Missa das 19h de Sábado, na Igreja Paroquial da Nossa Senhora da Ajuda em Lisboa

"Com música, com o nosso sentir cristão, com notas que deixamos hoje, aqui, para vós!"

www.vespertino.org

2012/09/27

Tempo Comum XXVI


LEITURA I - Num 11, 25-29

Uma das grandes fraquezas humanas é o espírito de inveja e de partidarismo; e essa atitude de espírito é um dos maiores impedimentos à unidade e à colaboração. Tal atitude aparece até dentro da comunidade do povo de Deus, como se pode ver já nesta passagem do Antigo Testamento. Mas um espírito recto e humilde, como o de Moisés, saberá antes agradecer ao Senhor os dons que reconhecer nos outros, e não lhos invejar. É preciso antes compreender que o povo de Deus é todo ele animado pelo Espírito de Deus, o qual assiste a cada um em ordem à função que lhe cabe no meio desse povo.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 18 (19), 8.10.12-13.14 (R. 9a)

Refrão: Os preceitos do Senhor alegram o coração. Repete-se

LEITURA II - Tg 5, 1-6

O Apóstolo que escreveu o texto que hoje nos é proclamado pertenceu à primeira geração cristã. Por ele se vê como a fé, que inspirou, na Sagrada Escritura, páginas da mais alta mística, inspirou igualmente orientações muito práticas para a vida social, no que diz respeito ao uso dos bens temporais e à justiça para com o próximo, como estas que vamos escutar.

EVANGELHO - Mc 9, 38-43.45.47-48

O Espírito de Deus, que encheu a terra inteira, quer atingir, pela sua acção, todos os homens. Onde quer que a sua acção se manifeste, aí está a sua presença. E os filhos da Igreja devem alegrar-se com isso, procurando sempre, à luz do Espírito, discernir o que é ou não fruto desse mesmo Espírito. É à luz do Espírito de Deus que cada qual procurará ajuizar das suas próprias atitudes, deixando para trás tudo o que for obstáculo ao reino de Deus.

Cânticos


Entrada - Guardião (19)
Kyrie - Kyrie (2)
Aclamação - ALELUIA, quanto estamos unidos (4)
Ofertório - Para Além (14)
Santo - Santo (of the rising sun) (4)
Pai Nosso - Pai Nosso (dó maior) (3)
Cordeiro - Cordeiro de Deus (1)
Comunhão - Se o grão de trigo (13)
Acção de Graças - Quero Encontrar-Te (23)
Final - Espírito de Amor (Acção de Graças - 5)


Beijos e abraços

Luisa




2012/09/19

Tempo Comum XXV
 

LEITURA I - Sab 2, 12.17-20.

Leitura do Livro da Sabedoria
 
Disseram os ímpios: «Armemos ciladas ao justo, porque nos incomoda e se opõe às nossas obras; censura-nos as transgressões à lei e repreende-nos as faltas de educação. Vejamos se as suas palavras são verdadeiras, observemos como é a sua morte. Porque, se o justo é filho de Deus, Deus o protegerá e o livrará das mãos dos seus adversários. Provemo-lo com ultrajes e torturas, para conhecermos a sua mansidão e apreciarmos a sua paciência. Condenemo-lo à morte infame, porque, segundo diz, Alguém virá socorrê-lo.
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL - Salmo 53 (54), 3-4.5.6.8 (R. 6b)


Refrão: O Senhor sustenta a minha vida. Repete-se

Senhor, salvai-me pelo vosso nome,
pelo vosso poder fazei-me justiça.
Senhor, ouvi a minha oração,
atendei às palavras da minha boca. Refrão

Levantaram-se contra mim os arrogantes
e os violentos atentaram contra a minha vida.
Não têm a Deus na sua presença. Refrão

Deus vem em meu auxílio,
o Senhor sustenta a minha vida.
De bom grado oferecerei sacrifícios,
cantarei a glória do vosso nome, Senhor. Refrão

