Missa das 19h de Sábado, na Igreja Paroquial da Nossa Senhora da Ajuda em Lisboa

"Com música, com o nosso sentir cristão, com notas que deixamos hoje, aqui, para vós!"

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2015/09/12

«Mostra-me a tua fé sem obras, que eu, pelas obras, te mostrarei a minha fé»


Tempo Comum XXIV

LEITURA I - Is 50, 5-9a
Esta leitura do Antigo Testamento fala-nos de uma personagem a que a Sagrada Escritura dá o nome de “Servo do Senhor”. Apresenta-se como alguém obediente a Deus, sujeito a muitas humilhações, mas sempre confiante no Senhor, e que, por fim, Deus exaltará na glória. É a figura típica de Jesus na sua Paixão, obediente até à morte na Cruz, exaltado na glória da Ressurreição, como o Evangelho O vai apresentar.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 114 (116), 1-2.3-4.5-6.8-9 (R. 9)
Refrão: Andarei na presença do Senhor sobre a terra dos vivos. Repete-se
Ou: Caminharei na terra dos vivos na presença do Senhor. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

LEITURA II - Tg 2, 14-18
A pregação de S. Tiago é muito concreta. A fé vive-se na prática da vida de cada dia, sobretudo nas relações com o próximo, que hão-de ter sempre a caridade como fundamento. A fé supõe a aceitação total da palavra de Deus, no pensar, no querer, no agir. Acreditar não é apenas admitir com a inteligência a verdade que a Igreja ensina, mas viver, em toda a vida, dessa mesma verdade. Doutro modo, a fé estaria morta, e a fé é um princípio de vida.

EVANGELHO - Mc 8, 27-35
Jesus anuncia, pela primeira vez, a sua Paixão, depois de Pedro ter feito um acto de fé na sua missão de Messias. Ao ouvir falar da Paixão Pedro escandaliza-se. Não consegue ligar as ideias de Messias com a do sofrimento, muito menos com a da Morte. Não tinha ainda compreendido as palavras sobre o “Servo de Deus” sofredor de que fala a primeira leitura.

Cânticos
Entrada – Segue-me
Kyrie - Senhor Piedade II
Aleluia - Como a ponte
Ofertório - A quem irei
Santo - Santo, Santo
Pai Nosso – Pai Nosso Tu que Estás
Cordeiro – Cordeiro de Deus (Vespertino)
Comunhão – Peregrino
Acção de Graças – Hino da Caridade
Final – Abraça a Cruz

 

2015/09/03

«Tende coragem, não temais. Aí está o vosso Deus; vem para fazer justiça e dar a recompensa; Ele próprio vem salvar-nos».

 
 
 
 «Então se desimpedirão os ouvidos dos surdos e a língua do mudo cantará de alegria»...
 
... assim como o Coro Vespertino regressa a cantar de alegria! Voltámos!!

Tempo Comum XXIII

LEITURA I - Is 35, 4-7a
O profeta anuncia a hora da libertação depois do exílio de Babilónia com imagens de curas cheias de alegria. Jesus há-de realizar à letra estas e outras imagens, mostrando assim que chegara com Ele a hora da salvação, desde longe anunciada.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 145 (146), 7.8-9a.9bc-10 (R. 1)
Refrão: Ó minha alma, louva o Senhor. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

LEITURA II - Tg 2, 1-5
Deus não faz acepção de pessoas. Assim também o cristão não a há-de fazer; pelo contrário, o amor de Deus, mostra-se mais benevolente para com os mais pobres e os mais desprezados. O cristão há-de dar maior atenção aos que dela mais precisarem.

EVANGELHO - Mc 7, 31-37
Aquilo que os Profetas anunciaram, veio Jesus realizá-lo, mostrando assim que, com Ele, tinham chegado os tempos tão esperados do reino de Deus, que os surdos podiam agora escutar a palavra de Deus, que os mudos podiam proclamar o louvor do Senhor, que todos os homens podiam reconhecer n’Ele o Enviado de Deus e o seu Salvador.

