Missa das 19h de Sábado, na Igreja Paroquial da Nossa Senhora da Ajuda em Lisboa

"Com música, com o nosso sentir cristão, com notas que deixamos hoje, aqui, para vós!"

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2014/07/22

«Dou-te um coração sábio e esclarecido, como nunca houve antes de ti nem haverá depois de ti»


Tempo Comum XVII

LEITURA I - 1 Reis 3, 5.7-12

O maior tesouro é a sabedoria. A sabedoria é o dom de saber orientar a vida segundo os critérios de Deus. Mas quem tem a peito pedi-la ao Senhor, antes de todos os outros bens como fez Salomão? De tal modo agradou ao Senhor esta primeira preocupação de Salomão que, juntamente com a sabedoria, a única coisa que ele pedira, o Senhor lhe deu tudo o mais.

SALMO RESPONSORIAL Sal. 118 (119), 57.72.76-77.127-128.129-130 (R . 97a )

Refrão: Quanto amo, Senhor, a vossa lei! Repete-se

LEITURA II - Rom 8, 28-30

Deus chamou-nos para nos integrarmos em Cristo. É esse o desígnio que Deus tem sobre nós e que se vai realizando, progressivamente, até chegar à plenitude, a qual só se encontrará na glória celeste. É o que esta leitura quer significar com a sucessiva acção de Deus em nós, pela qual Ele pretende levar-nos a participar plenamente na glória de Cristo.

EVANGELHO – Mt 13, 44-52

Com três parábolas, a do tesouro escondido no campo, a do negociante de pérolas e a da rede lançada ao mar, o Senhor ensina-nos o caminho da sabedoria para encontrar o reino dos Céus, como fará o “escriba bem avisado”, de que também nos fala a leitura.

Cânticos

Entrada - The Kingdom of God (Tz 4)
Kyrie - Senhor tem piedade (8)
Aclamação da Palavra - Canto Aleluia ao Senhor (10)
Ofertório - Vasos de barro (23)
Santo - Bonito (2)
Pai Nosso - Vespertino (5)
Cordeiro - Alegro (2)
Comunhão - Na areia daquela praia (7)
Acção de Graças - Voa a grande altitude (31)
Final - Passo a passo (27)

 

2014/07/17

« (…) ensinastes ao vosso povo que o justo deve ser humano e aos vossos filhos destes a esperança feliz de que, após o pecado, dais lugar ao arrependimento»


Tempo Comum XVI

LEITURA I - Sab 12, 13.16-19
Esta leitura é fruto da meditação de um homem sábio ao contemplar como Deus actua em presença dos males que rodeiam os homens, que saem até das mãos deles. Deus não age como os homens; não Se vinga, não Se desilude, não desespera. Deus sabe esperar, dando tempo ao tempo, e inspirando aos homens pecadores caminhos de conversão.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 85 (86), 5-6.9-10.15-16a (R. 5a)

Refrão: Senhor, sois um Deus clemente e compassivo. Repete-se

LEITURA II - Rom 8, 26-27

A acção de Deus em nós não é espectacular, não se faz sentir de maneira turbulenta e ruidosa; antes é serena, mas profunda e contínua. Deus actua, pelo seu Espírito, no mais íntimo do coração do homem, se este lho abrir e O acolher. Então, o próprio Espírito de Deus ora em nós, como só Ele sabe e pode orar.

EVANGELHO – Forma longa Mt 13, 24-43
O trigo e o joio, o bem e o mal, crescem neste mundo tão entrelaçados, que nunca acabaremos por ser capazes de os separar completamente. Mas, a hora de Deus chegará; justiça será feita, e da maneira mais total e completa. Entretanto, o reino de Deus vai lançando raízes e vai crescendo, sem que o joio o consiga sufocar. Mais uma razão para lhe darmos toda a atenção e a ele nos consagrarmos de alma e coração, com toda a esperança.

