Missa das 19h de Sábado, na Igreja Paroquial da Nossa Senhora da Ajuda em Lisboa

"Com música, com o nosso sentir cristão, com notas que deixamos hoje, aqui, para vós!"

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2015/04/24

«Eu sou o Bom Pastor. O bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas»


Páscoa IV

LEITURA I - Actos 4, 8-12
As primeiras pregações dos Apóstolos foram o anúncio global de Jesus Cristo e da salvação que Ele traz aos homens. Assim, hoje S. Pedro, aproveitando o ensejo que se lhe oferece quando se vê diante do tribunal judaico, declara, alto e bom som, que Jesus, a quem os homens rejeitaram, é a pedra fundamental da nova humanidade, é o Salvador esperado, a fonte da vida eterna, como o fora já da saúde temporal para o paralítico que Ele tinha acabado de curar.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 117 (118),1 e 8-9.21-23.26.28cd.29 (R. 22)
Refrão: A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se pedra angular. Repete-se
Ou: Aleluia Repete-se

LEITURA II - 1 Jo 3, 1-2
Nós somos filhos de Deus por termos acreditado em Jesus Cristo, seu Filho; mas esta situação só será, para nós, plenamente consciente depois desta vida, como, para Jesus, a glória da divindade só se manifestou plenamente na sua humanidade depois da sua Morte e Ressurreição.

EVANGELHO - Jo 10, 11-18
O tema do Bom Pastor é especialmente próprio do tempo da Páscoa. A afirmação de Jesus de que “o Bom Pastor dá a vida pelas suas ovelhas” tornou-se realmente palpável na sua Morte na cruz. Aí Ele dá a vida, oferece-Se em oblação de amor ao Pai pelos homens. É na cruz que Ele Se revela o Bom Pastor, como é na ressurreição que reconhecemos o fruto desse sacrifício redentor. Por isso, a Páscoa é o tempo particularmente consagrado ao louvor e acção de graças.

Cânticos
Entrada - Quem as mãos estende 28
Kyrie - Pra fazer do mundo um lugar melhor 5
Aleluia - Como a ponte 11
Ofertório - Vasos de barro
Santo - Santo És Tu Senhor 3
Pai Nosso - Do Maior 3
Cordeiro - Cordeiro de Deus 1
Comunhão - O senhor é meu pastor 9
Acção de Graças - Maravilhas fez em mim 15
Final - E a vida não vai parar

2015/04/18

«Vós sois as testemunhas de todas estas coisas»


Páscoa III

LEITURA I - Actos 3, 13-15.17-19
O plano da salvação, traçado por Deus, cumpriu-se em Jesus Cristo, que realizou todas as profecias do Antigo Testamento. Contudo perante o desígnio de Deus, a atitude dos judeus é de incompreensão: do verdadeiro Servo de Deus fizeram o «Servo sofredor». Mas Deus ressuscitou Jesus! Como o prova o milagre, realizado por Pedro antes deste discurso, Ele está vivo e continua a Sua obra de restauração da humanidade. Aqueles que não reconheceram o Messias, quando estava entre eles, têm agora a possibilidade de se converter, pois a Sua acção renovadora continua através dos Sacramentos.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 4, 2.4.7.9 (R. 7a)
Refrão: Fazei brilhar sobre nós, Senhor, a luz do vosso rosto. Repete-se

LEITURA II - 1 Jo 2, 1-5a
Vencer o mal e responder, de modo perfeito, a Deus, é um ideal que ultrapassa as nossas forças. Não devemos, porém, desanimar. Com efeito, Jesus Cristo, para nos livrar do mal, aceitou ser vítima de expiação por todos nós, tornando-se assim o nosso advogado, o nosso intercessor junto do Pai. Só Ele pode fortificar a nossa fé e sustentar a nossa fidelidade. Exige-se-nos apenas que amemos a Cristo, esforçando-nos por traduzir a nossa fidelidade pela observância dos Seus mandamentos.

