Missa das 19h de Sábado, na Igreja Paroquial da Nossa Senhora da Ajuda em Lisboa

"Com música, com o nosso sentir cristão, com notas que deixamos hoje, aqui, para vós!"

www.vespertino.org

2015/07/04

« (…) porque, quando sou fraco, então é que sou forte»


Tempo Comum XIV

LEITURA I - Ez 2, 2-5
De muitos modos Deus tem falado ao seu povo. Os profetas foram, no Antigo Testamento, um dos meios pelos quais Deus lhe falou. Mas nem sempre é fácil, porque nem sempre é cómodo, escutar os profetas de Deus. A palavra de Deus que eles transmitem pede atenção, escuta, obediência, fidelidade, atitudes que nem sempre foram fáceis ao povo de Deus. Mas, a vingança (!) de Deus foi enviar-lhe, por fim, o Profeta, que foi o seu próprio Filho.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 122 (123), 1-2a.2bcd.3-4 (R. 2cd)
Refrão: Os nossos olhos estão postos no Senhor, até que Se compadeça de nós. Repete-se

LEITURA II - 2 Cor 12, 7-10
S. Paulo é exemplo do homem verdadeiramente humilde, aquele que sabe reconhecer os dons de Deus, sobretudo quando eles triunfam das suas fraquezas. Forte só Deus, e o homem que n’Ele se apoia, n’Ele confia, a Ele atribui todo o bem e d’Ele espera tudo o que lhe falta. Tanto mais se enaltece a graça de Deus, quanto maior é a fraqueza de que ela triunfa.

EVANGELHO - Mc 6, 1-6

O último dos Profetas foi o próprio Filho de Deus, Jesus. Mais do que Profeta, porque Ele, não só anunciou a palavra de Deus, mas Ele próprio é a Palavra do Pai, e veio a este mundo precisamente para ser a Palavra de Deus no meio dos homens. Apesar disso, os seus próprios compatriotas desprezaram-n’O. Era para eles apenas um vizinho, todos Lhe conheciam a história, e facilmente desprezamos o que só conhecemos por fora. Outros, ao longe, hão-de acreditar n’Ele, e, por Ele, chegar ao Pai.

Cânticos

Entrada - Chamamento (7)
Kyrie - Senhor, que vieste (7)
Aclamação do evangelho- Aleluia (GOSPELL) (4)
Ofertório- Gestos de Amor (11)
Santo- Santo (RISING SUN) (4)
Pai Nosso- Pai Nosso (Dó Maior) (3)
Cordeiro de Deus - Cordeiro de Deus Alegro (3)
Comunhão - Meu Pão Sagrado (6)
Ação de Graças - Nada Temo (18)
Final - E a vida não vai parar (10)

2015/06/27

«Não se trata de vos sobrecarregar para aliviar os outros, mas sim de procurar a igualdade»


Tempo Comum XIII

LEITURA I - Sab 1, 13-15; 2, 23-24

O Evangelho fala-nos hoje da ressurreição. Desde esta primeira leitura, a palavra de Deus procura esclarecer-nos sobre o sentido da morte: ela não é, de maneira nenhuma, um objectivo na obra da criação. Deus tudo criou para a vida. A morte é um obstáculo interposto à vida, como o é o pecado, com que o homem se opõe à realização do plano de graça do Senhor. Mas, do pecado e da morte, Jesus Cristo nos salvou.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 29 (30), 2.4.5-6.11.12a.13b (R. 2a)

Refrão: Eu Vos louvarei, Senhor, porque me salvastes. Repete-se

LEITURA II - 2 Cor 8, 7.9.13-15

S. Paulo está procurando angariar fundos, na comunidade de Corinto, para socorrer a comunidade muito pobre de Jerusalém. Procura, para isso, fazer compreender aos cristãos que esta troca de bens materiais vem, por um lado, estabelecer a igualdade entre todos, e, por outro, proporcionar-lhes ocasião de se mostrarem generosos, eles que foram tão enriquecidos à custa da pobreza que o Senhor quis suportar por todos nós.

