Missa das 19h de Sábado, na Igreja Paroquial da Nossa Senhora da Ajuda em Lisboa

"Com música, com o nosso sentir cristão, com notas que deixamos hoje, aqui, para vós!"

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2016/03/05

«…Tudo isto vem de Deus, que por Cristo nos reconciliou consigo e nos confiou o ministério da reconciliação.»





DOMINGO IV DA QUARESMA


LEITURA I - Jos 5, 9a.10-12

Mais um passo na história da salvação nos é apresentado na primeira leitura deste Quarto Domingo: depois da travessia do deserto, guiado por Moisés (domingo anterior), o povo de Deus entra na Terra Prometida e celebra a Páscoa. É também esta a perspectiva do tempo litúrgico em que nós entrámos: depois dos 40 dias do deserto quaresmal, celebraremos o mistério da Páscoa, na Terra Santa da Igreja de Cristo. O maná, a comida do deserto, cessou de cair, quando o povo de Deus chegou à Terra Prometida, e lá pôde, finalmente, alimentar-se dos frutos daquela nova Terra. Também a Igreja, depois do jejum da Quaresma, comerá da Ceia do Senhor, na Eucaristia da Páscoa. Não se trata apenas de uma comparação, mas de um mistério que todos os anos se renova no meio de nós.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 33 (34), 2-3.4-5.6-7 (R. 9a)

Refrão: Saboreai e vede como o Senhor é bom. Repete-se

LEITURA II - 2 Cor 5, 17-21

A Páscoa celebra o mistério da aliança que Deus fez com os homens, e, porque o homem é pecador, esse mistério é também de reconciliação. Pelo sacrifício de Jesus Cristo, todos os homens são tornados nova criação, uma vez que são reconciliados com Deus, que é o Criador de todas as coisas. Este mistério de reconciliação, realizado, de uma vez para sempre, por Cristo, é-nos agora acessível através da Igreja. A nós pertence, pois, aceitá-lo e deixar-nos reconciliar, cada um de nós, com Deus, por Cristo, por meio da Igreja. O Sacramento da Penitência é o sinal sagrado desta reconciliação. Por meio dele seremos, na Páscoa, novas criaturas.

EVANGELHO - Lc 15, 1-3.11-32

Na parábola do filho pródigo está expresso todo o itinerário do pecador, que, pela penitência, regressa à comunhão com Deus. Da morte à vida; é precisamente este o movimento de todo o Mistério Pascal. A parábola põe em relevo sobretudo o amor, paciente e sempre acolhedor, do Pai, de Deus nosso Pai. Por isso, a esta parábola melhor se poderia chamar a parábola do Pai misericordioso.

Cânticos

Entrada - Deixa Deus entrar
Kyrie – Somos o Teu Povo
Aclamação da Palavra – A Tua Palavra
Ofertório – Entrega
Santo - Santo (Bonito)
Pai nosso – Pai, Tu és meu Deus
Cordeiro - Cordeiro (Vespertino)
Comunhão - Senhor a quem iremos
Acção de graças - Ninguém te ama como Eu
Final – Abraça a cruz

2016/02/20

«… permanecei firmes no Senhor



DOMINGO II DA QUARESMA

LEITURA I - Gen 15, 5-12.17-18

Toda a história da salvação, desde o princípio até ao fim dos tempos, não é outra coisa senão o estabelecimento de uma aliança entre Deus e os homens, aliança que é oferta gratuita de Deus e que há-de ser aceitação humilde e agradecida da parte do homem. Mas há momentos mais significativos no estabelecimento desta aliança. Um deles, que é o seu ponto de partida mais explícito, é o da Aliança com Abraão, o crente por excelência, que, pela fé, se entrega totalmente à palavra de Deus. Nesta leitura, a aliança é significada por meio de um antigo rito: os animais oferecidos e esquartejados são o gesto do homem e o fogo que passa pelo meio deles é sinal da presença de Deus. Assim, de aliança em aliança, nos encaminhamos para a celebração da nova e eterna aliança na Páscoa do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 26 (27), 1.7-8.9abc.13-14 (R. 1a)

Refrão: O Senhor é a minha luz e a minha salvação. Repete-se

LEITURA II – Forma longa Filip 3, 17 – 4,1

Cristo glorioso é o termo de toda a história humana, o objecto da esperança de toda a nossa vida e a meta para onde se orienta o nosso itinerário quaresmal. Ao tempo da ascese difícil e dolorosa na subida, que acompanha a vida que vivemos neste corpo mortal, responde a vida gloriosa, que já se manifesta no Corpo do Senhor transfigurado. Mas o caminho e a porta da glória passa pela Cruz.

