Missa das 19h de Sábado, na Igreja Paroquial da Nossa Senhora da Ajuda em Lisboa

"Com música, com o nosso sentir cristão, com notas que deixamos hoje, aqui, para vós!"

www.vespertino.org

2013/04/25

E EIS QUE ELE CHEGOU!


«Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros»

Páscoa V
LEITURA I - Actos 14, 21b-27

Terminada a primeira viagem missionária, através do sudoeste da Ásia menor, Paulo regressa a Antioquia, visitando, pelo caminho, as comunidades nascidas do seu trabalho, sob a acção do Espírito Santo. Como o anúncio da salvação lhes havia sido já dirigido, o Apóstolo, sem deixar de pregar a palavra, preocupa-se, sobretudo, em consolidar as jovens comunidades, preparando-as para suportarem as tribulações.
Ao mesmo tempo, S. Paulo organiza hierarquicamente a Igreja, pondo à sua frente os anciãos (presbíteros) escolhidos, não pela comunidade, como se fazia entre os judeus dispersos no mundo pagão, mas directamente por ele. Assim se manifestava a colegialidade. Assim se asseguravam as relações entre a Igreja local e a universal.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 144, 8-13ab (R. 1)
 
Refrão: Louvarei para sempre o vosso nome, Senhor, meu Deus e meu Rei. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

LEITURA II - Ap 21, 1-5a

A Ressurreição de Jesus não eliminou, totalmente, o mal, que continua a estar presente na nossa vida. Contudo (e é esta a grande mensagem que o Apocalipse nos transmite), a humanidade conhecerá, um dia, em Cristo, a vitória plena e definitiva sobre o mal. O fim dos tempos, com efeito, não será uma destruição, mas uma transformação. Nesse dia das núpcias definitivas com o Seu Criador, a humanidade resplandecerá com a mesma juventude de Deus. O próprio mundo material, enobrecido pelo trabalho do homem, será transformado. Será então que a obra da nova criação, iniciada na manhã de Páscoa, atingirá a sua plenitude e Jesus entregará ao Pai os homens, chamados para a glória eterna, em Cristo (I Ped. 5, 10).

EVANGELHO - Jo 13, 31-33a.34-35

Aos discípulos, que não podem ainda segui-l’O na Sua glória, Jesus entrega-lhes, como Seu testamento espiritual, o mandamento novo: amar os homens, nossos irmãos, como Ele os amou, até ao amor do inimigo, até ao dom da vida, até às últimas consequências.
Este amor não é uma simples norma legal. É uma espécie de instituição «sacramental», pela qual se assegura, continuamente a presença de Jesus no meio de nós. Vivido em realidade, é o mesmo amor do Pai, encarnado em Jesus, que através de nós se comunica aos homens. É este amor que torna a Igreja, esta «nova» comunidade de Deus com os homens, uma comunidade distinta de todas as comunidades humanas e um sinal do «mundo novo», onde só se fala uma linguagem – a do amor.

“Os cânticos

Entrada – Esta Humanidade
Kírie - Senhor tem Piedade II
Aleluia - Simples
Ofertório – Ao amor que te arrasta
Santo - Santo, Santo
Pai-Nosso – Senhor Aceita
Cordeiro de Deus - Cordeiro de Deus (Alegro)
Comunhão – Como o Pai me Amou
Acção de Graças - Cantarei ao
Senhor
Final: Sentido para Amar”
Beijos e abraços
Luisa
 

2013/04/17

«E Deus enxugará todas as lágrimas dos seus olhos»

Páscoa IV
 
LEITURA I - Actos 13, 14.43-52

Desde o princípio, os discípulos de Jesus compreenderam que o amor e os planos de salvação do «Bom Pastor» eram universais, abarcavam toda a humanidade.
Por isso, S. Paulo, vendo na hostilidade dos judeus uma indicação de Deus, volta-se, definitivamente, para os pagãos, no desejo de continuar a missão de Jesus, estabelecido por Deus luz das nações e Salvador de toda a terra. O Apóstolo estava, na verdade, convencido de que a Igreja tem de ser missionária. Tem de levar a todos os homens e a todos os povos sem distinções a salvação alcançada por Jesus.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 99 (100), 2.4.5.6.11.12.13b (R. 3c)