EVANGELHO – Forma longa Mc 5, 21-43

Dois milagres, em que Jesus Se manifesta o Senhor da vida. Mais de uma vez, Ele próprio Se definiu como sendo a Vida. É assim, porque é o Filho de Deus. Fazendo-Se homem, a sua humanidade é agora o instrumento, bem próximo de nós, da sua divindade, de sorte que aproximar-se d’Ele é aproximar-se da Vida, como o pôde experimentar a mulher doente e a filha de Jairo, que morrera. É pela fé que nos podemos aproximar de Jesus, fé que, nos sacramentos, nos leva a ver o prolongamento dos gestos do Senhor no meio dos homens.

Cânticos

Entrada - The Kingdom of God (Taizé - 4)
Kyrie - Senhor Tem Piedade (8)
Aclamação - Aleluia, Quando Estamos Unidos (5)
Ofertório - Eu Te Amo (10)
Santo - Santo I (7)
Pai Nosso - Pai Nosso Vespertino (5)
Cordeiro - Cordeiro de Deus (1)
Comunhão - Por Uma Humanidade Nova (12)
Acção de Graças - Acção de Graças (1)
Final - A Tua Rota (3)

2015/06/18

«As coisas antigas passaram: tudo foi renovado»


Tempo Comum XII

LEITURA I - Job 38, 1.8-11
As forças da natureza deslumbram, por vezes, o homem, e frequentemente o dominam e até o aterrorizam. Mas, se ele as contemplar com serenidade e humildade, pode reconhecer nelas o poder de Deus e a sua grandeza. Deus a isso nos convida, como um dia o fez a Job, convidando-o a reconhecer o Criador ao olhar para as suas criaturas, o mar em particular, que hoje no Evangelho vai deixar também maravilhados os discípulos de Jesus.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 106 (107), 23-24.25-26.28-29.30-31 (R. 1b)
Refrão: Dai graças ao Senhor, porque é eterna a sua misericórdia. Repete-se
Ou: Cantai ao Senhor, porque é eterno o seu amor. Repete-se

LEITURA II - 2 Cor 5, 14-17
O mistério pascal de Cristo, a sua morte que O levou à glória da ressurreição, constitui o início de uma criação nova. É a fé neste mistério que exerce pressão sobre os cristãos e os há-de impelir a viverem dele e a proclamá-lo ao mundo inteiro, como já impeliu S. Paulo depois da sua conversão. A vida cristã é uma vida pascal, cada dia renovada.

EVANGELHO - Mc 4, 35-41
Se a contemplação da obra da criação nos pode levar a reconhecer a presença de Deus junto dos homens, quanto mais a contemplação das obras realizadas por Jesus Cristo, o próprio Filho de Deus feito homem? E mais ainda do que acalmar a tempestade no lago da Galileia, o Senhor sempre presente na barca da Igreja, continua a trazer a paz e a bonança ao seu povo batido pelas vagas na travessia do mar desta vida a caminho do porto seguro da glória celeste.

Cânticos
Entrada- Água [2]
Kyrie - Pr'a fazer do mundo um lugar melhor [5]
Aclamação do Evangelho - Alé Alé, Aleluia [1]
Ofertório - Eis aqui Pai [6]
Santo - Santo (Bonito) [2]
Pai Nosso - Pai, Tu és meu Deus [6]
Cordeiro - Cordeiro Vespertino [5]
Comunhão - Oração São Pedro [8]
Acção Graças - Nada Temo [18]
Final - Deixa a tua terra [8]

2015/06/13

«A que havemos de comparar o reino de Deus? ... »


Tempo Comum XI

LEITURA I - Ez 17, 22-24
Foi talvez esta passagem do profeta que ofereceu a Jesus ocasião para anunciar as duas pequenas parábolas que vamos escutar no Evangelho. O profeta mostra-nos como de um pequeno ramo Deus pode fazer o começo de uma árvore frondosa. Assim foram os princípios e depois o desenvolvimento do reino de Deus, porque o vigor da vida de Deus aí estava.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 91 (92), 2-3.13-14.15-16 (R. cf. 2a)
Refrão: É bom louvar-Vos, Senhor. Repete-se

LEITURA II - 2 Cor 5, 6-10
O cristão vive neste mundo sempre numa grande tensão entre a experiência diária desta vida e a como que a saudade da vida futura, como exilado mas cheio de esperança, sem nunca perder de vista o termo para onde caminha. Lá há-de encontrar toda a sua vida nas mãos de Deus, com o que nela tiver feito de bom ou de mau.