EVANGELHO - Lc 24, 35-48
Jesus aparece, visivelmente, aos Apóstolos e convida-os a tocarem o Seu corpo glorificado, a fim de que não subsistam dúvidas acerca da realidade corporal da Sua Ressurreição. Ele não é apenas um espírito imortalizado. Ele ressuscitou também no Seu corpo, como o provam as cicatrizes da Paixão e a refeição tomada diante deles. A salvação alcançada por Jesus é, na verdade, total. Não abrange apenas a alma. Também o nosso corpo será glorificado. O que é necessário é que o cristão saiba sempre respeitar o seu corpo. Só assim a renovação iniciada com os Sacramentos se tornará, no futuro, «glória incorruptível».

Cânticos

Entrada - Ressuscitou o Senhor
Kyrie – Somos o teu povo
Aleluia - Cantai aleluias
Ofertório – Não levo alforge
Santo – Senhor, tu És santo
Pai Nosso – Pai Nosso Vespertino
Cordeiro – Proclama o Teu Senhor
Comunhão – Tomo este pão
Acção de graças – Só por ti Jesus
Final – O que importa é amar / Evangelizar

2015/04/10

«Esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé (…) É o Espírito que dá testemunho, porque o Espírito é a verdade»


Páscoa II

LEITURA I - Actos 4, 32-35

Os primeiros cristãos viviam, intensamente, o mandamento do amor, que Jesus lhes tinha deixado. Este amor, porém, não era um simples sentimento a uni-los na comunhão dos mesmos ideais. Era uma força, que os impelia a porem em comum os seus bens, por sua livre iniciativa, sem qualquer imposição externa de tal modo que, na comunidade cristã, não existia miséria material ou espiritual, que não fosse socorrida pelos irmãos. A comunidade dos crentes era assim um sinal muito claro de Jesus Ressuscitado.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 117 (118), 2-4.16ab-18.22-24 (R. 1)

Refrão: Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom, porque é eterna a sua misericórdia. Repete-se

Ou: Aclamai o Senhor, porque Ele é bom: o seu amor é para sempre. Repete-se

Ou: Aleluia. Repete-se

LEITURA II - 1 Jo 5, 1-6

Ser cristão não é apenas aceitar a mensagem de Jesus como a mais bela de todas. A fé cristã é, antes de tudo, uma adesão pessoal a Jesus Cristo. É crer que Ele é um Homem em carne e osso, ligado à nossa história, mas é também o Messias, isto é Aquele em quem se cumprem as promessas de Deus à Humanidade, como é igualmente o Filho de Deus. Por esta fé, baseada em Jesus Cristo, Messias e Filho de Deus que, pela Sua Morte e Ressurreição, nos introduziu numa relação pessoal com Deus e nos estabeleceu em comunhão com os homens, nós participamos da Sua vitória sobre o mal.

EVANGELHO - Jo 20, 19-31

Com a Ressurreição, começou um novo modo de existência para Jesus Cristo. A partir desse momento, já não será mais possível conhecê-l’O através dos meios humanos. Tem que se passar da visão à fé. Será ela que nos permitirá «ver» Cristo Ressuscitado nos Seus sacramentos e na vida da Sua Igreja. Aqueles, porém, que crêem no Filho de Deus, sem O ver, sem O tocar, sem discutir, serão tão felizes como aqueles que foram testemunhas oculares da Sua glória de Ressuscitado.

Cânticos

Entrada - É Impossível  
Kyrie - P'ra fazer do mundo um lugar melhor
Aclamação da Palavra - Aleluia, quando estamos unidos
Ofertório – Vasos de Barro
Santo – Santo, Santo
Pai Nosso – Senhor Aceita
Cordeiro - Allegro
Comunhão – Ele está vivo
Acção de Graças – Espirito de Amor
Final – Somos testemunhas (Ele está aqui)

 

 
Festival Vicarial da Canção Cristã - Externato S. José - pelas 21h do dia 11 de Abril.

2015/03/27

«Todas as manhãs Ele desperta os meus ouvidos, para eu escutar, como escutam os discípulos»


Semana Santa

Leitura I - Is. 50, 4-7

Esta leitura é um dos chamados “Cânticos do Servo do Senhor”. Este Servo revela-se plenamente em Jesus, na sua Paixão: Ele escuta a palavra do Pai e responde-lhe cheio de confiança, oferecendo-Se, em obediência total, pela salvação dos homens.

