Missa das 19h de Sábado, na Igreja Paroquial da Nossa Senhora da Ajuda em Lisboa

"Com música, com o nosso sentir cristão, com notas que deixamos hoje, aqui, para vós!"

2012/05/17

«Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura»

Ascensão

LEITURA I - Actos 1, 1-11

A Ascensão de Jesus é a última aparição do Ressuscitado que não só dá testemunho da verdade da Ressurreição, como faz compreender que Jesus vive agora na glória do Pai. A Ascensão manifesta assim o sentido pleno da Páscoa: depois de destruir o pecado e a morte com a sua Morte e Ressurreição, Jesus Cristo introduz o homem, que tinha assumido na Encarnação, na glória de seu Pai. O livro dos Actos dos Apóstolos, que apresenta a vida dos primeiros dias da Igreja, começa pela Ascensão do Senhor; assim nos é dado a compreender que a Igreja continua agora a presença de Jesus entre os homens, até que Ele venha, de novo, no fim dos tempos, para pôr o termo à história e nos sentar consigo à direita do Pai.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 46 (47), 2-3.6-7.8-9 (R. 6)
Refrão: Por entre aclamações e ao som da trombeta, ergue-Se Deus, o Senhor. Repete-se

Ou: Ergue-Se Deus, o Senhor, em júbilo e ao som da trombeta. Repete-se

LEITURA II - Ef 1, 17-23

Sentando-se à direita do Pai, Jesus introduz a humanidade na comunhão definitiva com Deus. É este o fruto do seu sacrifício na Cruz, a comunhão com o Pai, e é a esperança de todos os que n’Ele crêem.

EVANGELHO - Mc 16, 15-20

Pela sua Encarnação o Filho de Deus desceu do Céu, fez-se homem, assumindo assim a condição de servo, e humilhou-Se ainda mais, obedecendo até à morte e morte de cruz; mas por isso Deus O exaltou, ressuscitando-O de entre os mortos e fazendo-O participar da sua glória, sentando-O à sua direita e dando-Lhe o nome que está acima de todos os nomes, o nome divino de Senhor: à humilhação na sua vida mortal corresponde agora a exaltação, que na Ascensão claramente se manifesta e nos milagres que se lhe hão-de seguir na vida da Igreja.

Cânticos para este sábadoEntrada - Falar de Ti (17)
Kyrie - Kyrie (2)
Aleluia - Como a Ponte (9)
Ofertório - Maravilhas fez em mim (Acção Graças 13)
Santo - Ao Senhor Nosso Deus (1)
Pai Nosso - Pai Nosso Vespertino (5)
Cordeiro - Proclama o Teu Senhor (6)
Comunhão - Somos Escolhidos (14)
Ação de Graças - Consagração a Nossa Senhora (C.Marianos 7)
Final - Espírito de Amor (Acção Graças 5)


Beijos e abraços
Luisa

2012/05/10

"Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor"

Páscoa VI

LEITURA I - Actos 10, 25-26.34-35.44-48

Nesta leitura contam-se os primeiros frutos da pregação do Evangelho entre os pagãos. A conversão e o baptismo do oficial do exército romano, de nome Cornélio, fez compreender aos primeiros cristãos, e particularmente ao próprio S. Pedro, que a graça de Jesus Cristo, anunciada no Evangelho, se destina a todos os homens, porque Deus a todos quer chamar à fé e à conversão.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 97 (98), 1.2-3ab.3cd-4 (R. cf. 2b)

Refrão: O Senhor manifestou a salvação a todos os povos. Repete-se
Ou: Diante dos povos manifestou Deus a salvação. Repete-se

LEITURA II - 1 Jo 4, 7-10

A revelação última de Deus ao homem é a de que Ele é amor. E o testemunho de que é assim é o facto de Ele nos ter enviado o seu Filho, para que, por Ele, nos tornássemos filhos de Deus. Nesta fraternidade divina só o amor pode ser o móbil de toda a actividade entre os irmãos

EVANGELHO - Jo 15, 9-17

Deus é amor. Ele revelou-Se como tal, principalmente ao dar-nos o seu Filho, Jesus, como nosso Salvador. A Igreja, que é o corpo de Jesus e a sua presença sobre a terra, tem como lei fundamental a lei do amor; tendo amor uns aos outros, os cristãos manifestam em si a própria vida de Deus, ao mesmo tempo que a comunicam.