Cânticos

Entrada – Acolhe a vida
Kyrie – Senhor Piedade
Aclamação do Evangelho – Homens da Terra
Ofertório – Eis aqui Pai
Santo – Santo I
Pai Nosso – Dó Maior
Cordeiro – Proclama o Teu Senhor
Comunhão – Para a frente
Acção de Graças – Dou-te o meu coração
Final – Sonhar acordado

2015/07/24

«Há um só Deus e Pai de todos, que está acima de todos, actua em todos e em todos Se encontra»


Tempo Comum XVII

LEITURA I - 2 Reis 4, 42-44
A liturgia continua em si a mesma linha de pensamento e até de acção da Sagrada Escritura. Assim, hoje, faz-nos ler duas passagens semelhantes, uma do Antigo, outra do Novo Testamento: duas multiplicações do pão. Em ambas se pode ver o mesmo dedo de Deus, amigo dos homens, capaz de lhes dar o alimento de que precisam, e, ao mesmo tempo, em ambas se manifesta que é Ele quem está sempre nos gestos e nas palavras dos que actuam e falam em seu nome.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 144 (145), 10-11.15-16.17-18 (R. cf. 16)
Refrão: Abris, Senhor, as vossas mãos e saciais a nossa fome. Repete-se

LEITURA II - Ef 4, 1-6
Durante alguns domingos, sete, vamos ler a Epístola aos Efésios. É uma carta maravilhosa, escrita, como algumas outras, da prisão, e em que se aprofunda, de maneira particular, o mistério de Cristo e a vida vivida segundo esse mistério. Hoje insiste-se na unidade que deve reinar entre os cristãos, unidade não apenas de fora, mas de coração, porque todos somos um só, participantes da unidade de Deus, que d’Ele nos vem por Cristo.

EVANGELHO - Jo 6, 1-15
A multiplicação dos pães situa-se próximo da Páscoa. Hoje lemos o facto; nos dias seguintes ouviremos o comentário, a catequese que o próprio Senhor Jesus fará deste facto. Mas a multiplicação dos pães e dos peixes é apresentada nos termos da celebração eucarística. Depois da catequese sobre o Baptismo na fala com Nicodemos, depois da referência constante ao Espírito Santo, começamos hoje a catequese sobre a Eucaristia. Estamos no ambiente da iniciação cristã.

Cânticos

Entrada - QUEM AS MÃOS ESTENDE (entrada 26)
Kyrie - SENHOR PIEDADE (kyrie 6)
Aleluia - ALELUIA (SIMPLES) (aleluia 6)
Ofertório - AO AMOR QUE TE ARRASTA (ofertório 1)
Santo - SENHOR, TU ÉS SANTO (santo 8)
Pai Nosso - SENHOR ACEITA (Pai Nosso 7)
Cordeiro de Deus - CORDEIRO DE DEUS V (cordeiro 4)
Comunhão - COMEI DO PÃO ( comunhão 1)
Acção de Graças - HINO DA CARIDADE (AG 14)
Final - Sentido para amar (final 29)

2015/07/15

«Cristo é, de facto, a nossa paz»


Tempo Comum XVI

LEITURA I - Jer 23, 1-6
No Evangelho, Jesus vai revelar-Se cheio de compaixão pela multidão, que é como um rebanho sem pastor. Mas já desde o Antigo Testamento Deus Se tinha revelado como bom Pastor do seu povo. Os cuidados do pastor pelo seu rebanho são uma boa comparação que nos pode fazer compreender o amor com que Deus Se preocupa com os homens e deseja que eles encontrem os verdadeiros caminhos da vida e o verdadeiro alimento que os há-de sustentar nesses caminhos. E logo se anuncia um “rebento justo”, um “verdadeiro rei”, o Messias futuro que Se há-de um dia apresentar como o “Bom Pastor”, Nosso Senhor Jesus Cristo.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 22 (23), 1-3a.3b-4.5.6 (R. 1)
Refrão: O Senhor é meu pastor: nada me faltará. Repete-se