SALMO RESPONSORIAL Sal. 21 (22), 8-9.17-18a.19-20.23-24 (R. 2a)

Refrão: Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes? Repete-se

LEITURA II - Filip 2, 6-11

Esta leitura é também um cântico, mas agora do Novo Testamento, muito provavelmente em uso nas primitivas comunidades cristãs. Nele é celebrado o Mistério Pascal: Cristo fez-Se um de nós, obedeceu aos desígnios do Pai e humilhou-Se até à morte, e foi, por isso, exaltado até à glória de “Senhor”, que é a própria glória de Deus.

Evangelho – forma longa Mc 14, 1 – 15, 47

O Evangelho de São Marcos é o mais antigo, porque escrito antes dos outros, e é também o mais breve, não só na história da Paixão como em todo ele. Este evangelista aponta com bastante realismo alguns episódios fruto de especial observação de situações particulares e até pitorescas, como a que envolve o servo do sumo sacerdote aquando da prisão de Jesus.

Cânticos

Entrada- saudai o senhor (E 21) - para a procissão de entrada... Se for preciso outro para além deste fica o " guardião"
Kyrie - Pois pecamos contra Vós (k 4)
Aclamação da Palavra - Falai (a 13)
Ofertório - Senhor aqui nos tendes (o 21)
Santo - Santo (rising sun) (St 4)
Pai Nosso - Pai, Tu és meu Deus (PN 6)
Cordeiro – Cordeiro de Deus (lento) (cd 3)
Comunhão - Eu desejei ardentemente (c 5)
Acção de Graças - Na chuva (AG 16)
Final - Senhor, Tu que brilhas (AG 28)

2015/03/19

«Se o grão de trigo, lançado à terra, morrer, dará muito fruto»


Quaresma V
 
LEITURA I - Jer 31, 31-34
 
Ao longo de toda a História da Salvação, Deus, para levar os homens a estabelecerem com Ele relações pessoais, foi concluindo alianças com o Povo de Israel, através de homens extraordinários, que servem de mediadores. À humanidade decaída pelo pecado, que «vivia no terror dos deuses e do destino implacável». Deus ia assim revelando o Seu amor e os Seus desígnios de salvação.
Estas alianças, porém, eram provisórias, particulares, acompanhadas de promessas de carácter material e ligadas a um povo. Preparavam e conduziam a uma aliança nova, espiritual, definitiva e universal, que pela primeira vez, o profeta Jeremias anuncia ao Povo de Deus.
 
SALMO RESPONSORIAL Salmo 50 (51), 3-4.12-13.14-15 (R. 12a)
 
Refrão: Dai-me, Senhor, um coração puro. Repete-se
 
LEITURA II - Hebr 5, 7-9
 
A Aliança anunciada por Jeremias, veio a realizar-se pelo mais perfeito dos mediadores – Jesus Cristo, Filho de Deus e irmão dos homens, segundo a natureza humana por Ele assumida.
Porque, foi sancionada com o Seu Sangue, no Sacrifício Pascal, («a nova Aliança no meu Sangue»), Jesus não é apenas o Mediador, mas a própria Aliança: Ele estabeleceu a comunhão perfeita dos homens com Deus.
Realidade definitiva, esta é a Aliança nova. Mas é também eterna. Não há necessidade de se repetir, como as antigas. Pela Eucaristia, feita em Sua Memória (I Cor. 11, 25), como Ele ordenou, a Aliança do Calvário torna-se presente em todos os lugares e tempos. Participando nela, com fé, os fiéis unem-se ao Mistério da nova e eterna Aliança, recebem a salvação preparada no Antigo Testamento e que será consumada pela vinda gloriosa de Cristo.
 
EVANGELHO - Jo 12, 20-33
 
Só morrendo é que a semente dá origem a uma vida nova, revelando assim a sua maravilhosa fecundidade.
Também para Jesus a morte é semente de uma vida maravilhosamente nova e fecunda. Graças à Sua morte redentora, os benefícios da salvação são, com efeito, comunicados a todos os homens, judeus ou pagãos. A Sua morte é a conclusão da Sua missão é, por isso, a hora da Sua glorificação.
Aceitando voluntariamente a morte, em filial e amorosa obediência ao Pai e aos Seus planos de salvação, Jesus «deu-nos a vida imortal».
 