Cânticos para o próximo sábado

Entrada - Cantarei
Kyrie - Senhor tem piedade II
Aleluia - Cantai Aleluias
Ofertório - Gestos de Amor
Santo - Santo (Bonito)
Pai Nosso - Pai Tu és meu Deus
Cordeiro - Cordeiro de Deus (V)
Comunhão - Deus de Amor
Ação de Graças - Busco Maria
Final - Hino Diocesano

SERÃO MARIANO - 12 DE MAIO - 21H30
IGREJA PAROQUIAL DA NOSSA SENHORA DA AJUDA

Da Exortação Apostólica Signum magnum do Papa Paulo VI

(Dia 13 de Maio de 1967: AAS 56, 1967, 4-473, 475)

Maria, Mãe da Igreja e Advogada dos fiéis

Por ocasião das cerimónias religiosas que têm lugar nestes dias em Fátima, Portugal, em honra da Virgem Mãe de Deus, onde acorrem numerosas multidões de fiéis para venerarem o seu coração maternal e compassivo, desejamos mais uma vez chamar a atenção de todos os filhos da Igreja para o inseparável vínculo que existe entre a maternidade espiritual de Maria e os deveres que têm para com Ela os homens resgatados.
Julgamos ser de grande utilidade para as almas dos fiéis considerar duas verdades muito importantes para a renovação da vida cristã.
A primeira verdade é esta: Maria é Mãe da Igreja, não só por ser Mãe de Jesus Cristo e sua íntima colaboradora na nova economia da graça, quando o Filho de Deus n’Ela assumiu a natureza humana para libertar o homem do pecado mediante os mistérios da sua carne, mas também porque brilha à comunidade dos eleitos como admirável modelo de virtude.
Depois de ter participado no sacrifício redentor de seu Filho, e de maneira tão íntima que mereceu ser por Ele proclamada Mãe não somente do discípulo João, mas – seja consentido afirmá-lo – do género humano, por este de algum modo representado, Ela continua agora no Céu a desempenhar a sua função materna de cooperadora no nascimento e desenvolvimento da vida divina em cada alma dos homens remidos.
Mas de que modo coopera Maria no crescimento da vida da graça nos membros do Corpo Místico? Antes de tudo, pela sua oração incessante, inspirada por uma ardentíssima caridade. A Virgem Santa, de facto, gozando embora da contemplação da Santíssima Trindade, não esquece os seus filhos que caminham, como Ela outrora, na peregrinação da fé; pelo contrário, contemplando-os em Deus e conhecendo bem as suas necessidades, em comunhão com Jesus Cristo que está sempre vivo para interceder por nós, deles se constitui Advogada, Auxiliadora, Amparo e Medianeira.
No entanto, a cooperação da Mãe da Igreja no desenvolvimento da vida divina nas almas não consiste apenas na sua intercessão junto do Filho. Ela exerce sobre os homens remidos outra influência importantíssima, a do exemplo, segundo a conhecida máxima: as palavras movem, o exemplo arrasta. Realmente, tal como os ensinamentos dos pais adquirem maior eficácia quando são acompanhados pelo exemplo duma vida conforme as normas da prudência humana e cristã, assim também a suavidade e o encanto das excelsas virtudes da Imaculada Mãe de Deus atraem irresistivelmente as almas para a imitação do divino modelo, Jesus Cristo, de que Ela foi a mais perfeita imagem.
Mas nem a graça do divino Redentor nem a poderosa intercessão de sua e nossa Mãe espiritual poderiam conduzir-nos ao porto da salvação, se a tudo isso não correspondesse a nossa perseverante vontade de honrar Jesus Cristo e a Virgem Mãe de Deus com a fiel imitação das suas sublimes virtudes.
É, pois, dever de todos os cristãos imitar religiosamente os exemplos de bondade que lhes deixou a Mãe do Céu. É esta a segunda verdade sobre a qual nos agrada chamar a vossa atenção. É em Maria que os cristãos podem admirar o exemplo que lhes mostra como realizar, com humildade e magnanimidade, a missão que Deus confiou a cada um neste mundo, em ordem à sua eterna salvação e à do próximo.
Uma mensagem de suma utilidade parece chegar hoje aos fiéis da parte d’Aquela que é a Imaculada, a toda santa, a cooperadora do Filho na restauração da vida sobrenatural das almas. A santa contemplação de Maria incita-os, de facto, à oração confiante, à prática da penitência, ao santo temor de Deus, e recorda-lhes com frequência aquelas palavras com que Jesus Cristo anunciava estar perto o reino dos Céus: Arrependei-vos e acreditai no Evangelho, bem como a sua severa advertência: Se não vos arrependerdes, perecereis todos de maneira semelhante.
Comemorando-se este ano o vigésimo quinto aniversário da solene consagração da Igreja a Maria Mãe de Deus e ao seu Coração Imaculado, feita pelo Nosso Predecessor Pio XII no dia 31 de Outubro de 1942, por ocasião da Rádio-Mensagem à Nação Portuguesa – consagração que Nós mesmo renovámos no dia 21 de Novembro de 1964 – exortamos todos os filhos da Igreja a renovar pessoalmente a sua própria consagração ao Coração Imaculado da Mãe da Igreja e a viver este nobilíssimo acto de culto com uma vida cada vez mais conforme à vontade divina, em espírito de serviço filial e devota imitação da sua celeste Rainha.
Retirado do site do Secretariado Nacional de Liturgia