Refrão: Nós somos o povo de Deus, somos as ovelhas do seu rebanho. Repete-se

Ou: Nós somos o povo do Senhor; Ele é o nosso alimento. Repete-se

Ou: Aleluia. Repete-se

Aclamai o Senhor, terra inteira,
servi o Senhor com alegria,
vinde a Ele com cânticos de júbilo. Refrão
Sabei que o Senhor é Deus,
Ele nos fez, a Ele pertencemos,
somos o seu povo, as ovelhas do seu rebanho. Refrão

O Senhor é bom,
eterna é a sua misericórdia,
a sua fidelidade estende-se de geração em geração. Refrão

LEITURA II - Ap 7, 9.14b-17

Unido, pelo seu Baptismo, a Cristo, Bom Pastor, o cristão participa já do triunfo do Ressuscitado. O cristão, vivendo a fé recebida, trabalhando pela construção de um mundo melhor, um mundo sem injustiças, sem desigualdades, sem divisões, prolonga, no tempo presente, esse mesmo triunfo.
Contudo, o seu destino é mais glorioso, pois ultrapassa os horizontes do mundo. A vida do cristão, com efeito, é uma caminhada, sob a direcção do Bom Pastor, para as águas vivas da vida eterna, para o Céu. Será aí que, finalmente, a grande família de Deus, composta de homens de todas as raças e culturas, se reunirá, para viver uma felicidade sem sombra, no gozo pleno do triunfo definitivo de Cristo Ressuscitado.

EVANGELHO - Jo 10, 27-30

Aquele que, pela fé, aceitou a palavra de Jesus e aderiu à Sua Pessoa, fica estreitamente unido a Ele. Na verdade, o Senhor Jesus estabelece com o Seu discípulo relações de profunda intimidade, caracterizadas por um conhecimento mútuo e uma amizade recíproca, que levam a uma comunhão de vida: Jesus comunica àquele que acredita n’Ele a Sua vida, a vida mesma de Deus, a vida que não morre.
Em virtude desta união com Cristo, o cristão sente-se já salvo em plenitude e, mesmo no meio das vicissitudes da vida, experimenta uma inabalável segurança, que tem o seu fundamento no próprio poder do Pai, de que Jesus participa, pois é um com Ele.

Seguem os cânticos para esta semana:
 
Entrada: Falar de Ti - 17
Kyrie: Kyrie - 2
Aleluia: Nada Nos Separará - 13
Ofertório: Para Além - 14
Santo: Santo de Alcântara - 9
Pai-Nosso: Pai Nosso (Dó Maior) - 3
Cordeiro: Proclama o Teu Senhor - 6
Comunhão: Peregrino -9
Acção de graças: El Senyor Tz2 / Abraça a Tua Cruz - Fin2
Final: Dar Mais of-5
(A Acção de graças tem duas hipóteses para no caso do grupo não estar tão à vontade com o cântico El Senyor)
 
Beijos e abraços
 Luisa

2013/04/13

“Dito isto, acrescentou: «Segue-Me»”


Páscoa III
LEITURA I - Actos 5, 27b-32.40b-41

Levados, pela segunda vez, diante do Sinédrio, os Apóstolos, transformados e animados pelo Espírito Santo, dão um corajoso testemunho acerca de Jesus. Procedendo como cabeça da Igreja, como chefe dos outros Apóstolos, revestido duma autoridade, que lhe vinha, directamente, de Cristo, Pedro anuncia a Morte e a Ressurreição de Jesus e proclama que Ele continua vivo no meio dos homens, como Senhor e Salvador.
Continuar este testemunho de Pedro, através dos séculos, em todas as circunstâncias históricas, na alegria ou na tribulação, nisto consiste a vida da Igreja.

SALMO RESPONSORIAL Sal. 29 (30), 2.4-6.11-12a.13b (R. 2a)

Refrão: Eu vos louvarei, Senhor, porque me salvastes. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

LEITURA II - Ap 5, 11-14

Com a Sua Ressurreição, Jesus Cristo foi constituído Senhor de todas as coisas, de todos os seres espirituais e materiais, mesmo daqueles cuja existência ainda não conhecemos. Centro de toda a criação, que para Ele ficou orientada, o Senhor Ressuscitado, confundindo-se agora com a única Majestade de Deus, recebe o agradecimento e o louvor da assembleia dos santos.
Unindo-se a este louvor, as nossas assembleias eucarísticas, inundadas de alegria pascal, testemunham que Jesus Cristo, nosso Deus, é o verdadeiro Senhor da História.