LEITURA II - Tg 3, 16 – 4, 3

Leitura da Epístola de São Tiago

 
Caríssimos: Onde há inveja e rivalidade, também há desordem e toda a espécie de más acções. Mas a sabedoria que vem do alto é pura, pacífica, compreensiva e generosa, cheia de misericórdia e de boas obras, imparcial e sem hipocrisia. O fruto da justiça semeia-se na paz para aqueles que praticam a paz. De onde vêm as guerras? De onde procedem os conflitos entre vós? Não é precisamente das paixões que lutam nos vossos membros? Cobiçais e nada conseguis: então assassinais. Sois invejosos e não podeis obter nada: então entrais em conflitos e guerras. Nada tendes, porque nada pedis. Pedis e não recebeis, porque pedis mal, pois o que pedis é para satisfazer as vossas paixões.
Palavra do Senhor.

EVANGELHO - Mc 9, 30-37

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos
 
Naquele tempo, Jesus e os seus discípulos caminhavam através da Galileia. Jesus não queria que ninguém o soubesse, porque ensinava os discípulos, dizendo-lhes: «O Filho do homem vai ser entregue às mãos dos homens, que vão matá-l’O; mas Ele, três dias depois de morto, ressuscitará». Os discípulos não compreendiam aquelas palavras e tinham medo de O interrogar. Quando chegaram a Cafarnaum e já estavam em casa, Jesus perguntou-lhes: «Que discutíeis no caminho?». Eles ficaram calados, porque tinham discutido uns com os outros sobre qual deles era o maior. Então, Jesus sentou-Se, chamou os Doze e disse-lhes: «Quem quiser ser o primeiro será o último de todos e o servo de todos». E, tomando uma criança, colocou-a no meio deles, abraçou-a e disse-lhes: «Quem receber uma destas crianças em meu nome é a Mim que recebe; e quem Me receber não Me recebe a Mim, mas Àquele que Me enviou».
Palavra da salvação.

Cânticos
 
Entrada – Esta Humanidade
Kyrie – Pai de Infinita Bondade (3)
Aleluia – Homens da Terra (12)
Ofertório – Entrega (6)
Santo – Santo [Bonito] (2)
Pai Nosso – Pai, Tu és meu Deus (6)
Cordeiro – Cordeiro de Deus [Alegro] (2)
Comunhão – Eu desejei ardentemente (18)
Acção de Graças – Há quem diga (11)
Final – E a vida não vai parar (33)

Beijos e abraços
Luisa


 

2012/09/13

«Se alguém quiser seguir-Me, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me. Na verdade, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; mas quem perder a vida, por causa de Mim e do Evangelho, salvá-la-á»


Tempo Comum XXIV
 
LEITURA I - Is 50, 5-9a

Esta leitura do Antigo Testamento fala-nos de uma personagem a que a Sagrada Escritura dá o nome de “Servo do Senhor”. Apresenta-se como alguém obediente a Deus, sujeito a muitas humilhações, mas sempre confiante no Senhor, e que, por fim, Deus exaltará na glória. É a figura típica de Jesus na sua Paixão, obediente até à morte na Cruz, exaltado na glória da Ressurreição, como o Evangelho O vai apresentar.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 114 (116), 1-2.3-4.5-6.8-9 (R. 9)

Refrão: Andarei na presença do Senhor sobre a terra dos vivos. Repete-se
Ou: Caminharei na terra dos vivos na presença do Senhor. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

LEITURA II - Tg 2, 14-18

A pregação de S. Tiago é muito concreta. A fé vive-se na prática da vida de cada dia, sobretudo nas relações com o próximo, que hão-de ter sempre a caridade como fundamento. A fé supõe a aceitação total da palavra de Deus, no pensar, no querer, no agir. Acreditar não é apenas admitir com a inteligência a verdade que a Igreja ensina, mas viver, em toda a vida, dessa mesma verdade. Doutro modo, a fé estaria morta, e a fé é um princípio de vida.

EVANGELHO - Mc 8, 27-35

Jesus anuncia, pela primeira vez, a sua Paixão, depois de Pedro ter feito um acto de fé na sua missão de Messias. Ao ouvir falar da Paixão Pedro escandaliza-se. Não consegue ligar as ideias de Messias com a do sofrimento, muito menos com a da Morte. Não tinha ainda compreendido as palavras sobre o “Servo de Deus” sofredor de que fala a primeira leitura.
 