EVANGELHO Lc 9, 28b-36

A Transfiguração aparece todos os anos no Segundo Domingo da Quaresma, como anúncio da Ressurreição, de modo que, ao longo deste tempo de preparação pascal, estejamos bem conscientes de que o termo, para onde caminhamos, é Jesus ressuscitado. A Transfiguração, lida neste Domingo depois do Domingo da Tentação, faz com ela uma espécie de preâmbulo, antes de chegarmos à parte central da Quaresma. Mortificação e glorificação, tentação e glória, morte e ressurreição, são de facto, a síntese do mistério pascal que vamos celebrar.

Cânticos

Entrada – Chamamento 7
Kyrie – Senhor tem piedade 8
Aleluia – Eu vim para escutar
Ofertório – A quem irei 3
Santo – Roqueiro 5
Pai-Nosso – Junto ao Mar 1
Cordeiro – Cordeiro de Deus Alegro 2
Comunhão – Somos escolhidos 17
Acção de graças – Graças Senhor (Quantas coisas...) 12
Final – Deixa a tua terra 8


2016/02/13

«... todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo»


DOMINGO I DA QUARESMA

LEITURA I - Deut 26, 4-10


Através da oferta dos primeiros frutos da terra, o Povo eleito reconhece que tudo vem de Deus: a terra que cultiva, assim como a energia para a cultivar. Com este gesto, o homem vencia a tentação de se encerrar no mundo material, afirmando o primado do espiritual: «nem só de pão vive o homem».
Mas este gesto tem uma dimensão religiosa mais profunda. Na verdade, a oferta das primícias a Deus, por intermédio do sacerdote, era acompanhada duma autêntica profissão de fé, em que se recapitulavam os acontecimentos mais importantes da História da Salvação.


SALMO RESPONSORIAL Salmo 90 (91), 1-2.10-15 (R. cf. 15b)
 

Refrão: Estai comigo, Senhor, no meio da adversidade. Repete-se

Tu que habitas sob a protecção do Altíssimo
e moras à sombra do Omnipotente,
diz ao Senhor:
«Sois o meu refúgio e a minha cidadela:
meu Deus, em Vós confio». Refrão


Nenhum mal te acontecerá,
nem a desgraça se aproximará da tua tenda,
porque Ele mandará aos seus Anjos
que te guardem em todos os teus caminhos. Refrão


Na palma das mãos te levarão,
para que não tropeces em alguma pedra.
Poderás andar sobre víboras e serpentes,
calcar aos pés o leão e o dragão. Refrão


Porque em Mim confiou, hei-de salvá-lo;
hei-de protegê-lo, pois conheceu o meu nome.
Quando Me invocar, hei-de atendê-lo,
estarei com ele na tribulação,
hei-de libertá-lo e dar-lhe glória. Refrão


LEITURA II - Rom 10, 8-13


A fé do Povo Eleito baseava-se em factos concretos, pelos quais Deus manifestava o Seu amor e a Sua fidelidade.
A fé cristã consiste na adesão a uma pessoa, Jesus Cristo, Ressuscitado, e, por isso, Senhor. Com efeito, todas as maravilhosas inter¬venções salvíficas de Deus têm o seu ponto culminante no Mistério Pascal de Cristo.
Deste modo, «a fé é crer em Alguém e não em alguma coisa, o que significa abrir um crédito, que me põe à disposição do Único, em quem creio» (Gabriel Marcel).
Só esta fé em Cristo Ressuscitado, proclamada com alegria e vivida até às últimas consequências, nos dá a salvação.

 
EVANGELHO - Lc 4, 1-13


A tentação no Deserto não foi um acontecimento isolado. Foi o começo duma luta contra o «príncipe deste mundo», que se prolongará por toda a vida, atingindo o auge com a Morte em Jerusalém.
Como a de Jesus, a vida do cristão conhece também a prova da tentação. O Baptismo, que nos faz filhos de Deus, não nos introduz num estado de segurança. É antes o começo de dura caminhada, no decorrer da qual a nossa fidelidade a Deus é, muitas vezes, posta à prova.
Em todas as circunstâncias, porém, o cristão poderá ser invencível. Cristo Ressuscitado, que venceu, definitivamente, o mal, ficou na Eucaristia, para nos comunicar esse poder.