EVANGELHO – Forma longa Jo 21, 1-19

Depois de preparar os discípulos, através da pesca milagrosa realizada pelo grupo chefiado por Pedro e na sua barca, Jesus determina o lugar, que ele deve ocupar na Sua Igreja, constituindo-o «Pastor» do Seu único rebanho.
O Senhor Jesus será sempre Pastor único e insubstituível da Igreja, que santificou com a Sua Morte e a vivificou com a Sua Ressurreição. Mas Pedro, a quem Jesus comunicou os Seus mesmos poderes, ficará à frente dela, neste tempo que vai desde a partida do Senhor Jesus até à Sua vinda final.
 
Cânticos

Entrada: “Segue-me”
Kyrie: “Pr’a fazer do mundo um lugar melhor”
Aleluia: “Cantai Aleluias”
Ofertório: “Vem”
Santo: “Santo I”
Pai-Nosso: “Junto ao mar”
Cordeiro: “Cordeiro Vespertino”
Comunhão: “Ele está vivo”
Acção de graças: “Quero louvar-te”
Final: “Na minha praia”
 
 


 

2013/04/04

«Porque Me viste acreditaste: felizes os que acreditam sem terem visto».



Páscoa II
 


Deus de eterna misericórdia, que reanimais a fé do vosso povo na celebração anual das festas pascais, aumentai em nós os dons da vossa graça, para compreendermos melhor as riquezas inesgotáveis do Baptismo com que fomos purificados, do Espírito em que fomos renovados e do Sangue com que fomos redimidos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


LEITURA I- Actos 5, 12-16


Uma das características mais salientes da comunidade primitiva era o poder de realizar milagres, que os Apóstolos tinham. Por esse poder especial, a presença de Jesus Ressuscitado impunha-se duma forma sensível. Era d’Ele que lhes vinha, com efeito, esse poder, de harmonia com o que lhes havia prometido (Mc. 16, 18).
Mas não era apenas graças a estes prodígios que o número de crentes aumentava. A Igreja crescia ainda mais, graças à acção, que os Apóstolos exerciam sobre os corações, com o dom do Espírito Santo.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 117 (118), 2-4.22-24.25-27ª (R. 1)

Refrão: Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom, porque é eterna a sua misericórdia. Repete-se

Ou: Aclamai o Senhor, porque Ele é bom: o seu amor é para sempre. Repete-se

Ou: Aleluia. Repete-se

LEITURA II - Ap 1, 9-11a.12-13.17-19

A fé dos cristãos da Ásia Menor, naqueles fins do século I, estava exposta a sérios perigos. Ao golpe da perseguição vinha juntar-se a ameaça de erros doutrinais (1 Jo. 2, 22-23).
Desejando confortar os seus irmãos, o Apóstolo S. João dirige-se-lhes, da ilha de Patmos, onde está exilado, para lhes garantir, por revelação divina, que Cristo Ressuscitado, vencedor da morte, está presente nas comunidades cristãs, que vivem d’Ele, de tal sorte que as potências do mal serão vencidas e a Igreja triunfará com Cristo.

EVANGELHO - Jo 20, 19-31

À semelhança de Tomé, muitas vezes, na nossa vida nos deixamos dominar pelo desânimo, chegando mesmo a afastarmo-nos dos irmãos.
Se acreditássemos, verdadeiramente, na Ressurreição, a nossa existência estaria marcada por essa consoladora realidade. A alegria pascal seria uma constante, em todos os momentos; a fé na vida prevaleceria sobre o desânimo, sobre o cansaço; a união na Igreja seria mais autêntica, mais forte; e as relações entre os crentes não seriam envenenadas pelo individualismo, mas inspiradas pelo desejo de tudo condividirmos com aqueles que receberam a mesma vida nova, a vida de Cristo Ressuscitado.

Cânticos

Entrada - Chamamento
Kyrie - Senhor tem piedade
Aleluia - Aleluia Israel
Ofertório - Ressuscitou o Senhor
Santo - Santo é Tu Senhor
Pai Nosso - Todo o mundo
Cordeiro - Cordeiro Alegro
Comunhão - Somos Escolhidos
Ação de Graças - Ser
Final - Ide amigos e parti

2013/03/22

Semana Santa


Comemoração da entrada do Senhor em Jerusalém

Evangelho - Lc 19, 28-40

A entrada de Jesus em Jerusalém, como Messias, é o anúncio e a figura da Ressurreição e, ao mesmo tempo, o anúncio da Vinda gloriosa do Senhor no fim dos tempos, para introduzir na Jerusalém do alto todos os que O seguiram na caminhada da vida.