2012/05/03

"É este o seu mandamento: acreditar no nome de seu Filho, Jesus Cristo, e amar-nos uns aos outros, como Ele nos mandou"

Páscoa V


LEITURA I - Actos 9, 26-31

A conversão de Saulo, que depois adoptou o nome de Paulo, é momento decisivo na história da expansão do Evangelho. Uma vez tornado discípulo de Jesus, junta-se aos que já o eram há mais tempo, não sem que estes, a princípio, mostrassem reservas a seu respeito, tal era a fama que corria acerca do perseguidor da nova religião. Mas, apesar da perseguição de certos, a Igreja ia-se edificando, pois que o Senhor Jesus era a sua pedra fundamental e o Espírito Santo a alma que a animava.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 21 (22), 26b-27.28.30.31-32 (R. 26a)
Refrão: Eu Vos louvo, Senhor, na assembleia dos justos. Repete-se
Ou: Eu Vos louvo, Senhor, no meio da multidão. Repete-se

LEITURA II - 1 Jo 3, 18-24

A verdade de que fala a leitura engloba a fé e o amor, que tornam o homem amigo de Deus e dão paz ao coração. E estas virtudes não são apenas atitudes que residam na intenção e boa vontade, mas princípio activo que leva a realizar as próprias obras de quem crê e ama. Assim se entra em comunhão com Deus e se vive n’Ele e Ele vive em nós.

EVANGELHO - Jo 15, 1-8

A comparação entre o povo de Deus e a vinha é tradicional na Sagrada Escritura. Mas aqui é o próprio Jesus que Se apresenta como a videira, e aos seus discípulos como as varas da mesma. Tal comparação sublinha a identidade de vida, que, procedendo de Jesus, vivifica os membros da sua Igreja. Não se trata apenas de união exterior mas de comunhão de vida que d’Ele nos vem.

