Missa das 19h de Sábado, na Igreja Paroquial da Nossa Senhora da Ajuda em Lisboa

"Com música, com o nosso sentir cristão, com notas que deixamos hoje, aqui, para vós!"

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2013/01/11

Baptismo do Senhor


LEITURA I - Is 42, 1-4.6-7

No Baptismo que recebeu das mãos de João, Jesus manifesta-Se como sendo Aquele que o profeta anunciara: o Servo de Deus, que desce à água no meio dos pecadores para inaugurar a obra da redenção que o Pai Lhe confiara, e, ao mesmo tempo, o Filho bem amado, sobre quem repousa o Espírito de Deus, para que Ele seja portador da Boa Nova da salvação a toda a Terra.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 28 (29), 1a.2.3ac-4.3b.9b-10 (R. 11b)

Refrão: O Senhor abençoará o seu povo na paz. Repete-se

LEITURA II Actos 10, 34-38

O Espírito Santo desceu sobre Jesus na hora do Baptismo e ungiu-O para que Ele pudesse começar o seu ministério e, por Ele, os homens fossem também baptizados não só na água, mas na água e no Espírito. A unção que o Espírito Santo confere a Jesus na hora do seu baptismo marca-O como “Messias”, isto é, “Ungido”, ou seja “Cristo”, e, faz d’Ele a fonte da unção com que o mesmo Espírito marcará os “cristãos”, os “ungidos”, membros de Cristo, sua Cabeça.

EVANGELHO - Lc 3, 15-16.21-22

No livro do Génesis (Gn 3 23-24) diz-se que depois do pecado dos nossos primeiros pais, Adão e Eva, eles foram expulsos do paraíso terrestre, que se fechou atrás deles. Agora, na hora do baptismo de Jesus, o Céu abriu-se para franquear a entrada ao homem novo, que é Jesus, que a voz do Pai declara ser o seu Filho. N’Ele e por Ele a todos os que n’Ele crêem, santificados pela graça do Espírito Santo, está agora patente a porta do paraíso.

Cânticos

Entrada - Deixa Deus entrar
Kyrie - Senhor tende piedade
Aleluia - Jesus Cristo está entre nós
Ofertório - Espirito de amor
Santo - Bonito
Pai nosso - Todo o mundo
Cordeiro - Vespertino
Comunhão - Comei do Pão
Acção de Graças - Tu És fonte de vida (taizé)
Final - Estrela Polar

Beijos e abraços
Luisa

2013/01/02

« (...) chegou a tua luz e brilha sobre ti a glória do Senhor»

EPIFANIA DO SENHOR


LEITURA I - Is 60, 1-6

Como uma cidade, construída sobre um monte, atrai o olhar de todos, ao ser iluminada pelo sol nascente, assim Jerusalém, iluminada pelo Nascimento de Jesus, atrai a si todos os povos, mergulhados na noite do pecado.
Será, porém, na Igreja, nova Jerusalém, que Deus reunirá todos os homens, para lhes dar a salvação. Será n’Ela que se constituirá, definitivamente, a comunidade dos povos. «A luz dos povos é Cristo – Mas a Sua luz resplandece no rosto da Sua Igreja» (LG. n.° 1). Ela é, na verdade, o sinal e o instrumento de união com Deus e de unidade de todo o género humano.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 71 (72), 2.7-8.10-11.12-13 (R. cf. 11)

Refrão: Virão adorar-Vos, Senhor, todos os povos da terra. Repete-se

LEITURA II - Ef 3, 2-3a.5-6

O universalismo de Isaías era um pouco limitado; os estrangeiros não estavam em posição de igualdade com os filhos de Israel. S. Paulo, descrevendo o plano salvífico de Deus, proclama que todos os homens são chamados, igualmente, a ser herdeiros da Promessa.
Como consequência deste chamamento universal para a Fé, toda a separação, toda a discriminação, introduzidas na humanidade por culturas e civilizações, desaparecem. Todos são chamados a formar o verdadeiro Israel e a constituir um só Corpo – o Corpo Místico de Cristo – restabelecendo-se assim o plano primitivo de Deus acerca da humanidade, que era um projecto de unidade e amor.