LEITURA II - Ef 2, 13-18
Continuando a expor o plano de Deus sobre o mundo, S. Paulo mostra como Jesus fez a união de todos os homens por meio da sua Cruz, em particular, a união entre o povo de Deus do Antigo Testamento e o do Novo Testamento. Nem são rigorosamente dois povos, mas dois momentos do mesmo povo em que se manifesta a continuação e o desenvolvimento do mesmo e único plano divino de levar todos os homens, de todos os tempos, à unidade do Corpo que tem Cristo por cabeça e pastor.

EVANGELHO - Mc 6, 30-34
Sem a palavra de Deus os homens não encontram a união, são como ovelhas tresmalhadas de um rebanho a que falta o pastor. Jesus, ao contemplar a multidão que O seguia, mas que não era ainda a sua Igreja, sente por ela grande compaixão e vai-lhes dando o pão da palavra de Deus: “começou a ensinar-lhes muitas coisas”.

Os cânticos:
Entrada - Emanuel (entrada 13)
Kyrie - Senhor, que vieste (kyrie 7))
Aleluia - Ale, ale, Aleluia (aleluia 1)
Ofertório - A quem irei (ofertório 3)
Santo - Santo de Alcântara (santo 9)
Pai Nosso - Todo o mundo (8... Não chegou a ser cantado)
Cordeiro de Deus - Cordeiro de Deus alegro (2)
Comunhão - O Senhor é meu Pastor ( comunhão 9)
Acção de Graças - Acção de graças (AG 1)
Final - Guia (final 15)

 

2015/07/11

"A missão dos Apóstolos é puro dom do Senhor"


Tempo Comum XV

LEITURA I - Amós 7, 12-15

O Evangelho vai apresentar-nos hoje Jesus a chamar e a enviar os doze Apóstolos. Por seu lado esta primeira leitura quer fazer-nos compreender, desde já, que o Senhor chama e envia como Lhe apraz, quem Ele quer; esse será o seu enviado, o seu mensageiro, que é preciso acolher e escutar como tal. Por ele, é Deus quem falará. E nenhum mal-entendido ou incompreensão podem ser obstáculo à presença e à palavra do enviado de Deus.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 84 (85), 9ab-10.11-12.13-14 (R. 8)

Refrão: Mostrai-nos, Senhor, o vosso amor e dai-nos a vossa salvação. Repete-se
Ou: Mostrai-nos, Senhor, a vossa misericórdia. Repete-se

LEITURA II – Forma longa Ef 1, 3-14
A epístola aos Efésios, talvez a mais bela de S. Paulo, revela-nos o plano de Deus sobre o mundo. A contemplação deste plano deslumbrava o Apóstolo, e esse deslumbramento, canta-o ele num verdadeiro hino, que constitui a leitura de hoje. Esse plano de Deus consiste em fazer dos homens seus filhos por Jesus Cristo, e constituir Cristo cabeça e centro da unidade de todo o universo.

EVANGELHO - Mc 6, 7-13
A missão dos Apóstolos é puro dom do Senhor; Ele escolhe os que quer, e envia-os a anunciar uma mensagem de salvação que vem d’Ele, o Salvador. E de tal maneira eles anunciam uma mensagem que não é sua, mas de Jesus, que não deverão ir apoiados em seguranças humanas, mas somente no dom do Senhor que os envia.