EVANGELHO - Mc 4, 26-34
A pregação de Jesus, ao apresentar o mistério do reino de Deus, e, depois, a pregação continuada na Igreja, é comparada a uma sementeira. O seu desenvolvimento é lento, mas constante e vigoroso, porque é forte a vitalidade da semente, que é a Palavra de Deus. É essa a vitalidade que a faz germinar, crescer, chegar à hora da colheita. A humildade dos começos não é obstáculo à grandeza que o reino de Deus há-de atingir na hora da ceifa.

Cânticos

Entrada: Acolhe a Vida (1)
Kyrie: Somos o teu povo (10)
Evangelho: Aleluia (Gospell) (4)
Ofertório: Não levo alforge (13)
Santo: Santo Rising Sun (4)
Pai Nosso: Pai Nosso Vespertino (5)
Cordeiro de Deus: Proclama o teu Senhor (6)
Comunhão: O Senhor é meu Pastor (9)
Acção de Graças: Quero louvar-te
Final: Passo a Passo (27)

2015/06/04

Corpo de Deus


LEITURA I - Ex 24, 3-8

O Santíssimo Sacramento – o Sacramento Santo por excelência – é o sacramento do Sacrifício que Cristo ofereceu sobre a Cruz. O sacrifício significa e realiza a aliança entre Deus e o homem. Já Moisés tinha celebrado um sacrifício de aliança, que esta leitura vem evocar, aliança selada com o Sangue. Tratava-se então da aliança antiga; mas Jesus dará finalmente o Sangue da nova aliança, o seu próprio Sangue. Na última ceia, ao entregar aos discípulos o cálice do seu Sangue, Jesus há-de referir-Se àquele sangue da aliança ao dizer que o seu é o Sangue da aliança “nova”.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 115 (116), 12-13.15.16bc.17-18 (R.13)

Refrão: Tomarei o cálice da salvação e invocarei o nome do Senhor. Repete-se
Ou: Elevarei o cálice da salvação, invocando o nome do Senhor. Repete-se

LEITURA II - Hebr 9, 11-15

A festa de hoje chama-se actualmente Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo. De facto, também o sangue exprime e de maneira particularmente significativa a vida que o Senhor deu por nós, para estabelecer, de uma vez para sempre, a nova e eterna Aliança.

EVANGELHO - Mc 14, 12-16.22-26

No sacramento do seu Corpo e Sangue, Jesus deixou-nos o memorial do seu sacrifício para que o celebrássemos em memória d’Ele, até que Ele venha no fim dos tempos. Por isso, sempre que celebramos a Eucaristia, proclamamos a morte do Senhor e renovamos a Aliança com Deus, que, na sua morte, Cristo selou em nosso favor.

Cânticos

Entrada: Senhor quem entrará (31)
Kyrie: Pois pecámos contra vós (4)
Aclamação do Envagelho: Aleluia, quando estamos unidos (5)
Ofertório: Eis aqui pai (6)
Santo: Santo (Rising Sun) (4)
Pai Nosso: Pai Nosso (2)
Cordeiro: Cordeiro de Deus V (4)
Comunhão: Tomo este pão (20)
Acção de graças: Taizé - L'ajuda em vindrá del senyor (3)
Final: Abraça a Cruz (2)