Cânticos para este sábado

Entrada – Acolhe a vida
Kyrie - JCS
Aleluia – Das vozes
Ofertório – Ao amor que te arrasta
Santo – Senhor, Tu és Santo
Pai Nosso – Tu que estás
Cordeiro - Alegro
Comunhão – Como o Pai me amou
Acção De Graças - Permanece
Final – Balada Maria Mãe


Beijos e abraços
Luisa

2012/04/26

"Se o mundo não nos conhece, é porque não O conheceu a Ele"

Páscoa IV


LEITURA I - Actos 4, 8-12

As primeiras pregações dos Apóstolos foram o anúncio global de Jesus Cristo e da salvação que Ele traz aos homens. Assim, hoje S. Pedro, aproveitando o ensejo que se lhe oferece quando se vê diante do tribunal judaico, declara, alto e bom som, que Jesus, a quem os homens rejeitaram, é a pedra fundamental da nova humanidade, é o Salvador esperado, a fonte da vida eterna, como o fora já da saúde temporal para o paralítico que Ele tinha acabado de curar.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 117 (118),1 e 8-9.21-23.26.28cd.29 (R. 22)
Refrão: A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se pedra angular. Repete-se
Ou: Aleluia Repete-se

LEITURA II - 1 Jo 3, 1-2

Nós somos filhos de Deus por termos acreditado em Jesus Cristo, seu Filho; mas esta situação só será, para nós, plenamente consciente depois desta vida, como, para Jesus, a glória da divindade só se manifestou plenamente na sua humanidade depois da sua Morte e Ressurreição.

EVANGELHO - Jo 10, 11-18

O tema do Bom Pastor é especialmente próprio do tempo da Páscoa. A afirmação de Jesus de que "o Bom Pastor dá a vida pelas suas ovelhas" tornou-se realmente palpável na sua Morte na cruz. Aí Ele dá a vida, oferece-Se em oblação de amor ao Pai pelos homens. É na cruz que Ele Se revela o Bom Pastor, como é na ressurreição que reconhecemos o fruto desse sacrifício redentor. Por isso, a Páscoa é o tempo particularmente consagrado ao louvor e acção de graças.

Cânticos para o próximo sábado

Entrada - Guardião (19)
Kyrie - Pra fazer do mundo lugar melhor (4)
Aleluia - Aleluia Israel (2)
Ofertório - És a minha vida (7)
Santo - Santo I (7)
Pai Nosso - Senhor aceita (7)
Cordeiro - Vespertino (5)
Comunhão - O senhor é meu Pastor (7)
Acção de Graças - Nem a Morte Nem a Vida (18)
Final - O que importa é amar (25)


Beijos e Abraços
Luisa

2012/04/19

"... matastes o autor da vida, mas Deus ressuscitou-O dos mortos, e nós somos testemunhas disso"

Semana: Páscoa III


LEITURA I - Actos 3, 13-15.17-19

O plano da salvação, traçado por Deus, cumpriu-se em Jesus Cristo, que realizou todas as profecias do Antigo Testamento. Contudo perante o desígnio de Deus, a atitude dos judeus é de incompreensão: do verdadeiro Servo de Deus fizeram o «Servo sofredor».
Mas Deus ressuscitou Jesus! Como o prova o milagre, realizado por Pedro antes deste discurso, Ele está vivo e continua a Sua obra de restauração da humanidade. Aqueles que não reconheceram o Messias, quando estava entre eles, têm agora a possibilidade de se converter, pois a Sua acção renovadora continua através dos Sacramentos.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 4, 2.4.7.9 (R. 7a)

Refrão: Fazei brilhar sobre nós, Senhor, a luz do vosso rosto. Repete-se

LEITURA II - 1 Jo 2, 1-5a

Vencer o mal e responder, de modo perfeito, a Deus, é um ideal que ultrapassa as nossas forças. Não devemos, porém, desanimar. Com efeito, Jesus Cristo, para nos livrar do mal, aceitou ser vítima de expiação por todos nós, tornando-se assim o nosso advogado, o nosso intercessor junto do Pai. Só Ele pode fortificar a nossa fé e sustentar a nossa fidelidade. Exige-se-nos apenas que amemos a Cristo, esforçando-nos por traduzir a nossa fidelidade pela observância dos Seus mandamentos.