EVANGELHO Mt 2, 1-12

Frente ao mistério do Nascimento de Jesus, S. Mateus procura, sobretudo, contemplá-Lo à Luz do primeiro encontro do mundo pagão com o Salvador, de que os magos são as primícias e os representantes. Sublinhando, de modo expressivo, a universalidade da Mensagem cristã, dirigida a todos os homens, mesmo àqueles que, segundo as concepções estreitas do Judaísmo, viviam fora da Geografia e da História da Salvação, o evangelista mostra como na visita dos Magos, se realizam as profecias do A. T.
Não deixa também de o impressionar, em contraste com o orgulho e cegueira de Herodes e dos sábios de Israel, a boa vontade dos Magos, que, atentos aos sinais dos Tempos, se dispõem a correr a aventura da Fé.

Cânticos para o primeiro sábado deste ano


Entrada – Alegrem-se os céus e a terra (estrofes I, II, e IV)
Kyrie – Senhor Piedade
Aleluia – Aleluia simples
Ofertório – Oração de Santo Inácio
Santo – Santo Roqueiro
Pai-Nosso – Senhor Aceita
Cordeiro – Proclama o teu Senhor
Comunhão – Razão de Viver
Acção de Graças – Laudate omnes gentes
Final – Partiram-se os 3 Reis Magos

Beijos e abraços

Um feliz 2013 para todos vós!

2012/12/26

" (...) e com salmos, hinos e cânticos inspirados, cantai de todo o coração a Deus a vossa gratidão."

Oitava Natal

Tempo: Natal

SAGRADA FAMÍLIA DE JESUS, MARIA E JOSÉ

Foi no quadro comum duma família humana que se realizou o mistério da Encarnação, pelo qual Deus feito Homem habita entre os homens. É por isso que, neste clima de Natal, a Igreja honra esta família de obscuro artista de aldeia, em cujo seio decorreram os anos íntimos e silenciosos da infância e da juventude de Jesus e que se tornou modelo de toda a família e de toda a sociedade.
Nos nossos dias, passa a família por transformações profundas, que lhe alteram o rosto que estávamos habituados a contemplar. Contudo, a comunidade familiar, nascida da instituição divina que é o matrimónio, mantém todo o seu valor. A experiência dos países, onde se levou ao máximo a socialização e os estudos da psicanálise mostram a importância decisiva da família para a vida de todo o homem.
Nesta Família tão santa, quer pelas pessoas que a integram, quer pela sua singular missão, quer ainda pelo seu género de vida, têm todas as famílias cristãs um modelo perfeito de amor, de união e paz. Seguindo-o, os cristãos «superando as dificuldades, proverão às necessidades e vantagens da família, de acordo com os novos tempos» (GS. 52). E a vida familiar, assim iluminada e protegida, continuará a modelar os homens à imagem de Cristo e a encaminhá-los para a família do Céu.

LEITURA I - Sir 3, 3-7.14-17a (gr. 2-6.12-14)

A palavra de Deus faz o elogio da vida familiar. O Filho de Deus, ao fazer-Se homem, quis nascer e viver numa família humana. Foi ela a primeira família cristã, modelo, a seu modo, de todas as demais. O amor de Deus em todos os membros de uma família é condição fundamental para o crescimento, em paz, de todos os que nela nascem e vivem, como no quadro que o sábio nos apresenta nesta leitura.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 127 (128), 1-2.3.4-5 (R. cf. 1)

Refrão: Felizes os que esperam no Senhor e seguem os seus caminhos. Repete-se
Ou: Ditosos os que temem o Senhor, ditosos os que seguem os seus caminhos. Repete-se

Feliz de ti, que temes o Senhor
e andas nos seus caminhos.
Comerás do trabalho das tuas mãos,
serás feliz e tudo te correrá bem. Refrão

Tua esposa será como videira fecunda,
no íntimo do teu lar;
teus filhos serão como ramos de oliveira,
ao redor da tua mesa. Refrão

Assim será abençoado o homem que teme o Senhor.
De Sião te abençoe o Senhor:
vejas a prosperidade de Jerusalém,
todos os dias da tua vida. Refrão


LEITURA II - Col 3, 12-21
A vida doméstica no Senhor.

Desde o princípio que os cristãos compreenderam que a sua fé se deve manifestar em toda a sua vida e muito particularmente na vida de família; esta pode ter sempre diante dos olhos a Sagrada Família de Nazaré, que constituiu a melhor experiência do que devem ser as nossas famílias.