Cânticos
Entrada – Segue-me
Kyrie - Senhor Piedade II
Aleluia - Como a ponte
Ofertório - A quem irei
Santo - Santo, Santo
Pai Nosso – Pai Nosso Tu que Estás
Cordeiro – Cordeiro de Deus (Vespertino)
Comunhão – Para a Frente
Acção de Graças – Hino da Caridade
Final – Abraça a Cruz


Beijos e abraços
Luisa

2012/09/04

«Tende coragem, não temais. Aí está o vosso Deus; vem para fazer justiça e dar a recompensa; Ele próprio vem salvar-nos».


Depois das merecidas férias eis que o coro volta para animar a eucaristia de Sábado às 19h00.
A tão aguardada “reentré” deu-se no primeiro dia deste mês e as saudades jà eram muitas… Acreditamos que uma celebração eucarística fica sempre mais rica acompanhada de cânticos e alegria! Que este próximo ano pastoral seja repleto de música, oração, silêncio mas também de festa (e que sejamos muitos a fazê-la)!
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Tempo Comum XXIII
 
 

LEITURA I -  Is 35, 4-7a

O profeta anuncia a hora da libertação depois do exílio de Babilónia com imagens de curas cheias de alegria. Jesus há-de realizar à letra estas e outras imagens, mostrando assim que chegara com Ele a hora da salvação, desde longe anunciada.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 145 (146), 7.8-9a.9bc-10 (R. 1)

Refrão: Ó minha alma, louva o Senhor. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

LEITURA II - Tg 2, 1-5

Deus não faz acepção de pessoas. Assim também o cristão não a há-de fazer; pelo contrário, o amor de Deus, mostra-se mais benevolente para com os mais pobres e os mais desprezados. O cristão há-de dar maior atenção aos que dela mais precisarem.


EVANGELHO - Mc 7, 31-37

Aquilo que os Profetas anunciaram, veio Jesus realizá-lo, mostrando assim que, com Ele, tinham chegado os tempos tão esperados do reino de Deus, que os surdos podiam agora escutar a palavra de Deus, que os mudos podiam proclamar o louvor do Senhor, que todos os homens podiam reconhecer n’Ele o Enviado de Deus e o seu Salvador.
Cânticos para este Sábado

Entrada – Guardião
Kyrie – Senhor Piedade
Aclamação do Evangelho – Cantai Aleluias
Ofertório –Para além
Santo – Ao Senhor Nosso Deus
Pai Nosso –Junto ao Mar
Cordeiro – Proclama o Teu Senhor
Comunhão – Peregrino
Acção de Graças – Maravilhas Fez em mim
Final – Maria e Mãe*

* Natividade da Virgem Santa Maria - 8 Setembro
“A vinda do Filho de Deus à terra, foi preparada, pouco a pouco, ao longo dos séculos, através de pessoas e acontecimentos. Entre as pessoas escolhidas por Deus para colaborarem no Seu projecto de salvação, houve uma, à qual foi confiada uma missão única: Maria, chamada a ser a Mãe do Salvador e cumulada, por isso, de todas as graças necessárias ao cumprimento dessa missão.
O nascimento de Maria foi, portanto, motivo de esperança para o mundo inteiro: anunciava já o de Jesus. Era a autora da salvação a despontar; «Ela vem ao mundo e com Ela o mundo é renovado. Ela nasce e a Igreja reveste-se da sua beleza». (Liturgia bizantina).
Felicitando a Mãe do Salvador, no dia do Seu aniversário natalício, peçamos a graça de à Sua semelhança, colaborarmos, generosamente, na salvação do mundo.” (Secretariado Nacional de Liturgia)

2012/07/26

“Há um só Corpo e um só Espírito, como há uma só esperança na vida a que fostes chamados”

 
 