Cânticos
Entrada - Deixa Deus entrar (10)
Kyrie - Kyrie Eleison (2)
Aclamação da Palavra – Aleluia Israel
Ofertório - Ao Amor que te arrasta (1)
Santo - Senhor, Tu és Santo (8)
Pai Nosso - Pai, Tu és meu Deus (6)
Cordeiro - Lento
Comunhão - Por uma humanidade nova (12)
Acção de Graças - Descoberta (Final 9)
Final - Quando a terra nasceu (Entrada 27)

2014/07/11

«(…) assim a palavra que sai da minha boca não volta sem ter produzido o seu efeito, sem ter cumprido a minha vontade, sem ter realizado a sua missão»


Tempo Comum XV

LEITURA I - Is 55, 10-11

Na terceira leitura deste domingo, o Senhor vai comparar a palavra de Deus à semente, que é lançada à terra. Mas, desde já, nesta primeira leitura, nos é dito, pela boca do profeta, que a semente da palavra tem em si mesma uma força divina que a torna eficaz, cheia de capacidade para que possa produzir todo o alimento de que o homem necessita para o seu espírito.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 64 (65), 10abcd.10e-11.12-13.14 (R. Lc 8, 8)

Refrão: A semente caiu em boa terra e deu muito fruto. Repete-se

LEITURA II - Rom 8, 18-23

O pecado do homem faz com que toda a criação, de que o homem é a cabeça, participe no estado de escravatura a que ele próprio se reduziu, mas a libertação, que de Deus nos vem por Jesus Cristo, há-de estender-se a todas as criaturas e fazer como que uma nova criação. E assim todos e tudo encontrarão a unidade em Deus, por Jesus Cristo.

EVANGELHO – Forma longa Mt 13, 1-23

Jesus fala em parábolas. Hoje apresenta a do semeador. A palavra de Deus, fonte de vida, continua a ser semeada sobre a terra imensa dos homens, e produzirá muito fruto, se essa terra for capaz de a receber. A palavra vem a nós em cada celebração litúrgica, na leitura individual da Sagrada Escritura, no eco que dentro de nós se faz ouvir a partir das vezes em que, no passado, a escutámos, desde os tempos, talvez distantes, da catequese ou da família onde crescemos, e até nos acontecimentos da vida e na própria voz da criação. Tudo nos repete a palavra de Deus.

Cânticos

Entrada: Chamamento
Kyrie: Pois Pecámos contra Vós (4)
Aclamação da Palavra: Como a Ponte (11)
Ofertório: Vede Senhor (24)
Santo: Santo (Rising Sun) (4)
Pai Nosso: Junto ao Mar (1)
Cordeiro: Cordeiro Vespertino (5)
Comunhão: Grão de Trigo (15)
Acção de Graças: Jésus le Christ (Taizé 3)
Final: Hino Diocesano 2011 (18)

2014/07/04

"Louvarei para sempre o vosso nome, Senhor, meu Deus e meu Rei"


Tempo Comum XIV

LEITURA I - Zac 9, 9-10

A humildade e a mansidão são características do reino de Deus, e, antes de mais, do próprio Rei, Cristo Senhor. De facto, a realeza deste reino não se afirma no poder, muito menos na violência, mas na verdade, na justiça, no amor, na paz. A entrada de Jesus em Jerusalém deu realização completa a esta palavra do profeta.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 144 (145), 1-2.8-9.10-11.13cd-14 (R. 1 ou Aleluia)

Refrão: Louvarei para sempre o vosso nome, Senhor, meu Deus e meu Rei. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

LEITURA II - Rom 8, 9.11-13

“Corpo”, que aqui se chama a “simples natureza” e, às vezes, também, a “carne”, significa, neste caso, não uma parte do homem em oposição a “alma”, mas o homem todo, que existe no corpo e por ele se manifesta, enquanto não está ainda sujeito ao Espírito de Deus, princípio da vida nova do homem que vive em Cristo. Quem tem em si a vida do Espírito de Cristo deve praticar as obras próprias de um homem espiritual, como o é o cristão, assim chamado precisamente porque vive animado pelo Espírito de Jesus Cristo.