EVANGELHO - Lc 2, 41-52

Um dos poucos episódios que os Evangelhos nos contam da vida da Sagrada Família de Nazaré mostra-nos a orientação profunda de Jesus para o Pai celeste e a descoberta progressiva que Maria e José iam fazendo da pessoa e do mistério de Jesus. Assim há-de ser o progresso contínuo da vida da família cristã, vivida ela também sempre em relação a Jesus.
 
"E agora os cânticos a cheirar a azevinho:

Entrada: Adeste Fidelis (CN 1)
Kyrie: P'ra fazer do mundo um lugar melhor
Aleluia: (2 hipóteses... se não conseguirem a 1ª) Aleluia (espiritual negro) (CN 4)... OU Cantai Aleluias (Al 8)
Ofertório: Natal de Elvas (CN10)
Santo: Santo (Alcântara)... claro!!!!!
Pai-Nosso: Pai-Nosso, Tu que estás
Cordeiro: Cordeiro de Deus (Lento)
Comunhão: Alegrem-se os céus e a terra (CN 3)
Acção de Graças: (2 hipóteses... se não conseguirem a 1ª) Dorme com os anjos (CN 7)...OU Ó Luz de Deus (CN 14)
Final: Escolhi 2 cânticos... por causa do beijo ao menino... e porque gosto dos 2 e queria cantar os 2... Ah vinde todos à porfia (CN2)... E Cantai que o Salvador nasceu (CN6)"


Beijos e abraços

Luisa

2012/12/21

«Eis-Me aqui: Eu venho para fazer a tua vontade»

Advento IV
LEITURA I - Miq 5, 1-4a

Completando a profecia de Isaías sobre o «Emanuel» (Deus connosco), o profeta Miqueias, seu contemporâneo, anuncia o lugar do nascimento do Messias Salvador e descreve a Sua missão.
Será na cidade davídica de Belém, cujo sobrenome Efrata exprime a fecundidade messiânica, que dará à luz Aquela que será a Mãe do Salvador. Aí nascerá o Rei futuro, que será Pastor do Seu Povo. Com o Seu nascimento, não só trará a Paz, reunindo os filhos de Deus dispersos, como Ele mesmo será a Paz. O Seu nascimento, com efeito, significa a presença de Deus no mundo, o fim do afastamento de Deus com o pecado e a reunificação universal dos irmãos.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 79 (80), 2ac.3b.15-16.18-19 (R.4)
Refrão: Senhor nosso Deus, fazei-nos voltar, mostrai-nos o vosso rosto e seremos salvos.
Ou: Mostrai-nos, Senhor, o vosso rosto e seremos salvos. Repete-se

LEITURA II - Hebr 10, 5-10

A entrada de Jesus no mundo está orientada para o drama da Cruz e o triunfo da Páscoa. O mistério da Encarnação é inseparável do mistério da Redenção. O esplendor da Páscoa ilumina já a aurora do Natal.
O Filho de Deus, preexistente na natureza divina, desde o momento da Sua entrada no mundo pela Encarnação oferece-Se como vítima. E esta oblação divina e humana santifica e salva desde esse momento, virtualmente, unida à sua expressão prática na oblação da Cruz.
Ao assumir a nossa condição humana, para a salvar, aceita os desígnios de Deus sobre Ele e ensina-nos a viver a vida como realização quotidiana da Vontade de Deus, na santificação interior, pela obediência e o amor.

EVANGELHO - Lc 1, 39-45

As intervenções de Deus na História da Salvação são, por vezes, designadas como «visitas» do Senhor ao Seu povo. A última intervenção de Deus, com a Encarnação, é também para S. Lucas uma «visita» do Senhor aos Seus (Lc. 1, 68; 7, 16), sendo a família do Precursor a primeira a participar dela e a beneficiar.
Maria aparece intimamente unida a esta «visita» do Senhor ao Seu povo. Ela é, na verdade, a morada de Deus entre os homens, a nova Arca da Aliança, perante a qual, João, ungido pelo Espírito que repousa sobre o Messias, exulta de alegria, à semelhança de David (2 S. 6, 2-16). Em Maria concretiza-se, de algum modo, o encontro de Deus com a humanidade. Ela inicia a era messiânica. É a mulher que assegura ao seu povo a vitória absoluta sobre o pecado e o mal (a saudação de Isabel lembra a que foi dirigida a Judit, após a vitória sobre os seus inimigos).
Esta união continuará no prolongamento da «visita» do Senhor a todos os homens, que é a vida da Igreja.