Tempo Comum XVII

LEITURA I - 2 Reis 4, 42-44

A liturgia continua em si a mesma linha de pensamento e até de acção da Sagrada Escritura. Assim, hoje, faz-nos ler duas passagens semelhantes, uma do Antigo, outra do Novo Testamento: duas multiplicações do pão. Em ambas se pode ver o mesmo dedo de Deus, amigo dos homens, capaz de lhes dar o alimento de que precisam, e, ao mesmo tempo, em ambas se manifesta que é Ele quem está sempre nos gestos e nas palavras dos que actuam e falam em seu nome.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 144 (145), 10-11.15-16.17-18 (R. cf. 16)

Refrão: Abris, Senhor, as vossas mãos e saciais a nossa fome. Repete-se

LEITURA II - Ef 4, 1-6

Durante alguns domingos, sete, vamos ler a Epístola aos Efésios. É uma carta maravilhosa, escrita, como algumas outras, da prisão, e em que se aprofunda, de maneira particular, o mistério de Cristo e a vida vivida segundo esse mistério. Hoje insiste-se na unidade que deve reinar entre os cristãos, unidade não apenas de fora, mas de coração, porque todos somos um só, participantes da unidade de Deus, que d’Ele nos vem por Cristo.

EVANGELHO - Jo 6, 1-15

A multiplicação dos pães situa-se próximo da Páscoa. Hoje lemos o facto; nos dias seguintes ouviremos o comentário, a catequese que o próprio Senhor Jesus fará deste facto. Mas a multiplicação dos pães e dos peixes é apresentada nos termos da celebração eucarística. Depois da catequese sobre o Baptismo na fala com Nicodemos, depois da referência constante ao Espírito Santo, começamos hoje a catequese sobre a Eucaristia. Estamos no ambiente da iniciação cristã.

Cânticos
Entrada – Como são belos os pés
Kyrie – Somos o Teu povo
Aleluia – Homens da Terra
Ofertório – Ao amor que te arrasta
Santo – Santo, Santo
Pai Nosso – Pai Nosso Dó Maior
Cordeiro – Cordeiro (Vespertino)
Comunhão – Comei do Pão
Acção de Graças – Maravilhas fez em mim
Final – Louvado sejas


Beijos e abraços
Luisa


2012/07/19

“Dar-lhes-ei pastores que as apascentem e não mais terão medo nem sobressalto; nem se perderá nenhuma delas…”


Tempo Comum XVI  

LEITURA I - Jer 23, 1-6

No Evangelho, Jesus vai revelar-Se cheio de compaixão pela multidão, que é como um rebanho sem pastor. Mas já desde o Antigo Testamento Deus Se tinha revelado como bom Pastor do seu povo. Os cuidados do pastor pelo seu rebanho são uma boa comparação que nos pode fazer compreender o amor com que Deus Se preocupa com os homens e deseja que eles encontrem os verdadeiros caminhos da vida e o verdadeiro alimento que os há-de sustentar nesses caminhos. E logo se anuncia um “rebento justo”, um “verdadeiro rei”, o Messias futuro que Se há-de um dia apresentar como o “Bom Pastor”, Nosso Senhor Jesus Cristo.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 22 (23), 1-3a.3b-4.5.6 (R. 1)

Refrão: O Senhor é meu pastor: nada me faltará. Repete-se

LEITURA II - Ef 2, 13-18

Continuando a expor o plano de Deus sobre o mundo, S. Paulo mostra como Jesus fez a união de todos os homens por meio da sua Cruz, em particular, a união entre o povo de Deus do Antigo Testamento e o do Novo Testamento. Nem são rigorosamente dois povos, mas dois momentos do mesmo povo em que se manifesta a continuação e o desenvolvimento do mesmo e único plano divino de levar todos os homens, de todos os tempos, à unidade do Corpo que tem Cristo por cabeça e pastor.

EVANGELHO - Mc 6, 30-34

Sem a palavra de Deus os homens não encontram a união, são como ovelhas tresmalhadas de um rebanho a que falta o pastor. Jesus, ao contemplar a multidão que O seguia, mas que não era ainda a sua Igreja, sente por ela grande compaixão e vai-lhes dando o pão da palavra de Deus: “começou a ensinar-lhes muitas coisas”.
 