EVANGELHO - Lc 24, 35-48

Jesus aparece, visivelmente, aos Apóstolos e convida-os a tocarem o Seu corpo glorificado, a fim de que não subsistam dúvidas acerca da realidade corporal da Sua Ressurreição. Ele não é apenas um espírito imortalizado. Ele ressuscitou também no Seu corpo, como o provam as cicatrizes da Paixão e a refeição tomada diante deles.
A salvação alcançada por Jesus é, na verdade, total. Não abrange apenas a alma. Também o nosso corpo será glorificado. O que é necessário é que o cristão saiba sempre respeitar o seu corpo. Só assim a renovação iniciada com os Sacramentos se tornará, no futuro, «glória incorruptível».


Segue a lista de cânticos para esta semana...

Entrada - Ressuscitou o Senhor (Entrada 26)
Kyrie - Kyrie (kyrie 2)
Aleluia - Cantai aleluias (aleluia 8)
Ofertório - Hevenu Shalom (final 14)
Santo - Santo (of the rising Sun) (santo 4)
Pai-Nosso - Pai, Tu és meu Deus (PN 6)
Cordeiro - Cordeiro de Deus (lento) (Cordeiro 3)
Comunhão - Eu desejei ardentemente (para aprendermos no ensaio. Se não for possível, eu ajusto os cânticos na altura!)
Acção de graças - Nada Temo (AG 15)
Final - Ele está vivo (comunhão 4)

- 21h30 do dia 28 de Abril - Próxima oração vicarial jovem.  Esse momento decorrerá na Igreja de Nossa Senhora da Luz em Carnide.


Beijos e abraços
Luisa
 



2012/04/15

VI Festival Vicarial da Canção Cristã


Decorreu hoje mais um encontro onde seis paróquias de Lisboa estiveram a concurso. O tema deste ano, como já sabiamos, era "Alegrai-vos sempre no Senhor (Fil 4,4)" e foi exactamente com esse espirito de alegria que se viveu esta tarde onde acima de tudo permanece a evangelização através da música.
É com muito orgulho que vos informo que a nossa paróquia conquistou o 3º
lugar! A paróquia dos Prazeres ficou em 1º e Belém em 2º. Nota-se que há uma renovação dos grupos e isso é muito positivo - novos espiritos, novas criações, novas ideias e uma vontade enorme de mostrar que Cristo é quem os anima para darem a cara e cantarem de coração aberto. Todos os grupos estiveram bem e é preciso dar os PARABÉNS pois o espirito do festival ainda existe como se pode ver hoje!
Ao "nosso" grupo - Ana Isabel Martins, Ana Rita Reis, Catarina Santos, Fábio Carvalho, Nadja Soares e Rafael Pires - um grande abraço bem apertado pois estiveram muito bem e merecem os melhores elogios. Continuem com a mesma garra, alegria, força... Foi muito bom ver o vosso apoio aos outros grupos. Ah! E para o ano, cá vos esperamos ver a participar no paroquial =O)
Muitos Parabéns!

"Vivei sempre alegres, orai sem cessar, dai graças em todas as circunstâncias, pois é esta a vontade de Deus a vosso respeito em Cristo Jesus. Não apagueis o espirito, não desprezeis os dons proféticos; mas avaliai tudo, conservando o que for bom.(I Tes 5)"

2012/04/12

"Esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé"

Páscoa II


ORAÇÃO COLECTA
Deus de eterna misericórdia, que reanimais a fé do vosso povo na celebração anual das festas pascais, aumentai em nós os dons da vossa graça, para compreendermos melhor as riquezas inesgotáveis do Baptismo com que fomos purificados, do Espírito em que fomos renovados e do Sangue com que fomos redimidos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. LEITURA I - Actos 4, 32-35