 
Cânticos
 
Entrada - Deixa Deus Entrar (10)
Kyrie - Pai de Infinita Bondade (3)
Aclamação do Evangelho - Canto Aleluia ao Senhor (Louvor e Glória a Vós Senhor) (10)
Ofertório - Para Além (15)
Santo - Santo I (7)
Pai Nosso - Pai Nosso (Dó Maior) (3)
Cordeiro de Deus - Cordeiro de Deus I (1)
Comunhão - Se o Grão de Trigo (15)
Acção de Graças - Acção de Graças (1)
Final - Emanuel (Entrada - 13)
 

2015/03/12

«(…) nós somos obra de Deus»


Quaresma IV

LEITURA I - 2 Cr 36, 14-16.19-23
No tempo da Quaresma, a leitura do Antigo Testamento vai referindo os vários passos da história da salvação, para melhor nos fazer compreender como toda ela se encaminha para a Páscoa do Senhor, e como Deus salva os homens vindo ao encontro deles, mesmo nos caminhos por eles tão mal andados. Hoje vemos como os pagãos invadiram a Terra Santa, destruíram o templo e levaram cativo o povo para Babilónia, por este povo ter abandonado o Senhor e imitado as acções abomináveis dos pagãos. Mas, por fim, o próprio rei da Babilónia serviu ao Senhor de instrumento de salvação em favor do seu povo, dando-lhe de novo a liberdade e restituindo-o à terra que lhe havia sido tirada.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 136 (137), 1-2.3.4-5.6 (R. 6a)
Refrão: Se eu me não lembrar de ti, Jerusalém, fique presa a minha língua. Repete-se

LEITURA II - Ef 2, 4-10
A leitura estabelece o contraste entre a situação de morte em que estávamos por causa das nossas faltas e a salvação que Deus nos oferece em Cristo Jesus. O Mistério Pascal que Jesus realizou passando, pela morte, à vida eterna, vivêmo-lo agora nós, que somos membros de Cristo e com Ele morremos, com Ele ressuscitámos, com Ele subimos para junto do Pai.

EVANGELHO - Jo 3, 14-21
A partir deste IV Domingo as leituras do Evangelho são tiradas de S. João, tanto ao domingo como de semana. Hoje ela fala-nos da futura glorificação de Jesus pela Cruz e Ressurreição. É este o próprio movimento do Mistério Pascal, primeiro em Jesus, depois nos cristãos pela morte à vida, pela Cruz à glória. A Quaresma é também o tempo apropriado para entendermos melhor este caminho providencial de salvação, para depois celebrarmos a Páscoa com mais fé, em acção de graças a Deus e ao Senhor Jesus Cristo.

Cânticos

Entrada - Quem as Mãos Estende (26)
Kyrie - Senhor Tem Piedade II (9)
Aclamação do Evangelho - Eu Vim Para Escutar (12)
Ofertório - Não Levo Alforge (13)
Santo - Santo (Roqueiro) (5)
Pai Nosso - Pai, Tu És Meu Deus (6)
Cordeiro - Cordeiro Vespertino (5)
Comunhão – Comei do Pão (1)
Ação de Graças - Senhor, Tu Que Brilhas (28)
Final - Abraça A Cruz (2)

2015/03/05

«(…) o que é loucura de Deus é mais sábio do que os homens e o que é fraqueza de Deus é mais forte do que os homens»


Quaresma III

LEITURA I – Forma longa Ex 20, 1-17

Na continuação das passagens especialmente significativas da história da salvação, lemos hoje a história de Moisés, o condutor do povo de Deus através do deserto, e aquele por meio de quem o Senhor deu a Lei que há-de orientar para Si os passos do seu povo. Moisés é, assim, uma figura de Jesus, o verdadeiro Pastor do Povo de Deus, como no Tempo da Páscoa O iremos contemplar.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 18 (19), 8.9.10.11 (R. Jo 6, 68 c)

Refrão: Senhor, Vós tendes palavras de vida eterna. Repete-se

LEITURA II - 1 Cor 1, 22-25

O mistério de Cristo crucificado, embora pareça um escândalo, é, no entanto, a manifestação da sabedoria de Deus, que assim, na aparente fraqueza do Crucificado, revela o poder salvador da sua graça.