2015/05/29

VISITAÇÃO DE NOSSA SENHORA



Santíssima Trindade

  
LEITURA I - Deut 4, 32-34.39-40

Manifestando-Se a Moisés, Deus dá-Se a conhecer como criador, como Aquele que é o Santíssimo. Mas, ao mesmo tempo, este Deus, criador e transcendente, revela-Se como muito próximo do homem, a quem dirige a Sua palavra e por quem se interessa. Sem renunciar à Sua infinita grandeza, Ele procura, incessantemente, estabelecer relações de amizade com o homem, de tal modo que a história das relações entre Deus e a humanidade é um contínuo convite ao diálogo.Tomar consciência deste amor de Deus, viver segundo as suas exigências é encontrar a verdadeira felicidade e aquela vida que não morre.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 32 (33), 4-5.6.9.18.19.20.22 (R. 12b)

Refrão: Feliz o povo que o Senhor escolheu para sua herança. Repete-se

LEITURA II - Rom 8, 14-17

O homem nunca teria a ousadia de chamar a Deus seu Pai se Jesus o Filho de Deus feito Homem, nos não tivesse ensinado a tratá-l’O assim tão familiarmente. Foi, na verdade, Jesus que, depois de nos ter revelado a bondade de Deus, nos tornou Seus filhos, ao dar-nos o Seu Espírito, pelo Qual nos unimos, vitalmente, a Deus. Filhos de Deus, em Jesus Cristo, herdeiros, com Ele, do mundo novo, em que Deus será tudo em todos, somos, realmente, homens livres! O temor, que caracterizava as relações entre Deus e o homem, foi substituído em nós pelo amor filial.

EVANGELHO - Mt 28, 16-20

Antes de voltar para o Pai, Cristo Ressuscitado transmite à Sua Igreja, representada pelos Apóstolos, os Seus mesmos poderes tornando-a assim continuadora da Sua missão.
Enviados para todos os povos do mundo, os Apóstolos anunciarão, por toda a parte, que Jesus continua vivo e deseja que todos os homens participem da vida do Pai, do Filho e do Espírito Santo, mediante a fé e o Baptismo. Assistidos por Jesus, presente na Sua Igreja, ao longo da história, ensinarão os homens a amar a Deus e os irmãos, mostrando-se, desse modo, discípulos de Jesus.

Cânticos

Entrada - É impossível
Kyrie - Pai de Infinita bondade
Aclamação da Palavra - Canto Aleluia ao Senhor
Ofertório - Consagração a Nossa Senhora II
Santo - Santo de Alcântara
Pai Nosso - Pai nosso, Tu que estás
Cordeiro - Cordeiro de Deus Alegro
Comunhão - Se o grão de trigo
Acção de Graças - Tu és a água viva ou Chamarás
Final - Busco Maria

«Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos»

2015/05/21

«(…) Em cada um se manifestam os dons do Espírito para o bem comum»


Pentecostes

LEITURA I - Actos 2, 1-11

De harmonia com a promessa de Jesus, o Espírito Santo, manifestando a Sua presença sob os sinais sensíveis do vento e do fogo, desce sobre os Apóstolos, transforma-os totalmente e consagra-os para a missão, que Jesus lhes confiara.
Com este Baptismo no Espírito Santo, nascia assim, oficialmente, a Igreja. Nesse dia, homens separados por línguas, culturas, raças e nações, começavam a reunir-se no grande Povo de Deus num movimento que só terminará com a Vinda final de Jesus.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 103 (104), 1ab e 24ac.29bc-30.31.34 (R. 30)

Refrão: Enviai, Senhor, o vosso Espírito e renovai a face da terra. Repete-se
Ou: Mandai, Senhor o vosso Espírito, e renovai a terra. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

LEITURA II - 1 Cor 12, 3b-7.12-13

O Espírito Santo é «a alma da Igreja». É Ele que dá aos Apóstolos a perfeita compreensão do Mistério Pascal e os leva a anunciar a Ressurreição a todos os homens, sem excepção. É por Ele que nós acreditamos que Jesus é Deus e essa nossa fé se mantém. É Ele que enriquece o Corpo Místico com dons e carismas, numa grande variedade de vocações, ministérios e actividades. É Ele que, ao mesmo tempo que nos distingue, dando-nos uma personalidade própria dentro da Igreja, nos põe em comunhão uns com os outros, de tal modo que a diversidade não destrói a unidade.