Os primeiros cristãos viviam, intensamente, o mandamento do amor, que Jesus lhes tinha deixado. Este amor, porém, não era um simples sentimento a uni-los na comunhão dos mesmos ideais. Era uma força, que os impelia a porem em comum os seus bens, por sua livre iniciativa, sem qualquer imposição externa de tal modo que, na comunidade cristã, não existia miséria material ou espiritual, que não fosse socorrida pelos irmãos.
A comunidade dos crentes era assim um sinal muito claro de Jesus Res¬suscitado.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 117 (118), 2-4.16ab-18.22-24 (R. 1)
Refrão: Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom, porque é eterna a sua misericórdia. Repete-se
Ou: Aclamai o Senhor, porque Ele é bom: o seu amor é para sempre. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

LEITURA II - 1 Jo 5, 1-6

Ser cristão não é apenas aceitar a mensagem de Jesus como a mais bela de todas. A fé cristã é, antes de tudo, uma adesão pessoal a Jesus Cristo. É crer que Ele é um Homem em carne e osso, ligado à nossa história, mas é também o Messias, isto é Aquele em quem se cumprem as promessas de Deus à Humanidade, como é igualmente o Filho de Deus.
Por esta fé, baseada em Jesus Cristo, Messias e Filho de Deus que, pela Sua Morte e Ressurreição, nos introduziu numa relação pessoal com Deus e nos estabeleceu em comunhão com os homens, nós participamos da Sua vitória sobre o mal.

EVANGELHO - Jo 20, 19-31

Com a Ressurreição, começou um novo modo de existência para Jesus Cristo. A partir desse momento, já não será mais possível conhecê-l’O através dos meios humanos. Tem que se passar da visão à fé. Será ela que nos permitirá «ver» Cristo Ressuscitado nos Seus sacramentos e na vida da Sua Igreja.
Aqueles, porém, que crêem no Filho de Deus, sem O ver, sem O tocar, sem discutir, serão tão felizes como aqueles que foram testemunhas oculares da Sua glória de Ressuscitado.

Cânticos

Entrada - É Impossivel (Entrada 12)
Kyrie - P'ra fazer do mundo um lugar melhor (Kyrie 4)
Aclamação da Palavra - ALELUIA, quando estamos unidos (A.P 4)
Ofertório - Eu Te Amo (Ofertório 9)
Santo - Santo Roqueiro (Santo 5)
Pai Nosso - Pai Nosso Vespertino (P.N 5)
Cordeiro - Cordeiro de Deus (C 1)
Comunhão - Como o Pai Me Amou (C 2)
Acção de Graças - Acção de Graças (1)
Final - Espírito de Amor (Acção de Graças 5)

Beijos e abraços

Luisa

"A multidão dos que haviam abraçado a fé tinha um só coração e uma só alma; ninguém chamava seu ao que lhe pertencia, mas tudo entre eles era comum."

2012/03/28

"O Senhor deu-me a graça de falar como um discípulo, para que eu saiba dizer uma palavra de alento aos que andam abatidos..."

 

Semana Santa


Deus eterno e omnipotente, que, para dar aos homens o exemplo de humildade, quisestes que o nosso Salvador se fizesse homem e padecesse o suplício da cruz, fazei que sigamos os ensinamentos da sua paixão, para merecermos tomar parte na glória da sua ressurreição. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

Leitura I - Is. 50, 4-7

Esta leitura é um dos chamados "Cânticos do Servo do Senhor". Este Servo revela-se plenamente em Jesus, na sua Paixão: Ele escuta a palavra do Pai e responde-lhe cheio de confiança, oferecendo-Se, em obediência total, pela salvação dos homens.

SALMO RESPONSORIAL Sal. 21 (22), 8-9.17-18a.19-20.23-24 (R. 2a)

Refrão: Meu Deus, meu Deus,porque me abandonastes? Repete-se

LEITURA II - Filip 2, 6-11

Esta leitura é também um cântico, mas agora do Novo Testamento, muito provavelmente em uso nas primitivas comunidades cristãs. Nele é celebrado o Mistério Pascal: Cristo fez-Se um de nós, obedeceu aos desígnios do Pai e humilhou-Se até à morte, e foi, por isso, exaltado até à glória de "Senhor", que é a própria glória de Deus.