EVANGELHO - Jo 2, 13-25

O templo arrasado e levantado em três dias é figura da Morte e da Ressurreição de Jesus. É Ele o templo verdadeiro. Destruído pelos homens, que Lhe deram a morte, Deus O levantou, mais glorioso do que antes, ao ressuscitá-l’O de entre os mortos.

Cânticos

Entrada - Em nome do Pai (14)
Kyrie - P'ra fazer do mundo um lugar melhor (5)
Aclamação do Evangelho - Falai (13)
Ofertório - A quem irei (3)
Santo - Santo és Tu senhor (3)
Pai Nosso - Pai Nosso, Tu que estás (4)
Cordeiro - Cordeiro de Deus Lento (3)
Comunhão - Senhor a quem iremos (16)
Acção de Graças - Dou-te o meu coração (4)
Final - Guia (15)


FESTIVAL PAROQUIAL DA CANÇÃO CRISTÃ

"Felizes os Puros de Coração Porque Verão a Deus"
(Mt 5,8)

 Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Ajuda
Salão Paroquial

07 de Março às 21h30

2015/02/26

«Este é o meu Filho muito amado: escutai-O»


Quaresma II
LEITURA I - Gen 22, 1-2.9a.10-13.15-18

Depois da história de Noé, no domingo passado, lemos hoje a história de Abraão e do sacrifício de seu filho Isaac, sobre o monte Moriá. Mas Deus nunca quis sacrifícios humanos. Abraão demonstrou a sua vontade de completa obediência a Deus e recuperou o seu filho, vivo, que assim se tornou uma figura de Cristo na sua ressurreição.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 115 (116), 10 e 15. 16-17.18-19 (R. Salmo 114 (115), 9)
Refrão: Andarei na presença do Senhor sobre a terra dos vivos. Repete-se
Ou: Caminharei na terra dos vivos na presença do Senhor. Repete-se

LEITURA II - Rom 8, 31b-34
Esta leitura mostra como Jesus realiza até ao fim a figura de Isaac, anunciada na leitura anterior, e como o amor de Abraão é imagem do amor infinito de Deus pelos homens. Deus, que não quis que Abraão Lhe oferecesse o filho em sacrifício, permitiu que o seu muito amado filho Jesus fosse sacrificado, em expiação dos nossos pecados. De facto, toda a história da salvação atinge o seu ponto mais alto em Nosso Senhor Jesus Cristo.
EVANGELHO - Mc 9, 2-10

A Transfiguração, lida neste Domingo, depois de, no Domingo anterior, ter sido escutada a tentação, faz com ela, como que num grande painel de duas alas, uma espécie de grande abertura da Quaresma: mortificação e glorificação, tentação e glória, morte e ressurreição; são elas, de facto, a síntese do Mistério Pascal que vamos celebrar na Páscoa. Jesus vive em Si o mistério que a sua Igreja agora celebra, e que ela viverá até à sua própria Transfiguração.

Cânticos

Entrada - Guardião (20)
Kyrie - Senhor tem piedade (8)
Aclamação do Evangelho - A tua palavra (8)
Ofertório - Eis aqui pai (6)
Cordeiro - Cordeiro Vespertino (5)
Santo - Santo de Alcântara (9)
Pai Nosso- Pai Nosso Vespertino (5)
Comunhão - Para a frente (10)
Ação de graças - Não adores (17)
Final - Sonhar acordado (32)

Em contagem decrescente para o Festival Paroquial
"Felizes os Puros de Coração Porque Verão a Deus" (Mt 5,8)

2015/02/20

«(...) também tu eras tentado, porque Ele tomou sobre Si a tua condição humana, para te dar a salvação; para Si tomou as tuas tentações, para te dar a sua vitória»