Cânticos
Entrada – Chamamento (7)
Kyrie – Pai de Infinita Bondade (3)
Aclamação do Evangelho – Quero Sempre Viver (16)
Ofertório – Não Levo Alforge (13)
Santo – Santo Roqueiro (5)
Pai Nosso – Todo o Mundo (8)
Cordeiro de Deus – Proclama o Teu Senhor (6)
Comunhão – Como o Pai me Amou
Acção de Graças – Quero Louvar-Te (27)
Final – Descoberta (9)

2015/07/04

« (…) porque, quando sou fraco, então é que sou forte»


Tempo Comum XIV

LEITURA I - Ez 2, 2-5
De muitos modos Deus tem falado ao seu povo. Os profetas foram, no Antigo Testamento, um dos meios pelos quais Deus lhe falou. Mas nem sempre é fácil, porque nem sempre é cómodo, escutar os profetas de Deus. A palavra de Deus que eles transmitem pede atenção, escuta, obediência, fidelidade, atitudes que nem sempre foram fáceis ao povo de Deus. Mas, a vingança (!) de Deus foi enviar-lhe, por fim, o Profeta, que foi o seu próprio Filho.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 122 (123), 1-2a.2bcd.3-4 (R. 2cd)
Refrão: Os nossos olhos estão postos no Senhor, até que Se compadeça de nós. Repete-se

LEITURA II - 2 Cor 12, 7-10
S. Paulo é exemplo do homem verdadeiramente humilde, aquele que sabe reconhecer os dons de Deus, sobretudo quando eles triunfam das suas fraquezas. Forte só Deus, e o homem que n’Ele se apoia, n’Ele confia, a Ele atribui todo o bem e d’Ele espera tudo o que lhe falta. Tanto mais se enaltece a graça de Deus, quanto maior é a fraqueza de que ela triunfa.

EVANGELHO - Mc 6, 1-6

O último dos Profetas foi o próprio Filho de Deus, Jesus. Mais do que Profeta, porque Ele, não só anunciou a palavra de Deus, mas Ele próprio é a Palavra do Pai, e veio a este mundo precisamente para ser a Palavra de Deus no meio dos homens. Apesar disso, os seus próprios compatriotas desprezaram-n’O. Era para eles apenas um vizinho, todos Lhe conheciam a história, e facilmente desprezamos o que só conhecemos por fora. Outros, ao longe, hão-de acreditar n’Ele, e, por Ele, chegar ao Pai.

Cânticos

Entrada - Chamamento (7)
Kyrie - Senhor, que vieste (7)
Aclamação do evangelho- Aleluia (GOSPELL) (4)
Ofertório- Gestos de Amor (11)
Santo- Santo (RISING SUN) (4)
Pai Nosso- Pai Nosso (Dó Maior) (3)
Cordeiro de Deus - Cordeiro de Deus Alegro (3)
Comunhão - Meu Pão Sagrado (6)
Ação de Graças - Nada Temo (18)
Final - E a vida não vai parar (10)

2015/06/27

«Não se trata de vos sobrecarregar para aliviar os outros, mas sim de procurar a igualdade»


Tempo Comum XIII

LEITURA I - Sab 1, 13-15; 2, 23-24

O Evangelho fala-nos hoje da ressurreição. Desde esta primeira leitura, a palavra de Deus procura esclarecer-nos sobre o sentido da morte: ela não é, de maneira nenhuma, um objectivo na obra da criação. Deus tudo criou para a vida. A morte é um obstáculo interposto à vida, como o é o pecado, com que o homem se opõe à realização do plano de graça do Senhor. Mas, do pecado e da morte, Jesus Cristo nos salvou.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 29 (30), 2.4.5-6.11.12a.13b (R. 2a)

Refrão: Eu Vos louvarei, Senhor, porque me salvastes. Repete-se

LEITURA II - 2 Cor 8, 7.9.13-15

S. Paulo está procurando angariar fundos, na comunidade de Corinto, para socorrer a comunidade muito pobre de Jerusalém. Procura, para isso, fazer compreender aos cristãos que esta troca de bens materiais vem, por um lado, estabelecer a igualdade entre todos, e, por outro, proporcionar-lhes ocasião de se mostrarem generosos, eles que foram tão enriquecidos à custa da pobreza que o Senhor quis suportar por todos nós.