EVANGELHO - Mt 11, 25-30

“Manso” e “humilde” são palavras que caracterizam os que entram no reino de Deus, e estão próximas da ideia expressa também por “pobres de Deus”, aqueles para quem as verdadeiras riquezas são os tesouros daquele reino. Esses tesouros são um mistério, um segredo, que só Jesus conhece, mas que Ele dá a conhecer aos seus. Estes hão-de compreender como é suave a Lei de Deus, caminho que leva à compreensão e posse dos verdadeiros valores da vida vividos em Deus. É a esses que, nas bem-aventuranças, está dito que “hão-de possuir a terra”, a Terra Prometida, como herança.

Cânticos

Entrada - Para cantar ao Rei
Kyrie – Pai de Infinita bondade
Aclamação da Palavra - Quero sempre viver
Ofertório – Eis aqui Pai
Santo – Ao Senhor Nosso Deus
Pai Nosso – Pai, Tu és meu Deus
Cordeiro – Proclama o Teu Senhor
Comunhão – Meu Pão Sagrado
Acção de Graças – O Reino de Deus (Taizé)
Final – Quero louvar-te

2014/06/26

«Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo» e «Eu sei em quem creio» - disseram os «nossos pais na fé».

 
"Aqui vão os cânticos, sujeitos a vossa apreciação:

E - Quem as mãos estende - 26
K - Senhor Piedade - 6
A - Homens da Terra - 14
O - Vem - 25
S - Santo I -7
PN - Do Maior - 3
CD - Vespertino - 5
C - Oração S. Pedro - 8
AG -Consagração a Nossa Senhora I - 7 (Marianos)
F - Maria e Mãe - 10 (Marianos)
 
Bjs
Sofia"
 

Sábado - 28 de Junho - celebra-se o Imaculado Coração da Virgem Santa Maria

Domingo - 29 de Junho - celebra-se o dia de S. Pedro e S. Paulo, Apóstolos 

"Nota Histórica  
Desde o século III que a Igreja une na mesma solenidade os Apóstolos S. Pedro e S. Paulo, as duas grandes colunas da Igreja. Pedro, pescador da Galileia, irmão de André, foi escolhido por Jesus Cristo como chefe dos Doze Apóstolos, constituído por Ele como pedra fundamental da Sua Igreja e Cabeça do Corpo Místico. Foi o primeiro representante de Jesus sobre a terra.
S. Paulo, nascido em Tarso, na Cilícia, duma família judaica, não pertenceu ao número daqueles que, desde o princípio, conviveram com Jesus. Perseguidor dos cristãos, converte-se, pelo ano 36, a caminho de Damasco, tornando-se, desde então, Apóstolo apaixonado de Cristo. Ao longo de 30 anos, anunciará o Senhor Jesus, fundando numerosas Igrejas e consolidando na fé, com as suas Cartas, as jovens cristandades. Foi o promotor da expansão missionária, abrindo a Igreja às dimensões do mundo.
Figuras muito diferentes pelo temperamento e pela cultura, viveram, contudo, sempre irmanados pela mesma fé e pelo mesmo amor a Cristo. S. Pedro, na sua maravilhosa profissão de fé, exclamava: «Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo». E, no seu amor pelo Mestre, dizia: «Senhor, Tu sabes que eu Te amo». S. Paulo, por seu lado, afirmava: «Eu sei em quem creio», ao mesmo tempo que exprimia assim o seu amor: «A minha vida é Cristo»!
Depois de ambos terem suportado toda a espécie de perseguições, foram martirizados em Roma, durante a perseguição de Nero. Regando, com o seu sangue, no mesmo terreno, «plantaram» a Igreja de Deus.
Após 2000 anos, continuam a ser «nossos pais na fé». Honrando a sua memória, celebremos o mistério da Igreja fundada sobre os Apóstolos e peçamos, por sua intercessão, perfeita fidelidade ao ensinamento apostólico."
Informação retirada do site do Secretariado Nacional da Liturgia.
 