Cânticos
 
Entrada – Preparai os caminhos do Senhor (24)
Kyrie – Senhor, que vieste (6)
Aleluia – Eu vim para escutar (10)
Ofertório – Eis aqui Pai (24)
Santo – Santo de Alcântara (9)
Pai Nosso – Pai Nosso [Dó Maior] (3)
Cordeiro – Cordeiro [Vespertino] (5)
Comunhão – Eu desejei ardentemente (18)
Acção de Graças – Estrela Polar (6)
Final – Caminhos para a vida (5)
 
O Coro Vespertino deseja a todos um Santo e Feliz Natal!
Que em vossas casas o espirito seja de união e amor!
 
Beijos e abraços

2012/12/12

«O Senhor teu Deus está no meio de ti, como poderoso salvador. Por causa de ti, Ele enche-Se de júbilo, renova-te com o seu amor, exulta de alegria por tua causa, como nos dias de festa».



Advento III
 


 
LEITURA I - Sof 3, 14-18a

O convite à alegria, dirigido pelo profeta a Jerusalém, está fundamentado nesta certeza consoladora: Deus, o Rei de Israel e o Salvador, está presente no meio do Seu Povo, apesar das desordens e pecados passados.
Esta presença amorosa de Deus traz consigo o perdão, suspendendo o castigo, afastando o medo e o desalento e dando origem a uma renovação tão maravilhosa que o próprio Deus Se alegrará perante esta nova criação.

SALMO RESPONSORIAL Is 12, 2-3.4bcd.5-6 (R. 6)

Refrão: Exultai de alegria, porque é grande no meio de vós o Santo de Israel. Repete-se
Ou: Povo do Senhor, exulta e canta de alegria. Repete-se

Deus é o meu Salvador,
tenho confiança e nada temo.
O Senhor é a minha força e o meu louvor.
Ele é a minha salvação. Refrão

Tirareis água com alegria das fontes da salvação.
Agradecei ao Senhor, invocai o seu nome;
anunciai aos povos a grandeza das suas obras,
proclamai a todos que o seu nome é santo. Refrão

Cantai ao Senhor, porque Ele fez maravilhas,
anunciai-as em toda a terra.
Entoai cânticos de alegria, habitantes de Sião,
porque é grande no meio de vós o Santo de Israel. Refrão


LEITURA II - Filip 4, 4-7

A Religião cristã é uma religião de alegria. É certo que alguns cristãos ficam apenas na Quaresma, esquecidos de que ela é apenas uma etapa na obra redentora, e de que, para além da Paixão e da Ressurreição, Cristo continua a viver no meio de nós, pondo-nos em comunhão com Deus e com os irmãos.
A alegria é uma consequência da nossa fé, um imperativo do Senhor, que S. Paulo reforça. O cristão deve vivê-la, mesmo nas horas más, deve transmiti-la, dando assim testemunho da presença de Deus no mundo.

EVANGELHO - Lc 3, 10-18

João Baptista inserindo-se na linha dos profetas do A. T., para os quais a conversão consistia em voltar a viver o amor de Deus e do próximo, indica aos homens das mais diversas classes sociais qual a penitência agradável a Deus – o cumprimento dos seus deveres, em função do amor do próximo.
Mas a conversão, com o abandono do pecado, é também recepção do Espírito, ou Amor de Deus, princípio duma vida nova, que se comunica mediante um sinal de conversão – o Baptismo.
Ninguém é excluído desta conversão, pois todas as situações humanas se podem viver no amor.

Cânticos
 
Entrada – Feliz Caminhar
Kyrie - Kyrie
Aleluia – Como a Ponte
Ofertório - Oração de Santo Inácio
Santo – Santo (of the rising sun)
Pai Nosso - Pai, Tu És meu Deus
Cordeiro – Cordeiro de Deus (Alegro)
Comunhão – Razão de Viver
Acção Graças – El Senyor (Taize)
Final – Hevenu Shalom


Beijos e abraços

 

2012/12/06

IMACULADA CONCEIÇÃO DA VIRGEM SANTA MARIA


Advento II
 

LEITURA I - Bar 5, 1-9

Deus promete a Israel dias de glória e de bênção, que porão fim ao cativeiro da Babilónia. Os membros do Povo eleito, dispersos, em pequenos grupos, num mundo pagão, hão-de reunir-se, não pelo esforço dos homens, mas por obra do mesmo Deus, em volta de Jerusalém, constituindo, de novo, uma nação com destino próprio.
Como a Israel, Deus também nos libertou, por meio de Jesus Cristo, que veio à terra para nos reunir no Seu Povo, a Sua Igreja, a «Jerusalém do alto» e «nossa mãe».