Evangelho – forma longa Mc 14, 1 – 15, 47

O Evangelho de São Marcos é o mais antigo, porque escrito antes dos outros, e é também o mais breve, não só na história da Paixão como em todo ele. Este evangelista aponta com bastante realismo alguns episódios fruto de especial observação de situações particulares e até pitorescas, como a que envolve o servo do sumo sacerdote aquando da prisão de Jesus.

Cânticos

Entrada Solene e Benção dos Ramos: Saudai o Senhor;
Kyrie: Senhor que vieste;
Aclamação da Palavra: Eu vim para escutar;
Ofertório: Senhor aqui nos tendes;
Santo: Santo, Santo
Pai Nosso: Pai, Tu És meu Deus;
Cordeiro: Proclama o Teu Senhor
Comunhão: Tomo este pão
Acção de Graças: Só por Ti Jesus
Final: Guardião (Entrada)


" (...) Todas as manhãs Ele desperta os meus ouvidos, para eu escutar, como escutam os discípulos. O Senhor Deus abriu-me os ouvidos e eu não resisti nem recuei um passo."

Beijos
Luisa
 

2012/03/22

"«Não foi por minha causa que esta voz se fez ouvir; foi por vossa causa...»"



Quaresma V
 

LEITURA I - Jer 31, 31-34

Ao longo de toda a História da Salvação, Deus, para levar os homens a estabelecerem com Ele relações pessoais, foi concluindo alianças com o Povo de Israel, através de homens extraordinários, que servem de mediadores. À humanidade decaída pelo pecado, que «vivia no terror dos deuses e do destino implacável». Deus ia assim revelando o Seu amor e os Seus desígnios de salvação.
Estas alianças, porém, eram provisórias, particulares, acompanhadas de promessas de carácter material e ligadas a um povo. Preparavam e conduziam a uma aliança nova, espiritual, definitiva e universal, que pela primeira vez, o profeta Jeremias anuncia ao Povo de Deus.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 50 (51), 3-4.12-13.14-15 (R. 12a)

Refrão: Dai-me, Senhor, um coração puro. Repete-se

LEITURA II - Hebr 5, 7-9

A Aliança anunciada por Jeremias, veio a realizar-se pelo mais perfeito dos mediadores – Jesus Cristo, Filho de Deus e irmão dos homens, segundo a natureza humana por Ele assumida.
Porque, foi sancionada com o Seu Sangue, no Sacrifício Pascal, («a nova Aliança no meu Sangue»), Jesus não é apenas o Mediador, mas a própria Aliança: Ele estabeleceu a comunhão perfeita dos homens com Deus.
Realidade definitiva, esta é a Aliança nova. Mas é também eterna. Não há necessidade de se repetir, como as antigas. Pela Eucaristia, feita em Sua Memória (I Cor. 11, 25), como Ele ordenou, a Aliança do Calvário torna-se presente em todos os lugares e tempos. Participando nela, com fé, os fiéis unem-se ao Mistério da nova e eterna Aliança, recebem a salvação preparada no Antigo Testamento e que será consumada pela vinda gloriosa de Cristo.

EVANGELHO - Jo 12, 20-33

Só morrendo é que a semente dá origem a uma vida nova, revelando assim a sua maravilhosa fecundidade.
Também para Jesus a morte é semente de uma vida maravilhosamente nova e fecunda. Graças à Sua morte redentora, os benefícios da salvação são, com efeito, comunicados a todos os homens, judeus ou pagãos. A Sua morte é a conclusão da Sua missão é, por isso, a hora da Sua glorificação.
Aceitando voluntariamente a morte, em filial e amorosa obediência ao Pai e aos Seus planos de salvação, Jesus «deu-nos a vida imortal».



Cânticos

Entrada - Chamamento
Kyrie - Kyrie
Aclamação da Palavra - Falai
Ofertório - Ao amor que Te arrasta
Santo - Ao Sr Nosso Deus
Pai Nosso - Tu que Estás
Cordeiro - Alegro
Comunhão - Se o grão de trigo
Acção de Graças- Há quem diga
Final - Sentido para amar

Beijos e abraços

Luisa