2014/06/20

«Foi Ele quem, da rocha dura, fez nascer água para ti e, no deserto, te deu a comer o maná, que teus pais não tinham conhecido»


Corpo de Deus

LEITURA I - Deut 8, 2-3.14b-16a
Numa época de grande prosperidade económica, em que o povo de Israel corria o risco de se esquecer de Deus e de se fechar no seu egoísmo, o autor sagrado lembra-lhe a experiência do deserto. Durante essa longa caminhada, em que sentiu ao vivo a sua fraqueza, os bens necessários à vida (a alimento, a água, a libertação da escravidão, a protecção no meio dos perigos) não foram dádivas do amor de Deus? Esquecer agora, na abundância, esse amor paternal de Deus, seria uma ingratidão. Mas seria também uma loucura. O homem, com efeito, não pode viver só de pão. Satisfeita toda a fome que sente (fome de justiça, de liberdade, de paz) ele pode sentir-se ainda infeliz. O alimento espiritual, «a palavra, que sai da boca de Deus» (Mt. 4, 4), é-lhe indispensável para viver sobre a terra.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 147, 12-13.14-15.19-20  (R. 12a ou Aleluia)
Refrão: Jerusalém, louva o teu Senhor. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

LEITURA II - 1 Cor 10, 16-17
Pão vivo descido do Céu, verdadeiro maná, na caminhada da vida, a Eucaristia realiza a nossa incorporação em Cristo morto e ressuscitado e, por Ele, na Igreja, que é também Corpo de Cristo. O Pão Eucarístico é assim não apenas sinal, mas alimento de unidade entre os cristãos e destes com Deus. Comungar o Corpo e o Sangue de Cristo é, pois, comungar o amor que Jesus tem pelo Pai e pelos homens. Cada Comunhão devia ser para nós um compromisso de unidade. Unidade que não deve manifestar-se apenas na assembleia litúrgica, mas deve abranger toda a vida.

EVANGELHO - Jo 6, 51-58
A Eucaristia é tão desconcertante para os homens do nosso tempo, como os sinais realizados por Jesus o foram para os seus contemporâneos. Contudo, aqueles que foram testemunhas da Ressurreição, como João, e aqueles que, hoje, têm fé em Jesus, sabem muito bem que o Filho de Deus feito Homem, vindo para trazer a vida ao mundo, não Se limitou a dar-nos as Suas palavras ou o Seu exemplo. Deu-nos também, na Eucaristia, a Sua Carne e o Seu Sangue, isto é, a Sua Pessoa. Aqueles que, na pobreza da fé, souberem acolher a Cristo, sob o sinal sacramental, unir-se-ão à Sua Morte e Ressurreição, entrarão no Seu mistério, receberão a Vida.
 
Cânticos
Entrada – Venham todos;
Kyrie – P’ra fazer do mundo um lugar melhor;
Aclamação da palavra – Ale, Ale, Aleluia;
Ofertório – Meu pão sagrado (cânticos comunhão);
Santo – Alcântara;
Pai Nosso – Tu que Estás;
Cordeiro – Lento;
Comunhão – Tomo este pão;
Acção de Graças – Permanece;
Final – Comei do Pão (cânticos comunhão);

 

2014/06/13

“A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco”


Santíssima Trindade

LEITURA I - Ex 34, 4b-6.8-9

Deus manifesta-Se a Moisés como um Deus cheio de amor e de ternura para com o Seu povo. Sem deixar de ser justo, antes de tudo e acima de tudo, Ele é o Deus que ama e perdoa. Compenetrado desta verdade, Moisés não tem receio de interceder pelo Povo, que fora infiel à Aliança, voltando as costa, ao Deus vivo, para se entregar aos ídolos. E Moisés não vê frustrada a sua esperança. Deus continuará no meio do Seu povo, porque Ele é, na verdade, Aquele que salva.

SALMO RESPONSORIAL Dan 3, 52.53.54.55.56 (R. 52b)
Refrão: Digno é o Senhor de louvor e de glória para sempre. Repete-se
Ou: Louvor e glória ao Senhor para sempre. Repete-se

LEITURA II - 2 Cor 13, 11-13
Ao iniciarmos as nossas assembleias litúrgicas com o voto de S. Paulo, no final da carta aos Coríntios nós professamos a nossa fé no mistério de um Deus em três Pessoas distintas. Nós reconhecemos que a presença da Trindade é o que constitui a comunidade cristã. Na verdade, é pelo dom gratuito de Jesus Cristo, pelo amor universal do Pai e pela força unitiva do Espírito de caridade que somos congregados em assembleia, para celebrarmos a glória de Deus. Reunida pela acção da Santíssima Trindade, a comunidade cristã deve empenhar-se em se assemelhar à comunidade trinitária vivendo na busca da perfeição, na alegria e no amor mútuo que se exprime pelo ósculo da paz.