LITURGIA DA PALAVRA

Leitura I - Is. 50, 4-7

Esta leitura é um dos chamados “Cânticos do Servo do Senhor”. Este Servo revela-se plenamente em Jesus, na sua Paixão: Ele escuta a palavra do Pai e responde-lhe cheio de confiança, oferecendo-Se, em obediência total, pela salvação dos homens.

SALMO RESPONSORIAL Sal. 21 (22), 8-9.17-18a.19-20.23-24 (R. 2a)

Refrão: Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes? Repete-se

LEITURA II - Filip 2, 6-11

Esta leitura é também um cântico, mas agora do Novo Testamento, muito provavelmente em uso nas primitivas comunidades cristãs. Nele é celebrado o Mistério Pascal: Cristo fez-Se um de nós, obedeceu aos desígnios do Pai e humilhou-Se até à morte, e foi, por isso, exaltado até à glória de “Senhor”, que é a própria glória de Deus.

Evangelho – forma longa Lc 22, 14 – 23, 56

São Lucas é evangelista especialmente culto, pois que, segundo a tradição, era médico, e muito atento a circunstâncias mais significativas da sensibilidade dos participantes da Paixão do Senhor, como na referência às mulheres que desde a Galileia O tinham acompanhado e Lhe saíram ao encontro no caminho do Calvário e O seguiram até à hora da sua morte; é ele o único que refere o suor de sangue na agonia de Jesus, como também a oração do bom ladrão na cruz e o perdão que em resposta o Senhor lhe oferece. Ele é, de facto, o evangelista da misericórdia de Jesus.


Cânticos
1ª entrada/procissão - Saudai o Senhor
2ª entrada - Laudate omnes gentes
Kyrie - Senhor piedade
Aleluia - Falai (1ª e 3ª estrofes)
Ofertório - L'ajuda em vindrá del Senyor / El Senyor
Santo - Santo (of the rising Sun)
Pai-Nosso - Pai, Tu és meu Deus
Cordeiro - Cordeiro (lento)
Comunhão - Eu desejei ardentemente
Acção de graças - Na chuva
Final - Fica junto a nós
Beijos e abraços
 

2013/03/21

Canção Vencedora do Festival Paroquial

 "A TUA MISSÃO"

Interpretes Ana Isabel, André Santos, Cátia Fernandes, João Pinto, Luis Figueiredo, Patrícia Ramos, Pedro Alves.
Letra e Música: Cátia Fernandes e J
oão Pinto.

MUITOS PARABÉNS!
 
VII Festival Vicarial da Canção, dia 13 de Abril no Centro Social Paroquial do Calhariz de Benfica (Rua Mariano Pina), às 21h!!
 
Muitos Parabéns a todos os participantes de todas as canções apresentadas a concurso.
Obrigada a todos, participantes e público, pela vossa presença!

2013/03/15

FESTIVAL PAROQUIAL ESTE DOMINGO

Quaresma V

 
Em vez das leituras a seguir indicadas podem utilizar-se as do ano A, se for mais oportuno.

LEITURA I - Is 43, 16-21

A história da salvação acompanha todos os tempos e o que Deus fez, no passado em favor do seu povo, continua a fazê-lo no presente. Nesta leitura, o Profeta, que anuncia o regresso do exílio, onde o povo de Deus esteve em cativeiro, quer fazer sentir que o que vai agora acontecer não é menos admirável do que o que tinha acontecido na Páscoa antiga, quando o povo saiu do Egipto. Quanto mais admirável não é o que Deus faz agora por nós em Jesus Cristo!

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 125 (126), 1-6 (R. 3)


Refrão: Grandes maravilhas fez por nós o Senhor. Repete-se
Ou: O Senhor fez maravilhas em favor do seu povo. Repete-se

LEITURA II - Filip 3, 8-14

Esta leitura liga-se hoje à anterior: é em Cristo que vamos encontrar completamente realizado o momento culminante e a plenitude da história da salvação, é n’Ele que a Lei e os Profetas encontram a realização perfeita, é para Ele que toda a história anterior apontava, e sem Ele nada tem sentido. Quem assim o entender, como S. Paulo o entendeu, há-de considerar a participação no mistério da Páscoa do Senhor como a maior graça de Deus.