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 125 (126), 1-2ab.2cd-3.4-5.6 (R.3)

Refrão: Grandes maravilhas fez por nós o Senhor: por isso exultamos de alegria. Repete-se
Ou: O Senhor fez maravilhas em favor do seu povo. Repete-se

LEITURA II - Filip 1, 4-6.8-11

Graças à acção divina e à cooperação dada pelos cristãos de Filipos, o Evangelho difundiu-se extraordinariamente. Por isso, S. Paulo, com os mesmos sentimentos de alegria com que o profeta celebrava o «regresso» a Jerusalém, canta a «conversão» dos homens ao Evangelho, ao mesmo tempo que exorta os Filipenses a continuarem a trabalhar na construção da Igreja, pelo progresso na caridade e no conhecimento de Deus.

EVANGELHO - Lc 3, 1-6

S. Lucas situando, com precisão, a pregação de João Baptista no coração da história dos homens, indica, claramente que a salvação é universal, oferecida a todos os homens, sem excepção. «Ao novo Povo de Deus todos os homens são chamados» (LG 13).
A condição essencial para a aceitação da salvação é a conversão a Deus, que envolve, como consequências a libertação do pecado.
Para que a vinda misteriosa de Cristo às nossas almas, hoje se cumpra, é necessário, pois, «preparar os caminhos do Senhor».

Cânticos para a missa:
Entrada – Gratia plena / Quando a Terra nasceu
Kyrie – Somos o teu povo
Aclamação da Palavra – Aleluia - Gospell
Ofertório – Não levo alforge
Santo – Santo, Santo
Pai Nosso – Senhor aceita
Cordeiro – Proclama o teu Senhor
Comunhão – Para a frente
Acção de Graças – Consagração a Nossa Senhora (Belém)/Consagração a Nossa Senhora
Final – Maria e Mãe


IMACULADA CONCEIÇÃO DA VIRGEM SANTA MARIA - 8 Dezembro


Nota Histórica


Mais do que qualquer outro tempo do Ano Litúrgico, o Advento é tempo de Maria, pois é nele que A vemos em mais íntima relação com o Seu filho, ao Qual está unida «por vínculo estreito e indissolúvel» (LG. 53).
Se o Senhor veio ao meio dos homens, se Ele vem ainda, é por meio de Maria. N’Ela se cumpre, na verdade, o mistério do Advento.
Embora, na sua origem e no seu princípio, a Solenidade da Imaculada Conceição, que vem do século XI, não nos apareça em ligação com o Advento, contudo ela é uma verdadeira festa do Advento. Ela é a aurora que precede, anuncia e traz em si o Dia novo, que está para surgir no Natal.
Enaltecendo a Virgem Maria, esta Solenidade, em vez de nos desviar do Mistério de Cristo, leva-nos, pelo contrário, a exaltar a obra da Redenção, ao apresentar-nos Aquela que foi a primeira a beneficiar dos seus frutos, tornando-se a imagem e o modelo segundo o qual Deus quer refazer o rosto da Humanidade, desfigurado pelo pecado.
Assim como na aurora se projecta a luz do sol, de cujos raios ela tira a vida, assim em Maria Imaculada se reflecte o poder do Salvador que está para vir: a Seus méritos Ela deve, com efeito, o ter sido «remida de modo mais sublime» (LG. 53).
Festa de Advento, a Solenidade da Imaculada Conceição constitui uma bela preparação para o Natal.

2012/11/21

“O seu poder é eterno, não passará jamais, e o seu reino não será destruído”


Tempo Comum XXXIV

LEITURA I - Dan 7, 13-14

O “Filho de homem” de que fala o profeta é a maneira de falar que Jesus depois adoptou, aplicando-a a Si mesmo. Este “Filho de homem” que recebe de Deus um reino eterno é Jesus, que, pela oblação de Si mesmo ao Pai na Cruz, mereceu a glória da ressurreição, e assim Se tornou o “Primogénito de entre os mortos”, Cabeça de toda a humanidade por Ele remida, Senhor de todo o Universo, sentado à direita do Pai.