EVANGELHO - Jo 3, 16-18
O mistério da Santíssima Trindade é um mistério de amor: amor de um Deus que se revela aos homens e, num gesto de infinita bondade, lhes dá o Seu Filho, o Qual, encarnando e entregando-Se, totalmente, aos homens até à morte de Cruz (Filip. 2, 8), veio não para julgá-los, mas para salvá-los. Perante este amor de Deus, o homem só pode ter uma atitude: aceitar Jesus Cristo como seu Salvador deixar-se penetrar pelo Seu amor e iluminar pela Sua verdade, que é o Seu Evangelho de amor. Recusar Jesus Cristo é recusar a salvação. Deus não condena ninguém. Cada um de nós, com a sua aceitação ou recusa de Cristo, é que decide acerca do seu juízo final.

Cânticos

[Estes foram os cânticos que o Pedro escolheu e na sua maior amabilidade (=D) apenas colocou os números das páginas. Espero não me ter enganado e que sejam estes os cânticos que ele tinha em mente].

Entrada- 17 (Falar de Ti)
Kyrie- 10 (Somos o Teu Povo)
Aclamação do Evangelho- 3 (Israel)
Ofertório- 7 (Entrega)
Santo- 4 (rising sun)
Pai Nosso- 3 (Dó Maior)
Cordeiro de Deus- 2 (Alegro)
Comunhão- 1 (Comei do Pão)
Ação de Graças – 7 (Estrela Polar)
Cântico Final- 10 (E a vida não vai parar)

 

2014/06/05

Pentecostes


LEITURA I - Actos 2, 1-11

De harmonia com a promessa de Jesus, o Espírito Santo, manifestando a Sua presença sob os sinais sensíveis do vento e do fogo, desce sobre os Apóstolos, transforma-os totalmente e consagra-os para a missão, que Jesus lhes confiara.
Com este Baptismo no Espírito Santo, nascia assim, oficialmente, a Igreja. Nesse dia, homens separados por línguas, culturas, raças e nações, começavam a reunir-se no grande Povo de Deus num movimento que só terminará com a Vinda final de Jesus.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 103 (104), 1ab e 24ac.29bc-30.31.34 (R. 30)

Refrão: Enviai, Senhor, o vosso Espírito e renovai a face da terra. Repete-se
Ou: Mandai, Senhor o vosso Espírito,e renovai a terra. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

LEITURA II - 1 Cor 12, 3b-7.12-13

O Espírito Santo é «a alma da Igreja». É Ele que dá aos Apóstolos a perfeita compreensão do Mistério Pascal e os leva a anunciar a Ressurreição a todos os homens, sem excepção. É por Ele que nós acreditamos que Jesus é Deus e essa nossa fé se mantém. É Ele que enriquece o Corpo Místico com dons e carismas, numa grande variedade de vocações, ministérios e actividades. É Ele que, ao mesmo tempo que nos distingue, dando-nos uma personalidade própria dentro da Igreja, nos põe em comunhão uns com os outros, de tal modo que a diversidade não destrói a unidade.

EVANGELHO - Jo 20, 19-23

Com a Páscoa, inicia-se a nova Criação. E, como na primeira, também agora o Espírito Santo está presente, a insuflar aos homens, mortos pelo pecado, a vida nova do Ressuscitado. Jorrando do Corpo glorificado de Cristo, em que se mantêm as cicatrizes da Paixão, o Sopro purificador e recriador do mesmo Deus, comunica-se aos Apóstolos. Apodera-se deles, a fim de que possam prolongar a obra da nova Criação, e assim a humanidade, reconciliada com Deus, conserve sempre a paz alcançada em Jesus Cristo.