Cânticos

Entrada – Guardião
Kyrie – Pois pecámos contra vós
Aleluia – Falai
Santo – Santo de Alcântara (se formos poucos altera-se para o santo I)
Ofertório – Eu te amo
Pai-Nosso – Pai-nosso Tu que estás
Cordeiro – Cordeiro de Deus lento
Comunhão – Povo de Deus (1ª, 2ª e 4ª estrofes)
Acção de graças – L’ajuda em vindrá del Senyor (que é como quem diz… “o auxilio virá do senhor”… canon taizé)
Final – Nada Temo (AG)

2016/02/06

«...eles deixaram tudo e seguiram Jesus»

                          

DOMINGO V DO TEMPO COMUM

LEITURA I - Is 6, 1-2a.3-8

Esta leitura apresenta a vocação de Isaías e a sua missão, para introduzir a missão dos Apóstolos, de que falará o Evangelho. A vocação e a missão vêm de Deus, são dom seu. Em presença de tais dons, ao homem compete simplesmente responder e deixar-se enviar, porque a obra a que é enviado é toda de Deus. Foi por isso que o profeta começou por sentir-se envolvido em sinais da presença e da santidade de Deus. E ao reconhecer que Deus o chamava, respondeu a esse chamamento e deixou-se enviar para a missão a que Deus o destinava.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 137 (138), 1-2a.2bc-3.4-5.7c-8 (R. 1c)

Refrão: Na presença dos Anjos, eu Vos louvarei, Senhor. Repete-se

LEITURA II – Forma longa 1 Cor 15, 1-11

Os cristãos de Corinto, cidade grega de ambiente pagão, deviam sentir a atitude negativa dos grupos no meio dos quais viviam, em relação à ressurreição dos mortos, que até os próprios Judeus só lentamente foram admitindo. Para os cristãos, a morte e a ressurreição de Cristo constitui a base e o fundamento da sua fé. Ao afirmar o mistério pascal de Cristo, S. Paulo apresenta o núcleo central da profissão de fé da Igreja, o “Credo”.

EVANGELHO - Lc 5, 1-11

A disponibilidade verificada no profeta Isaías, vemo-la agora nos Apóstolos. É o Senhor que os envia, mas eles, por seu lado, deixam-se enviar. A obra de Deus está também nas mãos dos homens, porque Deus os quer associar a Si na obra de salvação. É, no fundo, a lei que nasce do mistério da Encarnação: Deus no homem e o homem em Deus. E a única atitude possível para o homem a quem Deus chama e envia é responder como Isaías: “Eis-me aqui”, e como Pedro: “Já que o dizes, lançarei as redes”.

Cânticos


Entrada - Deixa Deus entrar 
Kyrie - JCS
Aclamação do evangelho - Aleluia Israel
Ofertório - Na minha praia
Santo - Rising Sun !
Pai Nosso - Pai Nosso Vespertino
Cordeiro de Deus - Cordeiro de Deus I 
Comunhão - Na areia daquela praia
Ação de graças - Navegar
Final - Guia


2016/01/27

«… Eles combaterão contra ti, mas não poderão vencer-te, porque Eu estou contigo para te salvar».


DOMINGO IV DO TEMPO COMUM

 
LEITURA I - Jer 1, 4-5.17-19

Desde o dia da sua vocação, Jeremias, que os seus compatriotas hão-de acolher tão mal, é destinado por Deus para levar a palavra divina até aos pagãos. A palavra de Deus vem ao mundo para chegar a toda a Terra; e deve partir do meio do povo que Ele mesmo acolheu, mas que tantas vezes não é o que Lhe dá melhor acolhimento.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 70 (71), 1-2.3-4a.5-6ab.15ab.17 (R. cf. 15ab)

Refrão: A minha boca proclamará a vossa salvação. Repete-se

LEITURA II – Forma longa 1 Cor 12, 31 – 13, 13

No Corpo Místico de Cristo, que é a Igreja, há grande diversidade de dons e graças. Depois de se referir a essa variedade, que enriquece o corpo da Igreja, o Apóstolo aponta o que é carisma de todos os cristãos e a que todos são chamados, embora cada um em grau diferente: a caridade. Esta leitura é um verdadeiro hino à caridade.

EVANGELHO - Lc 4, 21-30

Como Jeremias, também Jesus foi mal recebido pelos seus, e, deixando Nazaré, a terra “onde Se tinha criado”, partiu para outros lugares, onde a palavra de Deus pudesse encontrar quem melhor a escutasse. Deus liga-Se a determinadas circunstâncias humanas e temporais; mas a sua Palavra vem ao mundo para ser levada até aos confins da Terra. Ela não veio para dividir, mas para unir; dividir, só a verdade do erro, o bem do mal, a luz das trevas, porque Deus é Luz.