EVANGELHO - Jo 8, 1-11

A novidade que Deus oferece ao mundo em Jesus Cristo não aparece à custa da destruição do que anteriormente existiu. A graça não vem à custa da morte do pecador. É a partir da história dos homens pecadores que Deus vai fazer surgir a história da salvação, que os há-de renovar. É na mulher pecadora que Jesus faz brilhar a luz nova da sua graça. Envelhecida pelo pecado, torna-se, pelo poder do Senhor, nova criatura.
Cânticos

Entrada - Esta Humanidade (15)
Kyrie - Senhor Tem Piedade (7)
Aclamação da Palavra - Falai (11)
Ofertório - Eis Aqui Pai (24)
Santo - Santo (Roqueiro) (5)
Pai nosso - Pai Nosso Vespertino (5)
Cordeiro - Cordeiro de Deus (1)
Comunhão - Por Uma Humanidade Nova (10)
Acção de graças - Acção de Graças (1)
Final - A Tua Rota (3)

Não se esqueçam!!
FESTIVAL PAROQUIAL, ESTE DOMINGO - 17 DE MARÇO - ÀS 16HOO NA IGREJA PAROQUIAL DA NOSSA SENHORA DA AJUDA

2013/03/06

« (…) reconciliai-vos com Deus»

Quaresma IV
 
Em vez das leituras a seguir indicadas podem utilizar-se as do ano A, se for mais oportuno.

LEITURA I - Jos 5, 9a.10-12

Mais um passo na história da salvação nos é apresentado na primeira leitura deste Quarto Domingo: depois da travessia do deserto, guiado por Moisés (domingo anterior), o povo de Deus entra na Terra Prometida e celebra a Páscoa. É também esta a perspectiva do tempo litúrgico em que nós entrámos: depois dos 40 dias do deserto quaresmal, celebraremos o mistério da Páscoa, na Terra Santa da Igreja de Cristo. O maná, a comida do deserto, cessou de cair, quando o povo de Deus chegou à Terra Prometida, e lá pôde, finalmente, alimentar-se dos frutos daquela nova Terra. Também a Igreja, depois do jejum da Quaresma, comerá da Ceia do Senhor, na Eucaristia da Páscoa. Não se trata apenas de uma comparação, mas de um mistério que todos os anos se renova no meio de nós.

LEITURA II - 2 Cor 5, 17-21

A Páscoa celebra o mistério da aliança que Deus fez com os homens, e, porque o homem é pecador, esse mistério é também de reconciliação. Pelo sacrifício de Jesus Cristo, todos os homens são tornados nova criação, uma vez que são reconciliados com Deus, que é o Criador de todas as coisas. Este mistério de reconciliação, realizado, de uma vez para sempre, por Cristo, é-nos agora acessível através da Igreja. A nós pertence, pois, aceitá-lo e deixar-nos reconciliar, cada um de nós, com Deus, por Cristo, por meio da Igreja. O Sacramento da Penitência é o sinal sagrado desta reconciliação. Por meio dele seremos, na Páscoa, novas criaturas.

EVANGELHO - Lc 15, 1-3.11-32

Na parábola do filho pródigo está expresso todo o itinerário do pecador, que, pela penitência, regressa à comunhão com Deus. Da morte à vida; é precisamente este o movimento de todo o Mistério Pascal. A parábola põe em relevo sobretudo o amor, paciente e sempre acolhedor, do Pai, de Deus nosso Pai. Por isso, a esta parábola melhor se poderia chamar a parábola do Pai misericordioso.
  
 
Cânticos
 
Entrada - Deixa Deus entrar (10)
Kyrie - JCS (1)
Aclamação da Palavra - Eu vim para escutar (10)
Ofertório – Oração de Santo Inácio (13)
Santo - Santo (Bonito) (2)
Pai nosso – Pai, Tu és meu Deus (6)
Cordeiro - Cordeiro (Vespertino) (5)
Comunhão - Senhor a quem iremos (19)
Acção de graças - Ninguém te ama como Eu (30)
Final - Deixa a tua terra (8)
 
Beijos e abraços
Luisa

Alteração da hora do festival paroquial