Entrada: Falar de ti (17)
Kyrie: Sr Piedade (5)
Aclamação da Palavra: Aleluia quando estamos unidos (4)
Ofertório: A quem irei (4)
Santo: Santo de Alcântara (9)
Pai Nosso: Junto ao mar (1)
Paz: Proclama o teu Senhor (6)
Comunhão: O Senhor é meu pastor (7)
Acção de Graças: Acção graças (1)
Final: Abraça a cruz (2) ou Ide Amigos e Parti (18)





2012/07/12

"Foi n’Ele que vós também, (...) abraçastes a fé e fostes marcados pelo Espírito Santo"

Tempo Comum XV

LEITURA I - Amós 7, 12-15

O Evangelho vai apresentar-nos hoje Jesus a chamar e a enviar os doze Apóstolos. Por seu lado esta primeira leitura quer fazer-nos compreender, desde já, que o Senhor chama e envia como Lhe apraz, quem Ele quer; esse será o seu enviado, o seu mensageiro, que é preciso acolher e escutar como tal. Por ele, é Deus quem falará. E nenhum mal-entendido ou incompreensão podem ser obstáculo à presença e à palavra do enviado de Deus.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 84 (85), 9ab-10.11-12.13-14 (R. 8)

Refrão: Mostrai-nos, Senhor, o vosso amor e dai-nos a vossa salvação. Repete-se
Ou: Mostrai-nos, Senhor, a vossa misericórdia. Repete-se

LEITURA II – Forma longa Ef 1, 3-14

A epístola aos Efésios, talvez a mais bela de S. Paulo, revela-nos o plano de Deus sobre o mundo. A contemplação deste plano deslumbrava o Apóstolo, e esse deslumbramento, canta-o ele num verdadeiro hino, que constitui a leitura de hoje. Esse plano de Deus consiste em fazer dos homens seus filhos por Jesus Cristo, e constituir Cristo cabeça e centro da unidade de todo o universo.

EVANGELHO - Mc 6, 7-13

A missão dos Apóstolos é puro dom do Senhor; Ele escolhe os que quer, e envia-os a anunciar uma mensagem de salvação que vem d’Ele, o Salvador. E de tal maneira eles anunciam uma mensagem que não é sua, mas de Jesus, que não deverão ir apoiados em seguranças humanas, mas somente no dom do Senhor que os envia.
Agora... o medo! e passo a "copy/paste".

"Bom, seguem os cânticos para esta semana... estão confusos (uma parte) mas pronto, vamos ver!

Entrada - Falar de ti (ent. 17)
Kyrie - Kyrie (K 2)
Aleluia - Aleluia Israel (A 2)
Ofertório - Não levo alforge (of. 12)
Santo - Santo I (st 7)
Pai-Nosso - Pai-Nosso Tu que estás (PN 4)
Cordeiro - Cordeiro de Deus (lento) (CD 3)

(até agora tudo bem...vamos "baralhar" e criar confusão...)

Comunhão - Somos os escolhidos (C 14) OU Vasos de Barro (nova)
Acção de Graças - Vasos de Barro (nova) OU Somos os escolhidos (C14)
Final - Ide amigos e parti (F 19) (- já sei que se cantou na semana passada mas tem a ver com o tema - ) OU Passo a Passo (nova)

CAOSSSS"


Boa Sorte!

Beijos e abraços

Luisa





2012/07/06

Vamos, vamos cantar...

Cânticos para este sábado


Entrada - Falar de Ti (17)
Kyrie - Pai de Infinita Bondade (3)
Aleluia - Alé, Alé, Aleluia (15)
Ofertório - Eis aqui Pai (24)
Santo - Santo de Alcântara (9)
Pai Nosso - Pai Nosso, Tu que Estás (4)
Cordeiro - Cordeiro de Deus [Alegro] (2)
Comunhão - Senhor a quem iremos (19)
Acção de Graças - Quero Encontrar-te (23)
Final - Ide Amigos e Parti (19)

2012/06/22

«Quem virá a ser este menino?»