SALMO RESPONSORIAL -  Salmo 92 (93), 1ab.1c-2.5 (R. 1a)

Refrão: O Senhor é rei num trono de luz. Repete-se

LEITURA II - Ap 1, 5-8

O Apocalipse de S. João, escrito em tempo de perseguição, proclama, para além da opressão e da morte infligida à Igreja, o triunfo pascal de Jesus, o Crucificado, mas agora Ressuscitado. Ele é Rei e Sacerdote diante de Deus. E os membros do seu povo, que é o seu Corpo místico, são, com Ele e n’Ele, reis e sacerdotes; são um povo real e sacerdotal; assim os fez o Baptismo.

EVANGELHO - Jo 18, 33b-37

No tribunal judaico do Sinédrio, Jesus tinha aplicado a Si o título de “Filho do homem”, referido pelo profeta Daniel na primeira leitura. Agora, no tribunal romano diante de Pilatos, confirma o título de Rei, que os seus inimigos citam contra Ele como motivo de condenação. Mas, só os que são da verdade podem compreender o que diz a sua voz.

Cânticos

Entrada - Para cantar ao Rei, 23
Kyrie - Senhor Piedade, 5
Aclamação da Palavra - Homens da Terra, 12
Ofertório - The Kingdom Of God, Taizé, 4
Santo - Senhor Tu és Santo, 8
Pai Nosso - Todo o mundo, 8
Cordeiro - Alegro, 2
Comunhão - Ele está vivo, 4
Acção de Graças - Emanuel, Entrada, 13
Final - Ser, Acção de Graças, 26
 
Beijos e abraços
Luisa


 

2012/11/14

«(…)e os que tiverem ensinado a muitos o caminho da justiça brilharão como estrelas por toda a eternidade»


Tempo Comum XXXII 


LEITURA I - Dan 12, 1-3

Em tempo de grande perseguição religiosa sofrida pelo povo de Deus no fim do Antigo Testamento, o profeta aponta a ressurreição futura como o destino último dos que estavam sendo vítimas da perseguição. A última palavra haveria de ser não a da morte, mas a da vida, como algum tempo depois se manifestou claramente na ressurreição de Cristo. Ao chegarmos quase ao fim do ano litúrgico, surge no horizonte a luz da glória da vida eterna para além da morte.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 15 (16), 5.8.9-10.11 (R. 1)

Refrão: Defendei-me, Senhor: Vós sois o meu refúgio. Repete-se
Ou: Guardai-me, Senhor, porque esperei em Vós. Repete-se

LEITURA II - Hebr 10, 11-14.18

Uma vez que Se ofereceu ao Pai na Cruz em sacrifício, Jesus entrou no santuário celeste como o manifestou a sua ressurreição. É essa a salvação total e perfeita. A partir daí, e pelos merecimentos em que Ele, por misericórdia de Deus, nos quer fazer participar, todos nós podemos, com Ele e por Ele, entrar também no santuário celeste. É essa a esperança dos cristãos: passar, com Cristo, da morte à ressurreição.

EVANGELHO Mc 13, 24-32

O ano caminha para o seu termo, não como para um fim sem além, mas como para o supremo momento de quem tem vivido na expectativa de alguém que vai chegar e quer ser acolhido. É o Senhor Jesus, o Filho do Homem, que virá para congregar os homens em Si, e os levar consigo para o Pai. Aí será o lugar do repouso eterno, para quem viver esta vida presente na expectativa feliz do Senhor que vem. Expectativa e preparação são atitudes fundamentais de toda a vida cristã, hoje lembradas de maneira particular.

Cânticos
 
“Este fim de semana não conseguirei ir a Lisboa porque tenho um seminário que se estende até sábado.
Sendo assim, ficam escolhidos os cânticos para os demais!
 
Entrada - Guardião
Kyrie - Pai de Infinita bondade
Aclamação - Quero sempre viver
Ofertório - Para Além
Santo - Santo I
Pai Nosso - Pai nosso Tu que estás
Cordeiro - Cordeiro de Deus V
Comunhão - Só Tu és meu redentor
Acção de Graças - Nada temo
Final - Fica junto a nós
 
Beijinhos”
 
«(…) Em verdade vos digo: Não passará esta geração sem que tudo isto aconteça. Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão.»
 