EVANGELHO - Jo 20, 19-23

Com a Páscoa, inicia-se a nova Criação. E, como na primeira, também agora o Espírito Santo está presente, a insuflar aos homens, mortos pelo pecado, a vida nova do Ressuscitado. Jorrando do Corpo glorificado de Cristo, em que se mantêm as cicatrizes da Paixão, o Sopro purificador e recriador do mesmo Deus, comunica-se aos Apóstolos. Apodera-se deles, a fim de que possam prolongar a obra da nova Criação, e assim a humanidade, reconciliada com Deus, conserve sempre a paz alcançada em Jesus Cristo.

Cânticos

Entrada – Em nome do Pai;
Kyrie – JCS;
Aclamação da Palavra – Nada nos separara;
Ofertório – Dar mais;
Santo – Santo (bonito);
Pai Nosso – Pai Nosso Vespertino;
Cordeiro – Vespertino;
Comunhão – Somos escolhidos;
Acção de Graças – Espirito de Amor;
Final – Sentido para Amar;

2015/05/15

«(…) mas recebereis a força do Espírito Santo, que descerá sobre vós, e sereis minhas testemunhas.»


Ascensão

LEITURA I - Actos 1, 1-11
A Ascensão de Jesus é a última aparição do Ressuscitado que não só dá testemunho da verdade da Ressurreição, como faz compreender que Jesus vive agora na glória do Pai. A Ascensão manifesta assim o sentido pleno da Páscoa: depois de destruir o pecado e a morte com a sua Morte e Ressurreição, Jesus Cristo introduz o homem, que tinha assumido na Encarnação, na glória de seu Pai. O livro dos Actos dos Apóstolos, que apresenta a vida dos primeiros dias da Igreja, começa pela Ascensão do Senhor; assim nos é dado a compreender que a Igreja continua agora a presença de Jesus entre os homens, até que Ele venha, de novo, no fim dos tempos, para pôr o termo à história e nos sentar consigo à direita do Pai.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 46 (47), 2-3.6-7.8-9 (R. 6)
Refrão: Por entre aclamações e ao som da trombeta, ergue-Se Deus, o Senhor. Repete-se
Ou: Ergue-Se Deus, o Senhor, em júbilo e ao som da trombeta. Repete-se

LEITURA II - Ef 1, 17-23
Sentando-se à direita do Pai, Jesus introduz a humanidade na comunhão definitiva com Deus. É este o fruto do seu sacrifício na Cruz, a comunhão com o Pai, e é a esperança de todos os que n’Ele crêem.

EVANGELHO - Mc 16, 15-20
Pela sua Encarnação o Filho de Deus desceu do Céu, fez-se homem, assumindo assim a condição de servo, e humilhou-Se ainda mais, obedecendo até à morte e morte de cruz; mas por isso Deus O exaltou, ressuscitando-O de entre os mortos e fazendo-O participar da sua glória, sentando-O à sua direita e dando-Lhe o nome que está acima de todos os nomes, o nome divino de Senhor: à humilhação na sua vida mortal corresponde agora a exaltação, que na Ascensão claramente se manifesta e nos milagres que se lhe hão-de seguir na vida da Igreja.


Cânticos
Entrada - Falar de Ti
Kyrie - Somos o teu povo
Aleluia – A Palavra é Deus em nós
Ofertório – Não levo alforge
Santo – Santo, Santo
Pai Nosso – Junto ao Mar
Cordeiro - Proclama o Teu Senhor
Comunhão - Somos Escolhidos/Para a frente
Acção de Graças - Maravilhas fez em mim
Final – Passo a Passo

2015/05/07

« (…) porque Deus é amor»