EVANGELHO – Forma longa Mc 5, 21-43

Dois milagres, em que Jesus Se manifesta o Senhor da vida. Mais de uma vez, Ele próprio Se definiu como sendo a Vida. É assim, porque é o Filho de Deus. Fazendo-Se homem, a sua humanidade é agora o instrumento, bem próximo de nós, da sua divindade, de sorte que aproximar-se d’Ele é aproximar-se da Vida, como o pôde experimentar a mulher doente e a filha de Jairo, que morrera. É pela fé que nos podemos aproximar de Jesus, fé que, nos sacramentos, nos leva a ver o prolongamento dos gestos do Senhor no meio dos homens.

Cânticos

Entrada - The Kingdom of God (Taizé - 4)
Kyrie - Senhor Tem Piedade (8)
Aclamação - Aleluia, Quando Estamos Unidos (5)
Ofertório - Eu Te Amo (10)
Santo - Santo I (7)
Pai Nosso - Pai Nosso Vespertino (5)
Cordeiro - Cordeiro de Deus (1)
Comunhão - Por Uma Humanidade Nova (12)
Acção de Graças - Acção de Graças (1)
Final - A Tua Rota (3)

2015/06/18

«As coisas antigas passaram: tudo foi renovado»


Tempo Comum XII

LEITURA I - Job 38, 1.8-11
As forças da natureza deslumbram, por vezes, o homem, e frequentemente o dominam e até o aterrorizam. Mas, se ele as contemplar com serenidade e humildade, pode reconhecer nelas o poder de Deus e a sua grandeza. Deus a isso nos convida, como um dia o fez a Job, convidando-o a reconhecer o Criador ao olhar para as suas criaturas, o mar em particular, que hoje no Evangelho vai deixar também maravilhados os discípulos de Jesus.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 106 (107), 23-24.25-26.28-29.30-31 (R. 1b)
Refrão: Dai graças ao Senhor, porque é eterna a sua misericórdia. Repete-se
Ou: Cantai ao Senhor, porque é eterno o seu amor. Repete-se

LEITURA II - 2 Cor 5, 14-17
O mistério pascal de Cristo, a sua morte que O levou à glória da ressurreição, constitui o início de uma criação nova. É a fé neste mistério que exerce pressão sobre os cristãos e os há-de impelir a viverem dele e a proclamá-lo ao mundo inteiro, como já impeliu S. Paulo depois da sua conversão. A vida cristã é uma vida pascal, cada dia renovada.

EVANGELHO - Mc 4, 35-41
Se a contemplação da obra da criação nos pode levar a reconhecer a presença de Deus junto dos homens, quanto mais a contemplação das obras realizadas por Jesus Cristo, o próprio Filho de Deus feito homem? E mais ainda do que acalmar a tempestade no lago da Galileia, o Senhor sempre presente na barca da Igreja, continua a trazer a paz e a bonança ao seu povo batido pelas vagas na travessia do mar desta vida a caminho do porto seguro da glória celeste.

Cânticos
Entrada- Água [2]
Kyrie - Pr'a fazer do mundo um lugar melhor [5]
Aclamação do Evangelho - Alé Alé, Aleluia [1]
Ofertório - Eis aqui Pai [6]
Santo - Santo (Bonito) [2]
Pai Nosso - Pai, Tu és meu Deus [6]
Cordeiro - Cordeiro Vespertino [5]
Comunhão - Oração São Pedro [8]
Acção Graças - Nada Temo [18]
Final - Deixa a tua terra [8]

2015/06/13

«A que havemos de comparar o reino de Deus? ... »


Tempo Comum XI

LEITURA I - Ez 17, 22-24
Foi talvez esta passagem do profeta que ofereceu a Jesus ocasião para anunciar as duas pequenas parábolas que vamos escutar no Evangelho. O profeta mostra-nos como de um pequeno ramo Deus pode fazer o começo de uma árvore frondosa. Assim foram os princípios e depois o desenvolvimento do reino de Deus, porque o vigor da vida de Deus aí estava.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 91 (92), 2-3.13-14.15-16 (R. cf. 2a)
Refrão: É bom louvar-Vos, Senhor. Repete-se