Cânticos

Entrada - Esta Humanidade (15)
Kyrie - Senhor Tem Piedade (8)
Aclamação do Evangelho - Aleluia, Quando Estamos Unidos (5)
Ofertório - Entrega (7)
Santo - Rising Sun (4)
Pai Nosso - Dó Maior (3)
Cordeiro de Deus - Vespertino (5)
Comunhão - Meu Pão Sagrado (6)
Acção de Graças - Hino da Caridade (14)
Final - Ser... (Acção de Graças - 29)

«Agora permanecem estas três coisas: a fé, a esperança e a caridade;
mas a maior de todas é a caridade»

2016/01/23

«...não vos entristeçais, porque a alegria do Senhor é a vossa fortaleza».

DOMINGO III DO TEMPO COMUM

LEITURA I - Ne 8, 2-4a.5-6.8-10

A proclamação da palavra de Deus, que Jesus faz na sinagoga de Nazaré, como se irá ouvir na leitura do Evangelho de hoje, aparece já no Antigo Testamento, cinco séculos antes de Cristo, como se vê por esta leitura. Podemos observar o cuidado na proclamação, a atenção na assembleia e como já então o povo aclamava a palavra escutada, tal como a celebração litúrgica actual continua a prever. É com esta leitura e o salmo que se lhe segue que se inaugura a “mesa da palavra”, o ambão, no dia da Dedicação de uma nova igreja.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 18 B (19), 8.9.10.15 (R. Jo 6, 63c)

Refrão: As vossas palavras, Senhor, são espírito e vida. Repete-se

LEITURA II – Forma longa 1 Cor 12, 12-30

Com esta comparação do corpo, S. Paulo quer fazer-nos compreender que, na Igreja, há muitos campos de acção, diferentes uns dos outros, mas que isso não deve ser causa de divisão, mas, ao contrário, de unidade, porque todos esses serviços são fruto do mesmo e único Espírito.

EVANGELHO Lc 1, 1-4; 4, 14-21 

Esta leitura começa com a introdução em que o evangelista expõe o método que seguiu para se informar sobre o Evangelho que vai escrever, e faz a dedicatória do mesmo a um tal Teófilo, nome que significa “Amigo de Deus”. Depois, começa a sua narração, referindo o princípio do ministério público de Jesus. A cena passa-se na sinagoga de Nazaré, numa celebração de Sábado. É digno de nota este facto: Jesus inicia o seu ministério numa celebração, e nela Se apresenta como sendo Aquele a quem a leitura se refere. De facto, o Senhor é Aquele a quem toda a Sagrada Escritura se refere e Aquele que, em cada celebração litúrgica, é significado e tornado presente pela própria celebração, pois que “é Ele quem fala quando na Igreja se lêem as Sagradas escrituras” (Concílio SC 7).

Cânticos


Entrada – Segue-me (30)
Kyrie – Somos o Teu Povo (10)
Aclamação da Palavra – Cantai Aleluias (9)
Ofertório – Na Minha Praia (12)
Santo – Senhor Tu És Santo (7)
Pai Nosso – Pai, Tu És Meu Deus (6)
Cordeiro – Cordeiro de Deus I (1)
Comunhão –  Tela da Vida (19)
Acção de Graças – Como a Corça (3)
Final – Evangelizar (12)

2016/01/13

«Há diversidade de dons espirituais, mas o Espírito é o mesmo…»


LEITURA I - Is. 62, 1-5

O amor entre Deus e o seu povo é frequentemente comparado, na Sagrada Escritura, ao amor dos esposos. Jerusalém é a imagem de todo o povo de Deus, é a imagem antecipada da própria Igreja. Pelo amor que lhe tem, o Senhor fará dela sua esposa; será essa a glória de Jerusalém, da Igreja, a Esposa de Cristo. Com esta leitura prepara-se a compreensão da leitura do Evangelho deste dia, onde se lê o “sinal” das Bodas de Caná.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 95 (96), 1-3.7-8a.9-10a.c (R. 3)

Refrão: Anunciai em todos os povos as maravilhas do Senhor. Repete-se

LEITURA II - 1 Cor 12, 4-11

Começamos hoje a leitura da terceira parte desta epístola, de que se leu o ano passado a segunda parte. Por ser bastante longa, é assim distribuída por mais de um ano. Ao dirigir-se a uma comunidade onde eram frequentes as divisões, o Apóstolo apela para a unidade, fruto da acção do Espírito de Deus, que é a fonte comum de todos os dons que existem na Igreja. Assim, a unidade na Igreja não provém de qualquer motivo humano, mas do facto de todos os dons que nela existem procederem do mesmo e único Espírito.