NASCIMENTO DE S. JOÃO BAPTISTA
24 Junho

Nota Histórica
João Baptista é o único santo, com a Virgem Maria, de quem a Liturgia celebra o nascimento para a terra. Isso deve-se certamente, à missão única, que, na História da Salvação, foi confiada a este homem, santificado, no seio de sua mãe, pela presença do Salvador, que mais tarde, dele fará um belo elogio (Lc. 7, 28).
Anel de ligação entre a Antiga e a Nova Aliança, João foi acima de tudo, o enviado de Deus, uma testemunha fiel da Luz, aquele que anunciou Cristo e o apresentou ao mundo. Profeta por excelência, a ponto de não ser senão uma «Voz» de Deus, ele é o Precursor imediato de Cristo: vai à Sua frente, apontando, com a sua palavra e com o exemplo da sua vida, as condições necessários para se conseguir a Salvação.
A Solenidade do Precursor é um convite para que conheçamos a Cristo, Sol que nos vem visitar na Eucaristia, e dêmos testemunho d’Ele, com o ardor, o desinteresse e a generosidade de João Baptista.
Missa

Missa da Vigília

Esta Missa diz-se na tarde do dia 23 de Junho, antes ou depois das Vésperas I da solenidade.

LEITURA I - Jer 1, 4-10

«Antes de te formar no seio materno, Eu te escolhi»

SALMO RESPONSORIAL-  Salmo 70 (71), 1-2.3-4a.5-6ab.15ab e 17 (R. cf. 6b)

Refrão: Desde o meu nascimento, sois a minha esperança.

LEITURA II - 1 Pedro 1, 8-12

«Esta salvação foi objecto das investigações e meditações dos Profetas»

EVANGELHO - Lc 1, 5-17

«Dar-te-á um filho, ao qual porás o nome de João»
 
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MISSA DO DIA

LEITURA I - Is 49, 1-6

«Farei de ti a luz das nações»

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 138 (139), 1-3.13-14ab.14c-15 (R. 14a)

Refrão: Eu Vos dou graças, Senhor, porque maravilhosamente me criastes.

LEITURA II - Actos 13, 22-26

«João tinha proclamado, antes da vinda de Cristo...»

EVANGELHO - Lc 1, 57-66.80

«O seu nome é João»

Liturgia das horas
Dos Sermões de Santo Agostinho, bispo

(Sermão 293, 1-3: PL 38, 1327-1328) (Sec. V)

Voz que clama no deserto

A Igreja celebra o nascimento de João como acontecimento sagrado: não há nenhum, entre os nossos antepassados, cujo nascimento seja celebrado solenemente. Celebramos o de João, celebramos também o de Cristo: isto tem sem dúvida uma explicação. E se não a damos tão perfeita como exige a importância desta solenidade, meditemos ao menos nela, mais frutuosa e profundamente.
João nasce de uma anciã estéril; Cristo nasce de uma jovem virgem. O futuro pai de João não acredita que este possa nascer e é castigado com a mudez; Maria acredita, e Cristo é concebido pela fé. Eis o assunto, que quisemos investigar e prometemos tratar. E se não formos capazes de perscrutar toda a profundeza de tão grande mistério, por falta de capacidade ou de tempo, melhor vo-lo ensinará Aquele que fala dentro de vós, mesmo estando nós ausentes, Aquele em quem pensais com amor filial, que recebestes no vosso coração e de quem vos tornastes templos.
João apareceu como o ponto de encontro entre os dois testamentos, o Antigo e o Novo. O próprio Senhor o testemunha quando diz: A Lei e os Profetas até João Baptista. João representa o Antigo e anuncia o Novo. Porque representa o Antigo, nasce de pais velhos; porque anuncia o Novo, é declarado profeta quando está ainda nas entranhas de sua mãe. Na verdade, ainda antes de nascer, exultou de alegria no ventre materno, à chegada de Santa Maria. Já então ficava assinalada a sua missão, ainda antes de nascer; revelava-se de quem era o precursor, ainda antes de O ver. São realidades divinas que excedem a limitação humana. Por fim, nasce; é-lhe dado o nome e solta-se a língua do pai. Reparemos no simbolismo que estes factos representam.
Zacarias cala-se e perde a fala até ao nascimento de João, o precursor do Senhor; e então recupera a fala. Que significa o silêncio de Zacarias senão que antes da pregação de Cristo o sentido das profecias estava, em certo modo, latente, oculto e fechado? Mas tudo se abre e faz claro com a vinda d’Aquele a quem elas se referiam. O facto de Zacarias recuperar a fala ao nascer João tem o mesmo significado que o rasgar-se do véu no templo, ao morrer Cristo na cruz. Se João se anunciasse a si mesmo, Zacarias não abriria a boca. Solta-se a língua porque nasce aquele que é a voz. Com efeito, quando João já anunciava o Senhor, perguntaram-lhe: Quem és tu? E ele respondeu: Eu sou a voz de quem clama no deserto. João é a voz; mas o Senhor, no princípio era a Palavra. João é a voz passageira; Cristo é, no princípio, a Palavra eterna.