Páscoa VI

LEITURA I - Actos 10, 25-26.34-35.44-48
Nesta leitura contam-se os primeiros frutos da pregação do Evangelho entre os pagãos. A conversão e o baptismo do oficial do exército romano, de nome Cornélio, fez compreender aos primeiros cristãos, e particularmente ao próprio S. Pedro, que a graça de Jesus Cristo, anunciada no Evangelho, se destina a todos os homens, porque Deus a todos quer chamar à fé e à conversão.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 97 (98), 1.2-3ab.3cd-4 (R. cf. 2b)
Refrão: O Senhor manifestou a salvação a todos os povos. Repete-se
Ou: Diante dos povos manifestou Deus a salvação. Repete-se

LEITURA II - 1 Jo 4, 7-10
A revelação última de Deus ao homem é a de que Ele é amor. E o testemunho de que é assim é o facto de Ele nos ter enviado o seu Filho, para que, por Ele, nos tornássemos filhos de Deus. Nesta fraternidade divina só o amor pode ser o móbil de toda a actividade entre os irmãos.

EVANGELHO - Jo 15, 9-17
Deus é amor. Ele revelou-Se como tal, principalmente ao dar-nos o seu Filho, Jesus, como nosso Salvador. A Igreja, que é o corpo de Jesus e a sua presença sobre a terra, tem como lei fundamental a lei do amor; tendo amor uns aos outros, os cristãos manifestam em si a própria vida de Deus, ao mesmo tempo que a comunicam.

Cânticos
Entrada - Deus é Amor (T. 5)
Kyrie - Senhor Piedade (6)
Aclamação da Palavra - Aleluia Gospell (4)
Ofertório - Chamarás (4)
Santo - Rising Sun (4)
Pai Nosso - Todo o Mundo (8)
Cordeiro - Cordeiro de Deus lento (3)
Comunhão - Como o Pai me amou (2)
Acção de Graças - Graças Senhor (12)
Final - Chamamento (E. 7)

2015/05/02

«Caríssimos, se o coração não nos acusa, tenhamos confiança diante de Deus…»


Páscoa V

LEITURA I - Actos 9, 26-31
A conversão de Saulo, que depois adoptou o nome de Paulo, é momento decisivo na história da expansão do Evangelho. Uma vez tornado discípulo de Jesus, junta-se aos que já o eram há mais tempo, não sem que estes, a princípio, mostrassem reservas a seu respeito, tal era a fama que corria acerca do perseguidor da nova religião. Mas, apesar da perseguição de certos, a Igreja ia-se edificando, pois que o Senhor Jesus era a sua pedra fundamental e o Espírito Santo a alma que a animava.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 21 (22), 26b-27.28.30.31-32 (R. 26a)
Refrão: Eu Vos louvo, Senhor, na assembleia dos justos. Repete-se
Ou: Eu Vos louvo, Senhor, no meio da multidão. Repete-se

LEITURA II - 1 Jo 3, 18-24
A verdade de que fala a leitura engloba a fé e o amor, que tornam o homem amigo de Deus e dão paz ao coração. E estas virtudes não são apenas atitudes que residam na intenção e boa vontade, mas princípio activo que leva a realizar as próprias obras de quem crê e ama. Assim se entra em comunhão com Deus e se vive n’Ele e Ele vive em nós.

EVANGELHO - Jo 15, 1-8
A comparação entre o povo de Deus e a vinha é tradicional na Sagrada Escritura. Mas aqui é o próprio Jesus que Se apresenta como a videira, e aos seus discípulos como as varas da mesma. Tal comparação sublinha a identidade de vida, que, procedendo de Jesus, vivifica os membros da sua Igreja. Não se trata apenas de união exterior mas de comunhão de vida que d’Ele nos vem.

Cânticos

Entrada - Falar De Ti - 17
Kyrie - Kyrie Eleison - 2
Aleluia - Alé Alé, Aleluia - 1
Ofertório - Eis Aqui Pai - 6
Santo - Ao Senhor Nosso Deus - 1
Pai Nosso - Ao Senhor Nosso Deus - 4
Cordeiro - Cordeiro Vespertino - 5
Comunhão - Como O Pai Me Amou - 2
Acção De Graças - Busco Maria - 6
Final - Boa Noite Maria - 5