a presença de Deus no mundo, o fim do afastamento de Deus com o pecado e a reunificação universal dos irmãos. SALMO RESPONSORIAL - Salmo 79 (80), 2ac.3b.15-16.18-19 (R.4)
Refrão: Senhor nosso Deus, fazei-nos voltar, mostrai-nos o vosso rosto e seremos salvos.
Ou: Mostrai-nos, Senhor, o vosso rosto e seremos salvos. Repete-se LEITURA II - Hebr 10, 5-10 A entrada de Jesus no mundo está orientada para o drama da Cruz e o triunfo da Páscoa. O mistério da Encarnação é inseparável do mistério da Redenção. O esplendor da Páscoa ilumina já a aurora do Natal. O Filho de Deus, preexistente na natureza divina, desde o momento da Sua entrada no mundo pela Encarnação oferece-Se como vítima. E esta oblação divina e humana santifica e salva desde esse momento, virtualmente, unida à sua expressão prática na oblação da Cruz. Ao assumir a nossa condição humana, para a salvar, aceita os desígnios de Deus sobre Ele e ensina-nos a viver a vida como realização quotidiana da Vontade de Deus, na santificação interior, pela obediência e o amor. EVANGELHO - Lc 1, 39-45 As intervenções de Deus na História da Salvação são, por vezes, designadas como «visitas» do Senhor ao Seu povo. A última intervenção de Deus, com a Encarnação, é também para S. Lucas uma «visita» do Senhor aos Seus (Lc. 1, 68; 7, 16), sendo a família do Precursor a primeira a participar dela e a beneficiar. Maria aparece intimamente unida a esta «visita» do Senhor ao Seu povo. Ela é, na verdade, a morada de Deus entre os homens, a nova Arca da Aliança, perante a qual, João, ungido pelo Espírito que repousa sobre o Messias, exulta de alegria, à semelhança de David (2 S. 6, 2-16). Em Maria concretiza-se, de algum modo, o encontro de Deus com a humanidade. Ela inicia a era messiânica. É a mulher que assegura ao seu povo a vitória absoluta sobre o pecado e o mal (a saudação de Isabel lembra a que foi dirigida a Judit, após a vitória sobre os seus inimigos). Esta união continuará no prolongamento da «visita» do Senhor a todos os homens, que é a vida da Igreja. Cânticos
Entrada – Preparai os caminhos do Senhor (24)
Kyrie – Senhor, que vieste (6) Aleluia – Eu vim para escutar (10) Ofertório – Eis aqui Pai (24) Santo – Santo de Alcântara (9) Pai Nosso – Pai Nosso [Dó Maior] (3) Cordeiro – Cordeiro [Vespertino] (5) Comunhão – Eu desejei ardentemente (18) Acção de Graças – Estrela Polar (6) Final – Caminhos para a vida (5)
O Coro Vespertino deseja a todos um Santo e Feliz Natal!
Que em vossas casas o espirito seja de união e amor!
Beijos e abraços
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