Cânticos para Sábado

Entrada - Cantarei
Kyrie - Kyrie
Aleluia – Gospell
Ofertorio - Eu Te Amo
Santo - Rising Sun
Pai Nosso - Pai Nosso
Cordeiro - Vespertino
Comunhão – Na areia daquela praia
Acção de Graças - És o Sol
Final – Caminho para a vida

Beijos e abraços
Luisa


2012/06/15

"n’Ele, que é o meu refúgio, não há iniquidade"


Tempo Comum XI

LEITURA I - Ez 17, 22-24

Foi talvez esta passagem do profeta que ofereceu a Jesus ocasião para anunciar as duas pequenas parábolas que vamos escutar no Evangelho. O profeta mostra-nos como de um pequeno ramo Deus pode fazer o começo de uma árvore frondosa. Assim foram os princípios e depois o desenvolvimento do reino de Deus, porque o vigor da vida de Deus aí estava.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 91 (92), 2-3.13-14.15-16 (R. cf. 2a)

Refrão: É bom louvar-Vos, Senhor. Repete-se
É bom louvar o Senhor
e cantar salmos ao vosso nome, ó Altíssimo,
proclamar pela manhã a vossa bondade
e durante a noite a vossa fidelidade. Refrão

O justo florescerá como a palmeira,
crescerá como o cedro do Líbano;
plantado na casa do Senhor,
florescerá nos átrios do nosso Deus. Refrão

Mesmo na velhice dará o seu fruto,
cheio de seiva e de vigor,
para proclamar que o Senhor é justo:
n’Ele, que é o meu refúgio, não há iniquidade. R.


LEITURA II - 2 Cor 5, 6-10

O cristão vive neste mundo sempre numa grande tensão entre a experiência diária desta vida e a como que a saudade da vida futura, como exilado mas cheio de esperança, sem nunca perder de vista o termo para onde caminha. Lá há-de encontrar toda a sua vida nas mãos de Deus, com o que nela tiver feito de bom ou de mau.

EVANGELHO - Mc 4, 26-34

A pregação de Jesus, ao apresentar o mistério do reino de Deus, e, depois, a pregação continuada na Igreja, é comparada a uma sementeira. O seu desenvolvimento é lento, mas constante e vigoroso, porque é forte a vitalidade da semente, que é a Palavra de Deus. É essa a vitalidade que a faz germinar, crescer, chegar à hora da colheita. A humildade dos começos não é obstáculo à grandeza que o reino de Deus há-de atingir na hora da ceifa.


Este Sábado, 16 de Junho, celebra-se o Imaculado Coração da Virgem Santa Maria

Cânticos para este Sábado
Entrada - Parábola
Kyrie - Senhor Tem Piedade
Aleluia: A Palavra É Deus Em Nós
Ofertório: Consagração A Nossa Senhora
Santo: Santo (Bonito)
Pai Nosso: Pai Nosso (Dó Maior)
Cordeiro De Deus: Cordeiro (Vespertino)
Comunhão: Se O Grão De Trigo
Acção De Graças: Laudate Omnes Gentes
Final: Descoberta

Beijos e abraços
Luisa