LEITURA II - 2 Cor 5, 6-10
O cristão vive neste mundo sempre numa grande tensão entre a experiência diária desta vida e a como que a saudade da vida futura, como exilado mas cheio de esperança, sem nunca perder de vista o termo para onde caminha. Lá há-de encontrar toda a sua vida nas mãos de Deus, com o que nela tiver feito de bom ou de mau.

EVANGELHO - Mc 4, 26-34
A pregação de Jesus, ao apresentar o mistério do reino de Deus, e, depois, a pregação continuada na Igreja, é comparada a uma sementeira. O seu desenvolvimento é lento, mas constante e vigoroso, porque é forte a vitalidade da semente, que é a Palavra de Deus. É essa a vitalidade que a faz germinar, crescer, chegar à hora da colheita. A humildade dos começos não é obstáculo à grandeza que o reino de Deus há-de atingir na hora da ceifa.

Cânticos

Entrada: Acolhe a Vida (1)
Kyrie: Somos o teu povo (10)
Evangelho: Aleluia (Gospell) (4)
Ofertório: Não levo alforge (13)
Santo: Santo Rising Sun (4)
Pai Nosso: Pai Nosso Vespertino (5)
Cordeiro de Deus: Proclama o teu Senhor (6)
Comunhão: O Senhor é meu Pastor (9)
Acção de Graças: Quero louvar-te
Final: Passo a Passo (27)

2015/06/04

Corpo de Deus


LEITURA I - Ex 24, 3-8

O Santíssimo Sacramento – o Sacramento Santo por excelência – é o sacramento do Sacrifício que Cristo ofereceu sobre a Cruz. O sacrifício significa e realiza a aliança entre Deus e o homem. Já Moisés tinha celebrado um sacrifício de aliança, que esta leitura vem evocar, aliança selada com o Sangue. Tratava-se então da aliança antiga; mas Jesus dará finalmente o Sangue da nova aliança, o seu próprio Sangue. Na última ceia, ao entregar aos discípulos o cálice do seu Sangue, Jesus há-de referir-Se àquele sangue da aliança ao dizer que o seu é o Sangue da aliança “nova”.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 115 (116), 12-13.15.16bc.17-18 (R.13)

Refrão: Tomarei o cálice da salvação e invocarei o nome do Senhor. Repete-se
Ou: Elevarei o cálice da salvação, invocando o nome do Senhor. Repete-se

LEITURA II - Hebr 9, 11-15

A festa de hoje chama-se actualmente Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo. De facto, também o sangue exprime e de maneira particularmente significativa a vida que o Senhor deu por nós, para estabelecer, de uma vez para sempre, a nova e eterna Aliança.

EVANGELHO - Mc 14, 12-16.22-26

No sacramento do seu Corpo e Sangue, Jesus deixou-nos o memorial do seu sacrifício para que o celebrássemos em memória d’Ele, até que Ele venha no fim dos tempos. Por isso, sempre que celebramos a Eucaristia, proclamamos a morte do Senhor e renovamos a Aliança com Deus, que, na sua morte, Cristo selou em nosso favor.

Cânticos

Entrada: Senhor quem entrará (31)
Kyrie: Pois pecámos contra vós (4)
Aclamação do Envagelho: Aleluia, quando estamos unidos (5)
Ofertório: Eis aqui pai (6)
Santo: Santo (Rising Sun) (4)
Pai Nosso: Pai Nosso (2)
Cordeiro: Cordeiro de Deus V (4)
Comunhão: Tomo este pão (20)
Acção de graças: Taizé - L'ajuda em vindrá del senyor (3)
Final: Abraça a Cruz (2)