Beijos e abraços
Luisa

 

2012/11/08

«(...) na sua pobreza, ofereceu tudo o que tinha, tudo o que possuía para viver»


Tempo Comum XXXII
 
LEITURA I - 1 Reis 17, 10-16

Frequentes vezes, a palavra de Deus apresenta o contraste entre a opulência e a pobreza, entre a ostentação e a simplicidade, para nos fazer compreender que os humildes e os simples, que a Sagrada Escritura chama “os pobres”, têm o primeiro lugar aos olhos de Deus. Nesta leitura, vemos como foi uma pobre viúva que soube acolher o profeta de Deus, e como por isso foi recompensada com dons abundantes. Ensinamento semelhante ao que ouviremos no Evangelho.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 145 (146), 7.8-9a.9bc-10 (R. 1 ou Aleluia)

Refrão: Ó minha alma, louva o Senhor. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

LEITURA II - Hebr 9, 24-28

O sacrifício de Cristo, oferecido por Ele sobre a Cruz, é o momento culminante de toda a vida de Jesus e até da história de toda a humanidade. Oferecendo-Se em sacrifício ao Pai, Ele abriu o caminho para junto de Deus, primeiro para Ele mesmo, como homem que também era, e, em Si e consigo, para todos os que a Ele se entregam e Lhe obedecem, como Ele obedeceu ao Pai. Em Cristo todos podem encontrar o caminho e a porta para Deus.

EVANGELHO – Forma longa Mc 12, 38-44

Como a viúva de que falava a primeira leitura também esta outra viúva a que se refere agora o Evangelho amou mais a palavra de Deus do que os seus poucos bens, que eram, na verdade os únicos e bem pequenos. Mas, por isso mesmo, a sua acção foi de maior alcance e mais meritória do que as grandes dádivas dos que muito possuíam. Gesto bem pequeno, portador de uma grande lição, porque inspirado por um grande amor.


Cânticos

Entrada: Senhor, quem entrará
Kyrie: Senhor que vieste
Aclamação: Homens da Terra
Ofertório: Faz Oh Deus (creio que seja o Senhor, aqui nos tendes)
Santo: Rising sun
PN: Dó Maior
Cordeiro: V
Comunhão: Só Tu és meu redentor
AG: Só por Ti Jesus
Final/Envio: Peregrino

 
Beijos e abraços

Luisa

2012/11/01

«Escuta, Israel, e cuida de pôr em prática o que te vai tornar feliz (…) As palavras que hoje te prescrevo ficarão gravadas no teu coração»

Tempo Comum XXXI
 
LEITURA I - Deut 6, 2-6

Amar a Deus de todo o coração, acima de todas as coisas, é lei fundamental para todo o homem. Não é novidade trazida por Cristo; constitui princípio absoluto já no Antigo Testamento. Jesus há-de recordá-lo para o levar depois à perfeição. Não é por acaso que o povo judaico, já desde o Antigo Testamento, introduziu esta passagem bíblica na sua oração da manhã diária. Nós também agora a lemos na oração da noite (Completas) na Véspera de cada domingo.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 17 (18), 2-3.4.47.50-51ab (R. 2)

 

Refrão: Eu Vos amo, Senhor: Vós sois a minha força. Repete-se

LEITURA II - Hebr 7, 23-28

Na continuação dos domingos anteriores, a leitura da Epístola aos Hebreus aprofunda o sentido do sacerdócio de Cristo; ele é superior ao da Antiga Aliança, porque é intransmissível, por isso, eterno. Na glória da ressurreição, em que vive agora para sempre, Jesus intercede por nós, e as acções sacerdotais da Igreja sobre a terra significam e tornam operante para os homens de todos os tempos e lugares o sacerdócio eterno de Jesus Cristo.

EVANGELHO - Mc 12, 28b-34

Na Nova Aliança, Jesus, o Filho de Deus, leva à perfeição o primeiro mandamento da Lei, o amor de Deus, e declara o amor para com o próximo, o segundo mandamento, semelhante ao primeiro. Reconhecê-lo e aceitá-lo é já um grande dom e o ponto de partida para o pôr em prática. Foi assim a primeira atitude do escriba; e Jesus louvou-o por isso. Ele estava já no bom caminho.

Cânticos
 
Entrada – Segue-me
Kyrie – Somos o teu Povo
Aleluia – Como a Ponte
Ofertório – És a minha Vida
Santo – Santo (Roqueiro)
Pai-nosso – Pai, Tu és meu Deus
Cordeiro de Deus – Cordeiro (Vespertino)
Comunhão – Deus de Amor
Acção de graças – Pai Santo
Final – Quero Louvar-te
 
Beijos e abraços