Cânticos

Entrada - Somos testemunhas da Ressureição;
Kyrie - Eleison;
Aclamação da Palavra - Israel;
Ofertório - Vasos de Barro;
Santo - Senhor, Tu És Santo
Pai Nosso - Pai Nosso
Cordeiro - Cordeiro de Deus I
Comunhão - Somos escolhidos
Acção de Graças - Como a corça
Final - Espirito de Amor

2014/05/28

« (…) mas recebereis a força do Espírito Santo, que descerá sobre vós, e sereis minhas testemunhas»


Ascensão

LEITURA I - Actos 1, 1-11
A Ascensão de Jesus é a última aparição do Ressuscitado que não só dá testemunho da verdade da Ressurreição, como faz compreender que Jesus vive agora na glória do Pai. A Ascensão manifesta assim o sentido pleno da Páscoa: depois de destruir o pecado e a morte com a sua Morte e Ressurreição, Jesus Cristo introduz o homem, que tinha assumido na Encarnação, na glória de seu Pai. O livro dos Actos dos Apóstolos, que apresenta a vida dos primeiros dias da Igreja, começa pela Ascensão do Senhor; assim nos é dado a compreender que a Igreja continua agora a presença de Jesus entre os homens, até que Ele venha, de novo, no fim dos tempos, para pôr o termo à história e nos sentar consigo à direita do Pai.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 46 (47), 2-3.6-7.8-9 (R. 6)
Refrão: Por entre aclamações e ao som da trombeta, ergue-Se Deus, o Senhor. Repete-se
Ou: Ergue-Se Deus, o Senhor,em júbilo e ao som da trombeta. Repete-se

LEITURA II - Ef 1, 17-23
Sentando-se à direita do Pai, Jesus introduz a humanidade na comunhão definitiva com Deus. É este o fruto do seu sacrifício na Cruz, a comunhão com o Pai, e é a esperança de todos os que n’Ele crêem.

EVANGELHO - Mt 28, 16-20
A Ascensão não é uma ausência, mas uma plenitude. O Senhor não abandona os seus na terra. Ele é, pela Ressurreição, o “Senhor” que domina o Céu e a terra. E continua presente e activo no meio de nós pelo seu Espírito que está na Igreja: na palavra de Deus, na acção dos Sacramentos, no amor da comunidade dos crentes vindos de todas as nações e em cada baptizado. E para que a sua presença possa chegar a todos os homens, a todos o Senhor envia agora os seus Apóstolos.

Cânticos
Entrada – Venham Todos (34) – Estrofes 1 e 3
Kyrie – Pai de Infinita Bondade (3)
Aclamação do Evangelho – Nada nos Separará (15)
Ofertório – Maria e Mãe (Cânticos Marianos - 10)
Santo – Santo (Roqueiro) (5)
Pai Nosso – Pai Nosso, Tu Que Estás (4)
Cordeiro de Deus – Cordeiro Vespertino
Comunhão – Peregrino (11) – Estrofes 1 e 3
Ação de Graças – Como a Corça (3)
Final – Quem Nos Faz Gritar (28)

Este sábado, 31 de Maio, também se celebra a Visitação de Nossa Senhora. Das homilias de São Beda Venerável, presbítero (L. I, 4: CCL 122, 25-26.30) (Sec VIII)…