Quaresma I

LEITURA I - Gen 9, 8-15
A primeira leitura dos domingos da Quaresma não está em ligação com a do Evangelho, como nos domingos do Tempo Comum. Refere-se à história da salvação, mostrando como Deus encaminhou os passos da humanidade, desde os tempos mais antigos até à realização da promessa da nova Aliança em Jesus Cristo. Este ano, começamos com Noé. O dilúvio termina com uma aliança, que anuncia desde logo a aliança estabelecida entre Deus e os homens na Morte e Ressurreição de Cristo. Por outro lado, no próprio dilúvio Deus quis significar a regeneração espiritual do baptismo, pois nele, como no dilúvio, a água se tornou, simbolicamente, “fim de vícios e origem de virtudes” (liturgia baptismal).
SALMO RESPONSORIAL Salmo 24 (25), 4bc-5ab. 6-7bc. 8-9 (R. cf. 10)

Refrão: Todos os vossos caminhos, Senhor, são amor e verdade para os que são fiéis à vossa aliança. Repete-se

LEITURA II - 1 Pedro 3, 18-22
S. Pedro faz nesta leitura o comentário ao dilúvio, estabelecendo a comparação entre este e o baptismo. O baptismo é hoje o verdadeiro dilúvio, que destrói o pecado e faz nascer uma nova humanidade em Cristo. Assim, a história da salvação chega a todas as gerações e todas elas são arrastadas na sua corrente de graça.
EVANGELHO - Mc 1, 12-15

“O Senhor Jesus Cristo era tentado pelo demónio no deserto. Mas em Cristo também tu eras tentado, porque Ele tomou sobre Si a tua condição humana, para te dar a salvação; para Si tomou as tuas tentações, para te dar a sua vitória” (S. Agostinho). A vitória de Jesus sobre Satanás proclamada neste primeiro Domingo da Quaresma anuncia desde já o triunfo pascal da sua Morte e Ressurreição, e oferece-nos, ao mesmo tempo, a participação nessa sua vitória sobre o pecado e a morte.

Cânticos

Entrada – Venham Todos
Kyrie - Somos o teu povo
Aclamação da palavra – Eu vim para escutar
Ofertório – Senhor aqui nos tendes
Santo – (The rising sun)
Pai Nosso – Senhor Aceita
Cordeiro - Alegro
Comunhão - Peregrino
Acção de Graças – Abraça a cruz
Final – Sentido para amar

2015/02/12

«Sede meus imitadores, como eu o sou de Cristo»


Tempo Comum

LEITURA I - Lev 13, 1-2.44-46

Esta leitura prepara-nos para melhor compreendermos a do Evangelho. Ali Jesus vai curar um doente de lepra. Nesta leitura, são recordadas as prescrições da Lei do Antigo Testamento a respeito dos leprosos. A situação destes doentes era verdadeiramente infeliz. Tanto mais se poderá ver na cura que o Senhor fez um sinal do seu poder e da sua misericórdia.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 31 (32), 1-2.5.7.11 (R. 7)

Refrão: Sois o meu refúgio, Senhor; dai-me a alegria da vossa salvação. Repete-se

LEITURA II - 1 Cor 10, 31 – 11, 1
Paulo propõe-se a si mesmo como modelo aos cristãos, porque ele tem por modelo o próprio Cristo. O que ele pretende é que ninguém seja ocasião de pecado para os outros, mas antes de edificação e de salvação.

EVANGELHO - Mc 1, 40-45
Uma vez mais, Jesus Se mostra Senhor da vida. Por outro lado, mostra-Se livre em relação à Lei e superior a ela: toca no doente, o que era contrário à Lei, mas manda que o homem curado se vá mostrar aos sacerdotes, o que era exigência da Lei. Jesus é realmente a fonte da vida nova; Ele é hoje o Ressuscitado.

Cânticos

Entrada – Acolhe a Vida;
Kyrie – Senhor Piedade;
Aclamação da Palavra – Ale Ale Aleluia;
Ofertório – Passa por mim;
Santo – Bonito;
Pai Nosso – Pai Tu És meu Deus;
Cordeiro – Proclama o Teu Senhor;
Comunhão – Razão de viver;
Acção de Graças – Maravilhas fez em mim;
Final – E a vida não vai parar;