EVANGELHO Jo 2, 1-11

O milagre que Jesus fez nas Bodas de Caná pertence ainda ao ciclo da Epifania. De facto, por meio dele o Senhor Se manifestou. A transformação da água em vinho e o facto de tal ter acontecido num banquete de núpcias e ainda o chamar-lhe o Evangelho um “sinal” leva-nos a perscrutar o mistério desta epifania ou manifestação do Senhor. Aquela não era ainda a hora de Jesus, que havia de chegar na hora da Cruz; mas aquele “sinal” apontava já para lá, para a hora das núpcias do Cordeiro, a hora do sacrifício que sela a Aliança, nova e definitiva, entre Deus e os homens, pelo Sangue de Jesus.

Cânticos

Entrada - Venham Todos [34]
Kyrie - JCS [1]
Aclamação da Palavra - Ale Ale, Aleluia [1]
Ofertório - Eis aqui Pai [6]
Santo - Santo (Bonito) [2]
Pai Nosso - Todo o Mundo [8]
Cordeiro - Cordeiro Vespertino [5]
Comunhão - Somos Escolhidos [17]
Acção de Graças - Maravilhas fez em Mim [15]
Final - Passo a Passo [27]

2016/01/09

Baptismo do Senhor


Cânticos para a festa do Baptismo do Senhor

Entrada - Caminharei (pela Tua estrada) 4
Kyrie  - Senhor, que vieste 7
Aclamação do Evangelho - Como a ponte (11)
Ofertório – Ao amor que te arrasta (1)
Santo – Rising Sun (4)
Pai Nosso - Pai, tu és Meu Deus (6)
Cordeiro – Proclama o teu Senhor (6)
Comunhão -Oração de São Pedro (8)
Acção de Graças – Nada Temo (18)
Final – O que importa é amar (25)

2016/01/02

"(...) chegou a tua luz e brilha sobre ti a glória do Senhor."


DOMINGO DA EPIFANIA DO SENHOR

LEITURA I - Is 60, 1-6
Como uma cidade, construída sobre um monte, atrai o olhar de todos, ao ser iluminada pelo sol nascente, assim Jerusalém, iluminada pelo Nascimento de Jesus, atrai a si todos os povos, mergulhados na noite do pecado.
Será, porém, na Igreja, nova Jerusalém, que Deus reunirá todos os homens, para lhes dar a salvação. Será n’Ela que se constituirá, definitivamente, a comunidade dos povos. «A luz dos povos é Cristo – Mas a Sua luz resplandece no rosto da Sua Igreja» (LG. n.° 1). Ela é, na verdade, o sinal e o instrumento de união com Deus e de unidade de todo o género humano.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 71 (72), 2.7-8.10-11.12-13 (R. cf. 11)
Refrão: Virão adorar-Vos, Senhor, todos os povos da terra. Repete-se

LEITURA II - Ef 3, 2-3a.5-6
O universalismo de Isaías era um pouco limitado; os estrangeiros não estavam em posição de igualdade com os filhos de Israel. S. Paulo, descrevendo o plano salvífico de Deus, proclama que todos os homens são chamados, igualmente, a ser herdeiros da Promessa.
Como consequência deste chamamento universal para a Fé, toda a separação, toda a discriminação, introduzidas na humanidade por culturas e civilizações, desaparecem. Todos são chamados a formar o verdadeiro Israel e a constituir um só Corpo – o Corpo Místico de Cristo – restabelecendo-se assim o plano primitivo de Deus acerca da humanidade, que era um projecto de unidade e amor.

EVANGELHO - Mt 2, 1-12

Frente ao mistério do Nascimento de Jesus, S. Mateus procura, sobretudo, contemplá-Lo à Luz do primeiro encontro do mundo pagão com o Salvador, de que os magos são as primícias e os representantes. Sublinhando, de modo expressivo, a universalidade da Mensagem cristã, dirigida a todos os homens, mesmo àqueles que, segundo as concepções estreitas do Judaísmo, viviam fora da Geografia e da História da Salvação, o evangelista mostra como na visita dos Magos, se realizam as profecias do A. T. Não deixa também de o impressionar, em contraste com o orgulho e cegueira de Herodes e dos sábios de Israel, a boa vontade dos Magos, que, atentos aos sinais dos Tempos, se dispõem a correr a aventura da Fé.

Cânticos
Entrada – Adeste Fideles
Kyrie – Senhor Piedade
Aclamação da Palavra – Aleluia simples/Aleluia (espiritual negro)
Ofertório – Alegrem-se os céus e a Terra
Santo – Santo Alcântara
Pai Nosso – Dó Maior
Cordeiro – Vespertino
Comunhão – Ah!Vinde Todos à Porfia
Acção de Graças – Dorme com os Anjos
Final – Partiram-se os 3 Reis Magos