A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito exulta em Deus meu Salvador. Com estas palavras Maria reconhece, em primeiro lugar, os dons singulares que Lhe foram concedidos e enumera depois os benefícios universais com que Deus favorece continuamente o género humano.
Glorifica o Senhor a alma daquele que consagra todos os sentimentos da sua vida interior ao louvor e serviço de Deus e, pela observância dos mandamentos, mostra que está a pensar sempre no poder da majestade divina.
Exulta em Deus, seu Salvador, o espírito daquele que se alegra apenas em meditar no seu Criador, de quem espera a salvação eterna.
Embora estas palavras se apliquem a todas as almas santas, adquirem contudo a sua ressonância mais perfeita ao serem proferidas pela bem-aventurada Mãe de Deus, que, por singular privilégio, amava com perfeito amor espiritual Aquele cuja concepção corporal no seu seio era a causa da sua alegria. Com razão pôde Ela exultar, mais que todos os outros santos, em Jesus, seu Salvador, porque sabia que o eterno Autor da salvação havia de nascer da sua carne com nascimento temporal, e, sendo uma só e mesma pessoa, havia de ser ao mesmo tempo seu Filho e seu Senhor.
Porque fez em mim grandes coisas o Todo-poderoso, e santo é o seu nome. Maria nada atribui aos seus méritos, mas reconhece toda a sua grandeza como dom d’Aquele que, sendo por essência poderoso e grande, costuma transformar os seus fiéis, pequenos e fracos, em fortes e grandes.
Logo acrescentou: E santo é o seu nome, para fazer notar aos que a ouviam e mesmo para ensinar a quantos viessem a conhecer as suas palavras, que, pela fé em Deus e pela invocação do seu nome, também eles poderiam participar da santidade divina e da verdadeira salvação, segundo a palavra do Profeta: E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. É precisamente o nome a que Maria se refere ao dizer: E o meu espírito exulta em Deus meu Salvador.
Por isso se introduziu na liturgia da santa Igreja o costume, belo e salutar, de cantarem todos este hino de Maria na salmodia vespertina, para que o espírito dos fiéis, ao recordar assiduamente o mistério da Encarnação do Senhor, se entregue com generosidade ao serviço divino e, lembrando-se constantemente dos exemplos da Mãe de Deus, se confirme na verdadeira santidade. E pareceu muito oportuno que isto se fizesse na hora de Vésperas, para que a nossa mente, fatigada e distraída ao longo do dia com pensamentos diversos, encontre o recolhimento e a paz de espírito ao aproximar-se o tempo de descanso.” (retirado da página do Secretariado Nacional de Liturgia).

2014/05/22

“Nesse dia reconhecereis que Eu estou no Pai e que vós estais em Mim e Eu em vós. Se alguém aceita os meus mandamentos e os cumpre, esse realmente Me ama”


Páscoa VI
LEITURA I - Actos 8, 5-8.14-17

A partir de Jerusalém, a Igreja vai dilatar-se pelo mundo ou, de maneira diferente, os homens começam a entrar na Igreja, à medida que escutam a Palavra de Deus e a ela se convertem. Isto será fruto da pregação dos mensageiros da Palavra e da acção do Espírito Santo, que actua nesta Palavra. Continua a ser o livro dos “Actos dos Apóstolos” que nos dá testemunho desta acção do Espírito de Deus.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 65 (66), 1-3a.4-5.6-7a.16.20 (R. 1 ou Aleluia)
Refrão: A terra inteira aclame o Senhor. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

LEITURA II - 1 Pedro 3, 15-18
Também a palavra de S. Pedro continua a fazer como que uma catequese mistagógica, isto é, a introduzir-nos no mistério da vida cristã, que é o mistério da vida de Cristo na vida dos baptizados. Cristo morreu, depois de ter assumido a nossa situação de mortais; mas ressuscitou, e, vencendo assim a morte, deu-nos a sua vida imortal. Ele é a nossa esperança.

EVANGELHO - Jo 14, 15-21
Jesus promete aos Apóstolos enviar-lhes o Espírito Santo, que será neles, ao mesmo tempo, o seu auxiliar e advogado no meio das dificuldades que hão-de suportar para se manterem fiéis, e o consolador e intercessor nas lutas que hão-de sofrer para vencerem os obstáculos que lhes advirão da parte do mundo. Será o Espírito Santo que lhes fará reconhecer o Senhor vivo para além da morte, na glória da ressurreição.

Cânticos

Entrada - Eu estou à tua porta a bater [16]
Kyrie - Senhor Piedade [6]
Aleluia - Ale Ale, Aleluia [1]
Ofertório - Consagração a Nossa Senhora I (Cânticos Marianos) [ 7]
Santo - Santo de Alcântara [9]
Pai Nosso - Todo o mundo [8]
Cordeiro - Proclama o teu Senhor [6]
Comunhão - Somos escolhidos [17]
Acção de Graças - Eu Sou [9]
Final - Espírito de Amor (Acção de Graças) [6]

Beijos e abraços